Minha Namorada Gostosa no Fim de Semana com Meus Amigos - Parte 1

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3989 palavras
Data: 06/01/2026 08:07:31
Última revisão: 06/01/2026 08:19:34

Conheci a Raquel online quando a gente tinha 26 anos. Eu já tinha praticamente desistido de apps de relacionamento, e só mandava mensagem pras minas que eram as mais gatas das gatas, na esperança de dar sorte e conseguir ficar com alguma. Não funcionava, óbvio, porque elas estavam completamente fora da minha liga. Até a Raquel. Ela me respondeu porque tínhamos os mesmos interesses e batemos um papo fodido de imediato.

A Raquel morava a umas horas de distância da capital. Ela tinha criado um perfil na minha cidade porque estava planejando se mudar pra cá em breve. Depois de conversar por um tempo, decidimos nos encontrar pessoalmente. Essa primeira vez que nos vimos foi o melhor fim de semana da minha vida. Passei o fim de semana com ela no interior e a gente mal saiu do quarto. Naquela altura eu tinha quase certeza de que ela devia estar usando fotos falsas, mas acontece que as fotos que ela tinha me mandado conseguiram subestimar ela.

Ela tinha cabelo castanho ondulado que caía até as omoplatas. Os olhos dela eram azuis cristalinos, e eu os chamava de raios tratores. Quando ela fazia contato visual com você, era impossível desviar o olhar. Ela zoava a minha cara por quantas vezes eu ficava viajando enquanto ela estava falando comigo. Ela tinha um rosto muito bonito e o sorriso dela parecia uma festa instantânea.

Ela também tinha, de longe, o melhor corpo de qualquer garota que eu já tinha visto ao vivo, muito menos transado. Os seios fartos e empinados dela ficavam altos no peito e eram do tamanho de melões. Eles deformavam dramaticamente qualquer blusa que ela usava e ela tinha que usar gola alta se quisesse evitar mostrar um decote de dar água na boca. A barriguinha dela tinha uma curvinha pequena, descendo até quadris suavemente arredondados e coxas cheias. A bunda dela brotava das costas, formando um arco perfeitamente arredondado quando vista de lado. Se eu abrisse minha mão completamente, eu conseguia agarrar perfeitamente uma das nádegas dela e dar um aperto saudável naquele travesseiro firme. Era uma das minhas coisas favoritas de fazer e fazia ela querer arrancar minhas roupas.

Ela frequentemente reclamava de como o formato do corpo dela tornava quase toda roupa vulgar, mas eu mal podia reclamar. O decote que ela exibia nas blusas e regatas que frequentemente usava me fazia querer puxar a blusa dela pra cima e enfiar o rosto nos peitos, e o requebrado da bunda dela enquanto andava por aí de calça legging ou jeans apertado me fazia querer correr e apertar. Claro que isso significava que outros caras também podiam ver bastante do que ela tinha pra oferecer, mas eu não me preocupava porque sabia que ela era comprometida comigo. Além disso, não posso dizer que doía saber que todo cara que eu passava tinha inveja de mim.

O que nos traz pra essa semana. Os pais do meu amigo Miguel estavam vendendo a chácara deles no lago, e ele queria ter uma última semana lá nesse verão antes de sumir. Ele, André, Caio e eu vínhamos planejando isso o ano todo. Quando comecei a namorar a Raquel, tudo se encaixou perfeitamente. Achei que tinha chegado a hora de apresentá-la a eles.

O Miguel frequentemente zoava comigo, dizendo que as fotos dela (que eu claro tinha mostrado pra eles) eram falsas e que se ela fosse real, tinha que ser muito mais feia. Eu estava animado pra provar que ele estava errado porque ele ficava provocando o resto de nós sobre como ele era muito melhor com as garotas desde que nos conhecemos no fundamental. Isso era absurdo porque ele mal era mais bem-sucedido que nós, todos os quatro tendo ficadas raras mas nenhum relacionamento de verdade.

Olhei pra Raquel no banco do passageiro. Hoje ela estava usando uma regata azul escura fina e um shorts de moletom azul claro igualmente fino. Ela tinha os dois há anos e usava os dois há anos. O cordão do shorts dela até estava faltando, mas a bundinha empinada dela estava mais do que pronta pra tarefa de segurá-lo. Com o quão bem eles faziam ela ficar, era o mínimo que podia fazer. Ela não tinha colocado calcinha porque esperava ir nadar logo depois que chegássemos lá e não queria o biquíni incomodando ela na viagem. Quando fui buscá-la, eu brinquei que os caras iam realmente amar ela se não usasse calcinha o fim de semana inteiro, e ela riu e ficou vermelha. Agora ela estava olhando pela janela, óculos de sol cobrindo os olhos.

—Só espero que eles gostem de mim —ela disse depois de um longo silêncio.

—Eles vão te amar, não se preocupa —respondi. Eu sabia que não tinha como cada um deles não ficar desesperado pra cair nas graças de uma gata daquelas. —Estou mais preocupado com você gostar deles, pra ser sincero.

—Por quê? —ela perguntou. —Se eu gosto de você e você gosta deles, eu vou gostar deles, né?

—Eles podem ser meio grosseiros —eu disse. —Principalmente perto de mulher.

A Raquel riu. —Tenho certeza que vou gostar deles. Sempre fui mais como um dos caras do que em grupinhos de mina. A grosseria pode ser divertida e refrescante.

—Espero que sim.

***

A gente foi o último a chegar. Eu não consegui sair do trabalho na noite anterior e depois tive que acordar muito cedo pra ir até a casa da Raquel. E depois dirigir o dia todo até a chácara do Miguel no lago, o que levou a maior parte do dia. Eu estava acabado quando chegamos no meio da tarde. A casa era linda, uma obra de arte moderna de 5 quartos. A família do Miguel vinha de uma longa história de grana, e esse era um exemplo disso. Mata cercava a propriedade e os vizinhos mais próximos ficavam na curva da estrada, dando uma sensação legal de isolamento.

A gente ouviu música vindo dos fundos da casa. Pegamos nossas coisas do meu carro e fomos pro portão lateral. Quando abri o portão, a Raquel agarrou meu ombro e me parou. Virei e ela me fixou com aquele olhar dela.

—Me diz que vai dar tudo certo —ela disse.

Eu ri e dei um beijo nela. —Vai ser ótimo.

Virei de volta e entrei. Contornamos a lateral da casa e chegamos na piscina. Isso mesmo, a família do Miguel era tão cheia da grana que não resistiram em colocar uma piscina enorme, completa com trampolim, na propriedade deles à beira do lago. Meus três brothers estavam flutuando na parte rasa, cervejas na mão.

—Brian! —o Caio gritou, o rosto dele se iluminando. O André virou e acenou. O Miguel só levantou a cerveja dele num brinde. Então a Raquel apareceu na esquina.

—Meu Deus! —o André gritou.

—É a Raquel?? —o Caio perguntou. O Miguel só ficou boquiaberto.

—Oi, gente —a Raquel disse, largando as bolsas dela e dando uma acenada que fez os seios sem sutiã dela balançarem pra frente e pra trás. Os caras se levantaram e saíram da piscina.

—Como caralhos você conseguiu ela?? —o Miguel arrastou as palavras enquanto se aproximavam, o olhar dele travado nos seios da Raquel enquanto eles terminavam a dança deles.

—Ótimo trabalho, Brian!! —o Caio gritou enquanto chegava com força num toca aqui duplo. Levantei os braços pra encontrar os dele, mas calculei mal a força dele. Cambaleei pra trás alguns passos e teria caído na piscina se não fosse pela Raquel. Tipo, eu parei quando tropecei na Raquel, e ela caiu na piscina.

Ela bateu na água com um baita respingo. Por sorte ela já tinha largado todas as bolsas dela, então era só ela e as roupas que ela estava usando que molharam.

—Seus merdas! —o Miguel berrou enquanto soltava uma gargalhada, antes de engasgar com ela quando ela emergiu na superfície.

Virei pra encará-la bem quando ela surfou. Era raso perto da gente, então ela ficou de pé facilmente, a água só chegando na cintura dela. Ela veio à tona rindo, o que foi um alívio porque significava que ela provavelmente não tinha se machucado. Porém, eu vi na hora o que tinha feito o Miguel esquecer o que estava rindo. A regata fina, agora encharcada, grudava no peito dela como tinta corporal. A comoção da queda e a luta dela de volta à superfície tinham conseguido empurrar a regata solta por baixo e entre os seios dela, de modo que ela ficava completamente achatada contra a pele, moldando-se perfeitamente ao redor de cada seio. O tamanho, formato e peso do rack incrível dela estavam em exibição pros meus amigos boquiabertos.

E isso nem leva em conta os mamilos dela. Essa devia ser a regata mais fina da existência porque ela se contornou a cada lombada na aréola do tamanho de uma moeda dela. Enquanto isso, os mamilos em si saltavam um centímetro e meio devido ao mergulho súbito deles em água fria.

Levantei de volta enquanto a Raquel empurrava o cabelo molhado do rosto dela e torcia ele. Virei pros meus amigos e abri a boca pra repreendê-los por ficarem encarando minha namorada praticamente pelada, mas algo me fez me segurar. Ver os olhares arregalados e boquiabertos deles de admiração pelo peito da minha namorada — minha namorada que parecia alheia a como ela estava praticamente sem blusa — pareceu uma injeção de adrenalina nas minhas bolas. Eu estava morto de cansaço da viagem, mas meu pau imediatamente mostrou sinais de vida.

—Meu Deus —a Raquel disse, enxugando o rosto. —Eu tava dizendo pro Brian que estava preocupada em causar uma boa impressão em vocês, e a primeira coisa que faço é cair na piscina.

—Isso foi incrível, Raquel —o Caio disse. —Não poderia ter roteirizado melhor.

A Raquel começou a puxar o elástico do cabelo molhado dela. Enquanto ela pulava e puxava, os seios dela dançavam e balançavam obscenamente. Embora parte de mim ainda estivesse empolgado, decidi que isso já era o suficiente. Mais desse show e meus amigos teriam uma imagem perfeita dos peitos da minha namorada gravados nos cérebros deles.

—Amor —eu disse, apontando pro peito dela. —Você tá mostrando demais.

Os olhos dela dispararam pra baixo e ela pareceu perceber o nível de exposição dela pela primeira vez.

—Meu Deus! —ela guinchou, colocando as mãos nos peitos dela imediatamente. As mãos dela cobriam adequadamente os mamilos dela, mas enquanto a frente da regata dela (graças a Deus) subia até o pescoço dela, a aderência molhada ainda destacava o decote volumoso dela.

—A gente não viu nada, não —o André disse, sorrindo.

—Eu sei quão fina essa blusa é, eu sei que vocês viram algo —ela disse, rindo, enquanto avançava pela água em direção à escada oposta a nós.

—Desculpa por deixar sua namorada toda molhada —o Caio disse, sorrindo maior do que eu já tinha visto ele sorrir antes.

—Ha, ha, espero muito que vocês tenham aproveitado o show —retruquei sarcasticamente. Mas mal eu sabia que o show estava longe de acabar. Porque naquele momento a Raquel subiu pra fora da piscina e o shorts dela não veio junto. Assisti horrorizado e maravilhado enquanto o pedacinho minúsculo de tecido encharcado escorregava devagar das nádegas perfeitas, fartas e pingando dela e caía com um ploft no pavimento ao redor dos tornozelos dela.

A Raquel percebeu na hora o que tinha acontecido e guinchou. A primeira reação dela foi alcançar pra baixo e cobrir a buceta dela, mesmo que ela estivesse de costas e nenhum de nós pudesse vê-la. Ela olhou pra baixo pro monte de shorts dela e depois de volta pros nossos rostos boquiabertos. A expressão dela era difícil de ler. Ela estava corando furiosamente, claro, mas também detectei um sorrisinho pequeno. Como se ela não tivesse planejado a gente ver a bunda nua dela em toda a glória dela, mas também não estava exatamente chateada.

—P-puta merda —o Miguel gaguejou. O Caio e o André só vibraram. A Raquel deu um guincho e virou de lado antes de se ajoelhar e puxar o shorts dela pra cima. A gente não conseguia mais ver a bunda dela e não conseguia ver a buceta dela, mas teve uma visão ótima da curva da bunda nua e cremosa dela e das coxas enquanto ela se agachou e ficou de pé de novo.

—Me desculpa, amor! —ela me disse enquanto andava ao redor da piscina de volta pra nós, agarrando uma mão na frente do shorts dela, segurando ele, e o outro braço enrolado ao redor do peito dela, cobrindo os mamilos dela mas esmagando os seios dela juntos obscenamente. —Mal cheguei aqui e seus amigos já devem achar que sou uma vagabunda!

—Besteira! —o André gritou. —Olha, você pode ver minha bunda também! —Antes que qualquer um de nós pudesse responder, o André virou, abaixou a sunga e se curvou. O Miguel, o André e eu todos xingamos e protegemos os olhos, mas a Raquel só riu.

—Viu, todos nós temos bundas, não é nada demais —ele disse, puxando a sunga de volta. Eu virei de volta cedo demais, porém, e flagrei um vislumbre dele quando elas ainda estavam só ao redor das coxas dele. O pau dele, de tamanho acima da média como o meu mas nada pra escrever pra casa, estava durão e apontando reto pra longe do corpo dele. Enquanto ele terminava de amarrar o cordão da sunga dele, dei uma espiada furtiva nas virilhas dos meus outros dois amigos. Ambos ostentavam volumes significativos, mas nenhum parecia estar totalmente ereto como o André. Que bom que eles concordam que ela é gostosa, pensei sarcasticamente comigo mesmo.

—Bom, agora que isso já passou —eu disse —, gente, essa é a Raquel. Raquel, esse é o Miguel, o André e o Caio.

O Miguel estendeu a mão dele e a Raquel e ela soltou o shorts dela pra tentar apertar, mas imediatamente agarrou eles de novo porque tinham começado a escorregar.

—Desculpa —o Miguel disse e ofereceu a outra mão em vez disso. A Raquel soltou o peito dela e apertou a mão dele. A blusa dela grudava nela tão apertado quanto antes, e agora os caras foram presenteados com os seios dela balançando a apenas uns trinta centímetros de distância deles enquanto o Miguel apertava a mão dela vigorosamente.

—Na verdade, depois de tudo que acabou de acontecer, isso é formal demais —o Miguel disse. E com isso, ele puxou ela num abraço de urso. Os peitos dela se achataram contra o peito nu dele, saltando pra fora da lateral do tronco dela, enquanto ela abraçava ele de volta com o braço livre dela. O outro braço dela estava preso entre eles.

—Hmmm —o Miguel gemeu, esfregando as costas dela e pressionando os quadris dele nela. Foi aí que percebi que ao segurar o shorts dela na frente, a mão dela estava perfeitamente no nível da virilha dele. A menos que houvesse um compartimento secreto na sunga dele, ele estava esfregando o pau semi-duro dele por toda a mão da minha namorada. —É tão bom finalmente te conhecer —ele acrescentou. Eu vi ela dar uma espiada furtiva na virilha dele antes de dar um sorriso corando pra ele.

O Caio e o André foram os próximos abraçando ela, ambos pressionando as virilhas deles na mão dela como o Miguel tinha feito. Eu sabia que o André estava totalmente duro, e quando ele se pressionou na Raquel, ela soltou um suave: —Oh, meu Deus! —Quando ele se afastou, ela encarou a ereção pulsante dele, claramente delineada na sunga molhada dele. Ela então olhou de relance pro volume do Caio e do Miguel, que estavam ambos saltando mais do que antes. O pau do Miguel parecia viajar uma distância significativa pela coxa dele, mas era difícil ter certeza porque a sunga dele era extra folgada e longa.

Depois dos abraços, ela não se incomodou em cobrir o peito dela de novo. Ela ficou ali, orgulhosamente empinando o peito pra cima, a blusa molhada dela envolvendo e acariciando cada centímetro do peito magnífico dela. O Caio e o André faziam pelo menos um pequeno esforço pra ocasionalmente olhar ela nos olhos enquanto conversávamos sobre a viagem e a previsão do tempo (fantástica) pra semana, mas o Miguel só encarava os seios perfeitos bem na frente dele o tempo todo, o que me deixou puto. Eles deveriam ver a Raquel e ficar com ciúme, não ter acesso livre pra ficar babando nos atributos dela.

Mencionei que a gente queria se instalar no nosso quarto e trocar de roupa, e a sessão de encaração finalmente se desfez. Os três caras se ofereceram pra ajudar a carregar nossas coisas pro andar de cima, o que me deixou feliz porque significava que a Raquel não ia tentar mais nada no estado atual dela. Porém, logo percebi que eles tinham se oferecido pra poderem segui-la escada acima e babar pela bunda dela enquanto ela balançava pra frente e pra trás no shorts fino e encharcado. Tanto faz, eles já tinham visto muito mais dela, então decidi ignorar. Um minuto depois, a Raquel e eu estávamos finalmente sozinhos no nosso quarto juntos.

—Seus amigos são tão engraçados —a Raquel disse, tirando a blusa dela e trazendo os seios maravilhosos dela finalmente pra minha vista. —Uma visão de uma garota molhada e eles ficam todos duros e quase infartam.

Me joguei de costas na cama, exausto dos últimos dias. Ela largou o shorts dela e então, completamente nua, remexeu na mala dela. Depois de um momento, ela parou e olhou pra mim.

—Você vai vir nadar? —ela perguntou. Então ela deu um sorrisinho, e pulou na cama, deitando o corpo molhado dela em cima de mim. —Ou você quer bagunçar primeiro?

Eu estava no paraíso, como estava toda vez que sentia ela. Mas eu ainda estava morto de cansaço.

—Acho que preciso de uma soneca primeiro. Tô acabado —eu disse.

—Ahh —ela disse, então alcançou entre nós e agarrou meu pau flácido. —Pela primeira vez, tô pelada e você não tá louco de tesão por mim.

—Não é você, amor, confia —eu disse. —Depois de trabalhar até tarde ontem à noite e toda a direção hoje, tô simplesmente exausto.

—Eu sei, eu sei —ela suspirou, descendo de mim. —É só que não te vejo há algumas semanas e tô muito tesuda.

—E é por isso que vou te devorar hoje à noite —eu disse. —É melhor você estar pronta, porque vou só estar acumulando força até lá.

Ela riu e disse que estaria, então pensou em voz alta sobre qual maiô ela deveria usar. Ela segurou um de uma peça e dois biquínis.

—Talvez o de uma peça hoje? —sugeri. —Não quero que meus amigos tenham a ideia errada depois do que aconteceu quando chegamos.

—Boa ideia —ela disse, guardando os biquínis. —Não quero que seus amigos achem que sou algum tipo de vadia fácil. —Ela enfiou os pés no maiô de peça única e puxou ele pra cima enquanto eu me despi até a cueca e entrei na cama.

—Epa —ela disse enquanto eu estava entrando na cama.

—O quê?

—Bem, comprei esse maiô vários anos atrás e não usei ele há um tempo, e...

Olhei pra ela e vi o problema imediatamente. Claramente ela tinha comprado e usado o maiô quando era significativamente menos desenvolvida. Ele lutava muito pra conter o corpo agora completamente maduro dela. O maiô era preto e, como eu disse, de uma peça. Porém, a frente tinha um V profundo que ia até o umbigo dela. Teria sido provocante mas ok pra uma garota com um peito menor, mas os seios fartos da Raquel empurravam as laterais pra fora e revelavam uma quantidade enorme de decote. Você podia ver do esterno dela, por todo o interior de ambos os seios, até as bordas das aréolas dela.

Ela viu minha reação chocada e riu.

—Achei que isso poderia acontecer, então vim preparada —ela disse, e voltou pra bolsa dela. Depois de um momento, ela puxou uma caixinha pequena e extraiu um alfinete de segurança. Ela ficou de pé e foi até o espelho na parede e eu arfei. A parte de trás estava fazendo um trabalho tão ruim de conter a bunda dela quanto a frente estava fazendo de conter os peitos dela. A borda inferior ia da junção no topo das coxas dela direto pros quadris dela, deixando metade de cada nádega pendurada pra fora embaixo. Ela olhou de volta pra bunda dela e riu.

—Ops! Bem, nada que um alfinete de segurança possa ajudar com isso —ela disse, virando de volta pro espelho. Assisti as nádegas parcialmente expostas dela balançarem enquanto ela mexia na frente. —Além disso, eles já viram minha bunda inteira, então não importa muito —ela acrescentou.

—Só toma cuidado —eu disse. Eu esperava que meus amigos vissem ela de biquíni em algum momento, então não estava muito preocupado com ela mostrando um pouco de pele. Mas eles terem visto ela semi-nua mais cedo, e ela parecer tão indiferente sobre isso, me deixou um pouco nervoso.

—Vou sim, amor —ela disse, virando pra mostrar o trabalho dela. Ela tinha prendido os dois lados do maiô juntos logo abaixo dos seios dela. Você definitivamente podia ver muito menos pele do que antes, mas também empurrava os seios dela juntos e pra cima, e uma linha clara de decote se estendia das clavículas dela até a base das costelas, com dois centímetros e meio de seio interno aparecendo de cada lado. Notei também que os mamilos dela agora estavam duros e pressionando contra a frente do maiô dela. Eles não eram tão proeminentes e óbvios quanto na blusa molhada dela mais cedo, mas você ainda podia facilmente ver o tamanho e formato deles. Ela deu uma rebolada, balançando os seios pesados dela pra frente e pra trás, mas o alfinete de segurança garantiu que o maiô os agarrasse firme.

—Viu? Perfeito —ela disse. Sorri fracamente. Ela se inclinou sobre a cama e me deu um beijo antes de abrir a porta e sair. Assisti as nádegas fartas dela saltarem pra fora da minha vista. Mal tinha me deitado de volta e fechado os olhos quando ouvi ela voltar.

—Esqueci minha toalha —ela disse e rapidamente puxou ela da bolsa. Ela virou pra sair de novo, e eu tossi com o que vi.

—A-amor —gaguejei.

—O quê? —ela perguntou, virando de volta.

—Sua bunda.

Ela se contorceu, mostrando a bunda dela de novo. Só de andar pelo corredor e voltar, a parte de baixo tinha subido entre as nádegas dela. Totalmente esticado, ele cobria talvez metade das nádegas dela, mas agora estava enfiado na rachinha dela, funcionando como uma tanga. A extensão larga e farta da bunda dela estava em exibição completa.

—Ah, caramba —ela disse, e rapidamente puxou ele da rachinha dela, espalhando ele inadequadamente de volta sobre a bunda dela. —Acho que vou ter que ter ainda mais cuidado.

—Talvez um biquíni fosse melhor —eu disse.

—Tem certeza? Vou estar mostrando muito mais pele no geral.

—Acho que é verdade. Só fica de olho ou eles vão ficar de olho por você, se é que você me entende.

Ela riu e disse que sim, então me deu outro beijo. Ela enrolou a toalha na cintura e saiu, fechando a porta. Virei de lado e fiquei pensando se tinha cometido um erro trazendo a Raquel aqui. Eu queria que meus amigos vissem como ela era gostosa pra caralho e ficassem com um pouco de ciúme, mas já conseguia imaginar eles se gabando pra mim sobre conhecer a aparência dos peitos e da bunda dela. Essas preocupações não conseguiram lutar contra minha exaustão, porém, e logo apaguei.

***

[CONTINUA!]

> Querem saber oq rola nessa chácara? Essa namorada tá na maldade ou é só inocente mesmo? Puta ou bobinha? Comentem! Quanto mais comentário uma saga tiver, mais atenção vou dar a ela! Não irei lançar mais nenhuma série por enquanto até acabar todas que iniciei até agora.

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Comentários

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Da a entender que o protagonista tem uma pegada mais liberal, apesar da situação o protagonista tá muito tranquilo.

Já que você está adaptando, acho que colocar ciúmes é a sensação de perder o controle das coisas no protagonista seria interessante. As sensação de que está vendo as coisas acontecerem, está com ciúmes, está com dor, mas não consegue reverter as coisas costumam funcionar pra esse tipo de conto.

Outro detalhe, contos como esse de levar a namorada para a praia ou sítio e os amigos comerem ela está cheio. O diferente nessa história poderia ser o depois?

Os amigos percebem que passaram dos limites ?

A namorada vai entender que errou e deu mancada com o cara ?

E o que vai ser do protagonista depois dessa experiência?

A descrição das cenas é algo importante, a sensualidade, troca de olhares entre ela e os amigos as mãos bobasa aproximação sabendo ser feitas tornará as coisas bem mais eróticas.

Outro ponto, o protagonista não pode ser apenas um corno narrador que está lá apenas pra observar e relatar a situação da namorada, é necessário que de alguma forma ele tenha presença, importância e peso nessas interações. Essa é a parte difícil nesse tipo de conto.

Seila, usar a ideia de que algum amigo drogas o protagonista é ele acorde e de o flagrante pode ser uma boa, pois com ele acordado a presença dele inibida qualquer ação real.

Outra coisa importante é bem difícil de escrever e que faria muita diferença. Se a namorada ser apenas uma valia sedenta por poça e iguinorar o namorado a narrativa se quebra e o conto perde a graça. É necessário que elabtenha sentimentos pelo namorado, mas de alguma forma se perca.

Isso é difícil de demonstrar também.

São só ideias que percebo que faltou nas versos desse conto. Criar erotismo, sentimentos de conflitos e esperança para os personagens é o que falta nesse conto clássico.

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na minha opinião contos não verídicos não tem graça, devia ter uma opção de separar reais/fictícios

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Concordo que isso seria uma boa mesmo, uma forma de dizer se o conto é original, uma adaptação ou meramente um tradução com algumas modificações.

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essa conto já existe, ele só tá traduzindo, tem completo em inglês na literotica e chama “just one the guys”, ta igual ele só mudou o nome dos personagens

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Eu adapto e traduzo alguns contos que eu já li e curto sim, já disse por aqui algumas vezes. Tenho outros que são só meus. Esse é adaptado, exatamente isso que você disse. Não mudei apenas o nome dos personagens, tem outros detalhes pra aumentar a verossimilhança, mas resumindo: sim, eu adapto alguns sim! Abraço

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Muita gente não manja de inglês, daí esses contos mais clássicos, eu acho válido adaptar e traduzir.

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Continue com seu trabalho aqui no CDC, contradio. Eu tenho adorado os contos e sendo esses clássicos, melhor ainda.

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Esse Brian nasceu Côrno Frouxo e vai morrer CÔrno Manso, é fornecedor de carne para os amigos e todos os outros homens.

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Esse cidadão está implorando pra ser corno, e tudo indica que a namorada vai atender seu desejo.

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Pô,o cara levou uma mulher que mal conhece,namoro recente,pra um final de semana,num local isolado desses,com 3 caras solteiros? Putz,muita viagem... Ai é pedir pra coisa se complicar realmente. Todo mundo jovem e inconsequente. Lógico que vai dar merda. E a culpa é de quem não se deu conta disso.

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Conto muito bom .

Diálogos maravilhosos

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A namorada foi na maldade, po. Vai aprontar bastante. Coitado do futuro corno, que parece manso.

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Salve mano Carlos

Tudo bem meu amigo ?

Aquele seu último conto esta show , continue escrevendo

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Obrigado meu amigo Doda. Continuarei escrevendo sim e tenho outro engatilhado na sequencia.

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