Os fatos que narrarei começaram a ocorrer há pouco mais de uma década. Meu nome é Robson, nasci e cresci em São Paulo, mas aos 30 anos, de saco cheio de minha família, especialmente dos dois irmãos mais velhos, acabei indo morar em Bertioga, cidade do litoral paulista, próxima ao Guarujá e a Santos. Considero-me um cara boa-pinta, corpo em forma, apesar de não fazer exercícios, 1, 83m, brancos, olhos verdes e cabelos negros.
Meu pai herdou de meu avô uma fábrica média de produção de utensílios domésticos (mais de 50 itens). Não era nenhuma gigante do setor, mas também não se tratava de uma coisa pequena de fundo de quintal. Quando meu pai se afastou, meus irmãos passaram a tocar os negócios e me cobravam para ajudar também.
Entretanto, desde cedo, nunca tive aptidão para esse tipo de trabalho de ficar em reuniões, escritório, delegando funções, etc. Não se tratava de vagabundagem pura e simples como eles me acusavam, na verdade, desde garoto, minha paixão foi a pintura e por isso me dediquei com afinco, seguindo o estilo paisagista. Isso era visto por eles como desculpa para não pegar no pesado, mesmo quando passei a ganhar um troco aqui e ali por vender meus quadros.
Foram cansativos anos de intermináveis discussões, insultos pesados e ameaças, até meu pai chegar à conclusão de que meus irmãos deveriam me dar 1/3 do valor total da empresa e de tudo ligado a mesma, porém esse valor seria repassado em partes durante 15 anos, já que eles não tinham condições de pagar tudo de uma vez. Em troca, eu cederia minha parte aos dois de “papel passado”.
Aceitei e decidi ir morar no litoral. Não queria ir para uma praia muito distante, pois precisava estar relativamente perto de São Paulo, pois era onde tinha facilidade em expor e vender meus quadros com a ajuda de uma agenciadora.
Optei por comprar uma casa, pois necessitava de espaço para o meu trabalho. Encontrei uma perfeita que passava longe de ser exageradamente luxuosa (brega) e também não era simplória. Era linda, aconchegante, do tamanho que eu precisava, não ficava de frente para a praia, mas era a segunda casa da rua e me permitia ver o mar do fundo do meu quintal. Ficava em Bertioga, em uma praia bem tranquila, com poucas casas, muito verde e um clima de calmaria que raramente se vê hoje nas cidades litorâneas de São Paulo.
Conseguia me manter com a venda dos meus quadros, não ganhava nenhum absurdo, mas dava para seguir sem privações.
Só tive um romance mais duradouro em minha vida, mas não deu certo após 2 anos. Entretanto, eu sempre tinha uns casinhos e quando mudei para o litoral não foi diferente, mas nunca ia além de alguns encontros que geralmente ocorriam em Santos ou no Guarujá.
Na rua em que morava e nas próximas, havia poucos moradores, a maioria só vinha nos feriados e no verão, mas em outros pontos de Bertioga, havia muita gente que residia na própria cidade.
Após um ano e dois meses, a casa que ficava ao lado da minha e era de esquina e de frente para o mar, acabou sendo comprada por um casal sem filhos, Carlos, um engenheiro da Petrobras de 33 anos e Sheila, de 25 anos que não trabalhava. Vieram de Vitória, no Espírito Santo, onde ele atuava embarcado numa plataforma de petróleo e agora desempenharia a mesma função numa de Santos.
Carlos era um cara de boa aparência. Já sua esposa era uma potranca fantástica. Branca, porém, bronzeada, 1,73m, tinha os cabelos loiros e que se estendiam quase até o final das costas, olhos castanhos, nariz fino, um sorriso lindo que exibia seus dentes brancos e simétricos, seios médios, quadris largos, coxas grossas e um bumbum grande, espetacularmente bem arredondado e sem uma estriazinha. Era uma tremenda gostosa e gata para resumir.
A rotina de trabalho dele era para poucos, tinha que ficar 14 dias em alto mar embarcado e depois tinha 14 dias de folga. Geralmente, engenheiros como Carlos trabalham numa escala de 14x21, mas num primeiro momento, ele ficou na 14x14.
Morando em um local bem pacato, eu tinha poucas amizades, mas não me importava era até bom, vivia com Botija, um vira-latas marrom e gordo que resgatei quando o mesmo era filhote. Mas isso mudou. Carlos se aproximou de mim rapidamente e passamos a conversar. Ele tinha aproveitado as férias para fazer a mudança e realizar todos os ajustes antes de começar na nova plataforma. No começo, ele fez várias perguntas se o local era seguro, onde passear, fazer compras etc. Parecia ser um cara legal e culto. Também passei a conversar com Sheila que aparentava não ter a mesma cultura que o marido, não que fosse do tipo gostosona e totalmente burra, mas era do tipo que gostava de ver novelas e ouvir músicas de gosto duvidoso como Bello (que ironia de nome).
Óbvio que desde o começo passei a dar umas olhadas discretas para o corpão da nova vizinha, não que eu fosse tentar algo, mas era impossível resistir àquelas coxas grossas e principalmente a sua bunda extraordinária. Para completar, a mesma sempre se vestia com roupas sensuais como shortinhos, vestidos curtíssimos e biquinis.
Certo dia, Carlos me convidou para irmos à praia que estava praticamente deserta. Como não estava pintando, decidi ir. Levamos um cooler com algumas cervejas, pois ali não tinha barracas nem quiosques. Eu tentava não olhar muito para a esposa do meu vizinho, mas estava difícil. Num dado momento, Sheila ficou de bruços deitada na esteira, estava usando um biquini azul que não chegava a ser fio dental, mas era bem curto, enquanto Carlos e eu conversávamos sentados em duas cadeiras que trouxemos. Antes eu tinha notado que a boceta da vizinha era imponente daquelas grandes que marcam, já tinha imaginado antes, mas agora vendo bem de perto, fiquei doido.
Após um bom tempo deitada, ela se mexeu rapidamente e ficou de 4, notei que o biquini tinha se escondido entre aquelas nádegas enormes, Sheila tratou de arrumar, mas ao puxa-lo para cima me permitiu ver parte das bordas do seu cu marrom, foi algo rápido, coisa de uns 3 segundos, mas meu tesão foi tanto que mais tarde tive que tocar uma no banho pensando nela e no que vi.
Quando Carlos finalmente iria começar a trabalhar na nova plataforma, me chamou para uma conversa e disse:
-Robson, apesar do pouco tempo que a gente se conhece, noto que você é um cara legal, por isso queria saber se pode dar uma olhada sempre para ver se está tudo bem com a Sheila. Em Vitória, tinha a minha família, a dela, amigos, aqui não temos ninguém, só conversamos com umas 4, 5 pessoas e você é o único próximo. Fico preocupado com algum ladrão tentar entrar em nossa casa ou dela precisar de algo no meio da noite.
Procurei tranquilizá-lo:
-Quanto à questão de segurança, fica tranquilo, aqui tem vigilantes 24h, câmeras e os bandidinhos nem se arriscam a vir para esse lado. Sobre a Sheila precisar de algo, passa meu whats para ela, estou sempre aqui.
Ele então disse algo emblemático:
-Cuida da minha esposa, Robson. Garanto que ainda seremos grandes amigos e você não se arrependerá.
Os primeiros dias dela sozinha foram tranquilos. Eu perguntei algumas vezes se estava tudo bem e reforcei que se precisasse de algo poderia me pedir.
Eu segui tendo meus encontros com ficantes umas duas vezes por semana, mas cada vez mais doido de tesão por Sheila. Carlos, ela e eu nos tornamos mais íntimos ao ponto de contarmos sobre nossas vidas. Com essa proximidade, cheguei a ir com ela, duas vezes a Santos, num grande atacadista. Numa das vezes, ela estava com um shorts salmão de linho apertado e uma blusinha branca e na outra, com um vestidinho cinza. Em ambas, tive que tocar uma depois.
Três meses se passaram, Sheila arrumou algumas amigas também casadas e agora tinha com quem conversar, mas estávamos cada vez mais próximos, ela até fazia brincadeiras dizendo que eu era misterioso, por isso, tinha meus encontros às escondidas, sem trazê-las à minha casa e que elas deviam ser casadas ou comprometidas. Eu ria e negava, dizendo apenas que não queria compromisso.
Até que uma noite, Carlos e eu decidimos tomar umas até altas horas no fundo do meu quintal. Num dado momento, ele se virou para mim bem bêbado e disse:
-Eu gosto de trabalhar em plataforma, é puxado, mas curto estar em alto mar e ganho bem pra cacete, mas sabe que quase todo mundo que trabalha embarcado e é casado é corno?
Fiquei surpreso com aquele papo:
-Não entendi. O que tem a ver uma coisa com outra?
-Ah, amigo! Para para pensar, todo mundo faz piada com caminhoneiro que fica dias longe de casa, mas quem trabalha em plataforma em alto mar é pior ainda, ficamos 14 dias fora, a maioria das mulheres não aguenta e dá seus pulos.
-Poxa! Ok, 14 dias é um tempinho, mas não estamos falando de 3 meses...Isso ocorre muito mesmo?
-Putz! O que já vi de cara chorando e dizendo que a esposa o deixou porque tinha se apaixonado por outro e já vinha dando há tempos enquanto o cara estava na plataforma; outros que contam que botou alguém na cola e descobriu que era corno, outros que contam que a mulher arrumava um amante diferente a cada escala, são engenheiros, técnicos, operadores de máquinas, gente da cozinha, hotelaria, enfermeiros, segurança, serviços gerais...o chifre é democrático atinge do alto ao baixo escalão.
Eu não sabia o que dizer, talvez Carlos fosse me falar sobre a e esposa e soltei apenas um:
-Aí é foda...
-Tudo bem. Não vamos generalizar, tem muita esposa de quem trabalha embarcado que não trai, consegue segurar a carência e o fogo. A Sheila mesmo, um mulherão desses, pensa que nunca fiquei cabreiro? Quando a gente morava em Vitória, botei câmeras na minha casa inteira. Passaram-se meses e nunca vi nada. Depois, contratei um detetive particular, o cara ficou 14 dias na cola dela e também não viu nada.
-Quem bom, amigo! Deve ter sido um grande alívio.
Carlos deu um puta gole na garrafa long neck de cerveja, engoliu tudo e olhando para a lua, disse:
-Mas o mais irônico de tudo é que...(fez uma longa pausa como quem pensa se deve ou não dizer, até que disse) tenho curiosidade em saber o que sentiria ao ver minha esposa sendo bem fodida por outro. Quando coloquei as câmeras em nossa antiga casa, um lado meu estava agoniado, mas outro, queria ver um cara comendo-a e na nossa cama, vê-la gozando em outra pica, isso me deixa de pau duro.
Surpreso com tal revelação, tratei de cortar a história, pois sabia que no dia seguinte, Carlos se sentiria envergonhado.
-Ei, Carlão, vamos parar de beber porque já não estou conseguindo mais raciocinar direito. Exageramos um pouco. – Disse me levantando.
Carlos me olhou com cara de bêbado, um olho aberto outro meio fechado e deu um sorriso de bobo alegre:
-Uhhhehehehehe! Ficou com vergonha, mas deixa disso, cara, somos amigos e qual problema da gente se abrir? Senta aí que vou falar a melhor parte.
Eu me sentei já sentindo que aquilo não terminaria bem:
-Sabe, eu tenho vontade de ser corno, mas medo também, talvez eu pire de ciúmes na hora, mas estou preparando o caminho, há um bom tempo, peço para a Sheila fantasiar que está com outro na cama. No começo, ela não curtia muito, mas depois passou não só a fantasiar como a me humilhar, falando aquelas coisas que as hotwifes falam para os maridos. Ela já fantasiou várias vezes dando para um primo meu, um ex-namorado, até com marido da irmã dela e nos últimos tempos, você meu amigo, voceeeeê! Tem sido o preferido dela!
Apesar de ser uma baita e excitante revelação, vi que tinha que tentar cortar a conversa de Carlos ou o mesmo nunca mais teria coragem de me olhar novamente.
-Carlos, acho melhor você ir para casa, eu te acompanho. Estou tão mamado também que não consigo mais entender uma palavra. – disse já colocando a mão em suas costas, como que querendo fazê-lo se levantar da cadeira, mas o mesmo seguiu:
-Ouve só mais essa. Sabe o que a Sheila me falou uma noite? Que um dia vocês foram a Santos fazer compras num atacadista e na volta, ela meio que se enrolou para colocar o cinto e você se virou para ajudá-la ficando bem perto. Ela disse que levou um susto achando que você a beijaria e a agarraria ali mesmo, depois ficou tão excitada que chegou a molhar a calcinha. Depois, transamos gostoso com a minha esposa gritando seu nome e dizendo que tinha certeza que além de pauzudo, você deveria trepar bem.
Engoli seco naquele momento, a cena do cinto de segurança realmente tinha ocorrido, mas não percebi nada na hora. Creio que Carlos finalmente se deu conta de que havia falado demais, ele se levantou e disse meio sem graça:
-É...Acho melhor ir para casa. – E saiu cambaleante.
Aquela conversa me deu muito o que pensar. Confesso que saber que Sheila pensava e falava de mim na hora do sexo me fez ficar ainda mais doido para transar com ela. Mas e se fosse só uma fantasia dos 2 na hora H, sem objetivo de partir para o real?
No dia seguinte, como previra, Carlos tratou de me evitar, porém no outro, conversou comigo sem entrar no assunto, eu também me fiz de esquecido e tratei de agir com naturalidade, mas notei que o mesmo estava um pouco sem graça.
Sheila não saiu mais da minha cabeça. Cada vez que eu a via, seja com um de seus shorts que a bunda “mordia” e a polpa aparecia, seja com uma calça legging desenhando sua bocetona ou mesmo num vestido comum, mas que mostrava suas coxas, meu pau endurecia. Parecia que tinha voltado a ser adolescente e tome punheta, sem contar que transei mais de uma vez com uma ficante pensando nela.
Decidi que era hora de ir para o tudo ou nada, daria em cima dela, se a mesma me recusasse e depois contasse para o marido, me desculparia e diria que em parte a culpa era dele por ter me contado aquelas coisas. Já tinha percebido que Carlos não fazia o tipo violento, no máximo cortaria a amizade.
Quando Carlos embarcou para sua nova escala, mandei um whats para Sheila avisando que dali a dois dias haveria uma promoção no mesmo atacadista que já tínhamos ido e que se ela quisesse aproveitar, eu poderia levá-la. Pouco depois, a loira cavala respondeu que sim.
Sheila tinha carro próprio, mas não conhecia praticamente nada em Santos, por isso, preferia ir comigo. No dia combinado, eu a peguei e fomos. Ela usava uma saia jeans desfiada um pouco acima do joelho, uma blusinha de alcinha azul-marinho e um tamanquinho. Eu estava tenso não sabia como abordá-la. Procurei ser mais simpático do que de costume e após as compras, convidei-a para tomarmos um café no centro da cidade, já que o dia não estava quente.
Rodeie bastante, passei a fazer perguntas sobre a vida dela em Vitória, se não achava ruim ficar tantos dias longe de Carlos, enfim criei um papinho bem de cerca-lourenço e pelos menos em uns 3 momentos, consegui encaixar elogios a ela de maneira sútil. Sheila se tocou, ficou um pouco sem graça, mas notei que mexeu nos cabelos, o que muitas vezes é um gesto inconsciente de flerte.
Ao entrarmos no carro, decidi ousar e repeti o gesto de colocar o cinto nela, porém dessa vez parei bem perto a ela, meu corpo virado quase encostando no dela e olhando fixamente. Senti que Sheila gelou, mas não tive coragem de ir mais longe. A volta foi meio estranha, não sabia se ela estava curtindo ou se sentindo desconfortável com aquilo.
Após ajuda-la a descarregar suas compras, decidi jogar a última cartada e lhe disse em sua cozinha:
-Peço desculpas se fui inconveniente hoje, Sheila. Gosto muito do Carlos, mas mentiria se dissesse que não me sinto atraído por você. Te acho muito linda e sexy, não pense que quero atrapalhar seu casamento, porém essa proximidade nossa, às vezes, me faz ter pensamentos...fantasias absurdas de termos um caso discretamente. Você é simplesmente maravilhosa e mesmo eu não sendo de fazer isso, não resisti...
Sheila ficou bem sem graça e até corou:
-Acho melhor você ir, Robson...
Em minha mente ficou claro o seguinte, agora a loira deliciosa sabia que eu era doido por ela e isso talvez a ajudasse a realizar a fantasia que a mesma e o marido tinham comigo, mas também havia o risco grande dela se afastar de vez e ainda contar para Carlos.
Por 3 dias, Sheila não deu sinal de vida, até que na manhã do 4º me mandou um áudio:
-Gostaria de conversar com você sobre o que ocorreu, posso ir aí hoje?
O tom da voz era sério e imaginei que viria um esporro daqueles, respondi que sim e que viesse no horário que quisesse.
Passei o dia pintando e por volta das 17h, dei uma parada, fui tomar banho e depois comeria um lanche. Porém, no meio do banho, Sheila me chamou já no quintal. Enxuguei-me rapidamente e fui recebê-la. Ela estava com uma calça legging preta, que puta que pariu, desenhava sua bunda, boceta e coxas de tal forma que tive que evitar olhar. Também usava uma blusinha preta e branca. Os cabelos bem arrumados, maquiada e com batom vermelho bem sensual
Convidei-a para entrar, Sheila se sentou no sofá e começou a dizer que não esperava aquilo de mim, pois eu era sempre educado e blá, blá, blá. Não sei por que, mas nada estava me soando verdadeiro, porém entrei no jogo, pedi novamente desculpas e reforcei que ela me deixava muito atraído, mas nunca mais voltaria a agir daquela forma.
Sheila ainda seguiu com a ladainha de que estava chateada, mas de repente, mudou o disco, passou a falar num tom mais doce, meio tímido, disse que tinha algo a me dizer, mas não sabia se poderia confiar em minha descrição. Novamente, joguei o jogo e pedi que confiasse em mim.
Ela enrolou bastante, mas finalmente chegou ao ponto:
-Se você contar isso a alguém ou ao Carlos, vai ferrar meu casamento, destruir, na verdade. Bem, é assim, eu sou uma esposa fiel, sei que muitas mulheres de quem trabalha embarcado, traem o marido e tal, mas não é meu caso. Só que assim, não vou negar, sinto falta de sexo nesses dias que ele está fora, ainda mais depois que meu marido começou com umas conversas...
Sheila voltou a enrolar para falar, mas disse o que eu já sabia:
-Bom, a verdade é que ele gosta de fantasiar que estou...estou... transando com outro, botando chifre na frente dele, pede para eu falar o nome de outros caras na cama e nos últimos tempos têm falado de termos pelo menos uma experiência. Isso tá me deixando confusa...nem sei por que estou contando isso logo para você...ainda mais depois do que fez.
Resolvi bancar o psicólogo amador:
-Se ele tem esse desejo e você também, qual o problema? O que tem de casal liberal hoje em dia, vivendo numa boa, é só separar amor de tesão.
-É, mas não é tão fácil assim e se na hora ou mesmo depois, ele ficar bravo, querer acabar o casamento? Eu também não sei se me sentiria à vontade com outro e o Carlos vendo.
Eu era mais esperto que Sheila e sabia que com um pouquinho só de jeito, ela se entregaria para mim ali, mas a loira precisava fazer um charme. Continuei defendendo a tese de que ter fantasias e optar por coloca-las em prática era algo normal. Até que a mesma disse:
-A gente tá pensando em fazer, mas tudo às claras, não sei se iremos mesmo conseguir, mas queria te perguntar uma coisa, se Carlos e eu decidirmos, assim... fazer umas brincadeiras sem penetração no começo com outro, só mão aqui e ali, talvez oral, você aceitaria e mais importante, seria discreto e o respeitaria depois?
-Claro que sim! – respondi sem pestanejar, mas já engatei outra proposta:
-Eu só tenho uma dúvida...
-Qual?
-Será que não seria melhor começarmos a fazer essas brincadeiras sem penetração sem ele estar junto?
-Nem pensar! Aí seria traição!
-Sim, mas pensa de outro jeito. De repente, você praticando antes, já saberá se quer ou não levar essa fantasia à frente. Se não for legal, inventa uma desculpa e diz que não topa, por outro lado, se gostar, se sentirá mais solta quando ele estiver junto.
Sheila se levantou dando a entender que iria embora, mas parou e ficou olhando para a janela, e meio que fazendo charme, mas também um pouco nervosa, disse:
-Não sei...mesmo que sejam só brincadeiras sem penetração... o Carlos sem saber...é errado.
Eu me aproximei dela suavemente e disse, colocando as mãos em seus braços bem próximo aos ombros e falei em seu ouvido:
-Ele nunca saberá...E se você não curtir, terá um motivo a mais para demovê-lo da ideia de querer te ver com outro. Quero te ajudar, confia em mim...
Sheila resolveu fazer o papel de mulher carente e que acaba cedendo, virou-se e me deu um beijo nervoso, cheio de desejo, correspondi e a abracei forte. Pouco depois, deslizei minha mão até aquela bunda espetacular e apalpei com vontade, inclusive cutucando seu rego.
Trocamos mais alguns beijos, até que ela se soltou ofegante e disse:
-Tudo bem, aceito que a gente se toque, mas não vai ter penetração, isso é inegociável, se for rolar, será quando o Carlos estiver junto, assim me sentirei menos mal.
Claro que podendo ver, tocar e chupar o corpo todo daquela potranca e ainda receber o mesmo, concordei. Sheila tirou sua blusinha estava sem sutiã, vi então seus seios médios com aréolas também médias e quase da cor de sua pele. Fiz questão de tirar sua calça, ajoelhei-me em sua frente, retirei seu tênis branco com a ajuda da mesma e desci suavemente sua calça até as canelas, vendo então sua calcinha minúscula vermelha de renda, sendo que atrás era apenas um fio que se escondia entre as nádegas, na hora pensei: “Certamente, ela sabia que iria rolar ou não viria assim”.
Em seguida, tirei sua calcinha e vi surgir uma bocetona com pelos castanhos, quase loiros, bem aparada no estilo “tapetinho”. Levantei-me e voltamos a nos beijar, nesse momento minha mão já deslizava por sua bunda e rego.
Tirei minha camisa e bermuda ficando só de cueca. O olhar de Sheila é de quem estava sedenta, doida para fazer aquilo há muito tempo. Nos sentamos no sofá e ela tratou de colocar meu pau para fora, se espantando e sorrindo ao ver os 19cm e a grossura que sempre chamou a atenção. Ela mordeu os lábios sorrindo e disse:
-Sabia que você tinha pau grande, mas essa grossura toda, eu não esperava.
Sheila passou a me punhetar, enquanto nos beijávamos. Num dado momento, ainda me punhetando, ela falou:
-Não quero que pense que sou uma safada, que faço isso com qualquer um, mas as conversas do Carlos sobre eu transar com outro e o tempo que fico sem sexo, me deixaram com vontade, sabe? Não tenho culpa.
Chegava até a ser surreal vê-la acariciando meu pau cada vez com mais vontade e dizendo aquilo, mas procurei entrar na dela.
-Entendo perfeitamente e não a julgarei mal, pode ter certeza.
Pouco depois, decidi coloca-la deitada no sofá abri e dobrei suas pernas, vendo assim melhor sua boceta que tinha os pequenos lábios bem salientes. Passei a beijar e lamber suas coxas e virilha até chegar à boceta que já estava molhada. Dei uma bela chupada e passei a sentir o seu gosto, seu mel escorria fartamente. Minha deliciosa vizinha passou a gemer no começo baixo, mas depois foi ficando mais alto e seguido de repetidos e sofridos “Aí mesmo! Nossa! Que delícia!
Foram vários minutos assim, até que Sheila começou a gritar com minha língua castigando seu clitóris com giros mágicos e dois dedos enfiados e roçando no “teto” de sua boceta. Ela tremeu toda e berrou durante o orgasmo até se soltar no sofá exausta. O cheiro maravilhoso daquela xana ficou no ar e seu mel grudado em minha boca, queixo e nariz.
Um tempo depois, recuperada de seu gozo e mais solta, Sheila me beijou com vontade e em seguida, caiu de boca em meu pau, chupando e elogiando.
-Nossa! Que delícia de rola, tão grossa que tenho que abrir bem a boca.
-A do Carlos é mais fina?
-Digamos que bem mais fina, mas deixa para lá.
Sheila voltou a me mamar, mas decidi levá-la para o meu quarto, quem sabe lá, ela topasse trepar. Namoramos um tempo, usei e abusei do seu corpão com meus dedos e língua, enfiei um dedo em seu cu marrom e cutuquei com força. Cheguei a roçar meu pau na entrada de sua boceta, mas ela não deixava enfiar.
Num dado momento, Sheila disse que poderíamos fazer uma brincadeira, ela se sentaria em meu colo e ficaria roçando a boceta e a bunda em meu pau, mas sem penetração. Claro que aceitei. Sentei-me na beira da cama, ela colocou as mãos no joelho empinando aquele rabo que tinha marcas perfeitas de biquini e depois se sentou, passou a subir e descer em meu pau, sentia o molhado e o quente da entrada de sua boceta e também sua bundona. Foram algum minutos assim que me deixaram loucos e quase gozei. Até que a fiz ficar em pé, me ajoelhei no chão e passei a chupar e cheirar seu cu, ela estranhou um pouco, disse que eu era louco, mas encostasse mais a bunda em meu rosto e esfregasse.
Chupei aquele cu, senti seu cheiro e seu gosto, eu estava quase gozando, até que a fiz me chupar. Sheila se ajoelhou e mamou com vontade, pouco depois, gozei urrando, dando-lhe um banho de porra na língua, rosto, pescoço, seios e até no braço direito. Sheila riu maravilhada e disse:
-Quanta porra! Faz tempo que você não goza ou é sempre assim?
Eu ri e me joguei na cama. Um tempo depois, voltamos a nos pegar, ambos suados e cheirando a sexo, tentei com jeito ver se rolava penetração, mas Sheila não topou. Acabamos fazendo um 69 demorado, onde um gozou na boca dou outro e de quebra, castiguei seu cu com várias dedadas.
A partir daquele final de tarde e começo de noite, tudo mudaria para melhor. Teríamos que levar Carlos com jeito para conseguirmos poder transar com o consentimento deles, mas sua volta ainda demoraria e meu tesão por fodê-la não podia esperar.
