Sou Lucas, 21 anos, corpo atlético de quem joga futebol todo fim de semana e malha pra manter tudo em dia, cabelo castanho meio bagunçado e olhos verdes que herdei do meu pai.
Vamos as apresentações dos personagens desta história:
Mariana, minha namorada há oito meses, tem 19 anos e é uma morena de cair o queixo: curvas definidas do crossfit, peitos firmes e cheios que balançam gostoso, bunda redonda empinada, cabelo liso escuro até os ombros e um sorriso provocante nos lábios carnudos.
Gabriel, meu melhor amigo desde a adolescência, 20 anos, é alto e magro mas malhado de escalada, cabelo preto curto, barba rala dando um ar de safado confesso.
Luana é a namorada dele, também com 19 anos, é loira platinada de academia pesada: pernas longas torneadas, cintura fina de vespa, peitos empinados siliconados e uma tatuagem discreta de borboleta na virilha que pisca quando ela usa biquíni curto.
Nós ficamos com elas em uma festa da faculdade, elas cursaram algumas matérias juntas e desde então não passa um dia sem que a gente se veja.
Alugamos um chalé irado na serra de São Paulo pro feriado prolongado, daqueles com piscina climatizada, sala espaçosa com lareira e sofás de couro macio, cozinha americana aberta e dois quartos lado a lado pros casais.
Saímos bem cedo de São Paulo, estrada sinuosa com o sol se pondo devagar, playlist de funk e pagode bombando no carro pra animar a viagem. Chegamos por volta das seis da tarde, jogamos as malas no chão e fomos direto pra piscina interna. A água tava uns 28 graus, perfeita, vapor subindo no ar fresco da serra, luzes subaquáticas azuis dando um clima íntimo e relaxante. Já abrimos as cervejas geladas e a garrafa de vodka com energético que o Gabriel trouxe de casa.
— Porra, que delícia de lugar — eu disse, mergulhando de primeira com minha sunga preta justa, sentindo a água morna envolver o corpo todo como um abraço quente.
— Valeu cada centavo do aluguel, Gabi — falei rindo enquanto voltava pra superfície.
Ele pulou do trampolim raso, fazendo um splash enorme que molhou todo mundo, e veio rindo alto.
— Eu disse! Feriado prolongado é pra isso mesmo, nada de trabalho ou correria, só curtição pura.
Mariana e Luana entraram pela escadinha devagar, com biquínis minúsculos que deixavam pouco pra imaginação. O da Mariana era preto fio dental, marcando perfeitamente a bunda empinada dela, e o da Luana vermelho bem apertado, quase não cabendo nos peitões. Elas pegaram as boias infláveis e ficaram boiando, rindo e espirrando água na gente de brincadeira.
— Isso aqui é mil vezes melhor que praia lotada — disse Mariana nadando até mim, o corpo roçando de leve no meu debaixo d'água.
Luana se jogou nos braços do Gabriel, as pernas enrolando na cintura dele.
— Verdade, e olha só essa vista da mata pela janela enorme. Romântico pra caralho.
A conversa começou bem banal, com o álcool soltando a língua aos poucos. Ficamos flutuando na água quente, passando shots de vodka na borda da piscina, falando de tudo um pouco: o trânsito infernal na ida (quase bati num), as séries que a gente tava viciado (Stranger Things estava em alta), planos pro fim do ano (quero colar na praia de novo, de preferência com sol o dia todo).
Gabriel perguntou do meu time de futebol onde eu jogava aos finais de semana.
— E aí, Lucas, ganharam o último jogo?
— Ganhamos de 3 a 1, mas eu tomei um carrinho brabo na coxa, olha só o hematoma roxo aqui — mostrei subindo na borda da piscina, a água escorrendo pelo corpo todo.
Mariana riu e tocou de leve no local, os dedos macios mandando um arrepio.
— Ai coitado, vou ter que massagear isso depois pra você.
Luana nadou pra perto, boiando ao lado, quase roçando nas minhas coxas para ver o hematoma.
— Massagem é o melhor remédio. Inclusive Gabi, você ainda me deve uma nas costas, tava dolorida da academia essa semana.
A sessão de cerveja e shots de vodka continuaram, as risadas ficando mais altas e soltas. O vapor da piscina deixava a pele suada e brilhante, os biquínis grudando nas curvas, as sungas marcando volumes com a água. Lembrei de uma viagem antiga com o Gabriel na represa.
— Lembra daquela vez que a gente acampou e choveu pra cacete? Acordei com você roncando igual um trator barulhento.
Ele gargalhou tanto que espirrou cerveja pra todo lado.
— Como não lembrar? Você acordou de ressaca pesada e foi vomitar direto no lago! Clássico dos clássicos.
Mariana e Luana trocaram histórias da faculdade, tipo professor chato que flerta descarado com as alunas. Aos poucos, o papo deslizou natural pra baladas e noites loucas.
— Outro sábado saí com as meninas, bebi pra caralho e dancei coladinha nas meninas, a balada inteira tava babando na gente. — contou Luana com um sorriso maroto. — Não rolou nada além, mas o rebolado foi insano, juro.
Por mais que a Luana fosse uma gata, como ela é mulher do meu amigo, nunca olhei pra ela com outra intenção.
Gabriel piscou pra ela, mão na coxa debaixo d'água.
— Ciúme zero aqui, eu gosto de ver ela solta assim.
Eu assenti, passando a mão na cintura da Mariana debaixo da água quente.
— Mesma vibe com a gente. A Mari rebola que nem ninguém no funk, deixa qualquer um louco.
— Para de me expor, amor — ela corou mas sorriu safada — mas é verdade, adoro dançar bem coladinha.
O álcool já tava batendo forte, e a conversa começou a esquentar de leve, sem forçar: melhor beijo da vida, date que deu errado mas terminou em algo bom. Gabriel soltou uma da festa recente.
— Teve uma onde todo mundo tava bebado, rolaram uns amassos na pista escura. Nada demais, mas o clima tava pegando fogo mesmo.
Luana riu, o peito subindo na água com o movimento.
— Verdade, às vezes só uma conversa assim já deixa a gente... animado pro resto da noite.
Foi nessa hora que eu saí da piscina pra pegar mais bebida na cozinha. A sunga molhada grudou em tudo, marcando meu pau que tava meia-bomba do toque constante da Mariana e do clima geral — volume evidente pra caralho. Voltei com as latas geladas e o Gabriel zoou na lata.
— Opa, Lucas! Tá animado aí, hein? Essa sunga não esconde porra nenhuma. Cuidado pra não acertar ninguém com isso aí.
Todo mundo caiu na risada, leve e sem maldade nenhuma. Eu dei de ombros, sentando na borda com as pernas na água, o pau ainda meia bomba.
— Culpa da conversa quente e dessa água fervendo, cara. Sou humano, vai.
Mariana nadou rapidinho até mim, mão subindo pela minha coxa por baixo d'água.
— Deixa eles zoarem, tá gostoso mesmo o clima.
Luana piscou, boiando perto.
— Essa conversa tava quente pra caralho, admitam. Clima no ar que nem fogueira.
— Bora pra lareira então? Piscina tá acabando com a gente — sugeriu Gabriel rindo.
O tesão tava pairando sutil no ar agora, olhares demorando um pouquinho mais uns nos outros, toques "acidentais" na hora de sair da água e se enrolar nas toalhas. Subimos pra sala, lareira já acesa crepitando, nos jogamos nos sofás quentes e abrimos uma garrafa de vinho tinto para as meninas enquanto ficávamos na cerveja. O cansaço da viagem bateu forte por volta das 23h30.
— Tô morta de cansada, bora pro quarto? — bocejou Mariana se aninhando no meu ombro.
Eu assenti, levantando com ela.
— Boa noite, galera.
— Divirtam-se aí — acenou Gabriel com um sorriso.
No quarto, deixei a porta entreaberta pra circular o ar, luz baixa do abajur criando sombras suaves. Mariana veio devagar, o beijo lento e molhado, toalha caindo no chão revelando os peitos nus roçando no meu peito ainda úmido.
— A piscina toda me deu uma saudade louca de você — sussurrou ela, a mão descendo pro meu pau que endurecia rápido na sunga.
Beijei o pescoço dela suado, mãos explorando as curvas macias das costas e descendo pra bunda.
— Quietinha que eles tão do lado.
Ela soltou um hmm tímido de tesão, o corpo colando no meu todo. Tirei o biquíni dela com calma, o dedo médio roçando a buceta já úmida e quente.
— Tá molhadinha já, sua safada.
— Culpa tua e daquela zoação toda — riu baixo abrindo as pernas na cama grande com edredom fofo.
Desci beijando o corpo dela, língua lambendo devagar o clitóris inchado enquanto ela mordia o travesseiro pra abafar.
— Ahh... devagar amor.
O gemido vazou tímido pelo ambiente. Enfiei dois dedos na buceta apertada, o polegar circulando o cu, sentindo ela tremer inteira.
— Hmm... Seu gostoso.
Alinhei meu pau duro na entrada dela e meti devagar, sentindo cada centímetro ser engolido pelo calor molhado.
— Tá me abrindo todinha.
Comecei a bombar ritmado e suave, a cama rangendo baixinho, os gemidos dela crescendo aos poucos apesar do esforço pra conter.
— Ai... mais fundo.
Percebi na hora que o som tava ecoando pro quarto ao lado — um gemido meu escapou mais alto, e veio um murmúrio baixo de resposta dali. Eles tavam escutando tudo, as paredes finas demais pra esconder.
Comecei a ouvir alguns gemidos baixos e a cama rangando também, aquilo me empolgou.
Virei ela de quatro, aquela bunda perfeita empinada, cuspi no cuzinho rosado pra lubrificar.
— Quer aqui também?
— Sim... Mas vai devagar amor — gemeu ela mais alto agora ahhh.
Desde o começo do namoro Mari sempre foi adepta ao anal, chegando a ter vezes que goza somente comigo comendo o cuzinho dela, sem tocar na buceta e isso sempre foi meu ponto fraco com ela.
Enfiei o pau no cu dela centímetro por centímetro, o aperto insano me deixando louco, mão na frente dedilhando o clitóris pra ela chegar mais rápido. O tesão explodiu, bombeando cada vez mais forte, apesar do controle para tentar não fazer barulho, claramente a gente estava falhando nisso. Mari rebolava contra mim gemendo sem controle.
— Porra amor me fode, não para.
Não dava pra segurar. Ouvi claro um hmm baixo e ritmado do quarto vizinho — eles tavam no mesmo barco, pegando fogo também com nossos sons. Aquilo foi me deixando ainda com mais tesão.
Virei ela de frente pra mim, na posição frango assado, segurei firme as coxas dela bombeando fundo, suor pingando, ela cravando as unhas nos meus braços.
— Ai.. Amoor... Tô gozandooooooooo!
O gemido dela escapou alto, porra, a buceta pulsando mesmo com o pau no cu. Gozei forte dentro, jatos quentes enchendo o rabinho dela, leite escorrendo pelas bandas da bunda enquanto caíamos suados e ofegantes na cama rindo baixo.
— Caralho que delícia, meu gostoso — sussurrou ela beijando meu peito.
— Escutou eles também né... — respondi com o pau dando meia bomba de novo só de imaginar o clima na casa toda.
Ficamos ali abraçados, o tesão ainda pulsando no ar silencioso agora, mas plantado pra valer. Dormimos pesado, sonhando com o que viria no dia seguinte.