Era segunda-feira à noite. Eu tava em casa, sozinho, depois de uma semana de Réveillon e contos quentes no ar, me perguntando se muitos putos leem e por quê não comentam.
O corpo ainda quente do treino, suor brilhando no peito peludo, bigodinho preto úmido, careca sob a luz fraca do abajur da sala. E então veio o desejo latente. Eu precisava ser adorado. Precisava de alguém que me visse como Deus, que se jogasse aos meus pés e me servisse sem questionar.
O Telegram piscou. Mensagem de um número que eu não salvava, mas reconhecia na hora: o submisso urso. O mesmo que dissera antes “Só consigo ser submisso com você”; mesmo que já tinha tomado meu mijo uma vez, tremendo de tesão e vergonha misturados.
A mensagem veio direta, sem rodeio:
“Bom noite, Senhor.
Tô aqui pensando na tua rola preta, grossa, veiuda… na cabeça brilhando quando tu aperta.
Quero tomar banho de mijo teu de novo. Quero me ajoelhar na tua frente e deixar tu marcar teu território em mim.
Eu sou só cadela pra ti.
Posso ir te adorar, por favor?”
Meu pau pulsou na bermuda de tactel antes mesmo de eu responder. Eu sorri, sentindo o poder subir. Estava lúcido, inteiro, consciente. E com tesão.
Respondi curto, firme:
“Porta aberta. 30 minutos.
Chega de joelhos.
Sem roupa.
Sem desculpas.
Traz tua bundinha peluda pra ser pisada.”
Ele chegou em 28 minutos. Bateu na porta devagar, como se tivesse medo de ser ouvido. Abri, e lá estava ele: urso grandão, barba cheia, barriga fofa coberta de pelos negros, rabo grande e peludo apertado numa cueca boxer velha. Olhos baixos, tremendo um pouco, mas com tesão escorrendo na expressão.
“Entra, cadela.”
Ele entrou, já tirando a camisa, a calça, a cueca. Ficou nu, de joelhos no meio da sala, cabeça baixa. O rabo peludo empinado, as costas largas curvadas em submissão. Eu fiquei de pé na frente dele, bermuda marcando o pauzão que já tava duro só de ver aquilo.
“Olha pro teu Deus.”
Ele ergueu o rosto devagar. Os olhos brilharam ao ver meu peito peludo, o abdômen definido, o volume na bermuda. “Senhor… tua rola… como o senhor é gostoso e lindo. Tu é o único que me faz sentir assim.”
Eu tirei a bermuda devagar, deixando o pau saltar pesado, lustroso de pré-gozo.
“Então prova. Beija meus pés.”
Ele se jogou, lábios nos meus pés, língua lambendo os dedos, subindo pelas canelas, beijando as panturrilhas. Eu pisei de leve no rosto dele, sentindo a barba roçar na sola. Ele gemeu alto, como cadela no cio.
“Tu quer meu mijo, né? Quer que eu te marque como minha puta?”
“Sim, Senhor… por favor… me banha com teu mijo quente.”
Eu segurei a cabeça dele com uma mão, puxando o cabelo curto. Com a outra, segurei a rola dura, apontei pro peito dele. O jato saiu forte, quente, escorrendo pelos pelos da barriga, pelo pauzinho dele que pulsava sem toque. Ele abriu a boca, deixando cair na língua, engolindo o que conseguia, tremendo inteiro.
“Boa cadela. Agora abre essa boca pra tua pica de verdade.”
Ele abriu, e eu meti devagar, sentindo a garganta apertar. Socava ritmado, fundo, enquanto ele babava, gemia, olhos lacrimejando.
“Tu só consegue ser submisso comigo, né? Então engole essa rola de Deus.”
Eu fodi a boca dele por uns minutos, sentindo o tesão subir. Depois tirei, virei ele de quatro no chão. O rabo peludo se abriu, piscando. Eu cuspi no cuzinho, meti devagar, sentindo o calor apertado envolver cada centímetro. Ele gemeu alto, rebolando como puta.
“Rebola, cadela. Mostra como adora teu Deus.”
Ele rebolou forte, o rabo peludo batendo nas minhas coxas, gemendo “Senhor… me fode… me usa… eu sou teu depósito…”. Eu socava fundo, mãos nas costas peludas, puxando o cabelo, marcando território.
Gozei dentro dele, leite quente enchendo o cu guloso. Ele tremeu, gozando no chão sem tocar no pauzinho, só de ser fodido e mijado.
Depois, eu o puxei pro meu peito, abracei forte. “Boa cadela. Tu foi perfeito.”
Ele sussurrou, voz rouca: “Obrigado, Senhor. Tu é meu Deus mesmo.”
No dia seguinte, o submisso já tava mandando mensagem:
“Quando o Senhor quiser me usar de novo, sou todo seu?”
😈😈😈
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Qual parte te dá mais tesão?
Fala pro pai!
Abraços e sarrafos
Do Lobo Escritor Putão
