Ensinei meu marido a ser corno (e gostei). 6)

Um conto erótico de Maura (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 5537 palavras
Data: 31/01/2026 01:41:13
Última revisão: 31/01/2026 01:44:27

Parte 6.

Estávamos acabando de falar tudo aquilo, quando vimos o carro do Leleco chegando, e estacionar ao lado da S.U.V. do Sidonio. A Gracielle foi até perto do carro recebê-lo. O Leleco saiu do carro, e vendo como ela estava deliciosa naquela camisolinha cor de rosa, cumprimentou a Gracielle com um beijão cinematográfico, com ela pendurada no pescoço dele. Ele apertava a bunda dela sem a menor timidez. Eu gostei de ver o Sidonio e o meu marido admirando aquilo. Reparei no Leleco, um jovem de no máximo 28 anos, cabelos castanhos escuros cortados bem baixinho, com cerca de 1,82 m, corpo esbelto, musculatura bem definida, cintura firme, que se aproximou de nós.

Era um rapaz bem simpático, parecia gente boa. Chegou, nos cumprimentou, educadamente, e o Sidonio tratou logo de nos apresentar:

— Este é um casal de amigos, o Mancini e a Maura, sua esposa.

O Leleco logo disse:

— Prazer Mancini. Eu já conheci a Maura rapidamente faz uns dias, no apartamento do Sidonio, quando fui visitar a Gracielle.

Logo a Gracielle lhe entregou uma cerveja, e falou:

— Eles já sabem que você é o meu amante. O Mancini, que eu apelidei de Mansinho, por ser um marido muito querido, dedicado e obediente à Maura, também tem fetiche cuckold.

Ele deu um gole na cerveja. Falou:

— Um prazer conhecer vocês. Amigos dos amigos, são meus amigos. – E logo pediu licença para ir ao banheiro. A Gracielle o acompanhou.

Meu marido falou para o Sidonio:

— Simpático ele. Parece bem-educado.

Era a dica de que ele estava aprovando a minha escolha. Nos sentamos na varanda, e começamos a conversar. Seguíamos comendo o churrasco, com as carnes fatiadas, pão com vinagrete e farofa pronta.

O Leleco voltou do banheiro uns quatro minutos depois, e devia saber já de alguma coisa pela Gracielle, porque disse:

— Maura, eu tinha notado que você é muito bonita, mas hoje você está deslumbrante, nesses trajes. Muito sexy.

— Obrigada. – Agradeci.

Meus peitos estufados e latejando tinham os mamilos muito salientes.

Ele bebeu a cerveja, e comeu um pouco também, enquanto estávamos ali nas poltronas de vime da varanda.

A Gracielle logo falou para ele:

— Olha, querido, temos uma mudança de planos, para este feriado. Minha proposta é de que você, em vez de ficar comigo, aceite ficar com a Maura. Ela está muito carente. O que acha?

O rapaz me olhou com uma expressão muito satisfeita e falou:

— Mas será uma honra. Que boa surpresa. Se me permite...

A Gracielle explicou:

— O Mancini, tem fetiche de ser corno, igual ao meu marido. Demorou a assumir mas agora já está de acordo. E a Maura, nunca teve outro amante a não ser o marido. Passamos o dia conversando, explicando, e preparando o casal para essa experiência. Eles aceitaram. E contamos com a sua disposição e colaboração.

Leleco sorriu e falou para o Mancini:

— Por mim, tudo bem. A Maura é maravilhosa! Tudo bem, para você, amigo? Está de boa?

Meu marido fez que sim, concordando, e foi lacônico:

— Sim. Estou…

O Leleco se virou para mim:

— E você Maura? Tudo bem? O que você deseja?

Eu não queria parecer oferecida, nem fresca. Disse:

— Espero que nos ajude, e nos ensine. É a primeira vez que vamos fazer isso. Eu só tive um homem na minha vida. O meu marido. Agora, despertei o desejo por aprender mais. E ele está de acordo.

Ele sorriu simpático e para a Gracielle, falou:

— Que bonito isso, querida. Você que sempre foi ciumenta, agora está generosa, ajudando o casal. Vai ser um prazer ser o primeiro amante da Maura. Prometo ser o melhor. Então, por onde começamos?

Meu marido respondeu:

— Sei lá… Eu não consigo nem falar de tão nervoso.

Leleco sorriu e disse:

— Ser corno a primeira vez é assim mesmo. Mas acho que vai gostar.

Eu disse:

— Então, Leleco, nos diga o que fazer.

Leleco explicou:

— A primeira vez é assim mesmo. O começo é delicado. Com o Sidonio e com a Gracielle, também foi assim.

Sidonio completou:

— Verdade. Eu estava bem tenso. Pensava até em desistir, mas depois relaxei e no fim acabei gostando. Agora eu fiquei viciado nisso, gosto tanto quanto a Gracielle. E ela não parou mais.

Leleco se levantou da poltrona e caminhou na minha direção. Ao chegar diante da minha poltrona estendeu a mão e me fez ficar de pé. Parei na frente dele e ele deu uma cheirada no meu pescoço, sentindo o perfume que eu havia usado. Ele exclamou:

— Nossa, que delícia esse aroma!

Eu perguntei:

— Gostou do perfume?

Ele sorriu enigmático:

— Adorei, claro, mas o mais gostoso é o cheiro de fêmea no cio. Você está exalando desejo por todos os poros.

Ao ouvir aquilo eu senti meus peitos até se contraírem mais e a xoxota se apertar e molhar. Um outro homem, que ia me possuir, falando aquilo na frente do meu marido e dos amigos. Eu estava descobrindo que tinha um lado meu meio exibicionista e estava gostando muito daquela situação, se ser a desejada na frente dos demais.

Ele me deu um beijo na face, e ficou me olhando como se esperasse mais. Eu me aproximei e dei um beijo na boca, de leve, e ele a seguir passou a língua sobre os próprios lábios de um jeito sedutor como se saboreasse o gosto dos meus lábios. Eu estava querendo me soltar. Falei:

— Gostei do seu aroma. O perfume é bom, citrino, deve ser Polo Blue da Ralph Lauren. Mas o gostoso mesmo é esse seu cheiro de macho excitado.

Ele sorriu satisfeito. Disse:

— Gosta de cheiro de macho com tesão?

Eu fiz que sim, e confirmei:

— Adoro, me deixa muito tarada. Ando louca de vontade...

Bastou isso para eu me soltar e trocarmos um beijo de língua muito intenso.

Ouvi o meu marido dizer:

— Que é isso! O ciúme mata! Eu nunca usei esse perfume. Como ela sabe o nome?

Depois exclamou para o Sidonio:

— Não tenho intenção nenhuma em me viciar em ser corno, igual você. Se eu não me arrepender de hoje, já fico feliz.

Leleco respondeu a ele ainda abraçado na minha cintura, e com uma mão sobre a minha bunda:

— Fique calmo, Mancini. Vai gostar de ver. Sua esposa está toda excitada, louca para ser bem devorada. Eu vou bem devagar, com muita calma. Uma delícia desta como a Maura tem que ser apreciada e iniciada aos poucos. Se você relaxar, e gostar mesmo de ver a esposa com outro, vai acabar adorando. Porém, se você não estiver confortável com alguma coisa, nós paramos na mesma hora, basta você falar.

Meu marido sorriu, e agradeceu:

— Obrigado. Bom ser assim. Fico mais tranquilo.

O Leleco disse:

— Outra coisa. É bom você definir os limites do que eu posso fazer com sua esposa. Beijo na boca, sexo oral, anal, tem algo que você queira ver? E tem algo que é proibido?

Mancini respirou fundo. Meu marido estava com vergonha de falar, mas também percebi que se sentiu mais seguro com aquelas atitudes do Leleco. Ele disse:

— Olha, vou deixar a Maura decidir, realizar os desejos dela, o que ela quiser fazer, hoje, está tudo bem.

— Assim que é bom, bem liberal – Disse o Leleco.

Mancini deu uma pausa, como se pensasse o que dizer, e falou:

— Bem, acho que anal não vai rolar. A Maura não deixa.

— Não? Nunca fez? Com tanto tempo de casados? – Leleco parecia admirado.

Meu marido fez questão de se justificar:

— Já tentei várias vezes. Ela diz que começa a doer, e corta. Perde o desejo. Mas o restante, o que ela quiser fazer. Vou só assistir.

Gracielle comentou:

— Relaxa Mansinho. O Leleco é muito bom no sexo anal, sabe meter bem gostoso, macio, e sem doer. Ele adora um cuzinho. Se a Maura quiser, será bom para ela aprender. Vai gostar...

O Leleco exclamou:

— Mas, que mulher maravilhosa a Maura. Eu estou encantado. - Enquanto falava, ele me fez dar uma rodadinha para poder me admirar um pouco mais. Ele disse:

— Fica tranquilo, marido, deixa comigo, eu vou cuidar da sua esposa direitinho.

A Gracielle comentou:

— Gostou né querido? E você Maura? Gostou do meu macho gostoso?

Eu concordei:

— Muito lindo mesmo, mas vou ver se é gostoso como parece…

Aproveitei e cutuquei o marido:

— E o meu corninho parece que também aprovou. Não foi, querido?

Vi que o Mancini estava tão excitado que nem se importou do jeito que eu falei.

Leleco perguntou para ele:

— Gosta de ser chamado de corno? Corninho? Sente tesão?

Meu marido ficou sem saber direito o que responder. Eu falei:

— No começo ele ainda está meio envergonhado de confessar, mas sei que está gostando sim. É um fetiche dele. Meu marido tem muito tesão de ser corno. Foi isso que me despertou a vontade de experimentar.

A Gracielle explicou:

— Vocês podem ficar à vontade, se quiserem ir para a sala ou para o quarto, a casa está à disposição. Eu e o Sidonio vamos sair e deixá-los mais livres.

Na mesma hora, eu reagi:

— Nada disso! Sair nada. Prefiro ficar com vocês por aqui. Vão me dar apoio e cumplicidade. E pode ser aqui mesmo. Onde estamos, ou perto da piscina. Fiquem aí nas poltronas, junto com o meu corninho, que eu me sinto até melhor, me estimula mais...

O Sidonio não aguentou:

— Que mulher safada! Exibicionista. Nem parece aquela esposa comportada que o Mansinho me apresentou. Está se revelando já uma putinha bem soltinha!

Meu marido falou:

— Eu também não sabia que tinha essa vadia em casa. Muito safada...

A Graciele cortou:

— Deixa de bobagem, Mansinho, louco para ser corno, se masturbando vendo contos eróticos e vídeos de corno, sonhando e desejando que a esposa gostasse de dar para outro, e agora vem com essa conversinha?

Sidonio falou para Maura:

— Não sei se é legal nós assistirmos, pode dar mais ciúmes no Mansinho.

Eu respondi:

— Perguntem a ele. Se ele prefere que saiam.

Meu marido falou:

— Não, não devem sair. Vocês se empenharam em me convencer a ser corno, e ajudaram a isto tudo acontecer. Não quero ficar sozinho. Preciso de apoio moral. Vocês devem mesmo ficar e assistir, junto comigo.

Gracielle fez um sinal de positivo e falou:

— Assim que eu gosto. Corno corajoso e assumido.

Ela posicionou as poltronas estrategicamente de frente para a mesa, na varanda, retirou as travessas do churrasco de cima da mesa, e logo depois ela e o Sidonio ficaram, ali nas poltronas ao lado do meu marido. O Mancini ficou sentado no sofá bem perto da mesa.

Nesse momento eu me virei para o Leleco e ele puxou o laço de cetim que prendia meu négligée. A fita se desamarrou da cintura deixando as laterais se abrirem. Fiquei exibindo meu corpo aquela tanguinha preta minúscula, e maravilhosa, minha bocetinha estava tão encharcada que a parte de baixo da calcinha ficou praticamente transparente.

O Leleco me puxou contra ele, colou seu corpo no meu, e me beijou na boca. Ficamos ali nos beijando de língua enquanto ele pegou no meu négligée, me despiu, deixando cair no chão. Fiquei apenas de tanguinha e ele alisando a minha bunda.

Depois, acariciava meus peitos. Beijou os mamilos, eu suspirei deliciada. Nossa, a excitação que eu sentia era algo fora do normal. Eu ouvi o Leleco falar em voz baixa:

— Está tesuda? Vai ser a minha putinha hoje?

— Vou. Sou toda sua. - Respondi um pouco mais alto para que o meu marido pudesse ouvir.

Ele perguntou:

— O seu marido vai ser um corninho mansinho ou vai ter ciúme e dar trabalho?

Respondi:

— Não vai dar trabalho, vai ser mansinho. Ele está com tanta vontade quanto eu. Só tem ainda, vergonha de assumir.

Dei uma olhada de lado e vi o meu marido só observando a esposa se entregar ao Leleco. Reparei que ele estava tremendo de tanto tesão, misturado com algum ciúme, e tinha o pau latejando, estufando a bermuda, de tão duro.

Leleco me agarrou pela bunda e puxou os laços laterais da minha tanguinha que se desfizeram e ele a arrancou, deixando cair ao chão. Fiquei totalmente nua. Depois me agarrou por baixo das nádegas, colocando minhas pernas em volta de sua cintura, eu enlacei o seu pescoço, e ele me levantou colocando-me sentada sobre o tampo da mesa.

Ele me suspendia com muita facilidade e uma habilidade fora do comum. Ele ficou me beijando e a seguir me deitou de costas sobre a mesa, e se afastou um pouco, deixando que o Mancini e o casal de amigos me vissem ali completamente nua, de pernas abertas e com a bocetinha toda melada. Ele pegou nos meus joelhos e afastou um pouco mais, me deixando mais exposta. Fazia questão de me expor. Vi que o Sidonio e a Gracielle, estavam observando, a menos de um metro e meio de distância. O Leleco ficou um pouco de lado deixando a visão livre da minha boceta toda depilada. Ouvi o meu marido exclamar:

— Nossa, ficou toda lisinha sua xaninha!

A Gracielle falou:

— Raspou para o Leleco. Ele adora bocetinha lisinha.

O Sidonio exclamou:

— Nossa, é mesmo uma bocetinha muito linda. Mas é pequenina. O Leleco vai arrombar essa bocetinha. Que delícia é ver isso!

Quando eu vi, o Sidonio estava com a bermuda aberta, e o pau duro de fora. Era muito grosso mesmo e tinha uma cabeça escura e rombuda.

Eu suspirava, aquela situação era alucinante, nunca poderia sonhar que estaria nua, sobre uma mesa, observada por um casal de amigos e pelo meu marido, oferecendo minha xoxota para um macho comedor de pau grande. Eu tremia muito excitada.

O Leleco despiu a camiseta, a seguir despiu a calça ficando apenas com a cueca. Vi que o pau dele era enorme, estava tão duro que quase saia da cueca. Eu exclamei:

— Nossa, que pinto é esse?

Como ele estava entre as minhas pernas ainda, encostado na minha coxa, eu estiquei o braço e passei a apalpar e acariciar aquele pau. Arranhando com a ponta das unhas. Ele perguntou:

— Gosta de pau grande?

— Nunca experimentei, mas fiquei cheia de vontade. – Eu disse.

Meu marido se mexia na poltrona, nervoso e excitado. Eu disse:

— Amor, olha para isto! Que pau enorme!

O Mancini gemeu e apertou a virilha. Achei que ele queria se masturbar.

O Leleco pediu:

— Puxe minha cueca.

Eu puxei para baixo, deixando o pau todo para fora. Na hora eu senti um cheiro de pica alucinante e exclamei:

— Que delícia esse cheiro! Cheiro de pica de macho com tesão.

Gracielle disse:

— Você vai se acabar nessa rola hoje, putinha.

Eu já não sentia mais nenhuma vergonha. Só de ouvir a Gracielle me chamar de putinha me deixou mais tarada. Na mesma hora eu segurei o cacete e comecei a punhetar. Devia ter uns 21cm e era bem grosso. Exclamei:

— Nossa! Que trolha grossa! Vai me arrombar, mesmo!

Leleco estava calmo, me deixando segurar, acariciar e masturbar de leve. Ele me estimulava:

— Isso, agrada essa pica, vai se acostumando com ela. Aposto que você vai viciar na minha rola. Igual a Gracielle.

Ouvimos a voz do Sidonio:

— Mansinho, você se importa se a Gracielle me masturbar um pouco?

Vi que o meu marido abanou com a cabeça mostrando que não. Ele nem conseguia falar de tão emocionado.

Gracielle pegou no pau do marido. Vi que os dedos dela nem se encontravam de tão grosso que era aquele cacete. Não era muito grande, regulava de comprimento com o do Mancini. Mas bem mais grosso.

O Leleco disse:

— O Sidonio parece que gostou também desta bocetinha lisinha e maravilhosa, né?

A Gracielle falou:

— Ele já bateu várias punhetas fantasiando com ela, desde que viu a bocetinha dela lá na piscina do condomínio.

Meu marido não aguentou e perguntou a ele:

— Você já tinha visto antes?

O Sidonio confirmou:

— Você estava junto, foi no sábado de manhã. Na piscina. Não lembra do biquíni molhado que ficou transparente? Dava para ver a bocetinha. A Maura já estava louca para dar, naquele dia.

Meu marido exclamou:

— Esse pau gigante do Leleco vai arregaçar a minha esposa, Vai deixar toda arrombada.

Leleco respondeu enquanto me acariciava:

— Fica tranquilo. Vai ver a Maura aguentar inteiro, e gozar muito com meu pau atolado nela. Sei como fazer e ela vai adorar. E você vai sentir muito tesão também. Eu adoro ver o corno gozar só de assistir quando eu faço a esposa alucinar de prazer na minha rola.

O Sidonio exclamou:

— Aposto que nessa hora Mansinho vai gozar junto só de ver.

Leleco começou a passar a mão em volta da minha boceta, lentamente, suavemente, subindo e descendo. Ele disse:

— Pequenina e apertadinha, parece mesmo que nunca viu outra pica.

Ele alisava bem devagarinho com a ponta dos dedos, me fazendo suspirar, o prazer era enorme. Eu falei:

— Que delícia que você faz! Isso... continua... Olha só corninho, que gostoso ele me dedando.

Eu tentava provocar o tesão no meu marido, para ele não ficar angustiado. E sendo mais devassa, e assumida, também me sentia mais provocante.

Ele foi abrindo os lábios da minha xoxotinha. Os dedos escorregavam nos meus fluidos. Eu ofegava excitada. Ele perguntou:

— Está louca para dar essa bocetinha?

— Estou, muito... – Ofeguei.

Aos poucos, conforme ele me provocava, eu suspirava. Ele não tinha pressa. Perguntou:

— De quem vai ser essa bocetinha hoje?

— É sua! Já e sua. Pode fazer o que desejar. – Eu disse entre suspiros.

Ele foi calmamente metendo dois dedos dentro da vagina, dizendo:

— Vou dar uma laceada nela, para meu pau não machucar.

Eu gemia enquanto acariciava a rola dele. Bem dura e ligeiramente curva para cima. Linda caceta grossa, com a cabeça vermelha.

Murmurei:

— Que pinto delicioso! Estou louca de desejo.

— O que você deseja? – Ele sussurrava.

— Desejo sentir essa piroca aqui dentro, me invadindo muito gostoso! – Eu gemia igual uma gata.

Aqueles toques dos dedos se enfiando no comecinho da minha vagina, me davam uma volúpia enorme. Eu exclamei:

— Ah, que delícia! Estou maluca! Que vontade de dar bem gostoso!

Leleco perguntou:

— Vai ser a minha putinha?

— Vou, sim... já sou a sua putinha! – Exclamei.

— Fala para o seu corno o que você é. – Ele provocou.

— Ah, amor, eu já sou a putinha dele! E você meu corno! Não era isso que você desejava? Hoje eu sou todinha dele. E você já é meu corninho.

Ouvi o meu marido ofegar e exclamar:

— Vou morrer de tesão, desse jeito! Querem me matar. Que loucura!

A Gracielle disse:

— Aguenta firme corninho, que está só começando.

Todos estavam numa excitação alucinada. Ninguém tinha mais vergonha ou timidez. Eu ia sendo penetrada pelos dedos do Leleco, bem diante do meu marido e do Sidonio. Naquela altura o coroa já tinha tirado a bermuda, a cueca, e já estava completamente nu, sendo também punhetado pela Gracielle, ao lado dele. Vi o pau dele grosso e rombudo. Me deu ainda mais tesão estar ali na safadeza, abertamente assumida, junto com eles. Eu de fato tinha descoberto que gostava de me exibir. Dava muito mais tesão.

Notei que meu marido estava vidrado, o pau dele devia estar até doendo de tão duro dentro da roupa.

A Gracielle disse:

— Vai ficar só olhando, corninho? Pode bater uma punheta também!

Na hora eu fiquei com receio que ele se excedesse e as coisas se complicassem, afinal, era a minha noite, e exclamei:

— Nada disso. De maneira nenhuma, corninho. Depois, quando eu terminar de gozar com o Leleco, eu bato uma para você, querido. Por enquanto é só para você sentir o prazer de ser corno, só assistir eu dar para o Leleco, nada de colocar o pau para fora ou ficar pelado. Ouviu? Senão, vira suruba...

Reparei que o Mancini me olhava muito tarado. Eu conhecia meu marido. Sabia que ele tinha um pouco de vergonha, mas eu sentia que fazendo aquele papel de dominatrix, sendo exigente e mandona, ele se excitava ainda mais. Mas se mantinha calmo.

Nesse momento as dedadas de Leleco se aprofundaram na minha boceta, e aumentaram de velocidade. Eu já gemia mais alto. Ainda bem que estava num sítio e poderia gritar à vontade. Eu exclamava:

— Ahhh, Leleco! Que loucura! Que tesão! Você faz muito gostoso! Vem... Me fode logo! Mete na sua putinha, para o meu corno ver...

O Leleco veio para minha frente, se abaixou e deu uma bela lambida na minha boceta. Eu soltei um berro de satisfação.

— Ahhh, safado! Que língua!

Ele passou a chupar minha boceta, colava a boca na raxa, e dando linguadas no grelinho.

Olhei e vi que o Mancini tinha se aproximado, estava ali bem pertinho, observando. A expressão era de completo tarado. Sorri para ele e perguntei:

— Olha, meu corninho. Hoje eu sou só do meu comedor. Não era isso que você queria?

Meu marido não conseguiu responder. Estava travado.

O Sidonio, com aquele caralho enorme veio até bem perto também. Deu para notar que a rola dele, apesar de um pouco menor, parecia bem mais grossa que a do Leleco. Imaginei que se ele quisesse participar da foda iria arregaçar minha bocetinha, Mas, ele ficou ali só na punheta, e disse para o meu marido:

— Caralho, que delícia ver isso de pertinho, né corninho?

Meu marido concordou com a cabeça, e murmurou:

— Nossa! É demais! Nunca imaginei...

Fui me entregando e as chupadas do Leleco em pouco tempo me levaram a quase gozar na sua boca. Mas, ele interrompeu, e veio se sentar na mesa. Falou:

— Vem, safada, agora trocamos. Vem mamar na rola que vai levar você ao delírio!

Ele me fez descer da mesa e foi a minha vez de pegar no pau dele e colocar na boca. Dei uma cheirada, e uma lambida. Depois comecei a mamar naquele pau lindo e duro.

Eu estava disposta a ser a amante mais completa que pudesse, e estava agindo como nunca havia feito. Eu não costumava chupar muito o pau do Mancini, de uma forma exageradamente intensa, era uma coisa rara, só quando ele insistia muito, e quando eu ficava muito tarada. Eu achava que depois, ele iria ficar me achando muito devassa, e tinha vergonha do julgamento dele. Mas, naquele momento, eu já tinha perdido totalmente a vergonha, queria fazer tudo. Queria ser a puta que não tivera coragem de ser.

Enfiava o pau todo do Leleco na boca, ia até na garganta, exatamente como eu havia visto nos vídeos de sexo, dava para sentir as bolas dele batendo no meu queixo. Chupei, babei, engasguei-me.

O Leleco dava tapinhas na minha face, e falava:

— Isso, safada! Muito tesuda, me deixa louco para foder sua bocetinha.

Ele batia com o pau no meu rosto, mandava eu colocar a língua de fora e batia com a rola. Me senti uma putinha mesmo. Eu chupei com tanta vontade, sugando e masturbando, por uns três minutos, que o Leleco quase gozou na minha boca. Cheguei a sentir o gostinho de umas gotinhas que saíam.

Foi quando ele retirou o pau, desceu da mesa, e ali, de pé na minha frente, com aquele pau molhado da minha saliva, apontado para a minha boceta, se virou para o meu marido e perguntou:

— Vou meter agora, corninho. Precisa usar camisinha?

Gracielle olhou para mim, piscou, e depois disse para o Mancini:

— Não precisa. É muito mais gostoso sem. O Leleco é vasectomizado, perigo zero de engravidar, e é bem saudável.

Vi meu marido concordar:

— Não precisa! Se ela aceitar, pode meter sem.

O Sidonio falou para mim:

— Maura, olha só como o seu corno está tarado. Está tão louco para ver o Leleco enfiar o pau na esposa quanto você mesma, sua putinha.

— Está? Meu corninho? – perguntei.

O Mancini só conseguiu gemer algo sem sentido. O Leleco então me colocou de pé de frente para a mesa, apoiada com as mãos sobre o tampo, com as pernas abertas e o corpo abaixado, e se encaixou por trás, pincelando aquele pau duro na minha boceta. Soltei um gemido profundo:

— Ahhh, que gostoso, isso! Eu estou louca de tesão!

Ele ficou brincando com a rola na entradinha, encaixou a cabeça, começou a enfiar levemente, depois retirou.

Eu cheguei a empinar mais a bunda, me oferecendo, e gemer:

— Mete, safado! Eu quero muito a sua rola!

Leleco disse:

— Olha como a esposa ficou putinha, está tarada, louca para levar rola.

Sidonio exclamou:

— Caralho, corninho, não está gostando? Que tesão que eu fico numa hora dessa!

Meu marido soltou um grunhido e disse, meio ofegante:

— Estou ficando louco! Tenho que assumir. Sempre fantasiei isso. Dá muito tesão.

Vi que ele estava começando a relaxar e se entregar ao prazer.

O Leleco foi enfiando aos pouquinhos, só a cabeça, e retirando, o que me fazia gemer e rebolar.

Conforme o pau dele foi entrando aos poucos, e me esticando a boceta, eu só gemia, e exclamei:

— Cacete! Que rola grossa! Mete tudo, meu macho tesudo! Estou louca nessa pica deliciosa!

Eu estava mesmo desesperada para ser fodida, bem fodida, a Gracielle havia me despertado um lado safado e devasso que eu estava encantada de descobrir. Leleco me segurou pela cintura e dessa feita foi enterrando o pau de uma vez, até o fundo. Senti bater no meu útero. Soltei um gemido grave:

— Anhhh! Me atolou toda! Me bateu no útero!

— Aguenta rola, safada! – Disse o Leleco, dando um tapa na minha bunda.

Peguei ar e disse:

— Ah, corninho, olha isso! Aguentei tudo! Estou com a rola inteira dele, atolada!

Leleco passou a fazer um vai e vem, compassado, e eu gemia a cada enfiada:

— Ahhh..., isso..., ahhh..., vai… isso… isso! Aiiii... Gostoso! Nossa! É muito grosso!

Gracielle pegou no pau do marido e masturbava forte, enquanto falava comigo:

— Ele fode muito gostoso, amiga, eu disse! Olha que delícia de foda...

O Leleco foi aumentando o ritmo, a virilha dele batia na minha bunda, e fazia barulho, os meus seios balançavam, enquanto eu gemia rebolando, olhando para o meu corninho.

Sidonio chegou bem pertinho para observar, bem do lado do meu marido, mostrou a pica e falou:

— Caralho, Mansinho, olha que foda! Nem começou e já estou maluco!

Minha bocetinha pingava, minhas pernas amolecendo, eu estava quase perdendo o controle, quando percebi um movimento diferente do Sidonio. Ele tinha gozado, sendo masturbado pela esposa e melado a mão da Gracielle, que imediatamente colocou na boca, lambeu, e me encarando com uma expressão muito safada, começou a chupar os dedos. O marido dela percebeu e deu uma risadinha.

Tudo aquilo era demais para mim. Nunca poderia imaginar que viveria uma situação tão alucinante. Eu já não me aguentava mais, abaixei o rosto colocando a testa encostada na mesa, entre as minhas duas mãos, deixando só o rabo levantado enquanto levava rola sem dó. Leleco socava com vontade. Minha bocetinha nunca havia provado um cacete tão grande e grosso. A pica estava muito justa me esticando inteira. Leleco já socava bem forte. Cada estocada eu balançava o corpo e arfava:

— Ahh... Ahh... Ahh... Ahh... Ahh... Isso… Mete… Fode…

O Sidonio, pensando que eu não estava vendo o que acontecia, por estar com a testa encostada no tampo da mesa, sem saber que eu observava tudo por baixo, suspendeu a camisolinha da Gracielle, abriu as pernas dela, mostrando ao Mancini a bocetinha, bem rosinha e depilada da esposa. A Gracielle não tinha a calcinha. O safado estava provocando o meu marido, e ela deixou que ele visse um pouco. Mas, ela logo abaixou a camisolinha e deu uma piscadinha para ele. Quando meu marido olhou para o Sidonio ele piscou sorridente e cúmplice. Eu sabia que o amigo estava louco para ver a esposa com o Mancini. Por isso eu tinha botado barreira.

Tomada pelo prazer, eu estava gozando com as socadas do Leleco, e gemia desvairada:

— Ahhhh, que delícia! Estou gozando! Go...zan...dooo.

Mas ele não parou de foder mesmo quando eu fiquei gemendo bem alto:

— Ahhh, isso, não para, estou gozando! Estou gozaaaando Leleco!

Ele retirou o pau da minha boceta que de tanto prazer, pingava baba no chão. Acho que tive um jorro de squirt. Fiquei com as pernas todas trêmulas. Leleco me amarava pela cintura. Ele disse no meu ouvido:

— Eu disse que você ia adorar. Vem, vamos foder agora bem do lado do seu corninho.

O Leleco se afastou e foi se sentar ao lado do Mancini no sofá, me puxando para montar a cavalo de frente sobre ele. Vi o pau dele em pé, comecei a me ajeitar segurando a rola. Leleco falou para o Mancini:

— Agora você vai ver sua esposa gozar no meu pau bem de pertinho.

Olhei para o meu marido, ele parecia alucinado de tesão. Eu perguntei:

— Está gostando meu amor?

Ele mal conseguia falar:

— Sim… Esss... tou... quase gozando… e... você?

Respondi:

— Estou adorando. Agora você é meu corninho! Você gosta que eu o chame de corninho?

— Gosto… aqui, só entre a gente, eu gosto… – Ele disse.

Eu gemia, adorando provocar o tesão no meu marido:

— Quero dar para ele bem aqui do seu lado, vai gostar, meu corninho? – Perguntei.

Ele:

— Ufa… Já está…

Eu coloquei os dois braços nos ombros do Leleco e segurei no pescoço, me encaixei sobre a pica empinada, e pedi:

— Me fode, meu macho tesudo! Que delícia! Adorei gozar na sua rola. Agora eu sou a sua putinha!

Fui descendo a bunda lentamente para a rola ir penetrando na minha bocetinha até que penetrasse inteira. Entrava muito justa ainda. Toda melada. Exclamei:

— Ah, que tesão! O Leleco tem uma pica deliciosa, amor! Fiquei atoladinha.

Em seguida, me afundei na rola até o talo. E enquanto eu fiquei quicando sobre a pica, fazendo aquele barulho de xoxota molhada batendo na base do pau, ao mesmo tempo olhava para o meu marido, sorrindo, com a língua sobre os lábios, gemendo. Eu disse:

— Ah… Olha o que você desejava... A sua esposa fodendo gostoso com outro macho!

Meu marido apertava o pau sob a bermuda. Eu disse:

— Aguenta, segura, não goza não meu amor. Tem que se acostumar a ser meu corno. Hoje eu quero deixar você louco de tesão. Não pode se masturbar não.

Ele retirou a mão do pau. Eu cavalgava com vontade naquela pica do Leleco, e só se escutava o som da minha boceta quicando em cima daquela rola bem molhada:

— “Splesh” … “Splesh” … “Splesh” … “Splesh” …

O Leleco segurava ambas as partes da minha bunda, e me puxava contra sua virilha. E o meu marido podia sentir o calor do nosso corpo colado no dele propositalmente ali no sofá. O cheio de sexo nos inebriava.

Vi que meu corninho estava quase explodindo de tanto tesão. Fiquei uns 10 minutos cavalgando no cacete duro do Leleco. Eu beijava o Leleco e depois olhava para o meu marido, sorrindo, satisfeita. Às vezes, o pau se desencaixava e escapava. Eu gemia, erguia a bunda, segurava e enfiava de novo. E voltava a cavalgar, gemendo. Até que na quarta vez que a pica escapou eu me pendurei no pescoço do Leleco, ergui a bunda e pedi:

— Vai, amor, me ajuda! Mete o pau dele de volta na minha bocetinha!

O Mancini ficou meio besta, hesitante. Eu sabia que era uma coisa que ele fantasiava, nos contos eróticos. Eu repeti:

— Ajuda, corninho! Põe o pau dele aqui...

Meu marido estremeceu, reagiu, esticou o braço e enfiando a mão por trás da minha bunda, segurou na base da rola do Leleco e encaixou de novo na minha boceta.

Eu exclamei:

— Assim que é bom corninho! Cumplicidade total com sua putinha!

Eu fiquei tão tarada de ver que o Mancini estava também a ponto de gozar que fui entrando em orgasmo e me soltei, gritando:

— Ahhhhha... Que delíiiiciaaaaa! Eu vou gozarrrr de novoooo!

Nesse momento, eu tive um orgasmo muito intenso. O Leleco me tirou de cima dele e me colocou deitada sobre o colo do Mancini. Meu marido me segurou nua, enquanto o Leleco se ajoelhou no assento do sofá e com a mão se masturbando, terminou gozando sobre os meus peitos. Eu fiquei ali recebendo os jatos grossos. Foram uns dez jatos. Depois que ele gozou, o Leleco ainda me deu o pau para lamber, dizendo:

— Lambe, safada. Limpa a rola do seu macho comedor.

Eu lambi o melado sentindo o gosto da gozada. Meu marido ficou olhando aquilo bem abraçado comigo, muito admirado. Eu nunca havia lambido o pau do meu marido daquela forma.

A seguir o Leleco se sentou no sofá ao meu lado, ambos estávamos exaustos, nossa respiração forte e intensa.

Nesse momento, eu vi que o Sidonio também estava exausto após a Gracielle bater uma bela de uma punheta, enquanto ele admirava eu dar para o amante dela. Reparei que só o Mancini e a Gracielle que não tinham gozado. Imediatamente, percebi que devia fazer algo. Puxei meu marido e dei um beijo em sua boca. Ainda estava toda melada da porra do Leleco, mas ele nem reclamou de tão tarado que ainda estava. Eu disse:

— Eu amo você meu corninho.

Me levantei nua e rapidamente chamei:

— Vem corninho. Vamos ali no banheiro, meu amor, vou aliviar esse seu tesão. Você mereceu...

Meu marido na mesma hora me seguiu e entramos os dois no banheiro.

Continua na parte 7.

e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 406Seguidores: 927Seguindo: 215Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Esta muito excitante esse conto, alias os seus sao sempre excitante assim,tou curioso pra saber como vai ser a vida do casal depois do acontentecido dela transar com o pauzudo do leleco otimo conto

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Foto de perfil de P.G.Wolff

Muito bacana!! Ótima sequência de contos!

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Obrigado... Levei muito tempo escrevendo... Até ter tudo pronto para publicar.

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Foto de perfil de Majases ♠️♥️♠️

Deliciaaa de detalhes excitantes e devassos com narrativa até pornografica.

Adoramos

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Que bom que gostaram. Fiz esta história para forçar mesmo o tesão de quem gosta.

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Espero que no banheiro, longe da audiência, ele caia de boca e limpe esses 10 jatos dos seios da esposa. Pelo menos é o que eu faria, e até a frente de todos.

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Você já é bem experiente… O Mancini ainda está começando… KKKK

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