Acordei com o quarto ainda meio escuro e aquele silêncio típico de hotel barato antes do barulho do corredor começar. Fernanda já estava acordada. Não porque falou alguma coisa, mas porque se mexia demais pra quem ainda estava dormindo.
Ela usava uma camiseta longa demais pra ser roupa de dormir e curta demais pra ser inocente. Sem sutiã. O tecido fino marcava tudo quando ela se espreguiçou, arqueando as costas devagar, consciente demais do próprio corpo.
— Bom dia… — ela murmurou, como se fosse só pra mim.
Mas não era.
Lucas estava acordado na cama de solteiro, encostado na cabeceira, observando sem disfarçar. Não com cara de predador. Com cara de quem foi acordado por uma visão inesperada.
— Caralho… — ele soltou sem perceber, depois pigarreou. — Bom dia.
Fernanda sorriu sem olhar pra ele. Ainda.
— Dormiu bem? — ela perguntou pra mim, passando a perna lentamente por cima da minha, como quem ajusta posição.
— Dormi… — respondi, sentindo o corpo reagir antes da cabeça. — Você parece… animada.
— Acordar em viagem sempre me deixa assim — ela disse, puxando a camiseta um pouco mais pra cima, “sem querer”, quando se sentou na cama. — Principalmente quando não estou sozinha.
Lucas desviou o olhar por um segundo. Depois voltou.
— Você acorda sempre desse jeito? — ele perguntou, tentando manter o tom casual.
Ela virou o rosto pra ele agora, apoiando a mão no colchão.
— Desse jeito como? — perguntou, fingindo não entender.
— Assim… — ele fez um gesto vago com a mão. — Chamando atenção.
Fernanda riu baixo.
— Engraçado… — disse. — Normalmente quem repara nisso é ele.
Ela apontou pra mim com o queixo.
— Mas hoje parece que não fui só eu que acordei exposta demais.
Lucas respirou fundo.
— É difícil não reparar — admitiu. — Ainda mais quando você parece saber exatamente o efeito que causa.
— Sei — ela respondeu, simples. — E você?
— Eu o quê?
— Consegue fingir que não está olhando? — ela perguntou, sem provocação agressiva. Só constatação.
Ele não respondeu de imediato.
— Não muito — disse por fim.
Eu ri sem humor.
— Vocês dois estão se divertindo às minhas custas, né?
Fernanda inclinou a cabeça pra mim.
— Não às suas custas — corrigiu. — Com você. Você gosta quando eu fico assim.
— E gosta ainda mais quando percebe que alguém percebe — Lucas completou, sem pensar demais.
Ela se levantou da cama com calma. A camiseta subiu um pouco mais quando ela ficou de pé. Nenhum esforço para cobrir nada.
— Vou ao banheiro — anunciou. — Preciso me arrumar antes do pessoal aparecer.
Ela caminhou devagar até a porta. Não fechou.
O banheiro era pequeno. Espelho grande demais para o espaço. A luz acendeu e o reflexo dela apareceu inteiro. Ela apoiou as mãos na pia, observando o próprio corpo como quem avalia uma obra.
— Você pode fechar a porta — Lucas comentou, meio automático.
Ela olhou pra ele pelo espelho.
— Posso — respondeu. — Mas não vou.
Pegou a escova de dentes, passou água, começou a escovar sem pressa. O movimento dos braços levantava a camiseta mais do que o necessário. O espelho fazia questão de mostrar.
Lucas ficou em silêncio. Eu também.
— Engraçado — Fernanda disse, com a boca ainda cheia de espuma. — Como o silêncio fica mais alto quando ninguém sabe exatamente o que pode fazer.
Ela cuspiu, enxaguou a boca e continuou apoiada na pia.
— Você está desconfortável? — perguntou pra Lucas.
— Um pouco — ele respondeu. — Mas não no sentido ruim.
Ela sorriu.
— Ele também fica assim — disse, olhando pra mim pelo reflexo. — Principalmente quando percebe que eu estou sendo… observada.
— Fernanda… — murmurei.
— Relaxa — ela respondeu. — Eu sei exatamente onde estou pisando.
Ela virou um pouco o corpo, ainda no banheiro, ainda sem fechar a porta.
— A diferença — continuou — é que hoje eu acordei com vontade de provocar.
Lucas engoliu seco.
— Provocar quem? — perguntou.
Ela não respondeu. Apenas olhou pra mim pelo espelho, devagar, segura, como quem sabe que o jogo já começou.
— Vocês dois — disse por fim.
O quarto parecia menor. O ar mais pesado. Ninguém se movia.
Ela então deu um passo para trás, encostando no batente da porta do banheiro, ainda exposta, ainda no campo do olhar.
— Agora… — ela disse, num tom quase casual — …vocês decidem se continuam só olhando… ou se vão admitir que isso está ficando interessante demais pra ser ignorado.
Eu e Lucas nos olhamos ao mesmo tempo.
Não foi um olhar de disputa.
Foi aquele olhar rápido, silencioso, de quem entendeu a mesma coisa sem precisar dizer nada.
Ele arqueou levemente a sobrancelha, como quem pergunta “é isso mesmo?”
Eu respirei fundo e não respondi, o que, por si só, já era resposta.
Fernanda percebeu.
Ela apoiou o ombro no batente do banheiro, braços soltos ao lado do corpo, completamente consciente de como o espelho e a luz faziam questão de destacá-la. O vapor começava a subir do chuveiro ligado, criando aquele ar abafado que sempre transforma qualquer gesto em algo mais lento, mais carregado.
Ela tirou a blusa ficando apenas de calcinha e de costas pra gente, mas que poderíamos tentar espiar pelo espelho.
— Vocês dois estão muito quietos… — ela comentou, quase rindo. — Geralmente é nessa parte que você tenta dizer alguma coisa inteligente.
— Tô só processando — respondi.
Lucas foi o primeiro a se mover.
Levantou da cama com calma, sem pressa, como quem assumiu o papel que estava implícito desde a noite anterior. Parou a poucos passos dela, ainda fora do banheiro.
— Então… — ele disse, olhando pra mim antes de olhar pra ela. — Isso aqui é um convite… ou só tortura psicológica?
Fernanda sorriu.
— Depende de quem aceita — respondeu.
Ela se virou um pouco mais pro espelho, ajustando a postura de propósito, como se quisesse que os dois ângulos fossem vistos. Não havia urgência. Não havia pressa. Só provocação consciente.
— Se entrar — ela continuou — entra sabendo que não é pra fingir que não tá acontecendo.
Lucas respirou fundo.
— Sem senha, então… — ele disse, mais confiante do que eu esperava.
Ele deu o primeiro passo, cruzando o limite do banheiro, ficando perto demais dela. Colocou a mão na cintura dela e começou a beijar seu pescoço.
Fernanda virou o rosto devagar na direção dele, suficiente para que o gesto fosse íntimo.
— E você? — ela perguntou, olhando pra mim pelo reflexo. — Vai ficar aí… ou vai assumir que gosta de assistir de perto?
O som do chuveiro preenchia o silêncio.
O vapor subia.
O espaço diminuía.
Fui andando até o banheiro e Fernanda e Lucas já se beijavam enquanto ele cobria os peitos dela com as mãos.
Ele removeu a camisa que vestia, ficando frente a frente com ela, enquanto seus peitos se tocavam.
Ela me puxou pelo short e começou a me beijar.
Durante o beijo, abri os olhos e vi Lucas beijando o pescoço e os ombros de Fernanda, que parecia estar em transe com tudo aquilo acontecendo.
Ela se afastou um pouco da gente, sentou na pia do banheiro (que por sinal parecia ser bem resistente) e nos chamou. Quando chegamos perto para beija-la novamente, segurou em nossos cabelos como se quisesse baixar nossos rostos. Apenas obedecemos e ficamos cara a cara com aqueles peitos fenomenais, que mesmo com o calor do chuveiro quente, estavam completamente duros devido ao tesão.
Então ela puxou a gente, mandando em nossos movimentos, definindo ritmo e ordenando que chupassemos juntos os peitos dela.
Ela começou a gemer e rebolar na pia, enquanto fazia carinho em nossas nucas.
Comecei a colocar a mão na perna dela e ir subindo em direção a buceta, mas… parecia que o caminho estava ocupado, o Lucas tomou iniciativa antes de mim, a mão dele já estava no meio das pernas dela, então deixei. Continuei com uma mão na coxa e a outra pegando na bunda dela.
Depois de alguns segundos, comecei a ouvir o som da buceta molhada dela sendo dedada, com certeza Lucas já tinha posto a calcinha de lado faz tempo.
Então ele levanta a cabeça, começa a beijar ela novamente e entre os beijos diz:
— Vamos pro chuveiro…
Ela não fala nada, apenas obedece, fazendo menos força na minha cabeça e exercendo menos controle.
Vira de costas pra gente, tira calcinha e pergunta:
— Vocês não vão vir? — deixando o box de vidro ainda aberto.
Lucas, apressadamente tirou o short e a cueca, e entrou no chuveiro, mas quando fui entrar Fernanda falou:
— Amor, um minuto, quero que você veja uma coisa. — Disse com o sorriso mais safadao do mundo, enquanto fechava a porta de vidro do box, que já estava meio embaçada pela fumaça.
Inicialmente me senti meio excluído, mas logo entendi o que ela queria, não demorou nada pra ela grudar os peitos na parede de vidro e me deixar assistindo de camarote os peitos dela esmagados.
Conseguia ver a silhueta do Lucas atrás dela, com ela curvada pra frente, ficava uma posição bem sugestiva pra se ele quisesse… bom… se ele quisesse foder ela ali mesmo.
Mas não o fez, ele se ajoelhou atrás dela e com certeza começou a chupar ela.
Mesmo com o barulho alto do chuveiro, conseguia ouvir ela gemendo. O rosto dela começou a ficar iguais aos peitos, esmagados contra o vidro, mas de lado, apenas uma das bochechas. Em determinado momento ela parou, beijou o vidro, mas foi um beijo de verdade, de língua, como se estivesse simulando algo, virou de frente pro Lucas, que prontamente pegou a bunda dela com as duas mãos e começaram a se beijar.
Ela então recosta sobre o vidro, ficando com a bunda esmagada enquanto beijava ele.
Depois de poucos segundos, ela volta pra mesma posição de antes, com os peitos esmagados contra o vidro, mas agora o Lucas não estava mais ajoelhado, ele continuava em pé atrás dela, colocando as duas mãos segurando a cintura dela. Eu não conseguia ver muito bem, devido ao vidro embaçado, mas conseguia imaginar perfeitamente o que iria acontecer. Então veio…
A primeira estocada…
Fernanda gemeu alto, e começou a sorrir no vidro, como se estivesse adorando.
Fiquei meio inerte, sem saber como agir, não esperava que fosse acontecer dessa forma.
A segunda estocada…
Fiquei imaginando Lucas olhando a bunda da minha namorada naquela posição, enquanto enfiava o pau na bucela molhada dela.
Ele, por sua vez, com uma das mãos, percorreu as costas dela chegando até a cabeça que forçou contra o vidro pra que a expressão dela ficasse mais evidente pra mim.
A terceira estocada…
Ela gemeu novamente e sorriu mais ainda no vidro.
Então Lucas deu um tapão na bunda dela, forte o suficiente para deixar a marca da mão dele lá.
A quarta estocada…
A quinta estocada…
A sexta estocada…
A sétima estocada…
A oitava estocada…
A nona estocada…
A décima estocada…
ele começou a meter sem parar enquanto ela gemia.
meu tesão era tanto, que eu não poderia ficar apenas assistindo. Abri a porta do box e entrei no chuveiro com eles, mas ao entrar, percebi que o pau de Lucas não estava dentro dela (infelizmente?).
— Gostou da surpresinha, amor? — disse ela rindo. — Por enquanto, esse meu buraco é só seu… por enquanto…
Então sem falar muito, me encontrei em uma das paredes e coloquei a Fernanda como se estivesse sentada em mim. Meu pau entrou tão fácil nela, a buceta estava tão molhada, que tenho certeza que ela não fudeu com o Lucas ali só pra me provocar, porque vontade ela tinha, com certeza.
Depois de algumas sentadas dela, olhei pra frente, e vi ela inclinada chupando o pau de dele.
— Não vou aguentar muito mais tempo. — Disse Lucas
— Eu também… — murmurei tentando resistir.
Então ela sai de cima de mim, se ajoelha entre a gente, e começa a chupar nossos paus de forma intercalada, hora chupava um e batia punheta pra outro.
— Gozem em mim, na minha cara, nos meus peitos.
O pedido dela é uma ordem e assim fizemos. Gozamos praticamente juntos na cara dela inteira, sério, acho que era tesão acumulado de nós dois. Geralmente eu não gozava tanto assim, mas naquele momento saiu muita coisa.
O rosto dela ficou completamente coberto por porra, ela mal conseguia abrir os olhos, um pouco tinha caído nos peitos dela que não passavam desapercebidos, uma cena digna de bukkake.
Enquanto eu e Lucas estávamos ofegantes, ela falou, ainda ajoelhada:
— Vida, pega o celular e tira uma foto minha?
Novamente o pedido dela é uma ordem, e assim fiz, ela estava em uma posição de cachorrinho, ajoelhada, com as duas mãos apoiando no chão mas apertando os peitos com o braço e com a cara toda gozada.
então, depois da foto, ela passou o dedo na cara e colocou um pouco de porra na boca e engoliu.
— uhmmm, delicioso… Seguinte, desafio pra vocês…
lá vem…
— vão ter que usar minha foto, que acabaram de tirar, como fundo de tela do celular durante toda a viagem.
— Que? Como assim Fernanda? E se alguém ver? — Perguntei meio indignado.
— Pois é, vocês vão ter que tomar cuidado pra ninguém ver… ai é com vocês. — Disse ela rindo já se levantando pro banho.
Lucas apenas riu e disse pra mim:
— Me passa a foto aí.