Era verão, estava muito quente em Curitiba, Sol e eu estávamos morando num apartamento bem humilde no centro, dividíamos o espaço e o aluguel com Vinicius. Este recebia com alguma frequência amigos, mas especialmente Abelardo. Esse era muito próximo, e aparecia sempre.
Abelardo é policial, um cara bem apessoado, físico em dia, muito educado, mas também um grande tarado. Embora sempre polido com as palavras, toda vez que ia nos visitar não tirava os olhos de Sol. Vinicius não ficava atrás, era mais discreto, porém, assim como Abelardo, tinha fama de comedor. Alto, forte, careca, era ator, e com um puta duma lábia, sempre trazia mulheres diferentes pro abate no apartamento.
Sol, com seu belo rosto e com seu corpo exuberante, desfilava pelo apartamento sempre com shortinhos minúsculos, blusinhas que não cobriam quase nada, mini saias que deixariam até uma uma porta excitada. Conforme o tempo foi passando e ela se acostumando com a presença de Vinicius e Abelardo, foi ficando cada vez mais a vontade nas conversas e nas roupas. Numa tarde estávamos batendo papo na sala e eis que ela resolveu limpar a casa só de top e calcinha! Vinicius tentou disfarçar, Abelardo teve até que dar um ajeitada no pau dentro da calça. Mais tarde, falando com ela:
–Ow, os caras lá na sala e você desfilando de top e calcinha.
–Ué, eles são nossos amigos, são de casa. Não tem nada demais, nada que eles já não tenham visto por aí.
–Hum, sei.
A cena se repetiu dias depois, mas dessa vez ela estava com um blusinha vermelha de alcinha, bem decotada, e uma mini saia preta de tecido bem soltinho. Pensei: pelo menos dessa vez pelo menos está só de calcinha. De repente começou a tocar um proibidão no rádio, e Sol que é simplesmente viciada em dançar começou a rebolar na hora. Na hora que colocou a mão nos joelhos, metade do rabetão já ficou pra fora da saia, mas quando olhei com mais atenção vi que ela estava sem calcinha, simplesmente rebolando, mostrando o rabo e a xota pra mim e pros caras. Pensei: que vadia. Os caras nem piscavam. Ela parou junto com a música, virou e deu uma risadinha dizendo:
–Ah, vocês estavam aí.
Até parece que não sabia, a vagabunda. A verdade é que ela sempre gostou de provocar, de seduzir, de se sentir desejada, some a isso uma libido de três diabas.
Abelardo, sempre muito engraçadinho e safado, falou espertamente:
–Dançar essa aí é fácil, quero ver você rebolar com um rock pesado.
–Fácil. Respondeu ela.
Colocou Master of Puppets pra tocar e começou a rebolar novamente, de costas, com a raba imensa e xota virada pra nós que agora estávamos sentados numas cadeiras bebendo cerveja. Ela então olhou para Abelardo e Vinicius com um olhar de putinha safada e perguntou:
–Mais algum desafio?
–Tá quero ver você rebolar com Jazz, então. Duvido! Emendou Vinicius.
–Vocês me subestimam demais.
A cadela colocou uma música bem lenta, o rebolado de antes, frenético, deu lugar pra um rebolado lento e sinuoso, ainda mais sensual. Era um verdadeiro show, muito excitante. Num certo momento, ela se aproximou de Abelardo e começou a rebolar no colo dele, na minha frente! Depois se levantou, sentou no colo de Vinicius, de frente pra ele, segurou no seu pescoço e rebolou esfregando a buceta no pau dele por cima da calça. Veio então até mim, empinou a raba a minha cara, e foi sentando devagar no meu colo. A música parou.
–É, vocês perderam. Me devem cada um uma bebida.
–Ah, a gente paga, né. Fazer o quê. Respondeu Abelardo
–Depois dessa derrota, vai ser até um prazer. Continuou Vinicius.
Nesse dia os caras descobriram um gatilho na minha namorada. Ela gostava de desafios. Nunca arregava pra um. E souberam usar muito bem isso.
Na noite do mesmo dia, estávamos na cozinha de papo, os caras e eu. De repente ela apareceu pra pegar algo na geladeira, pelada! Todos arregalaram os olhos, ela já vinha criando uma baita tensão sexual, aquilo fez os caras terem pensamentos sujos na hora (e eu também). Ela voltou pro quarto. Resolvemos ir nós três pra sala beber e continuar o papo, lá havia cadeiras e um puff grande, desses que dá pra deitar até duas pessoas. Fiquei no puff, Vinicius e Abelardo nas cadeiras. Logo em seguida Sol apareceu deitou do meu lado pra nos acompanhar. Estava usando um shortinho bem curto, e uma regata que de tão regata mostrava na lateral parte das aureolas dos seus peitos.
O papo foi longe, seguimos bebendo. Ela e os caras já estavam muito loucos, e eu que tinha acordado muito cedo e que tinha passado um pouco do ponto acabei capotando de sono ali mesmo. Abelardo, meio que do nada, falou na maior cara de pau:
–Sol, posso ver seus peitos? Tenho muita curiosidade.
Ela com um semblante sério puxou vagarosamente a camiseta revelando seu belo par de peitos. Abelardo e Vinicius olharam sedentos pro corpo dela. Acharam que logo em seguida ela os guardaria de volta, mas não, ela os deixou expostos, os alça da camiseta abaixo dos ombros, pegou seu copo de vinho e continuou bebendo despreocupada. A conversa seguiu com eles hipnotizados por aquelas tetas vistosas. Uma música ambiente tocava ao fundo enquanto conversavam, Abelardo então disse:
–Duvido você pelada essa música.
Ela deu mais um gole no seu copo, colocou sobre a mesa que estava perto deles, levantou e começou a se mexer lentamente, tirou a camiseta e depois, muito lentamente o shortinho. Não estava usando calcinha, então sem as duas peças, ficou completamente nu diante deles. Quando terminou a dança, se sentou novamente no puff. Pegou a regatinha que não cobria quase nada e colocou de volta, quando foi colocar o short Abelardo disse:
–Não coloca, não. Você fica bem assim, só de camiseta.
E ficava mesmo, e metade dos dois seios ficavam à mostra, era muito sexy.
Abelardo se levantou, se posicionou atrás do puff, empurrou o pouco tecido da regata pro centro deixando os peitos totalmente à mostra, começou então a massagear os seios de Sol lentamente, ela por sua vez, fechou os olhos e começou a curtir o tesão. Vinicius ajoelhou diante dela, deslizou a mão pelas coxas afastando-as sem encontrar qualquer resistência e começou a chupar a buceta dela. Abelardo se inclinou e agora chupava e apertava os seios. Isso tudo ia rolando comigo desmaiado de sono e álcool ao lado dela.
Em algum momento acordei, nenhum deles estava mais na sala. Procurei na cozinha, na lavanderia e nada, foi ver nos quartos, o nosso estava aberto, porém vazio, o de Vinicius fechado. Quando me aproximei da porta ouvi sons:
Sol:
--Ãh! Ãh! Ãh! Ãh! …isso! Me fode, me fode com força!
Abelardo:
–Toma, sua vagabunda! Você gosta de pica, né!!
Vinicius:
–Isso cadela, engole tudo!
Simplesmente, passaram a madrugada inteira comendo a minha namorada!! Fiquei ali, angustiado, tomado de ciúme e tesão ouvindo ela ser feita de puta.
Já estava amanhecendo quando ela entrou no quarto pisando fofo pra não me acordar, mas eu só estava fingindo estar dormindo. Então abri os olhos e me fazendo de sonso perguntei:
–O que aconteceu? Onde você tava?
–Ah, você tá acordado, amor. Então, como você tinha caído no sono, pra não te incomodar eu os meninos fomos continuar o papo no quarto.
–E vocês conversaram sobre o quê?
–Ah, nem lembro. Várias coisas.
–Fala a verdade, você deu pra eles, vagabunda!
–Hum, e não era pra ter dado? Respondeu a maior cara de pau!!
–Caralho, falei que nossa relação era aberta, mas não era pra dar pros meus amigos.
–Eu sei, mas não deu pra resistir. Era muita tensão sexual.
–Então é por isso que você fica desfilando pelada pela casa?
–Nada a ver, eu só gosto de ficar à vontade na minha casa.
–Sei.
Por uns dias a história ficou no esquecimento e a poeira baixou. Mas uma noite acordei e Sol não estava na cama. Levantei e fui procurar. Ouvi sons vindos da cozinha, me aproximei lentamente, a porta estava entreaberta, vi então Vinicius sentado numa cadeira e Sol, com uma camisetinha curta que mal cobria os seios deixando a barriga de fora, e meias coloridas que ia até os joelhos, cavalgando o pau dele freneticamente! Fiquei puto, pensei em entrar e interromper, porém fui tomado por um tesão fudido. Minha respiração ficou pesada e meu pau muito duro. Acabei assistindo o máximo que pude e antes que pudesse ser visto voltei pra cama, minutos depois vi minha namorada entrar sem que ela desse conta. Fiquei com insônia, pensando no que devia fazer e ao mesmo tempo muito excitado.
Outra noite, outro sumiço. Levantei bem devagar pra ver o que tava rolando. Aprendi a me mexer como um ninja pra não ser notado, assim como convenci a todos que eu andava com o mais pesado dos sonos. Ouvi Sol gemendo, o som vinha do quarto de Vinicius, a porta estava fechada, mas dessa vez a luz estava acesa, então só tive que olhar pela fechadura. Me deparei com Sol amarrada pelos pulsos(!) e de bruços na cama, Abelardo de bruços sobre ela, a torava com agressividade enquanto a xingava de tudo, menos de santa. Vinicius estava sentado numa poltrona de frente pra cama se masturbando e filmando tudo com o celular! Depois que Abelardo gozou, Vinicius se aproximou, colocou ela de joelhos e segurando seus braços pela corda e fez pagar um boquete até ele gozar.
Ali eu vi que não tinha mais volta. A minha namorada estava viciada em dar pros meus amigos. Resolvi então que, já que eu não podia controlar o “fogo do Sol”, daquele dia em diante eu iria usufruir disso.
Na noite seguinte, disse a ela que colocasse uma roupa bem sexy, que iríamos sair. Ela se animou e perguntou pra onde. Eu disse que era surpresa. Ela colocou uma lingerie preta de renda, meio arrastão sete oitavos, uma mini saia de couro vermelha, uma jaqueta, uma coleirinha e uma maquiagem pesada. Estava extremamente sensual. A levei pra um motel chic. Fomos pro quarto. Quando entramos ela se deparou com um cara sentado numa poltrona ao lado da cama, nu. Homem pardo, careca, musculoso, uns 40 anos, cara de poucos amigos.
–Que isso? Quem é esse?
–A única coisa que você precisa saber é que você vai dar pra ele.
–Você me trouxe aqui pra transar com um estranho?
–Exatamente, quero ver você ser fodida.
–Como assim?
–Eu sei o quanto você gosta de uma pica. Então, te trouxe uma de presente.
Enquanto eu terminava a frase, o homem se aproximou por trás e começou a despila. Primeiro tirou a jaqueta, depois o sutiã, e então a calcinha, deixando só de meias, salto e coleirinha. Ela não demonstrou resistência, apenas deixou rolar enquanto me encarava séria e sensual. Ele então a pegou pela mão, a fez dar uma voltinha pra conferir seu corpo exuberante, puxou-a para si e a beijou um beijo longo. Sobre a cama havia alguns acessórios, ele pegou um plug anal, desses com uma jóia, a fez chupar até deixar bem lambuzado, se posicionou atrás dela, segurou-a pelo pescoço e a penetrou com o brinquedo. Ela deu um gritinho fazendo uma expressão de dor e tesão. Ele então voltou a sentar na poltrona. Eu disse pra ela, então:
–Fica de quatro e vai até ele.
Ela se posicionou, eu foi de quatro até ele.
–Agora chupa o pau dele.
Ela pegou o membro enorme do homem que ainda não estava totalmente duro e colocou na boca fazendo-o virar um bastão de aço. Fez uma gulosa de responsa olhando nos olhos dele, deixei rolar por um bom tempo, então ordenei.
–Agora senta.
Ela se levantou, e foi sentando lentamente naquela vara grossa, começou a cavalgar acelerando e acelerando, logo se manifestou seu fogo impetuoso e ela sentava faminta, desesperada, insaciável. Teve de parar um momento pra tomar fôlego. Ele aproveitou pra remover o plug, a fez levantar e virar de costas pra ele, então a puxou pra sentar com o cu na sua pica, ele a segurava pelas coxas bombando e arrombando. Ela gemia alto e quando conseguia me encarava com seu olhar intenso. A foda rolou por duas horas e terminou com ele gozando na boca dela. Foi embora então e por mais duas horas eu a fodi gostoso. E isso foi só o começo.
Fim
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