Olá, leitores. Me chamo Larissa, tenho 26 anos, 1,70m, e podemos dizer que tenho um corpo bem normal. Dentro do peso esperado, seios grandes e bumbum redondinho. Sou morena, cabelos cacheados mais ou menos até o meio das costas, boca desenhada, olhos levemente puxados e nariz arrebitadinho. Atualmente trabalho como secretária num escritório de advocacia, e é nesse ambiente que começa meu relato de hoje.
Havia duas semanas em que eu tinha findado um relacionamento de dois anos com um namorado, que na verdade não me tratava muito bem. Mas mesmo assim eu era completamente apaixonada por ele, então estava inconsolável, sabe? Estava me sentindo abandonada sem ele para passar os finais de semana, e no final de tudo descobri que ele havia me traído com uma galera por aí... eu estava muito mal, com a autoestima muito abalada. Uma colega de trabalho chamada Sara, percebeu minha angústia que não era pouca, e decidiu me convidar para ir à igreja com ela:
- Larissa, tenho certeza que lá você vai ouvir uma palavra de consolo, sei que Deus tem algo a te dizer.
Confesso que, de início recusei. Nunca me dei bem com religião. Sara passou o resto da semana insistindo para que eu fosse com ela no domingo pois aparentemente era culto de jovens. Foi tanta insistência, acabei topando só para ela parar de pedir que eu fosse. Ele me recomendou que usasse uma saia, pois aparentemente era costume deles só usar saia, e no dia e hora combinado lá estava Sara na porta do meu prédio me esperando. Eu usava um vestido preto, discreto. Fui sem muita expectativa, mal sabia eu o que me esperava...
Ao chegar na igreja, Sara me apresentou para algumas amigas dela. Cumprimentei, e sentei em um local discreto, de onde eu poderia assistir o culto de maneira confortável, mas sem chamar muita atenção. Em determinado momento do culto, algumas pessoas vieram cumprimentar os visitantes, e dentre essas pessoas uma me chamou muito a atenção, eu que sempre me considerei heterossexual me peguei vidrada em uma mulher, de mais ou menos uns 40 anos. Simpática, sorridente, muito carinhosa e atenciosa. Ela sorria o tempo todo, tinha dentes lindos, boca perfeita, nariz arrebitado, longos cabelos lisos. Ela usava uma roupa confortável e muito elegante, mas era nítido que ela tinha um corpo lindo, o tipo de mulher que realmente chama muito a atenção. Me deu um abraço delicioso, pude sentir seu cheiro e era maravilhoso. Me disse que eu era bem-vinda, e me peguei completamente extasiada por ela. Ela disse que se chamava Léia, e que era esposa do pastor. Disse que se precisasse de algo poderia contar com ela. Confesso que depois disso nada mais fazia sentido para mim naquele culto. Minha mente só pensava naquela mulher. Ao finalizar o culto, Sara foi o caminho da igreja até minha casa me perguntando o que eu havia achado, se havia me sentido bem e etc. eu disse que havia me sentido bem, ela me chamou para voltar lá e eu me senti tentada a dizer sim, mas disse que iria pensar no caso. Subi para o meu apê pensando naquela mulher e em como o abraço dela havia mudado algo dentro de mim. Eu não a enxerguei como uma simples mulher muito bonita, senti algo a mais. Tive um desejo diferente, senti um calor interno, desses que geralmente eu só sinto perto de um homem a qual me sinto muito atraída... sabe, sexualmente atraída? Será que estava me sentindo atraída por ela? Bom, caso a resposta fosse sim, seria muito fácil de resolver. Era só me afastar e não frequentar mais a igreja, e honestamente essa seria minha decisão por enquanto.
Fui dormir pensando em Léia, no seu corpo, sua boca, sua cor, seu toque... essa mulher tinha mexido comigo. Ao pegar no sono, sonhei com aquela deusa tomando banho. Pude ver seu corpo nu, a água do chuveiro escorrendo por seus seios fartos, com auréolas acastanhadas, que pareciam me chamar para abocanha-las, pude ver sua barriga com uma leve curva, que encaminhava meus olhos para sua bucetinha lisa, e aparentemente rosada. No meu sonho, Léia se tocava com a mão direita enquanto me chamava para se juntar ao chuveiro com ela, com a mão esquerda. Fui até ela, magicamente já estava nua, começamos a nos beijar, e quando ela começou a tocar meu corpo da maneira que eu desejava, eu acordei com o alarme do celular tocando. Impossível não notar que estava excitada, totalmente excitada. Meus seios estavam rígidos, minha pepeca toda molhada, e fui obrigada a me tocar até gozar, pensando naquela divindade que havia conhecido no domingo. Fui trabalhar mais feliz, todos notaram que havia algo de diferente.
Minha amiga Sara me disse, que a esposa do pastor havia mandado mensagem perguntando sobre mim, e que havia pedido meu @ do insta para me seguir, me perguntou se havia problema em passar. Prontamente eu respondi que não havia problema. Eu estava totalmente obcecada por aquela mulher e não sossegaria se não a possuísse nem que fosse por alguns minutos.
Durante meu horário de almoço, vi que ela havia solicitado para me seguir. Eu prontamente a segui de volta. Não conversamos, mas notei que ela curtiu minha foto recente, ao passo que via meus stories. Eu também pude notar que ela e o esposo, faziam um casal absurdamente LINDO. Eles combinavam em tudo, até no nome. Leonardo é um homem alto, podemos dizer que é pardo, tem o cabelo no corte em estilo militar, sem barba e sempre muito bem vestido, alinhado.
Como se já não bastasse aquela mulher ter alugado um triplex na minha cabeça, agora o esposo também, as vezes durante o dia me pegava pensando em como seria fazer sexo a três com os dois... e por vezes precisei correr até o banheiro do serviço para me aliviar, tamanho tesão que eu sentia.
A semana passou, e quando foi se aproximando o final da semana, Sara me perguntou se eu tinha interesse em voltar na igreja. Relutei em responder; senti um pouco de culpa em pensar no porquê queria voltar. Mas acabei topando. E foi nesse momento que tudo começou a mudar.
Dessa vez, resolvi “ousar”. Coloquei um vestido um pouco mais justo, levemente decotado. O suficiente para expor meu colo e um pouco dos meus seios. Coloquei uma corrente discreta com um pontinho de luz, maquiagem leve e fui.
Ao chegar à igreja, minha amiga se sentou com suas amigas no local do grupo de louvor, me sentei no mesmo lugar da semana passada, mas dessa vez com uma novidade – Léia veio se sentar comigo. Como havíamos chegado cedo, ainda faltava uns dez minutos para começar o culto e ficamos conversando até começar. Pude notar quão penetrante é o olhar daquela mulher, e notei que casualmente ela olhava meu decote. Durante a conversa, ela perguntou se eu era solteira. Expliquei que sim, e também morava sozinha, conhecia a Sara do trabalho. Ela me contou que era casada com Leonardo há vinte anos. Haviam se casado aos 18, porque estava gravida. Atualmente, o filho dela morava fora pois estava estudando e ela estava somente com o esposo. Nisso o culto começou, e nos mantivemos em silencio, vez ou outra eu sentia sua mão na minha pera, como se acariciasse minhas coxas. Ao final do culto, me abraçou e nos despedimos.
Cheguei em casa com um tesão maior ainda, e decidi mandar uma mensagem para ela no insta, desabafando tudo que eu estava sentindo em relação a ela. A mensagem dizia “Olá Léia, boa noite. Sei que nos conhecemos pouco, sei que você é crente, casada e bem estruturada, mas honestamente, desde que te conheci, um desejo absurdo está fazendo parte do meu corpo. Durmo e acordo pensando no seu corpo, e honestamente, Léia, você é a primeira mulher a me deixar assim. ” Mandei e fui dormir. Passou segunda, terça, quarta... e ela não me respondeu. Acreditei que havia se ofendido e não queria mais falar comigo. Na quinta de manhã, ela me respondeu “Larissa, em primeiro lugar te peço perdão. Não gostaria de te fazer sentir esses desejos pecaminosos. Por favor, quero te ajudar com isso. Passe aqui em casa após o seu serviço, para que possamos conversar melhor sobre isso e expulsar qualquer desejo ruim que você possa ter.”. Fiquei envergonhada. Não pensava no meu desejo necessariamente como um pecado, mas decidi passar lá. Assim que acabou o expediente, avisei a Léia que estava livre, ela me mandou o endereço e decidi passar lá.
Ao chegar na casa, ela me recebeu com um tom sério, mas amigável. Me ofereceu um café, e passamos a conversar sobre o ocorrido:
- Larissa... o que está acontecendo? Confesso que quando recebi sua mensagem, fiquei uns dias sem saber exatamente o que responder.
- Bom, Léia, vou ser sincera. Você me da tesão. Nunca senti tesão por mulheres, mas confesso que não enxergo isso necessariamente como um problema ou um demônio, ou algo assim. Só não sei como agir porque você é casada, e não me parece dar abertura a esse tipo de situação.
E foi aí que me surpreendi com a resposta dela:
- Larissa... Vou te contar uma coisa. Me casei muito, muito nova, como já te contei, porque aos 18 anos eu engravidei, logo na primeira vez que transei com o Leo... antes disso, eu SÓ ficava com mulheres, várias delas. Você também me atraiu, e muito. Me senti novamente com 16 anos, beijando minhas colegas atrás da escola. Também senti vontade de me masturbar pensando em você, e o fiz. Mas é um sonho que infelizmente não vai sair da nossa mente – eu só concordava com o que ela dizia, pois entendia seu lado – Tudo bem para você? Podemos ser apenas amigas?
- Olha Léia, eu quero, você quer... eu não vou conseguir ser só amiga, sabendo que você me quer de um jeito totalmente diferente. – Me aproximei dela enquanto eu falava – Sei que você quer – disse isso enquanto encostava minha testa na testa dela – Por favor, Léia. Sei que somente um beijo não vai ser nada demais. Depois disso te deixo em paz.
Antes que pudesse terminar de falar, ela me beijou. Meu Deus, que boca era aquela? Boca quente, macia. Aquilo era um absurdo de tão bom. Ela veio para cima de mim, já com a mão nos meus seios, e antes que pudesse dizer algo, começou a me beijar loucamente, passar as mãos pelo meu corpo. Segurou meu rosto, olhou no fundo dos meus olhos e disse:
- Você tem noção do que você está fazendo? Nunca mais me permiti sentir tesão por mulher, mas dessa vez... dessa vez eu não posso resistir.
O beijo dela ardia em tesão, eu senti ela esfregando o corpo contra o meu enquanto me beijava, e aquilo só foi me excitando cada vez mais. Fomos até o banheiro, onde ela me despiu e, aos poucos foi se despindo também. Entramos juntas, e voltamos a nos beijar. Ela passava o sabonete pelas minhas costas, minha pele foi ficando toda arrepiada, até que ela me virou de costas e passou a “limpar” minha buceta e meu cuzinho. Enquanto esfregava minha buceta, ela beijava minhas costas, nuca e pescoço, lambia minha orelha, dizia como eu era gostosa e como sentiu saudade de tocar uma buceta como a minha. Fui amolecendo em suas mãos e quando ela percebeu que eu estava quase gozando, passou a penetrar levemente a entrada do meu cuzinho. Isso me enfraqueceu as pernas. Tivemos que interromper o banho e ir para o quarto dela. Voltamos a nos beijar, ela me deitou na cama e começou a me beijar, descendo pelo meu pescoço, até chegar nos meus seios. Aqui, ela começou a chupar aos poucos, beijos lentos, até chegar no mamilo. Ela brincava com a língua, se deliciava enquanto me deixava cada vez mais molhada. Se deitou ao meu lado e passou a chupar meu peito, enquanto usava uma de suas mãos para brincar meu grelo. Novamente ela me levou a um estado de quase gozar, e quando percebeu que eu estava quase lá, parou e foi beijando minha barriga até chegar na minha pepeca. Ali aquela mulher fez coisas comigo que jamais imaginei ser possível. Ela me chupou como eu jamais imaginei ser possível, lambia meu clitóris enquanto posicionou o dedo levemente na entrada do meu cu, o que me fez imediatamente ter um orgasmo daqueles que molham a cama inteira em segundos... nem notamos quando o pastor Leonardo chegou, desceu do carro, entrou na casa, entrou no quarto. Honestamente, foi bem estranho. Ficou na porta parado, mudo nos observando. Léia se desesperou e imediatamente começou a tentar se justificar:
- Amor... eu, eu não sei o que houve... eu... – antes que ela pudesse dizer algo a mais, Leonardo lhe deu um tapa forte no rosto e disse: - Eu mandei parar? Continua, imediatamente. – Ela prontamente lhe obedeceu. Voltou até mim, me mandou abrir as pernas, eu só o fiz. O pastor se sentou numa poltrona que havia no quarto, tirou o cinto, tirou a calça e começou a se masturbar assistindo a esposa me chupando. Confesso que senti muito medo, mas a cena daquele homem segurando aquele pau enorme, de pelo menos uns 22cm, duro, grosso assistindo a esposa me chupando com um cinto na mão enquanto dava ordens do que ela deveria fazer comigo... aquilo me deixou num tesão absurdo. Quando ela me fez gozar pela segunda vez, e novamente tive um squirting e tanto, ele se levantou e veio até nós duas. Com o cinto, bateu na bunda da esposa e mandou ela chupar ele. Ela prontamente obedeceu, então ajoelhou no chão e começou a chupa-lo enquanto eu observava, assustada e totalmente excitada. Ele me segurou pelo rosto, e me deu um beijo longo enquanto ela o chupava. Olhou para mim depois do beijo e disse:
- Tá satisfeita? E agora o que faço com vocês duas? – Antes que eu o respondesse, Léia interrompeu o boquete e disse: - Pode nos punir, aceitaremos o que você nos mandar fazer. Ele me olhou com cara de predador, se deitou na cama e me deu uma única ordem: suba encima de mim. Foi um desafio porque tive que sentar naquele pau enorme, mas assim que consegui, soltei um gemido longo e profundo. Ele ordenou que enquanto eu cavalgasse, ela deveria chupar meus peitos, e assim ela fez, enquanto eu sentava gostoso naquele pau enorme, ela sugava meus seios, faminta, alternando entre o esquerdo e o direito. Nunca havia me sentido tão excitada quanto naquele dia. Ele mandou que mudássemos de posição, então me colocou de quatro, Léia se deitou embaixo de mim e passou a chupar meu clitóris enquanto Leonardo começou a penetrar minha buceta e brincar com meu cuzinho. Gemi alto e forte, gozei muito e intensamente. Quando estava perto de gozar, ele tirou da minha buceta e gozou na cara da Léia. Então começou a rir, deu um beijo longo na esposa e disse:
- Voce acabou de realizar meu maior fetiche.
Desse dia em diante, nos tornamos um verdadeiro trisal. Sempre que possível, viajamos para outro estado, transamos muito, sempre saímos juntos, e eu até engravidei dele já rsrs e tenho inúmeras historias gravida.