POR VOCÊ EU FAÇO TUDO, MEU AMOR - 04

Um conto erótico de Senhora do Lago
Categoria: Heterossexual
Contém 2330 palavras
Data: 05/01/2026 12:11:34

A mensagem que Camila recebeu e respondeu quando estava pronta para sair era de Paulo Renato avisando que já estava em frente ao prédio dela e foi por isso que ela desceu. Quando identificou o veículo dele estacionado vinte metros de onde estava, foi até lá e, abrindo a porta traseira sem dizer uma palavra enquanto ele olhava para ela com a boca ligeiramente aberta. Assim que se acomodou, fazendo questão de se sentar no centro do banco traseiro, olhou para ele e não resistiu em provocá-lo, estendendo a mão e deslizando o polegar pelo lábio inferior dele de um lado ao outro enquanto caçoava ele:

– Está babando, baby?

O homem não disse nada, mas reagiu imediatamente voltando a olhar para frente enquanto girava a chave da ignição e depois, sem olhar para ela, perguntou:

– Para onde vamos?

Sabendo que tinha que inventar um endereço, Camila pensou rápido e falou:

– Vamos até o Assaí Atacadista. Mas naquele lá de Cotia.

– Por que aquele? Tem tantos mais perto. – Perguntou Paulo usando a lógica.

– É porque eu quero aquele. Se for muito longe para você eu chamo outro Uber. – Respondeu Camila aparentando impaciência.

Dizendo isso ela já foi se deslocando para perto da porta dando a impressão que sairia do carro e a reação dele foi imediata:

– Não. Desculpe. Só quis dar uma sugestão.

– Para mim pareceu que você ficou incomodado com o tempo que vou ficar no seu carro.

– Imagine, senhora. Para mim é até melhor. Esse é meu ganha pão. Quanto mais distante a viagem, maior será o meu ganho.

Camila não respondeu e continuou com aparência séria, embora sua vontade fosse de rir, pois a escolha não foi aleatória. Ela sabia que no caminho havia inúmeros motéis e ela queria que Paulo ficasse animado com ao notar isso.

Durante o percurso Camila pouco falou e a única ação dela que indicava que estava a fim de algo a mais foi quando comentou com Paulo com relação à posição do espelho retrovisor, falando:

– Você mandou arrumar o seu espelho retrovisor?

– Que espelho? Ele não estava com defeito!

– Estava sim. Estou lembrada que na outra vez ele ficava virado mais para baixo.

O efeito que a frase de Camila provocou em Paulo foi devastador. Prova disso foi que eles estavam parados em um semáforo e ele deixou o pé escapar da embreagem fazendo com que o carro desse um solavanco para a frente e depois o motor se apagasse. Ela sorriu internamente e, ficando sentada na ponta do banco, esticou a mão para a frente e mudou a posição do espelho para uma que acreditou daria ao motorista uma visão de suas pernas e, tirando coragem sabe-se lá de onde, ele mesmo alterou um pouco a posição do espelho e ela ficou com a certeza de que agora estava exposta. Mesmo assim, ela fez todo o percurso de ida sentada normalmente e em nenhum momento abriu as pernas ou levantou o vestido.

Se não mostrava seu corpo, quando passaram pelos primeiros motéis ela comentou com ele:

– Nossa! Quantos motéis. É um depois do outro.

– Essa região é famosa por causa disso. – Respondeu ele.

– Pelo jeito você é conhecedor disso. – Disse ela preparando o terreno e ao ver que ele não respondeu nada, perguntou: – Pelo seu jeito você é acostumado a trazer passageiras para algum deles, não é?

Paulo Renato engasgou antes de responder:

– Não senhora. Não faço isso. Eu sou um homem casado, senhora!

– Sei. Casado, não é? Casado, feliz e fiel como todos os homens.

Dizendo isso, Camila deixou seu riso claro e cristalino tomar o veículo.

Quando finalmente chegaram ao seu destino, ela saiu do carro sem se preocupar em pagar pela corrida, o que deixou Paulo Renato confuso, mas Camila, ao notar isso, disse para ele:

– Não se preocupe que não vou fugir sem te pagar. Só espere aqui que vou precisar que você me leve de volta.

– Mas..., Mas.

– Eu sei. O tempo que você fica parado significa dinheiro. Mas não se preocupe, vai calculando aí quanto isso vale para você que eu pago pelo seu tempo.

Muito a contragosto, ele concordou e viu Camila andando em direção à entrada do atacadão com seu gingado que era estudado no sentido de provocar o tesão do homem, pois ele tinha a visão de sua bunda balançando enquanto o vestido leve esvoaçava ao sabor do vento que soprava.

Camila voltou depois de quarenta minutos sem trazer uma mísera sacola nas mãos, indicando que todo aquele tempo não servira para nada. Na verdade, ela perambulou pelo Atacadão olhando os produtos sem se interessar por nenhum deles e quando se cansou foi até a pequena lanchonete que lá existia, pediu um pedaço de bolo e um café e ficou degustando enquanto olhava sem interesse para um aparelho de TV onde um apresentador se desdobrava em dar sensacionalismo às notícias que transmitia. Sorrindo para ele, entrou no carro e falou:

– Vamos voltar. O produto que eu vi em promoção já está esgotado. Cheguei tarde.

“Que promoção seria essa que compensa gastar uma quantia razoável só com o Uber. Duvido que ia compensar”. Pensou Paulo Renato que, sem dizer uma palavra, acionou a partida e colocou o carro em movimento enquanto Camila se ajeitava para ficar no meio do banco traseiro por saber que naquela posição seu corpo se tornaria visível para o motorista, pois o espelho retrovisor continuava na posição propícia para isso.

No caminho de volta, a cada motel que passava, Camila fazia algum comentário sobre a aparência do Motel e aqueles que aparentavam oferecer mais luxo, ela perguntava para ele depois de comentar:

– Nossa! Esse é chique. Você já veio nesse? Como são as suítes dele?

– Eu nunca vi senhora.

A cada vez que ela perguntava, fazia um movimento discreto e seu vestido deslizava um mouco mais revelando suas coxas bronzeadas, cujos pelinhos dourados estavam arrepiados, indicando que ela estava excitada com aquela situação. Até que ela soube que a próxima levantada da saia do vestido revelaria sua xoxotinha. Foi assim que, quando passou por mais um deles, esse nem tão badalado assim, fez o último movimento e perguntou:

– Esse é bonitinho. Simples, mas muito bonito. Vou querer conhecê-lo por dentro qualquer dia desses.

Ao ouvir esse comentário dela, Paulo olhou para o retrovisor e lá estava a visão que era um convite para a perdição. A saia do vestido de Camila estava recolhida até a altura de seu quadril e ela mantinha as pernas levemente aberta e entre elas era possível ver o brilho se sua xoxota bem depilada e aquele brilho era a indicação do quanto ela estava molhada, já que a situação a deixava com um tesão doido.

O carro deu um leve balanço motivado pelo ligeiro descontrole que tomou conta de Paulo fazendo com que ele usasse o restinho de seu autocontrole para pedir:

– Por favor, moça. Não faça isso. Você quase fez com que eu provocasse um acidente.

– Moça não. Eu tenho nome. Me chame pelo meu nome.

– E como é o seu nome?

– Não seja fingindo, senhor Paulo. Vai querer me convencer agora que em nenhum momento durante esses dias você não olhou meu documento e viu meu nome. Não que estivesse interessado no nome, mas queria dar uma olhada na fotografia, não é verdade?

O rápido olhar que Paulo deu para ela era uma confissão de que ela estava certa e a mulher não se conteve e, dobrando o corpo para frente a ponto de aproximar seu rosto da cabeça dele, falou baixinho ao seu ouvido:

– Camila, meu bem. O nome da dona dessa xoxotinha que quase te fez bater o carro é Camila. Agora fale o meu nome que eu quero ouvi-lo saindo dessa sua boca gostosa.

A reação do Paulo foi imediata. Acionando a seta para a direita, ele foi mudando de pista até atingir o acostamento diminuindo a velocidade até parar. Quando conseguiu imobilizar o veículo, soltou seu cinto de segurança, virou seu corpo e olhando primeiro para as pernas da mulher e depois para seus olhos verdes, falou:

– Eu vou pedir uma coisa para você, Camila. Melhor dizendo. Vou pedir não. Vou implorar. Eu sou um homem casado, tenho filhos e uma neta e nunca traí minha esposa. Então eu gostaria que você escolhesse outro Uber para realizar essas suas loucuras que comigo não vai rolar.

Os rostos dos dois estavam quase colados, pois Camila não se movimentara e ela, dando uma rápida olhada para baixo, sorriu e depois falou para ele com o sorriso mais maroto que ela conseguiu emitir:

– Então senhor fidelidade pura. O senhor pode ser fiel, mas tem alguém aqui embaixo que não concorda com isso. Como é que pode acontecer uma coisa assim?

Paulo Renato instintivamente levou a mão até o volume que surgiu em sua calça, porém foi lento demais, pois quando o atingiu a mãozinha de Camila já estava lá. Sem desfazer o sorriso, ela deslizava sua mão e fazia uma leve pressão até que falou:

– Do tamanho que eu gosto. Não tão grande, mas também não é pequeno. Parece que foi feito de medida para o meu gosto. Além disso, está duro como o ferro e é isso sim que conta na hora que eu for experimentar.

– Por favor Camila. Pare com isso. Você vai me matar ainda.

– Juro que não é essa a minha intenção. Longe de mim querer fazer mal a você, O que eu quero de você é o contrário. É a vida explodindo em sua plenitude. – Não contente, ela enfiou a mão pelo cos da calça que Paulo usava enquanto levava sua boca até ouvido do homem e disse em um sussurro carregado de tesão: – Não tema, eu não quero nada de sua família. Só preciso de você emprestado.

Com os toque suaves da mão macia de Camila em seu pau e a covardia dela que, depois de falar ao seu ouvido, mordeu levemente o lóbulo de sua orelha, Paulo Renato não resistiu e começou a gemer enquanto sue pau vibrava soltando sua porra e melando toda a mão de Camila, assim como a sua roupa.

Retirando a mão, Camila levou seus dedos ao nariz e elogiou o cheiro da porra dele e depois os enfiou na boca fazendo uma carinha de safada que fez com que o pau dele que começava a amolecer votasse a ficar totalmente duro. Mas ela não notou isso, pois nessa hora, estava dizendo para ele:

– Você é muito gostoso, sabia?

– Desculpe. Não consegui me controlar e fiz uma sujeira horrível. Me perdoe, isso nunca aconteceu comigo.

E ela riu e depois falou:

– Sossegue homem. Eu estaria puta da vida com você se tivesse a intenção de ser fodida agora. Só que não. Pelo menos, não hoje.

A expressão de Paulo que começou a ficar séria quando ela disse que ela não queria transar com mele voltou a ficar feliz quando ela completou a frase dando a entender que poderia rolar alguma coisa no futuro.

Entretanto, Camila estava se segurando, pois sua vontade era pular para o banco dianteiro, montar naquela pica dura e fazer com que ela sumisse dentro da sua buceta ensopada. Mas ela sabia que não podia fazer isso, primeiro porque dissera ao marido que isso não aconteceria e depois, porque sua intenção era dar um castigo no Paulo, um castigo que ela sabia que ele não merecia, pois no fundo, ela até o admirava por ser um homem respeitador e fiel à sua esposa e também pela demonstração de amor por sua família. Então falou:

– Vamos embora. Só que não vou ficar no prejuízo e, já que o senhor gozou, também tenho esse direito. Vai dirigindo enquanto eu me viro sozinha aqui atrás.

– Isso vai dar merda. Se você fizer isso, vou acabar batendo esse carro.

– Você não vai deixar isso acontecer. Afinal, você é o senhor Paulo Renato, respeitador de passageiras e fiel à esposa. Fica na sua e dirija com cuidado.

Ato seguinte, ela levou a mão à sua xoxota e começou a esfregar o seu grelinho, alternando essa esfregação com a penetração de dois dedos na sua xoxota. Seu estado de excitação era tão grande que ela gozou em menos de dois minutos e sequer notou que o Paulo ainda estava parado no mesmo local, com o corpo virado para trás e com o pau para fora da calça se masturbando e gozando junto com mela.

Quando Camila, depois de gozar, notou isso, pegou a mão dele e começou a lamber a porra que havia em seus dedos e, quando se deu por satisfeita, enfiou dois dedos em sua buceta e quando os retirou eles brilhavam com a cobertura do néctar do seu prazer. Levando a mão até a boca dele, ela disse:

– Agora é sua vez. Sinta o cheiro e encare isso como uma promessa.

Paulo quase engoliu a mão de Camila e teria permanecido ali por tempo indeterminado se não fosse o fato de uma viatura policial passar lentamente ao lado dele e dar um leve toque na sirene. Era como se os policiais desejassem saber se ele precisava de ajuda, mas como ele não reagiu de forma alguma, seguiram em frente, mas serviu para que ele entendesse que seria arriscado ficar mais tempo ali e, largando a mão dela, guardou o seu pau, fechou o zíper da calça, sentou-se virado para a frente e começou a fazer o caminho de volta.

Quando Camila desceu do carro em frente ao seu prédio, ele se curvou com a CNH dela na mão, chamando a atenção para o fato de ela não ter pego seu documento. A mulher olhou para ele e disse com uma expressão de má intencionada:

– Deixe aí. Não vou precisar dele enquanto tiver meu motorista preferido a disposição.

Dizendo isso, ela saiu rebolando e desapareceu depois de passar pela segurança da entrada do condomínio. Subiu o elevador e, quando entrou em casa, deparou com Bruno em pé na sala esperando por ela com uma cara que era a personificação da ansiedade.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Senhora do Lago a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaSenhora do LagoContos: 11Seguidores: 23Seguindo: 0Mensagem Escrevo fantasias.

Comentários

Foto de perfil genérica

Complementando, acho que estão investindo na pessoa errada. Porque mexer com um carra que tem uma família estável, esposa filhos e um relacionamento monogâmico. Tem tanto macho comedor que adora mulher casada. Deixe esse cara em paz com seu casamento estável. Estão se preocupando apenas com eles próprios de forma egoísta e mesquinha. É o que penso.

0 0
Foto de perfil genérica

No lugar de mercado lia-se merda. Maldito corretor.

0 0
Foto de perfil genérica

Meu comentário no capítulo 3 se estende pra esse. E não acho que vai dar mercado. Vai dar bom. É o desejo dela e do Bruno, seu marido. Então é perfeitamente válido.

0 0