O Dia Que Eu Fui “Estuprado” Pela Vizinha Casada No Banheiro Social Da Casa Dela

Um conto erótico de bastardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1893 palavras
Data: 06/01/2026 04:37:11

Aquele calor de janeiro não era só temperatura; era um peso físico, uma mão invisível apertando a garganta da gente. O asfalto da rua parecia que ia derreter e colar na sola do meu chinelo se eu ficasse parado muito tempo. Eu, Bruno, 18 anos na cara e uma vontade de trepar que doía fisicamente, toquei a campainha da casa 42. Minha regata já estava encharcada, colada nas costas como uma segunda pele nojenta. Eu não tinha aquele corpo de "rato de academia" todo desenhadinho e depilado; meu negócio era carregar saco de cimento na loja de material de construção do meu pai. Meus braços eram grossos de força bruta, minhas mãos calejadas e ásperas como lixa.

A Tânia demorou. Cada segundo ali no sol parecia uma hora. Eu sabia que o marido dela, o Rogério — um corno manso que vivia viajando a trabalho ou chegando bêbado — não estava. O carro dele não estava na garagem. Era só ela. E eu.

Quando a porta finalmente abriu, o choque térmico foi um soco. O ar condicionado no talo colidiu com o mormaço da rua, trazendo um cheiro que me deixava maluco: Veja limpeza pesada misturado com o perfume dela, algo doce, enjoativo e barato que grudava na memória.

— Entra logo, Bruno, senão o frio foge — ela resmungou, fingindo irritação, mas eu vi. Eu vi o jeito que ela mordeu o lábio inferior rachado quando bateu o olho no meu peito suado.

Aos 39 anos, a Tânia não era nenhuma modelo de revista. Graças a Deus. Ela era mulher de verdade. Carne, gordura onde tinha que ter, cheiro de gente. O cabelo loiro de farmácia estava preso num coque frouxo, todo cagado, com fios colados de suor na nuca e nas têmporas. Ela usava um top de ginástica rosa que parecia pedir socorro segurando aqueles peitos enormes, naturais e pesados, e uma legging preta que era covardia. A calça marcava tudo. O volume das coxas grossas roçando uma na outra, fazendo aquele barulhinho de swish-swish que me hipnotizava, e aquela bunda... puta que pariu. Uma bunda larga, imensa, que parecia ter vida própria quando ela andava.

— Trouxe a furadeira que seu pai emprestou? — ela perguntou, virando as costas e indo pra sala.

A visão daquela bunda balançando na minha frente, engolindo o tecido da legging a cada passo, fez meu pau acordar na hora dentro do short de tactel. Ele ficou duro como pedra, roçando na costura, latejando.

— Trouxe... tá aqui — respondi, a voz saindo grossa, falhada.

A tal "sessão de yoga" que ela inventou de fazer na sala foi tortura psicológica. Eu fiquei ali, em pé, fingindo mexer no celular enquanto ela se contorcia no tapete. Não tinha porra nenhuma de místico. Era suor e sacanagem.

— Ai, tô travada hoje — ela gemeu, ficando na posição de quatro, empinando aquela raba colossal na minha direção.

Eu engoli em seco. A legging esticou tanto que ficou meio transparente na bunda. Dava pra ver a calcinha branca enterrada no rego. E na frente... meu Deus. O tecido desenhava perfeitamente o capô de fusca, aquele monte de vênus gordo, carnudo, dividido ao meio pela costura da calça. O cheiro dela começou a mudar. O desodorante venceu e subiu um cheiro de suor azedo, misturado com algo mais fundo. Cheiro de fêmea no cio. Cheiro de buceta suada.

— Pausa pra água. Tô morta — ela bufou, se jogando no sofá de camurça e abrindo as pernas.

Aquilo foi demais. Eu vi o contorno exato dos lábios dela marcados na lycra. Meu pau deu um pulo tão forte que doeu. Eu precisava sair dali ou ia agarrar ela à força e fazer uma besteira.

— Tânia... posso usar o banheiro? O da garagem tá entupido lá em casa.

— Vai lá, moleque. Mas não demora que eu quero que você veja aquele quadro na parede pra mim.

Eu entrei no banheiro social e tranquei a porta. Duas voltas na chave. Minhas mãos tremiam. O banheiro era pequeno, cheirava a sabonete de lavanda e umidade. Me apoiei na pia, encarando meu reflexo no espelho: cara vermelha, suada, olhos vidrados de tesão. Baixei o short e a cueca de uma vez. Minha rola saltou pra fora, roxa, venosa, a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo, chorando uma gota transparente.

Eu precisava bater uma. Agora. Agarrei o pau com a mão suja mesmo. A pele calejada da palma da mão raspou na pele sensível do pau e eu vi estrelas.

— Puta merda... — sussurrei, começando a bater. Rápido. Violento. Eu imaginava a Tânia de quatro, eu imaginava puxando aquela legging, metendo com força naquela bunda gorda.

O som ecoava no banheiro. Fap-fap-fap. O som molhado da pele batendo na pele. Eu gemia baixo, mordendo o lábio pra não gritar o nome dela. "Vadia... casada safada...".

De repente, a maçaneta girou.

O sangue gelou nas minhas veias. Parei a mão na hora.

— Bruno? — A voz dela veio abafada pela porta. Grave. Diferente.

— O-Oi, Tânia? — Minha voz saiu aguda, ridícula.

— Abre essa porta.

— Eu... eu tô cagando, Tânia. Já saio.

— Não mente pra mim, garoto. Eu ouvi. Eu ouvi você batendo punheta. E ouvi você gemendo. Abre essa porra agora ou eu pego a chave mestra na gaveta da cozinha. O Rogério é um corno burro, mas eu não sou.

Meu coração parecia que ia sair pela boca. Mas junto com o medo, veio um tesão absurdo. Ela sabia. E ela queria entrar.

Girei a chave devagar. Click. Click.

A porta se abriu. Eu estava lá, encostado na pia, short nos tornozelos, minha rola dura apontada pro teto, pulsando, pingando baba. O cheiro no banheiro era puro sexo. Almíscar de macho excitado.

A Tânia entrou e fechou a porta atrás dela, trancando de novo. O espaço ficou minúsculo. Ela me olhou de cima a baixo, os olhos focando na minha virilha como se fosse a última garrafa de água no deserto.

— Olha o tamanho disso... — ela sussurrou, a voz rouca, lambendo os lábios. — Ia desperdiçar esse leite todo na pia, Bruno? Ia jogar fora?

— Eu não aguentei, Tânia... você de legging... aquela bunda enorme... eu só pensava em te comer — confessei, a vergonha dando lugar à luxúria pura.

Ela não falou nada. Caiu de joelhos no chão frio. O som dos joelhos dela batendo no azulejo foi seco. Sem frescura, ela agarrou minhas coxas peludas com as mãos quentes e enterrou o rosto no meu pau. O cheiro dela invadiu meu nariz — perfume barato e suor. Ela passou a língua larga, áspera, de baixo pra cima, lambendo meu saco enrugado e suado, sem nojo nenhum.

— Ahhh, caralho... — joguei a cabeça pra trás, minhas mãos indo sozinhas pro cabelo dela, puxando com força, desmanchando o coque de vez.

Ela abocanhou. E puta que pariu, que boca. Quente, úmida, apertada. Ela enfiou tudo, até o talo, fazendo minha cabeça bater na garganta dela. Eu sentia a língua trabalhando na minha glande, a sucção forte, o barulho obsceno de glub-glub misturado com a respiração dela pelo nariz.

Ela olhou pra cima sem soltar meu pau. O rímel estava borrado, os olhos vermelhos de tesão, a boca deformada pelo tamanho da minha rola. Aquela cara de puta submissa acabou comigo.

— Levanta, Tânia. Agora. — Minha voz saiu gutural. Eu não era mais o moleque da loja de construção. Eu era dono dela ali.

Ela levantou num pulo, a boca brilhando de baba e pré-gozo. Eu girei ela com violência, prensando a cara dela no espelho frio do banheiro.

— Tira essa calça. Agora.

Com as mãos tremendo, ela enganchou os dedos no cós da legging e da calcinha, puxando tudo pra baixo de uma vez. A bunda dela saltou pra fora, libertada. Branca, imensa, cheia de furinhos de celulite que deixavam tudo ainda mais gostoso, mais real. Aquele rabo tremia só com a respiração dela.

Eu não pensei em camisinha. Não pensei em doença. Não pensei no Rogério. Só pensei em meter. Cuspi na minha mão — pthui — uma poça de saliva grossa, e esfreguei na cabeça do meu pau. Mirei na entrada dela. Estava rosada, inchada, escorrendo um mel transparente.

— Vai, Bruno... arromba... — ela gemeu contra o vidro, empinando a bunda pra trás, pedindo.

Empurrei a cabeça. Ela era apertada. Quente pra caralho. Parecia que eu estava enfiando o pau num pote de mel quente.

— Nossa senhora... — rosnei, forçando a entrada.

Quando a cabeça passou, o resto foi de uma vez. Deslizei tudo pra dentro até minhas bolas baterem na bunda dela com um estalo.

— AAAAHHH! — ela gritou abafado, as pernas tremendo.

Abracei a cintura dela, afundando meus dedos naquelas carnes macias, deixando a marca da minha pegada. E comecei a socar. Sem ritmo, sem carinho. Era estocada seca, funda.

PÁ! PÁ! PÁ!

O som da minha barriga batendo nas nádegas dela ecoava no banheiro como palmas. O cheiro de sexo subiu forte, ferroso, misturado com o suor que escorria da gente.

— Me fode, moleque! Me usa! Isso... bate nessa bunda de gorda! — ela pedia, suja, vulgar. — O Rogério não tem pau pra isso! Fode a esposa dele!

Ouvir aquilo me deixou cego. Eu puxei o cabelo dela pra trás, forçando a coluna dela arquear, e meti num ângulo que deve ter raspado o útero dela.

— É isso que você gosta, né, sua vagabunda? De macho novo te arrombando enquanto o corno trabalha...

— Sim! Sim! Isso! — ela revirava os olhos, a língua pra fora, babando no espelho.

Eu senti a buceta dela começar a apertar meu pau. Espasmos. Ela ia gozar. As paredes internas me ordenhavam com força. Aquilo foi o gatilho.

— Eu vou gozar... eu vou encher teu rabo de leite, Tânia!

— Goza! Goza dentro! Manda tudo! Não tira! — ela implorou, rebolando contra mim, buscando cada centímetro.

Travei as pernas, enterrei até o talo, segurei firme nos quadris dela e descarreguei.

Porra.

Não foi normal. Eu senti os jatos saindo de mim como se fosse minha alma. Um, dois, cinco, dez jatos de esperma grosso, quente, inundando o útero dela. Eu gemia alto, um som de animal, tremendo dos pés à cabeça, esvaziando minhas bolas nela.

Ficamos ali, parados, eu ofegante, colado nas costas dela, sentindo meu pau latejar enquanto amolecia devagar dentro daquele forno.

Puxei pra fora devagar. Fez um barulho de vácuo — schhhlopp.

Um fio grosso de porra misturada com o lubrificante dela escorreu da buceta arrombada, descendo pela parte interna da coxa gorda dela, pingando no chão.

Tânia escorregou até sentar na tampa da privada, as pernas abertas, exausta. A buceta estava vermelha, inchada, parecendo uma flor aberta, vazando meu leite. Ela passou o dedo lá, recolheu a nata branca e levou à boca, chupando o dedo com gosto, me olhando nos olhos.

— Moleque do caralho... — ela sorriu, o dente sujo de batom. — Você acabou comigo.

Eu sorri de volta, limpando o suor da testa, me sentindo o rei do mundo.

— Melhor limpar isso antes que o corno chegue.

Ela riu, uma risada rouca.

— O Rogério? Ele que se foda. Mas escuta... — ela levantou, vindo na minha direção e apertando meu pau mole que já queria acordar de novo. — Amanhã ele viaja pra Santos. Fica três dias fora. Você aguenta o tranco de vir dormir aqui? Ou vai pedir arrego?

Eu olhei pra aquela mulher, suada, cheirando a sexo, com a minha porra escorrendo na perna.

— Deixa a porta destrancada, Tânia. Eu vou te quebrar no meio.

——

Obs: quando eu fuder a Tânia de novo eu conto pra vocês como foi!

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Comentários

Foto de perfil de Loiro Safado RJ

Tesão do caralho (literalmente) esse seu relato... uma das poucas coisas que nao fiz: comer vizinha (já comi esposa, mas nao vizinha rs).

Mas........ e aí?..... Já deu tempo de comer a puta da Tânia, sua vizinha, conforme prometeu kkkkkk... e aí? Rolou de novo com a safada??

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