O ar no escritório pastoral, acima do salão principal, estava pesado com o cheiro de incenso barato, cera derretida e sexo. A grande mesa de mogno, onde o Pastor Valdomiro redigia seus sermões sobre castidade, agora sustentava o peso de Larissa. Ela estava de bruços, o rosto virado para a porta, os braços estendidos como se crucificada sobre anotações de estudos bíblicos. Seu corpo, um mapa de hematomas recentes e antigos, tremia de expectativa.
Vilmar estava atrás dela, não com seu membro, mas sim observando, os dedos abrindo as nádegas dela para expor o centro daquela devassidão. O ânus, após meses de abuso sistemático, parecia um botão escuro e permanentemente relaxado, uma porta aberta para um abismo.
“Hoje, minha ovelha desviada”, anunciou Valdomiro, tirando o paletó e arregaçando as mangas da camisa branca com solenidade, “vamos praticar a comunhão dos santos de uma forma mais… íntima.”
Nas suas mãos, ele não tinha um óleo sagrado, mas um grande frasco de gel lubrificante cirúrgico. Ele ensopou o braço direito, do pulso até o cotovelo. A luz fraca do abajur refletia na pele úmida e reluzente.
Larissa prendeu a respiração, os olhos arregalados de um desejo animal. “Sim, Pastor… por favor… comunhão total.”
Vilmar forçou a abertura um pouco mais. “Aberta pra visita, pastor. A casa do corno tá sempre pronta.”
Valdomiro posicionou a ponta dos dedos, depois a mão fechada. Com uma pressão constante e brutal, ele começou a enfiar o punho dentro dela. Não era mais uma mão, era um membro de carne e osso, um antebraço que desaparecia no corpo dela. Larissa gritou, um som rouco e gutural que ecoou na sala com estantes de livros sagrados. Seu corpo se contorceu, mas não em fuga—em entrega. A sensação de ser invadida a um nível visceral, de sentir a forma de um braço humano moldando suas entranhas, foi a coisa mais próxima da possessão demoníaca que ela já experimentara.
Quando o cotovelo finalmente desapareceu, Valdomiro ficou parado por um momento, sua manga de camisa engordurada pressionada contra a pele dela. Ele sorriu, uma expressão de conquista suprema. “Aqui está o Santo Espírito, Larissa. Sente?”
Ela não conseguia falar. Só gemia, ofegante, os olhos revirados. Vilmar deu um tapa na cara dela. “Fala, puta! O Espírito Santo tá entrando?”
“TÁ! TÁ ENTRANDO! ENCHE O CU DO CORNO COM O ESPÍRITO!”, ela berrou, a voz distorcida.
Valdomiro começou a mover o braço. Era um movimento lento, pesado, de vai e vem, uma massagem interna obscena que fazia o estômago dela se mover visivelmente. Cada movimento era acompanhado por uma torrente de xingamentos e humilhações.
“O Bruno já fez você sentir isso? Já alimentou o demônio da sua barriga com o braço dele?”, Vilmar zombava, acariciando o próprio cinto.
“NUNCA! O BRUNO É UM FRACO! UM MICRO! ELE NÃO CHEGA NEM NO MEU DEDO!”, ela gritava, entre convulsões de prazer. Um novo orgasmo a atingiu, tão intenso que um jato de urina e squirt jorrou da sua frente, espirrando na gaveta da mesa. “GOZEI! GOZEI PRO SENHOR, PASTOR! GOZEI PRO SEU BRAÇO SANTO!”
Valdomiro ria, suando, seus próprios quadris se movendo instintivamente. “Você é um depósito de lixo, Larissa. Um esgoto. O Bruno beija essa boca que lambe o chão onde você escorre depois que a gente te usa. Ele é o lixeiRO, E VOCÊ É O LIXO!”
Para enfatizar, Vilmar desfechou uma série de cintadas nas costas e nas coxas dela. O estalo do couro se misturava aos sons úmidos da penetração visceral. Cada golpe a fazia contrair-se violentamente em volta do braço do pastor, o que só excitava mais os dois homens.
“Repete!”, Vilmar ordenou, batendo de novo. “Eu sou o lixo!”
“EU SOU O LIXO! EU SOU O LIXO QUE O BRUNO AJUNTA!”, ela gritava, e o ato de se diminuir enquanto era destruída por dentro era o ápice do seu prazer. “ELE É UM CORNO LIXEIRO! UM CORNO BURRO E FEDIDO!”
A cena durou uma eternidade. Valdomiro, eventualmente, retirou o braço com um som obsceno, deixando-a vazia e pulsante, um buraco aberto e trêmulo. Mas a sessão não terminou. Vilmar a pegou pelos cabelos e a arrastou até o cantinho da sala, onde ficava um pequeno altar de oração com um crucifixo.
“Agora, reza”, ele ordenou, forçando-a a ajoelhar-se diante da cruz, enquanto a porra e os fluidos dela escorriam pelas pernas. “Reza e agradece ao Deus do seu marido corno por ter uns pastores que te dão o que você merece.”
Larissa, com lágrimas e saliva no rosto, juntou as mãos trêmulas. “Obrigado, Senhor… pelo Pastor Valdomiro… pelo irmão Vilmar… obrigado por me usarem… por me quebrarem… obrigado por ter um marido… um marido…”, ela engasgou, procurando a palavra.
“Burro!”, ajudou Valdomiro, se limpando com um pano que depois jogou em cima dela.
“Obrigado por ter um marido burro… que não vê… que não sabe… que não é homem… Amém.”
Enquanto isso, na casa deles, Bruno tentava ligar para a esposa. O celular dela, deixado de propósito no vibra e escondido no fundo da bolsa, no canto do escritório pastoral, iluminava-se silenciosamente com a foto dele sorrindo. Ele desligou, preocupado. Talvez ela estivesse muito concentrada no trabalho voluntário da igreja. Ele decidiu preparar um jantar especial para quando ela chegasse, tentando apaziguar a frieza que ela trazia para casa. Passou no mercado, comprou um vinho barato, uma flor.
Enquanto batia o bife, sem saber, ele assobiava baixinho. Na igreja, sua esposa, com o corpo violado até o limite do imaginável, a alma remoldada em uma forma grotesca de adoração, se arrastava para vestir a roupa. Valdomiro a ajudou, com gestos suaves, limpando seu rosto com um lenço.
“Você foi uma bênção hoje, filha. Uma oferta viva”, disse ele, com a voz suave e pastoral que usava no púlpito. “Vá para casa. Seja gentil com o Bruno. Ele precisa de cuidados.”
Larissa assentiu, mecânica. O vazio físico era imenso, mas a satisfação psicológica, o ódio canalizado em prazer, a mantinha em pé. Ela chegou em casa. Bruno correu para a porta, um sorriso tímido nos lábios, segurando a flor murcha do supermercado.
“Oi, amor… Tudo bem? Você parece… cansada.”
Ela olhou para ele, para a flor, para o esforço patético em seus olhos. O nojo subiu como bile na sua garganta. Sem dizer uma palavra, pegou a flor, jogou-a no lixo da pia e passou por ele, indo direto para o banheiro, onde ficou debaixo do chuveiro quente por uma hora, tentando, em vão, lavar a sensação do braço do pastor dentro de suas entranhas, e o gosto do poder perverso que a fazia preferir aquilo a qualquer toque do marido que a amava.
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