Corno manso procura pau pra foder a buceta da esposa gostosa sem dó – Sem frescura, Pode gozar tudo dentro!

Um conto erótico de Gustavo, o corninho
Categoria: Heterossexual
Contém 461 palavras
Data: 31/01/2026 15:48:19

Olá, leitores.

Eu sou um corninho manso, o tipo de homem que sente prazer em ver minha esposinha — a mulher que amo e mãe dos meus filhos — gemendo alto, quicando e rebolando em cima de outra pica. Meu tesão é exatamente esse: dividi-la, compartilhá-la, entregá-la de bandeja pra outro homem foder ela até os olhos revirarem, o corpo se perder inteiro no prazer, até a bucetinha dela ficar completamente preenchida pelo leite quente de outro homem, escorrendo pelas coxas enquanto eu fico ali, assistindo, calado e excitado pra caralho.

Meu nome é Gustavo, tenho 40 anos, sou servidor público federal aqui em Brasília-DF e há 20 anos sou casado com a mulher mais desejada da cidade.

Simone, 37 aninhos. Ela tem 1,68 m e uns 65 kg de pura devassidão — o tempo só a deixou mais linda e gostosa.

Loirinha bronzeada, pele macia e cheirosa, cabelo liso caindo pelas costas, sorriso de anjo safada e rostinho de princesa.

O corpo dela é uma obra de arte: peitos generosos, naturais, durinhos, auréolas rosadas claras, bicos grossos que endurecem na hora. Cintura de pilão, quadril largo levando pra bundinha empinada, redonda e firme — nádegas cheias, daquelas que balançam gostoso a cada passo. O cuzinho é uma bolinha cor de mel, pequeno, apertadinho, ainda virgem, mas pisca quando lambe de baixo pra cima.

E a buceta… ah, a buceta é o paraíso: gordinha, sempre lisinha, depilada impecável, lábios carnudinhos rosa bebê fechados como conchinha inocente. Abre e vira outro mundo — canal quente, molhado instantâneo, apertado pra cacete que suga tudo. O clitóris é um botãozinho saliente, sensível pra caralho: roça leve e ela treme, esfrega forte e os gemidos viram gritinhos, a buceta contrai pingando mel pelas coxas grossas.

É um corpo impossível de ignorar: uma vez provado, vicia pra sempre.

Estamos buscando homens solteiros ou casados, que sejam héteros e ativos, e que curtam comer buceta de mulher casada sem camisinha e gozar tudo dentro (com total segurança: DIU ativo, exames recentes em dia). Precisamos de discrição absoluta.

Casais liberais — ou cornos mansos que entendam o fetiche e queiram trocar experiências — também são super bem-vindos. Garantimos respeito mútuo e sigilo total.

Começamos sempre com troca de mensagens, papo tranquilo, construção de confiança e, quem sabe, uma amizade verdadeira. Se rolar química e clima, marcamos tudo e vamos pro quarto: eu sento na poltrona, assisto calado e excitado enquanto você come minha esposa bem gostoso, do jeito que ela merece — com força, tesão e sem limite.

Dispensamos desrespeito, falta de noção do fetiche, pressa ou qualquer tipo de indiscrição. Se você entende o jogo e sabe jogar limpo, manda mensagem.

Se encaixa no perfil, deixe seu e-mail nos comentários que eu entro em contato. Vamos nos conhecer devagar e ver no que dá. 😈

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Gustavo corninho a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Gostei de mais desse conto,n̈ são poucos os homens que querem dar esse prazer às suas mulheres, eu n̈ só aprovou como tenho essa vontade, ja em busca do parceiro

0 0