Olá, leitores.
Eu sou um corninho manso, o tipo de homem que sente prazer em ver minha esposinha — a mulher que amo e mãe dos meus filhos — gemendo alto, quicando e rebolando em cima de outra pica. Meu tesão é exatamente esse: dividi-la, compartilhá-la, entregá-la de bandeja pra outro homem foder ela até os olhos revirarem, o corpo se perder inteiro no prazer, até a bucetinha dela ficar completamente preenchida pelo leite quente de outro homem, escorrendo pelas coxas enquanto eu fico ali, assistindo, calado e excitado pra caralho.
Meu nome é Gustavo, tenho 40 anos, sou servidor público federal aqui em Brasília-DF e há 20 anos sou casado com a mulher mais desejada da cidade.
Simone, 37 aninhos. Ela tem 1,68 m e uns 65 kg de pura devassidão — o tempo só a deixou mais linda e gostosa.
Loirinha bronzeada, pele macia e cheirosa, cabelo liso caindo pelas costas, sorriso de anjo safada e rostinho de princesa.
O corpo dela é uma obra de arte: peitos generosos, naturais, durinhos, auréolas rosadas claras, bicos grossos que endurecem na hora. Cintura de pilão, quadril largo levando pra bundinha empinada, redonda e firme — nádegas cheias, daquelas que balançam gostoso a cada passo. O cuzinho é uma bolinha cor de mel, pequeno, apertadinho, ainda virgem, mas pisca quando lambe de baixo pra cima.
E a buceta… ah, a buceta é o paraíso: gordinha, sempre lisinha, depilada impecável, lábios carnudinhos rosa bebê fechados como conchinha inocente. Abre e vira outro mundo — canal quente, molhado instantâneo, apertado pra cacete que suga tudo. O clitóris é um botãozinho saliente, sensível pra caralho: roça leve e ela treme, esfrega forte e os gemidos viram gritinhos, a buceta contrai pingando mel pelas coxas grossas.
É um corpo impossível de ignorar: uma vez provado, vicia pra sempre.
Estamos buscando homens solteiros ou casados, que sejam héteros e ativos, e que curtam comer buceta de mulher casada sem camisinha e gozar tudo dentro (com total segurança: DIU ativo, exames recentes em dia). Precisamos de discrição absoluta.
Casais liberais — ou cornos mansos que entendam o fetiche e queiram trocar experiências — também são super bem-vindos. Garantimos respeito mútuo e sigilo total.
Começamos sempre com troca de mensagens, papo tranquilo, construção de confiança e, quem sabe, uma amizade verdadeira. Se rolar química e clima, marcamos tudo e vamos pro quarto: eu sento na poltrona, assisto calado e excitado enquanto você come minha esposa bem gostoso, do jeito que ela merece — com força, tesão e sem limite.
Dispensamos desrespeito, falta de noção do fetiche, pressa ou qualquer tipo de indiscrição. Se você entende o jogo e sabe jogar limpo, manda mensagem.
Se encaixa no perfil, deixe seu e-mail nos comentários que eu entro em contato. Vamos nos conhecer devagar e ver no que dá. 😈