A primeira vez que minha esposa experimentou outra rola faz três anos, mas tudo ainda está vivo na minha memória. Lembro de cada detalhe como se fosse ontem.
É engraçado. Na época do namoro e no início do casamento, eu era aquele cara chato: ciumento, possessivo. Não deixava ela nem olhar para o lado, imagina conversar com outro homem. Eu a queria só pra mim. Não sei explicar como, mas depois de casado a chave virou. Uma coisa doente começou a crescer dentro de mim. Ao invés de raiva, passei a sentir tesão imaginando outro homem comendo ela. Guardei esse segredo nojento por anos.
Achei que isso ia passar. Engano meu. Só crescia. Até que um dia não aguentei mais, criei coragem e soltei. Contei tudo pra ela. Ela ouviu calada. Ao contrário do que imaginei, não brigou, não gritou, não ficou com raiva. Só deu uma risadinha, me chamou de doido e disse: — Jamais. Isso é a coisa mais doente que já ouvi. Sou sua esposa, não uma puta. Esquece isso.
Essa foi a resposta por cinco longos anos. Mas eu insisti. O mais difícil — confessar — eu já tinha feito. Não ia voltar atrás. De tanto falar, as coisas foram mudando devagar dentro do nosso quarto.
No início, ela não gostava nem que eu tocasse no assunto. Depois, lentamente, foi entrando no clima. No meio do sexo, a gente começou a inventar histórias. Ela dizia que tinha flertado com o motorista do Uber, que tinha dado mole pra um colega de trabalho, ou que se insinuou pro personal na academia.
Mais um tempo depois a putaria começou a rolar solta na nossa imaginação. Nas nossas transas, ela já falava que tava louca pra conhecer outra pica, que ficou com a buceta toda molhada dentro do Uber… Mas quando eu sugeria fazer de verdade, o clima gelava na hora.
— Nunca — ela cortava, seca. — Isso é só fantasia.
Aí veio 2022. O avô dela ficou doente e precisou de um “home care”. Como ele morava sozinho, trouxemos ele pra cá. Com ele, vieram enfermeiros que se revezavam 24 horas por dia.
No turno da noite, quem ficava era o Lucas. O rapaz devia ter uns 25 anos. Alto, charmoso, musculoso daqueles que arrancam suspiros da mulherada quando passa. Era quieto, mas com um olhar que parava em tudo – e principalmente nela.
Numa noite, a casa estava naquele silêncio pesado. Meus filhos dormiam. Na sala, o avô dela roncava, e o Lucas ficava de plantão, lendo. Eu e Simone trancamos a porta do nosso quarto.
Começamos as preliminares e, como sempre, eu provoquei, sussurrando no ouvido dela:
— Aprontou alguma hoje, gostosa?
Ela sempre inventava uma história sem citar nomes. Mas naquela noite, ela me surpreendeu, algo que fez meu pau latejar. Ela se virou, com o rosto colado no meu, e sussurrou:
— Ainda não, mas… fiquei com um tesão do caralho no enfermeiro novo, o Lucas… Ele ficou me olhando a noite toda. Quando me abaixei pra pegar uma coisa, senti o olhar dele grudado na minha bunda. Fiquei muito excitada. Vontade de pegar ele pela mão, trazer pra cá, pro nosso quarto, e deixar ele me fuder bem gostoso na nossa cama. Com você assistindo.
Caralho. Aquilo não era uma fantasia qualquer. Era diferente. Ela deu um “nome”. Lucas. E o Lucas era real e estava na nossa sala.
Aquilo me deixou maluco. Transamos naquela noite com um tesão doentio, era como se ele estivesse ali no quarto com a gente. Na semana seguinte, foi só isso. Todo dia a gente se pegava fantasiando a mesma coisa: o Lucas comendo ela. A gente detalhava tudo: como seria, as posições, os gemidos. A fantasia tinha saído da nossa cabeça e ganhado carne, osso e um uniforme branco.
15 DIAS DEPOIS
Sabe aquele dia que começa muito mal e termina incrivelmente bem? Pois é. Aquele sábado começou com o avô dela tendo uma crise e a casa virando um caos total. Terminou com o Lucas metendo a rola na minha esposa.
Logo cedo, o velho teve um ataque de soluços que não passava. Nem mesmo a ambulância com um médico, chamada às pressas, conseguia resolver. A tia precisou buscar as crianças e levá-las pra casa dela para passar o fim de semana, acreditando que iríamos todos ao hospital. Foi um caos. No fim, o médico conseguiu estabilizá-lo. Às sete da noite, o Lucas chegou para o plantão. A casa tinha acalmado, o avô já estava dormindo feito pedra. A gente foi para a varanda tomar uma cerveja para desestressar e convidamos o Lucas. Ele não podia beber, mas topou um refri.
Juro por tudo: naquela hora, eu não estava com segundas intenções. O convite foi só algo cordial, até porque eu nunca imaginei que minha esposa teria coragem de dar para outro de verdade — ela sempre jurou nunca passar das fantasias, e qualquer sugestão minha era cortada com um "não" seco. Nem passou pela minha cabeça que aquele simples convite iria terminar em sexo.
A gente ficou na varanda, com aquele vento bom, falando de trabalho, política, futebol. Mas do nada a conversa virou. O Lucas perguntou como a gente se conheceu. Eu contei, ele ficou fazendo perguntas. Disse que era raro ver um casal de 16 anos ainda tão apaixonado. Perguntou se a gente não caía na rotina.
E aí, talvez pela cerveja ou pela adrenalina do dia, eu acabei falando demais.
— O segredo é o amor, amo demais essa mulher — eu disse, olhando pra Simone, que ficou quieta segurando a garrafa. — Mas a rotina pega, esfria. A gente fica procurando um jeito de inovar, de sair da mesmice.
— Eu penso em me casar, mas tenho medo disso — ele falou. — Da rotina, de ficar chato.
— Chato não fica — eu respondi. — Mas fica repetitivo. Por isso a gente pensa em fazer coisas diferentes às vezes.
Ele ficou sério, os olhos passando de mim pra ela.
— Tipo o quê? — ele perguntou. Mas a voz dele já não era só de curiosidade. Tinha malícia.
Eu ainda suspirei antes de responder, mas o jeito que minha esposa me olhou. Não era olhar de susto. Era de tesão. Dá pra ver quando uma mulher tá com desejo. O olho fica pesado, a respiração muda. Eu respondi. Voz firme, como se fosse a coisa mais normal do mundo:
— Ainda não nos decidimos. No início, cogitamos o swing, mas ela não curtiu. Depois, foram surgindo outras ideias. A que mais nos atrai é incluir uma terceira pessoa.
O ar na varanda parou. O Lucas não sorriu. Só olhou pra ela, demorado, e depois pra mim.
— É um jeito excelente de sair da rotina — ele falou, calmo. — Já li que muitos casais reacendem muito o casamento assim.
A Simone não fingiu vergonha. Não ficou vermelha com minha ousadia, pelo contrário, seu semblante era de safadeza, talvez já sabendo onde aquilo iria dar.
— Eu também já li sobre isso — ela disse, como se fosse só uma conversa normal. — É que às vezes falta coragem, sabe?
Foi aí que eu entrei. Agora sim, eu já estava com segundas intenções.
— Só temos um impasse, Lucas — eu falei, como se estivesse pensando alto. — Não sabemos se essa terceira pessoa seria melhor ser homem ou mulher. O que você acha?
Ele pensou um pouco.
— Mulher é mais insegura. Se trouxerem outra mulher, a Simone pode ter ciúmes. Pra uma primeira vez, acho que um homem é mais… seguro.
— Concordo — eu disse, fazendo de conta que considerava a ideia. — Mas o difícil é achar essa pessoa. Tem que ser de confiança, que tope o jogo e, acima de tudo, seja discreto. Não pode sair por aí contando.
Lucas encarou primeiro a Simone, depois a mim. Um sorriso quase imperceptível surgiu.
— Eu me encaixo nesse perfil.
Fingi hesitar.
— Não sei… talvez fosse melhor um completo desconhecido. Alguém distante…
— Eu me encaixo perfeitamente — ele insistiu, a voz baixa e firme. — Não sou do círculo de amizade de vocês. Sou discreto e de confiança. E sou melhor que um estranho. Vocês me conhecem.
Virei pra Simone.
— O que você acha, amor?
Ela me olhou, depois olhou pra ele. O desejo era palpável.
— Talvez… talvez seja uma boa ideia — ela disse, a voz quase um sussurro.
— Então você topa? — perguntei diretamente a ele.
— Claro que topo — ele respondeu, sem tirar os olhos dela.
Fiz uma pausa, olhando os dois. O ar carregado de tensão.
— Então aproveitem — eu finalizei, com um tom de permissão. — Já que estamos praticamente sozinhos aqui.
Simone se levantou rápido e pediu licença, ela queria tomar um banho. Lucas aproveitou para usar o banheiro de hóspedes para se lavar e se preparar.
Minutos depois do banho ele saiu, ainda tenso, veio direto ao ponto:
— Pra que tudo saia como sonharam, preciso entender os limites de vocês. Qual é a fantasia exata? Eu observo primeiro? Interajo só quando for convidado? Me guiem.
— Não — cortei, firme. — Eu não vou participar. Só vou assistir. Você vai comer ela sozinho.
Ele piscou, surpreso.
— Sério? E… tem alguma regra?
— Sim — disse, olhando direto para ele. — Beije muito a boca dela, ela ama isso. E depois, coma-a até ela gozar bem gostoso. De resto… pode fazer o que quiser com ela. Tudo liberado. Só não anal. Fora isso, manda ver.
Quando Simone saiu do quarto, cada passo era uma provocação. Ela cruzou o corredor devagar, o balanço dos quadris hipnotizante, até chegar à varanda, como se fosse o palco que ela tinha escolhido pra se exibir. Ela estava vestida pra deixar claro: era putaria na certa. A camiseta branca era tão curta que os peitos estavam quase pra fora, balançando a cada passo, sem sutiã nenhum. A mini saia preta era tão curtíssima que mal tapava a metade da coxa — dava pra ver a curva toda da bunda e, de vez em quando, um pedaço dos lábios da buceta por baixo. Por dentro, só uma calcinha fio-dental branca, fina como um fio, que parecia mais uma corda cortando a carne. Nos pés, sandália de salto agulha, e no dedo, a aliança de casamento brilhando sob a luz.
Lucas engasgou, o olho percorrendo ela de cima a baixo, devagar, como bicho farejando carne. Era olhar de quem já tava comendo com os olhos.
Ela me olhou, procurando um último sinal de aprovação. Eu me aproximei, beijei sua testa suavemente e sussurrei, só para ela ouvir:
— Vai lá. Aproveita.
Como a sala estava ocupada com o avô dormindo profundamente, ela não perdeu tempo. Agarrou a mão do Lucas e puxou ele direto pro quarto de hóspedes. Eu entrei atrás e tranquei a porta.
Lá dentro, eu já louco de tesão, dei minhas últimas recomendações:
— Chega de conversa. Esquece que eu tô aqui. Quero ver você comendo minha esposa até ela gozar, Lucas. Entendeu?
Lucas se soltou. Puxou a Simone pra perto e prendeu a boca dela num beijo que começou devagar e virou uma coisa suja e molhada em segundos. Língua com língua, respiração ofegante. As mãos dela se enfiaram no cabelo dele, puxando. Ele levantou a mini saia dela até a cintura e agarrou a bunda dela com as duas mãos, apertando a carne e puxando ela com força contra o corpo dele.
E eu sentei na cadeira, com o pau latejando na bermuda, vendo minha esposa ser devorada pela boca de outro homem. O show mal tinha começado.
Ele puxou a camiseta dela pra cima com força, os peitos pulando pra fora. Ele não perdeu tempo — abocanhou um mamilo e chupou com vontade, fazendo um barulho molhado e nojento. A outra mão apertou o outro peito, torcendo o bico entre os dedos. Ela gemeu alto, a cabeça jogada pra trás, mas os olhos… os olhos dela se abriram e fixaram nos meus. Me encarou enquanto era chupada, com um olhar de puta cheio de tesão e provocação.
Depois de chupar os peitos, ele a virou pra mim. Enquanto ela me encarava, ele foi tirando o resto da roupa dela devagar, pra provocar. A mini saia voou pro canto. A calcinha fio-dental desceu. Quando acabou, ela tava completamente pelada — só a aliança no dedo e os saltos altos nos pés.
Ele abriu um pouco as pernas dela e, por trás, enfiou dois dedos na buceta molhada. Ela gemeu, mas não tirou os olhos de mim. Então ele a deitou na cama, pernas abertas, buceta completamente arreganhada e brilhando.
Ver minha esposa assim, toda exposta e molhada na frente de outro homem, me deu um nó no estômago e um tesão doentio ao mesmo tempo. Era a puta mais linda que eu já tinha visto.
Então ele se ajoelhou entre as pernas dela e enterrou o rosto na buceta. O som era nojento de gostoso: a língua batendo firme no clitóris, subindo e descendo, lambendo tudo por dentro. Ela gemeu alto, as mãos enterrando nos cabelos dele, os quadris subindo pra afundar mais na boca dele.
E eu ali, com o pau latejando na calça, vendo a cena mais vulgar e excitante da minha vida: minha mulher, de aliança no dedo, sendo chupada com vontade por outro homem enquanto me olhava com um olhar de puta cheio de desejo.
Depois dela quase gozar, ele se levantou da cama, ofegante, o queixo brilhando com o mel da buceta dela. Simone se sentou na beirada da cama e, sem tirar os olhos do dele, puxou a calça e a cueca até os pés. Quando o pau dele apareceu, o ar saiu do quarto.
Era uma rola monstra. Grossa, comprida, com a cabeça roxa e pulsando. Veia saltada, Parecia que não ia caber nela.
Os olhos da Simone arregalaram. Ela passou a língua nos lábios, com uma fome de puta. Com uma mão, envolveu a base – nem os dedos fecharam direito de tão grossa que era. Com a outra, começou a bater a cabeça na boca, brincando, sentindo o peso. Ela olhou pra mim, um sorriso safado no canto da boca, como se dissesse "Olha o tamanho dessa pica, amor".
Então, devagar, ela pegou a camisinha da mesa, rasgou com os dentes e, me encarando o tempo todo, foi enrolando a borracha naquele trambolho, puxando até a base. Deu uma última acariciada na cabeça, por cima do látex. Um último carinho antes da carnificina.
Ele a deitou de novo, arreganhou as pernas dela bem abertas, expondo a buceta completamente — inchada, molhada, brilhando por causa da chupada. Ele se posicionou entre as pernas dela, alinhou a cabeça enorme do pau na entrada e, olhando nos olhos dela, enfiou. Devagar no começo, abrindo ela, que gemeu um "ai, caralho" rouco. Quando afundou até o fim, ela gritou. Aí ele começou a meter de verdade. Ritmo forte, profundo, cada bombada um baque seco contra a bunda dela. Ela gemeu sem parar, "assim, assim, porra". Eu, sentado na poltrona, só conseguia alisar meu próprio pau por cima da calça, o ciúme e o tesão me deixando tonto.
Depois de um tempo metendo nela assim, ele parou, sentou na beira da cama. Ela entendeu na hora. Subiu nele, guiou a rola enorme pra dentro de novo e sentou, afundando até o talo com um gemido longo. Começou a cavalgar, subindo e descendo com força, os peitos balançando, a bunda batendo nas coxas dele. Ela olhava pra mim às vezes, o rosto vermelho, suado, de êxtase. E eu ali, vendo a buceta dela sendo aberta, esticada e usada por aquele pau que não era meu, sentindo o desejo e a angústia se fundirem num nó só na minha garganta.
Ele segurou firme nos quadris dela, acompanhando o ritmo enquanto ela cavalgava mais rápido, os gemidos roucos e contínuos. Dava pra ver que ela estava no limite, o corpo tremendo, as pernas fracas.
De repente, ele prendeu a respiração, os músculos travando. Enterrou os dedos na bunda dela e segurou ela lá no fundo, imóvel.
— Vou gozar... — ele gemeu.
— Dentro... — ela respondeu, num gemido que era ordem. — Goza dentro.
Ele soltou um rugido baixo e eu vi o corpo dele se contorcer em espasmos fortes, gozando dentro da camisinha enquanto mantinha a rola enterrada nela até o fim.
Sentindo ele jorrando, a Simone gritou. O orgasmo dela veio como um tremor, o corpo arqueando pra trás, os seios empinados, a buceta apertando ele por dentro. Ela jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido longo e rouco.
Ficaram grudados um tempo, ofegantes. Ela desabou sobre o peito dele, exausta.
Assim que recuperou o fôlego, ela deslizou pra fora dele, e começou a alisar a perna dele.
— Tira a camisinha gatinho — disse, com voz safada.
Lucas obedeceu, tirando o preservativo cheio. Ela estendeu a mão e ele entregou.
Ela veio até mim, ainda nua e suada, deu um nó na ponta e colocou na minha mão.
— Guarda isso amorzinho — sussurrou, mais safada ainda. — De recordação.
Peguei aquilo, ainda quente, enrolei em um plástico e guardei no bolso.
Depois, cada um deles tomou seu banho. Lucas voltou pra sala pra cuidar do avô como se nada tivesse acontecido. Eu e minha esposa fomos pro nosso quarto. Não trocamos uma palavra. Logo ela pegou no sono.
Fiquei olhando pra ela, dormindo totalmente nua e marcada por ele, e soube que nada nunca mais seria igual. O dia que começou um caos terminou com a nossa fantasia mais suja se tornando real.
E foi perfeito.