Uma puta dama - parte 7

Um conto erótico de Beto (Por Mark da Nanda)
Categoria: Heterossexual
Contém 3319 palavras
Data: 30/01/2026 09:44:18

Reitero meus agradecimentos a nossa querida, Ida, que tem auxiliado como minha revisora.

Agora, vamos à continuação.

Forte abraço,

Mark

Um dos que parecia ser investigador perguntou algo em alemão, talvez o que estava acontecendo, e foi escorraçado pelo chefe. Não entendo alemão, mas sei quando alguém é escorraçado.

Ficaram apenas os 3 que entraram por último. Os dois mais jovens se aproximaram:

- Dr. Roberto Camargo?

- Sim, sou eu.

- Sou o agente Godfree e este é meu colega, agente Hans. Somos do FBI. E o senhor está preso.

[CONTINUANDO]

- Como é que é!? Chamaram o FBI por um discutível crime de invasão?

O moreno começou a “ler os meus direitos”:

- Agente Godfree, desde quando o FBI tem jurisdição na Áustria?

Ele me ignorou e seguiu lendo os “meus direitos”. Quando terminou, me encarou com um olhar tecnicamente frio:

- O senhor atentou contra a segurança de um cidadão americano. Temos todo o direito?

- Não, não tem. A Convenção de Viena, que regulamenta os tratados internacionais, não abre brecha alguma para que uma autoridade estrangeira possa se impor às locais. Sou advogado e sei o que falo.

Ele me encarou, claramente incomodado:

- Parece que a sua faculdade de direito não lhe ensinou que invasão é crime... – Disse, dando um sorriso sarcástico: - Se ela não te ensinou um conceito tão básico, como pode querer entender os mais complexos, como “Colaboração Internacional” e “Crime contra a Segurança Nacional”?

- Cometi um crime contra a Segurança Nacional da Áustria!?

Ele se calou por um instante:

- Bem... Se o senhor ouviu e prestou atenção aos seus direitos, sabe que estamos anotando todas as suas considerações. Talvez o juiz possa entende-las como Crime de Obstrução de Justiça.

Perguntou se eu havia entendido, o que confirmei. Eles me soltaram da maca e me deram simples roupas civis para vestir. Depois, me algemaram, mãos e pés. Fui acompanhado até onde dois enormes SUV’s pretos nos aguardavam. Entrei atrás no primeiro deles e os dois agentes também, um de cada lado. Os veículos começaram a se movimentar:

- Sejamos honestos, agente Godfree, o que está acontecendo aqui?

Após um breve silêncio, ele falou:

- Tudo será explicado muito em breve.

O celular do agente tocou e ele atendeu:

- Sim. Já estamos com ele. Correto. A caminho do aeroporto neste exato momento. As coisas dele estão no Hotel Continental. Exato. Ótimo. Chegaremos em dentro do previsto. Até mais.

O Hotel Continental era o mesmo onde eu estava hospedado. Certamente ele falava de mim:

- Como sabe que estou hospedado no Continental?

- Temos monitorado o senhor há algum tempo, Dr. Camargo. Sabemos, por exemplo, que o senhor chegou há 3 dias, que procurou a Sra. Helena Vester no centro de convenções e...

- Vester!? Mas... esse é o sobrenome de solteira da Helena? Por que ela está usando o nome de solteira e não o de casada?

Ele simplesmente me ignorou:

- Sabemos que tentou entrar no clube Savitage, duas vezes, conseguindo entrar na última, acompanhado da filha do Chanceler. Enfim, sabemos de muita coisa...

- Do hotel Imperial também e... – Calei-me, a confusão aumentando: - Espera um pouco. Por que o FBI está aqui? Tem alguma coisa a ver com a Helena? Ela está em perigo?

- Também estamos monitorando os passos da sua esposa. E não! Ela está bem e segura.

- Mas que porra está acontecendo aqui, homem!? Comece a se explicar!

Ele me olhou e depois para a algema como quem diz: “Você não está em condições de exigir nada, homem!”. Respirei fundo e perguntei mais calmamente:

- Por favor, eu preciso saber o que está acontecendo?

- Chegaremos em breve ao hangar onde nosso chefe nos aguarda. Ele lhe dará maiores detalhes.

Enquanto seguíamos, agora em silêncio, comecei a pensar no que estava acontecendo e uma coisa me chamou a atenção: o FBI – Federal Bureau of Investigation, é um órgão federal, com atuação local. Eles não poderiam estar atuando em outro país a não ser que fosse em regime de cooperação, para transferência de um preso. Ou talvez eles não fossem do FBI. Isso me assustou de verdade, porque se eles não eram agentes de verdade, quem eram?

Chegamos ao aeroporto e entramos direto, sem parar na guarita. Seguimos até um hangar e entramos. Lá dentro, antes de sairmos do carro, o agente Godfree se virou para mim:

- Vou soltar suas algemas em confiança a sua pessoa. Seu estudo psicológico não indica que será agressivo. Espero que se comporte.

Apenas acenei positivamente a cabeça e levantei os meus pulsos. Ele soltou todas as algemas, deixando-as no fundo da SUV. Saímos. De imediato notei um jato executivo parado ali dentro, sem qualquer identificação, nem mesmo a obrigatória, nem um símbolo, nada.

Seguimos pelo hangar até onde parecia ser uma espécie de escritório. Ele me pediu que me sentasse à uma mesa e me ofereceu café e água. Desconfiado, com o meu senso de sobrevivência ligado ao máximo, recusei. Certamente esses agentes têm um intenso treinamento psicológico, porque ele sorriu e tirou um café para si, bebendo à minha frente enquanto me encarava:

- Está vendo? Sem veneno, drogas... Nada!

Ele tirou outro café para si e outro para mim, colocando-o à minha frente:

- Ali tem água se quiser também. Aguarde apenas uns instante que o meu chefe virá conversar com o senhor. – Ele me deu as costas, mas virou-se quase que no mesmo instante: - Quer que eu prove a água também?

Neguei com um movimento de cabeça e perguntei:

- Onde está minha carteira, documentos, celular? Depois de ontem, eles sumiram.

- Estão a caminho. Já serão devolvidos ao senhor.

Ele então saiu da sala, deixando-me só.

Bebi aquele café, ralo, fraco, e sem açúcar, típico café de americano. Enquanto isso pensava em que tipo de problema Helena e eu havíamos nos enfiado. Foram bons, intermináveis minutos de espera. Num certo momento, notei uma câmera de vigilância no teto e a encarei, sabendo que estava sendo vigiado.

O agente Hans entrou na sala trazendo minha mala, roupas, documentos, carteira, colocando tudo sobre a mesa:

- Se quiser, poder trocar de rôlpa. Chefe chegar logo. – Disse num péssimo inglês com sotaque alemão.

Olhei rapidamente para as minhas coisas e dei por falta de algo:

- Onde está o meu celular?

O agente Hans olhou confuso e disse:

- Acredito chegar em breve.

Ele saiu sem me dar chance de perguntar mais nada. Escolhi uma muda de roupa mais formal, calça e camisa social, com manga dobrada no punho, e sapatos sociais. Eu era um advogado e precisava criar uma aura de formalidade, confiabilidade e austeridade. Peguei outro café, apesar de horrível era o que eu tinha, e organizei minhas coisas, deixando-as de lado.

Só então comecei a reparar melhor na sala, praticamente vazia, com exceção da mesa, algumas cadeiras, um bebedouro de água e uma cafeteira simples. Só então notei uma pasta no assento de uma das cadeiras. Peguei a pasta e notei que havia uma espécie de ficha de anamnese com um resumo da minha vida. Eles realmente haviam me investigado a fundo, muito a fundo, inclusive alguns trabalhos meio questionáveis que eu havia prestado a alguns clientes do escritório.

Distraído, nem notei que a porta havia sido aberta e um senhor me encarava:

- Conferindo se nossas informações a seu respeito estão corretas, Dr. Roberto Camargo?

Assustei-me e me virei de uma vez, derrubando algumas folhas. Agora eu estava frente a frente com quem parecia ser o chefe da operação, um senhor negro, forte, meio gordo, de cabelo ralo e curto, e bigode grosso:

- Sou Gerald Rutterford, agente sênior a cargo desta operação.

Ele me estendeu a mão. Uma ideia me passou rapidamente pela cabeça e enquanto apertava sua mão, joguei um verde:

- O que é que está acontecendo para a CIA estar envolvida?

- CIA, doutor?

- Sim. O FBI não possui jurisdição aqui. Só a CIA teria meios para agir em outros países simulando se passar por outro órgão, mesmo que dos Estados Unidos.

Ele não se abalou. Não moveu um fio do bigode. Nenhuma tensão. Nada. Ficou apenas me fitando por segundos, segurando a minha mão de forma firme, tanto quanto eu apertava a dele. Nesse instante a minha atenção se desviou para uma moça que pegava as folhas que eu havia derrubado:

- Muito bom, doutor. É mais inteligente do que parece. – Deu um sorriso conformado, enfim, e me indicou uma cadeira: - Sente-se. Precisamos conversar.

Sentei-me e ele foi buscar um café, trazendo-me outro também, o terceiro. A moça deixou a pasta sobre a mesa e foi dispensada por ele. Ele também se sentou, agora à minha frente:

- O que exatamente o senhor sabe ou imagina que está acontecendo aqui?

- Nada! Mas certamente envolve a Helena e essa é a minha única preocupação neste exato momento.

Ele anuiu com a cabeça, bebendo um gole generoso do seu café. Então, me encarou, dando um tempo para uma tensão se instalar:

- É melhor que seja assim. Quanto menos o senhor souber, melhor será para a sua segurança.

- Onde está a Helena?

- Ela está segura. Isso eu garanto para o senhor.

- E como o senhor pode me garantir isso? – Perguntei, encarando-o seriamente e falei pausadamente, dando peso e ênfase a cada palavra: - O... que... está... acontecendo... aqui?

Ele bebeu calmamente outro gole de seu café e colocou ambos os braços sobre a mesa, mão segurando mão, dedos entrelaçados, inclinando ligeiramente seu corpo na minha direção:

- Sua esposa, a senhora Helena Camargo, está colaborando conosco em uma investigação internacional.

- Minha esposa é uma agente da CIA? – Conclui precipitadamente, dada a surpresa.

- Não, não... Eu disse que ela está co-la-borando. Ela não faz parte de nossos quadros, muito embora esteja demonstrando uma capacidade singular nos trabalhos que lhe designamos.

Recostei-me em minha cadeira, nervoso, tentando colocar alguma lógica no que eu estava ouvindo. Não dava para concluir nada. Eu precisava de mais informações:

- Ok. Do que se trata exatamente? Em que ela está ajudando? É alguma coisa relacionada à empresa em que ela trabalha, não é?

- Não posso lhe dar detalhes da operação. – Ele bebeu um gole rápido do café: - Mas como lhe disse, ela está segura. Não há com o que se preocupar.

- Ok, então. Quero falar com ela!

- Não será possível. Neste momento, ela está infiltrada e qualquer anormalidade em sua rotina poderia nos custar anos de planejamento e execução. Sem contar todo o dinheiro já envolvido...

- Ela é minha esposa! Eu preciso ter certeza de que ela está bem e acredito que o senhor há de convir comigo que não é a palavra de um completo estranho que me fará ficar calmo.

Vi ele balançar o copo de café em um das mãos, sempre me olhando, sempre me analisando:

- Acredito que não. Mas infelizmente é o que tenho para lhe oferecer neste momento.

- Não está achando mesmo que eu vou aceitar isso, não é? Assim que eu sair daqui, vou atrás da Helena e vou tirar isso a limpo! – Bati minha mão na mesa.

- Imaginamos que pudesse decidir assim. Por isso, pedi que lhe trouxessem suas coisas. O senhor será escoltado até o nosso jato e daqui para o Brasil, e sem escalas.

- Como é que é!?

Ele terminou de beber o seu café e me encarou:

- A sua presença aqui foi um imprevisto em nossa operação. Chegamos a imaginar que Helena tivesse falado algo comprometedor, mas, uma criteriosa análise por nossos técnicos, concluímos que sua presença tinha um caráter puramente romântico, em virtude de sua viagem de lua-de-mel ter sido frustrada. Isso, pelo menos, a princípio... O que não contávamos, era com o envio da mensagem para o senhor, o que acabou desencadeando vários eventos imprevistos e que chegaram a colocar a operação em risco.

- Mensagem? Que mensagem!? – Perguntei, mas já imaginando do que se tratava: - Aquela mensagem dela me dizendo que iria me trair?

- Correto. Foi um imprevisto, algo que não imaginávamos que ela iria enviar. Infelizmente, o senhor acabou lendo antes que pudéssemos apagá-la e... Enfim! Cá estamos: o senhor cheio de dúvidas e eu tendo que saná-las sem responder praticamente nada.

Ficamos em silêncio, apenas nos encarando, cada qual esperando o próximo movimento. Ele estava certo, minhas dúvidas eram muitas e eu não sairia dali sem obter alguma resposta.

Levantei-me, empurrando minha cadeira para trás e bati com os dois punhos fechados sobre a mesa. Inclinando-me na direção dele:

- NÃO VOU EMBORA SEM FALAR COM A HELENA! – Gritei, irado: - Terão que me matar antes de me levarem ao Brasil.

Ele não se abalou um milímetro sequer. Era absurdo o autocontrole daquele homem. Mas nem seria necessário, porque a minha repentina explosão fez com que o agente Godfree e o agente Hans entrassem na sala, armas em punho e prontos para me apagar.

O agente Rutterford apenas olhou para eles e levantou uma mão, depois fazendo um movimento para que saíssem:

- Isso também pode ser arranjado, como o senhor acabou de ver. Mas eu preferia contar com sua colaboração espontânea, afinal, seria mesmo uma pena todo o esforço que sua esposa está despendendo para protegê-lo ser em vão, não acha?

- Me proteger do quê? Do que você está falando, homem?

Ele pegou a pasta que estava sobre a mesa, a mesma que eu folheara momentos atrás. Começou a folheá-la, calmamente. Parou numa folha que ele retirou, virando-a na minha direção:

- Protegê-lo de si mesmo, doutor. Afinal, fraude em licitação e desvio de verbas públicas ainda são crimes no Brasil, não são? – Ele me encarava, os olhos frios, calmos, psicopáticos: - Sua esposa se decepcionou tanto quando soube disso...

Eles sabiam. Mas como eles sabiam? Isso já tinha acontecido há tanto tempo... Nem eu me lembrava mais disso, mas... eles sabiam e sabiam que podiam usar essa informação contra mim. Como advogado, eu sabia que a fraude em licitação já devia estar prescrita, mas o de desvio de verbas não.

Sentei-me, lendo rapidamente aquela folha. Não que eu precisasse, mas como uma forma de tentar me convencer de que talvez Helena estivesse se sujeitando sabe-se lá a que para me proteger. E se fosse esse o caso, a culpa seria minha. Lembrei-me do Padre Pedrinho gritando um liturgia: “mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa”.

Só que agora, a culpa da Helena seria minha!

Calei-me. Olhando desolado para o papel. E aqueles não tinham sido os meus únicos erros. Eu sabia. E, de soslaio, vi que o agente Rutterford me encarava com uma expressão de quem sabia também. Eles sempre sabem.

Pela primeira vez, acho que o meu semblante derrotado trouxe alguma compaixão para o peito daquele homem:

- Dr. Camargo... – Ele fez uma pausa até eu o encarar: - Sua preocupação com sua esposa é legítima, mas eu te garanto que ela realmente está bem e segura. Estamos monitorando-a 24 horas por dia. Não há um único momento, que não tenha um agente disfarçado por perto dela. Sabemos de tudo mesmo o que ocorre em sua rotina. Confie em mim. Muito em breve, terá sua esposa de volta sã e salva.

- A mensagem... – Resmunguei com a voz quase inaudível e o encarei, olhos desnecessariamente úmidos: - A mensagem que a Helena me enviou... Ela está me traindo... com alguém?

Igualmente pela primeira vez, vi o semblante daquele homem se alterar. Talvez a tal fidelidade masculina fosse um conceito universal e ele sentisse que um colega de saco precisava de um apoio naquele momento. Vi quando ele piscou rapidamente, 3 vezes:

- Esse assunto... Prefiro deixar que sua esposa trate com o senhor pessoalmente. Talvez seja desconfortável, mas eu acredito que, quando há uma justa causa, situações... constrangedoras... possam ser contornadas.

Ouvimos 2 batidas na porta e ela se abriu na sequência. O agente Godfree entrou trazendo o meu celular e conversou algo com o agente Rutterford bem baixo, quase inaudível. Ele anuiu positivamente:

- Seu celular, doutor. – Ele me empurrou o aparelho.

- Estou grampeado?

O agente Rutterford me olhou em silêncio por um segundo e disse um “não” com cara de “sim”. Eu sabia que estava grampeado. A pergunta fora retórica. Ele se levantou e me indicou que o acompanhasse. O agente Godfree pegou as minhas coisas e nos aguardou. Levantei-me e saímos da sala.

Resistir não seria uma opção inteligente. Eram vários os agentes ali, todos certamente armados. No mínimo, física e psicologicamente muito bem preparados. Além de motivados. Eu seria facilmente rendido na melhor das possibilidades; na pior, eu seria apenas um nome descartável, um dano colateral menor.

Começamos a andar na direção do jato. Um sedã preto entrou no hangar chamando a atenção do agente Rutterford. Olhei na mesma direção e vi o carro estacionando próximo ao escritório de onde eu havia saído:

- BETO!

Foi então que a vi. Helena veio correndo na minha direção. Naturalmente, corri para ela. Ela se jogou em mim, agarrando o meu pescoço e entrelaçando as pernas na minha cintura. Os agentes ficaram sem reação, mais ainda quando ela colou a sua boca na minha. Após tanto tempo, e apesar de ainda haver tantas perguntas a serem respondidas, tê-la comigo foi muito bom. Senti que ainda havia uma chance para nós:

- Mrs. Camargo. Por favor! Colabore comigo. – Disse alguém logo atrás dela.

Eu a apertei forte no meu peito. Ela idem. Eles que lutassem para nos separarem. E lutaram. Foram 4 ou 5 homens e mulheres para, enfim, nos separarem:

- RUTTERFORD, ISSO NÃO É NECESSÁRIO! – Gritei, irado.

- PAREM TODOS VOCÊS! – Ele gritou na sequência, sendo obedecido de imediato: - E soltem eles.

Fomos soltos e Helena correu para mim novamente, agora abraçando-me do chão mesmo. Ainda saudosa. Ainda enigmática:

- Vocês têm 1 minuto para se despedirem. O Dr. Camargo está de partida... – Sentenciou o agente Rutterford.

Olhei para Helena e ela para mim. Seus olhos estavam marejados e não a culpo, os meus também estavam. Mas ela não chorava, ela nunca chorava:

- O que está acontecen...

- NÃO! – O agente Rutterford me interrompeu: - Aproveitem o tempo para se despedirem. Não dê nenhuma informação, Sra. Camargo, ou não garantirei minha proteção a seu marido.

Ela, que olhava na direção dele nesse momento, me encarou e sorriu um sorriso triste, desolado:

- Eu vou te explicar tudo, Beto. Prometo! Está quase no fim. Só me espera. Me dá uma chance de te explicar e... – Uma lágrima desceu por seu rosto: - Você vai entender. Eu sei que vai...

Meu instinto de macho quase me impeliu a perguntar se ela estava me traindo. Quase! Naquele momento, a traição, que eu tinha certeza ter ocorrido, era o menor de nossos problemas, e ela não precisava carregar mais um de mim, não a minha desconfiança, muito menos a dor que a traição estava me causando:

- Você está segura?

- Estou. Acho que estou... – Ela resmungou.

- Tem alguma coisa que eu possa fazer, Helena?

- Tem. Me espera. Já estou voltando...

Nós nos beijamos novamente, com urgência, com necessidade, com amor. Nossas estruturas estavam abaladas, mas talvez ainda houvesse alguma chance para nós. Talvez.

Nos separaram novamente e Helena foi conduzida ao escritório, enquanto eu fui graciosamente empurrado por 2 agentes para dentro do jato. Vi quando ela entrou. Não sei se ela viu quando eu parti. Os agentes Godfree e Hans me acompanharam em meu retorno.

Foi o mais longo e cansativo voo da minha vida. Não consegui dormir 1 minuto sequer. Minha mente trabalhava ativamente na busca de uma forma de ajudar Helena. Mas como ajudar se eu não sabia o que estava acontecendo? Eu tinha poucas opções, afinal, minha rede de contatos não era tão avançada assim:

- Rede... – Cochichei para mim mesmo, sem chamar a atenção de ninguém.

Um sorriso surgiu em meus lábios. “Zico!”, pensei. Se não tenho conexões reais, talvez as virtuais... Ele era um hacker e eu nunca acreditei que ele havia se afastado inteiramente do “Anonymous”. Se tinha alguém que poderia me ajudar a ter informações, esse alguém era ele.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 337Seguidores: 713Seguindo: 25Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Após ler todos os comentarios acredito que para entendermos realmente a origem de tudo isso, seria necessário um flash back como já foi citado aqui.

Mas eu gostaria muito para efeito de esclarecimento ouvir a versão da Helena, onde ela fale de seus dramas e suas angustias durante esse processo. Pois veja bem, se ela é inocente e entrou de gaiato neste navio imaginem como deve estar sendo difícil e autamente constrangedor para ela ter de trair o marido fazendo sexo com outros( eu creio que até orgias ela esta tendo de participar). isso deve estar sendo terrível pra ela.

Mas e se ela já estivesse envolvida sexualmente antes nessa parada e o FBI descobriu e passou a usar isso contra ela ameaçando expor tudo ao marido, ela caiu na real e quer se redimir?

será que ela mereceria perdão, será que realmente mostraria arreependimento?

Essas questões só ouvindo ela para sabermos, até agora só temos as dores dele, que são muitas, faltam as dela. 3 estrela novamente grande Mark.

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Como é que o Bronson pode ter tanto acesso ao celular da Helena ??? Ele pode ter mandado a mensagem ? Pode. Quando o Beto liga, ele atende !!! Porque ela deixa o celular tão disponível?

Ah, Mark, você vai ter que explicar tanta coisa que eu estou até com pena de você !!! Rsrsrs

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O que precisamos saber é até que ponto ela se envolveu com o esquema criminoso.

Acredito que o fato dela ter a letra B tatuada e a pimenta, já indica um envolvido anterior a viagem, vai que de fato ela tinha um caso com o Bronson e durante esse meio tempo a casa caiu e ela teve de trocar de lado?

Como o Beto ela também deve ter sido coagida com os crimes dela, tipo ou ajuda a gente ou vive vai presa e seu marido também vai ser prejudicado.

Acho que ela ficou sem escolhas, o amante já tava sendo vigiado em um esquema criminoso no qual ela também deveria ter alguma culpa e o marido também tinha um passado meio sujo.

Não tinha como ela dizer não ou escolher o lado do amante.

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Osório, essa história dos dois começou toda errada. Veja só o primeiro diálogo dos dois no primeiro capítulo!!! A Helena avisa que vai ter que viajar pois estão acontecendo algumas coisas "estranhas" na empresa.

Ela não diz quais são essas coisas estranhas e pior, o Beto não pergunta !!! Só se preocupa com a viagem que terá que ser cancelada !!!

Vai entender.

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Então, nessa caso dos dialogos sobre a viagem, já estava acontecendo vários desentendimentos e desencontros no relacionamento do casal, acho que a viagem foi só mais um desses desentendimentos, porisso o marido não deu atenção para o motivo. Acho que na cabeça dele ele já estava perdendo para os compromissos dela com a empresa fazia um tempo. Porisso ficou mais puto com a viagem do que com o motivo.

E ela nem dá a chance dele se despedir, ela simplesmente avisa e vai embora.

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Aproveitando Ida, eu li o conto do Zodíaco, realmente sensacional, passou a ser um dos meus favoritos aqui do site. Muito bom mesmo.

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Essa história ficou muito boa mesmo. Eu adorei fazer parte da sua criação.

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Nossinhoradaparecida !!! Tudo isso sendo discutido e eu nanando !!!! Tenho que me atualizar !!!

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Um erro não leva a outro, e se o parceiro se vingar cometendo outro erro, estará se igualando e fazendo a mesma coisa que o primeiro que errou. Se a Helena se sentiu traída com as atitudes do Beto, converse, ponha tudo à limpo, não deu se separe, mas usar esse erro para ounir o marido é canalhisse. A questão da mensagem ainda acredito que não foi ela quem enviou, se foi ela, aí não merece nem comentários, mas ela teve a chance de esclarecer esse assunto, quando questionada por ele no clube, mas não o fez, depois vieram outras situações que colocam a relação dos dois na berlinda, tipo: está hospedada no hotel com o nome de solteira e mais ainda como acompanhante do chefão americano, que já havia mostrado vontade de possui-la, e por último e o pior de tudo a opção pelo silêncio ao bloquea-lo no telefone. Em fim no clube ela poderia dar algum sinal pra tranquiliza-lo, mas não resolveu fugir.

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Se fica o bicho pega .... e se fugir o bicho come

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Chocada... Com um nó na cabeça, querendo acompanhar mais, eu imaginava que ele estava em perigo, pelo jeito que ela falou na mensagem, mas descobrir que ela está sendo chantageada por causa dele....

Tipo sei lá... Quer pagar de traído magoado e pedir o divórcio, isso só vai falar bastante do carater dele... Mas não duvido nada, homens são assim. (pelo menos uma grande maioria)

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Relaxa. O Mark não gosta de pisar em mulheres. E ainda tem muita história para ser contada.

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Fico feliz de saber disso ver como vai desenrolar essa história toda, me parece que vem muito drama pela frente. <3

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Estou mais calma, fiquei definitivamente feliz de ler isso, a CdC as vezes é um tanto quanto tóxica, muito obrigada pela sua resposta.

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''chantageada por causa dele'' Você fala como se o vilão da história fosse o Beto, ao invés dos chantagistas. kkkk

Tudo bem que você quer ver o melhor da Helena, mas convenhamos, os fatos apresentados até o momento, não absolvem nem uma de suas atitudes.

Tu jura que ela aceitou a chantagem, porquê o Beto ia ser acusado do crime extremamente sério de desviar verbas... no Brasil... sério?

Sinceramente, a coisa tá feia pro lado dela. A única maneira dela sair impune dessa enrascada, na minha opinião, é se ela ou Beto tiverem sido ameaçados de morte. Por exemplo: talvez essas pessoas não sejam realmente do FBI. A única prova que temos é a palavra deles, que não vale nada, já que eles são chantagistas, manipuladores, criminosos e etc... Vai ver eles são uma organização criminosa, que estão ameaçando a Helena para participar e gravar uma daquelas orgias, com o intuito de chantageia-los para não divulgar o vídeo.

Enfim, com o que a história mostrou pra gente até agora, a Helena não parece ser essa pobre e inocente esposa incompreendida que você parece acreditar.

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VAmos lá... Desviar verbas no Brasil não prescreve...

Aí você diz, poxa, paga o juiz, aí você descobre que a CIA pagou o juiz antes... dizendo que cobriria qualquer diferença... Uma vez na cadeia se a CIA quiser, pode simplesmente acontecer de uma rebelião de presos, eles conseguiram levar para dentro do presídio armamento grade militar e nosso amigo Beto, acabou morrendo no fogo cruzado com 10 balas perdidas na cabeça...

O Texto da Helena, diz arruinados financeira e emocionalmente, se você acha que a CIA não pode cumprir uma ameaça de ruina total financeira e psicológica de alguém, você está sendo inocente.

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A Helena tá igual a uma outra personagem do Mark, fica falando que ama, que não quer machucar MAIS, que o marido não merece nada do que tá acontecendo, nunca tive a intenção de fazer você sofrer, mas tá o tempo todo lascando no "toba" do sujeito, agora, ainda tá jogando o sentimento de culpa em cima do sujeito, que pelo que a estória tá contando, o FBI o investigou, exatamente para encontrar uma maneira de chantagear a Helena, denotando culpa, para fazê-la entrar em cooperação, um detalhe é que o celular dela já estava clonado na viagem de ida, inclusive o agente não deixou claro se ela sendo obrigada a fazer sexo, conforme elanescreveu na mensagem, tudo isso é muito estranho, muita quebras de protocolo para somente uma cooperação compulsória, não faz sentido, isso mostra que tudo vem de muito tempo,inclusive, se ela está infiltrada, sob sigilo absoluto, o que ela foi fazer no angar que o marido estava, se foi por vontade imposta por ela, não acredito que o FBI cederia sob a justificativa da infiltração poder ser exposta, mesmo assim, se por acaso do "caxapreggo" , o FBI permitisse a interação entre ela e o Beto, só agora ela teria resolvido falar com o marido urgentemente, de maneira cinematográfica, só faltou o vento nos cabelos, batom vermelho como sangue, com o sol se pondo no horizonte... Uhé, Uhé,Uhé... o que mudou da noite anterior no clube para agora no angar, para ela ter essa urgência toda, esse amor passional todo, já que no clube, principalmente quando leu a mensagem que ela mesmo enviou e não apagou, pois quem apagou foi o FBI, fugiu igual a uma adolescentizinha covarde, sem dar nenhum farelo de satisfação ao marido, como foi falado esse angú tá embolorado, não dá nem para colocar na boca, tá tóxico demais, mas então, o que mudou para ela mudar o comportamento tão radicalmente??????

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No clube, ela estava em público, sob vigilância, e talvez na presença de alguém sensível à operação (o alvo).

No hangar, estava só ela, o marido e os agentes. Ela nao precisava se segurar.

Só acho que foi por isso...

Posso estar enganada.

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Boa noite Nanda, como ela conseguiu sair da vigilância sem comprometer a infiltração é que me pega, o chefão do FBI jamais iria concordar com esse encontro, colocando toda a operação em risco por Amoreco, além disso, no Clube, uma piscada de olho, uma segurada discreta com um aperto na mão do marido, dificilmente cairia no radar de quem a estaria vigiando, além disso, ela ter mandado a mensagem é extremamente comprometedor, a não ser que o agente do "FBI" esteja manipulando aos dois e na realidade ela não mandou a mensagem cruel, neste caso, tudo volta a estaca zero, com dúvidas ainda maiores a serem resolvidas, mas pelo menos a Helena voltaria a ser minha Power Woman no sentido literal da expressão.

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Vai rolar uma festa pormografica nas férias de lua de mel. Onde será heimmm...

Estamos tensos, excitados e curiosos.

Que venha o Brasi.

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E o hacker amigo dele vai mostrar em tempo real. Prevejo o nosso prota sendo quebrado de todo jeito...

Vai ser dificil eles terminarem juntos.

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Também acho, não acredito em empatia masculina... Quando acontece é bem vinda, mas esperar eu não espero, muito menos acredito.

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Mas a pergunta certa é qual é a história por trás da história, pois está claro que tem mais coisas aí a tatuagem a loira a vontade dela trair tem muito mais coisas aí.

Ansiosa pelos próximos capítulos.

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A mensagem que ela enviou é um divisor de águas, por mais que ela possivelmente tenha traído por erros cometidos por ele, não justifica espezinha-lo com uma mensagem com aquele conteúdo e naquele momento, na mensagem ela deixou claro a intenção de trair sexualmente, foi muita crueldade, ainda mais para quem diz amar desesperadamente, é um exemplo máximo de falta de empatia justificada por um pseudo altruísmo, afinal o que ela esperava que ele fizesse lendo uma mensagem daquela e naquelas circunstâncias, como ele iria se sentir por vários dias, além disso todo o sigilo da viagem designativa do FBI, com certeza, ficaria comprometida e a Helena é inteligente e esperta o suficiente para saber disso, então toda a argumentação dela em virar as costas ao marido por estar em sigilo por necessidade designativa cai por terra, não faz sentido e a Helena saberia disso, então...

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Ela entrou em desespero... Olha os outros comentários do conto, inclusive o logo a baixo do seu, na cabeça dela, ela perdeu o marido quando entrou no avião, o desespero é a única coisa que sobra.

É uma situação parecida com a que ocorreu entre a Catarina e o Cleber a maioria dos homens não têm nem uma empatia pelos motivos que levaram uma mulher a traição, só importa o ato exato do que aconteceu.

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Só na cabeça de trouxa existe empatia pra traição, não existe e nunca existiu um único motivo q justifique uma traição, algumas pessoas atualmente estão a todo custo tentando romantizar algo tão mesquinho,egoísta e de um mau carátismo sem tamanho, si quem já viu ou passou por algo tão destrutivo como uma traição sabe realmente o quão sério é essa atitude leviana e egoísta, então na minha opinião somente trouxa aplaudem ou tem empatia pra isso, e estou dizendo sobre traição no geral, sem distinção de gênero

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Bom já que já fui chamada de trouxa, devo te lembrar educadamente, que já no primeiro capítulo eu te respondi a minha questão sobre isso.

"Eu não te perguntei nada..."

Dito isso, tenha um bom fim de semana.

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Vale lembrar que você no caso não é trouxa sozinha, pois efetivamente quem traiu até agora foi o Beto Bento, ele beijou a Annie na boca, selinho, mas beijou e teve um encontro declaradamente romântico, então...

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Nesse ponto eu vou discordar veementemente, a diferença de experiência e esclarecimento mental, entre a Heloísa e a Catarina é brutal, e no momento que ela escreveu aquela mensagem para o marido, ela se mostrou uma mulher sem respeito e empatia com os sentimentos do marido, informar ao marido por meio de mensagem que ao invés dela estar indo para uma segunda lua de mel há tempos planejada com carinho, para ir numa viagem surpresa para outro país para ser usada sexualmente pelo chefe dela, é de uma crueldade sem precedentes, falasse no cacete da volta da viagem, não tenho o menor medo de afirmar, se foi a Helena que mandou a mensagem de livre e espontânea vontade, para mim nessa altura, nem importa se traiu ou não, a falta de cuidado com o psicológico, emocional e amor próprio da pessoa no qual ela diz amar é de um grau tão alto, que me atrevo a chama-la de mau caráter, além disso, ela não é uma adolescente perdidinha para sair correndo quando confrontada, ela soube negar que não havia mandado a mensagem na maior cara de pau, inclusive eu digo como espectador que ela me fez acreditar nela sem a menor dúvida, eu me sinto traído junto com o vacilão do Beto Bento kkkkkkkkkkkkkkk só tem um jeito dela voltar a ser minha personagem modelo, o agente estar mentindo e que não tenha sido ela a mandante da mensagem do capeta, Rsrs De boa, neste aspecto, eu me ponho no lugar do Beto lendo a mensagem, saindo de uma felicidade em êxtase para desespero total e impotência escruciante.

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Entendo seu ponto... Mas acho que ela pode sim ter mandado e apagado por desespero, a pressão que ela está passando é enorme, uma mulher, que nunca traiu, nunca se sentiu atraída por outro homem.

Acho que poderia ser... Acho que eu compreenderia, porque na hora do desespero as pessoas agem de forma irracional, isso não é uma desculpa para o que ela fez, mas mostra, o quanto ela está enlouquecendo com essa situação, porque ela não é uma agente.

Mas compreendo seu ponto.

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Dentro do seu raciocínio, se você está em desespero e o seu pensamento é mandar uma mensagem que você tem toda certeza que vai machucar o seu ser amado, depois negar veementemente que enviou a mensagem, se mostrando totalmente tranquila, inclusive falando que iria voltar ao Brasil para saber do marido, ele não estivesse bem, passando uma tranquilidade total com a própria situação, a ponto de se preocupar com o bem estar do marido no Brasil, isso não me mostra desespero de idéias, ao contrário me mostra calculismo e possivelmente manipulação, ela mesmo ter mandado a mensagem é bem complicado para o meu entendimento, não tanto pela suposta traição que seria cometida, até porque não seria eu o traído, rsrs, é pela falta de empatia, uma pessoa que ama, respeita e quer bem a pessoa amada, num momento de desespero procura duas coisas, querer que a pessoa amada esteja segura e buscar validação com a pessoa amada, justamente para encontrar forças para enfrentar o que está por vir, quando uma pessoa não está muito preocupada com sua "pretensa pessoa amada" age exatamente como a Helena supostamente agiu, busca uma auto validação para aliviar o próprio sentimento de culpa, mas não se importando com o que pode causar de negativo. Então, se colocar em perspectiva tudo muito bem distrinchado, uma confissão de adultério nessa situação criada, é uma forma de egoísmo misturada com covardia muito grande, só que no caso da Helena é tudo ainda no campo do supostamente, pois as declarações do agente não me parecem confiáveis, aliás, não são confiáveis, pois ele inclusive admite a chantagem feita com a Helena, por atos que o Beto cometeu, então está longe de ser uma operação ética e confiável, essa seria a minha esperança de redenção da Helena.

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Na minha na visão.

Ela manda a mensagem foi pega os agentes apagam a mensagem e dão uma prensa nela avisando que ela está grampeada, oque obviamente ela não sabia.

Aí tem toda a situação no clube.

Ela sabe que está sendo vigiada, sabe que tudo que ela fala ou diz no celular está sendo ouvido.

E já deixaram claro para ela que ele corre risco reais se ela contar o porque, como falaram para ele…

Que escolha ela tem. Além de se culpar por ter começado o assunto em primeiro lugar por desespero.

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Eu entendo o seu ponto. Mas também entendo o dela.

Se ela não tivesse ficado desesperada, no mundo ideal dos agentes, ela faria o que tem que fazer, voltaria posta casa e o Beto NUNCA ficaria sabendo.

Eles iam viver felizes para sempre sem ele jamais desconfiar.

Quem não quer esse final foi ela.

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Minha ressalva do seu ponto, é que em nenhum momento a Helena se mostrou sequer incomodada com a suposta mensagem, pelo contrário, enquanto ela estava convicta de que o Beto Bento não sabia do conteúdo, ela estava extremamente tranquila, dialogando calmante, por mensagens enviadas e até em chamadas, mas bastou ela tomar conhecimento que o Beto Bento sabia do conteúdo da mensagem, para aí sim ela entrar em desespero, tanto que ela estava disposta a sair do Clube com o marido somente não querendo que fossem para o hotel dela, sob a alegação ridícula de que o seu quarto estaria bagunçado, cacete, mesmo que estivesse, ele é o marido dela, não um peguete que ela quer impressionar, mas o pior foi que quando ela soube da ciência do marido sobre o conteúdo da mensagem é que entrou em desespero e mudou de idéia quanto a conversar com o marido e fugiu vergonhosamente como uma traidora comum, não consigo ver isso com bons olhos, ela estava sereníssima enquanto estava achando que estava enganando o marido, depois que viu que não ...

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Ela falou que o quarto dela estava bagunçado porque não poderia falar que estava grampeado...

E se ele estava com a mensagem no celular, ela já sabia que quanto menos falasse com ele, menos o envolveria, ela estava sendo vigiada, conseguiu permissão para falar com ele e tirar ele dali, mas se ele sabia mais do que ela imaginava, ela precisaria dar um jeito de boalr algo, porque ela não sabe se eles vão deixar ele vivo, caso ele saiba de mais.

É a CIA... Ele só está vivo, porque a colaboração dela é importante, se não tinham matado ele no hangar e possivelmente, só deixaram os dois se verem, para garantir que ele estava vivo para ela.

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Inclusive isso é textual o quão fácil seria se livrarem dele, mas ele não liga isso ao fato dela ter aparecido no último minuto... Deram para ela, uma garantia de vida dele, ou ela se comporta... Ou...

Ela já não se comportou, ela já manodu uma mensagem que tinha sido interceptada, ela já conversou com ele no clube, ela já deu bandeira, ela já demonstrou, poder se voltar contra eles, ao mandar a mensagem inclusive...

Controlar o Beto é controlar a Helena... Só acho que ele mesmo nunca vai saber disso... Já que a maioria que está lendo o texto não conseguiu olhar para esse lado.

Mas quem sabe sua visão está certa e ela é só meio psicopata e faz o que for preciso no momento que for preciso sem remorso e sem consciência, pode ser também.

Só estou levantando uma hipótese.

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Eu só vi mudança de comportamento dela, quando soube que o marido sabia do conteúdo da mensagem, só aí ela mudou o comportamento, antes ela estava tranquila, isso é que me pega, não se sustenta, se ela estava sendo vigiada tão de perto e sabia disso, como ela aceitaria ir para o hotel do marido sem comprometer a ambos. Tudo mudou nesse instante, isso que não entra na minha cabeça, só se tinha alguma coisa que indicasse secretamente algum perigo iminente, coisa de alta espionagem.

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Então mas eu respondi isso... Veja.

Ela vê ele... Ela comunica os agentes e pede permissão para falar com ele, recebe o aviso para fazer isso de forma discreta e sumir com ele daí para não colocar a operação em risco.

Ela tenta falar com le, ele confronta ela com a mensagem, que os agentes tinham dito que ele não tinha lido, ela percebe que não há forma de falar qualquer coisa para ele que não seja a verdade.

Só que isso coloca ele em risco, logo a única possibilidade segura dela, é falar para os agentes que conseguiu tirar ele dali e rezar para ele, aceitar conversar em casa, o que ele não faz, ela não contava que ele iria invadir o hotel.

SE colocando ainda mais em risco.

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Só que é o contrário, os supostos agentes sabiam que ele já tinha lido a mensagem, ela é que supostamente não sabia que ele tinha lido e como eu já disse anteriormente, quem apagou a mensagem, só apagou depois que o Beto Bento leu, só isso levanta muitos questionamentos, se quem apagou foi o FBI, CIA ou o que o valha, por que esperou o Beto Bento ler?

A chave de tudo está na maldita mensagem que a Helena não negou que enviou, mas também não confirmou, só se desesperou rsrs o Mark é PHODa com esse jogos de interpretação das ações dos personagens dele, horas antes dela mandar as mensagens, ela tava tão tranquilinha que ofereceu sexo por vídeo chamada ao marido e o vacilão negou dizendo que ainda estava no escritório e ela já estava no hotel em Viena, para você ver o nível de relaxamento, horas depois ela mandou a mensagem e alguém apagou no celular dela, pois ela mesma citou que tinha uma mensagem apagada que não teria sido ela quem apagou.

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Você acabou de me dar uma ideia quanto a isso... Realmente a personalidade dela mudou... Volta um pouco... Alguns contos atrás...

Bronson é o chefe assediador, ele fez a ameaça na festa, a tatuagem que não é permanente foi feita para dar a entender que ela caiu na dele... Porque a CIA ameaçou ela.

Bronson vê o celular dela e têm a chance de cutucar o marido, ele envia a mensagem, ele confronta ela, ela descobre a mensagem no clube... Mas falar sobre a mensagem é expor a operação, logo ali na hora que ela viu do que se tratava ela tinha que cortar o assunto, ou colocar os dois em perigo.

Por isso as mudanças de comportamento dela, o que é ou não , previsível, ela age dentro de um leque previsível por ela, tirar o marido do clube e inventar uma desculpa em quarto que os capangas do Bronson não vão ver ela entrando com ele é uma coisa.

Ter que expor a operação e sabe-se lá o que a CIA vai fazer em seguida é outra.

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Eu estou bastante empolgada e intrigada com a história... kkkkkkk... Agora tenho motivos para me apegar mais emocionalmente também, porque recebi garantias de algo.

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Calma, não é bem assim, mas fazer teorias é tudo de bom kkkk

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Mas como eu disse, por enquanto é o que eu estou tendendo a acreditar, têm gente nos comentários, que já está falando que ela não aceitaria fazer uma missão para a Cia mesmo com a cabeça do marido na forca, se ela já não tivesse o desejo de trair.

Por isso eu comparei com a Catarina... Porque os motivos de salvar o marido, NUNCA serão suficientes na cabeça da maioria dos homens, para uma traição, seja ela sendo enganada, como no caso da Catarina, seja os jogadores, serem a CIA dizendo que é pra fazer ou fode com a vida dele, de verde e amarelo.

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Antes dela se calar, praticamente admitindo ter enviado a mensagem eu era totalmente a favor dela, mas a mensagem é cruel demais, da sempre sua mas agora não somente sua, é de uma crueldade sem mensuração, se foi ela que escreveu isso, não tem falso ou verdadeiro desespero que explique e justifique.

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Ela não quis ir para o hotrl dela porque ela tinha acabado de trepar com alguém e ficaria nitido isso pro marido.rsrss

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E o corno vai aceitar a mulher toda fudida se volta.... Kkkjk

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Sério q a justificativa pra Helena fazer tudo q vem fazendo,(inclusive uma suposta traição), é isso? Um crime prescrito e um outro q no máximo faria o Beto chegar a presidente do Brasil, menos ser prezo, na boa né, está na cara q tem caroço nesse angu

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😂🤣 parece que Helena não entende de leis, ou...

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A Helena poderia morrer nessa operação a o Beto ficar sem saber o que realmente aconteceu, até que ponto ela se envolveu e do que se tratava exatamente essa traição, sem se quer ter a oportunidade de se despedir dela de forma descente.

Passar a vida toda, até seus últimos dias, lembrando de tudo sem entender nada e acreditando que tudo foi por culpa dos seus próprios crimes.

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Não comentei no final do conto passado para não ficar tentando antecipar o que o autor preparou, mas achei que a Helena estivesse realmente em uma força tarefa com esse pessoal... o que achei que iria acontecer seria a filha do chanceler entrar na jogada em favor do protagonista e não deixando os americanos saírem por cima... pessoal muito marrento...⭐️⭐️⭐️

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A gente fica com o coração na mão...

O que nos resta??? Esperar o próximo capitulo!!!! kkkkk

E Annye... o que aconteceu com ela!!!

Ela tem ligação com a CIA também???

E Simone, a psicóloga? Vai reaparecer na história???

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Gente do Céu !!! Um dos "deslizes" do Beto já prescreveu. O outro é um desvio de verbas !!! Quando foi que alguém viu um corrupto indo para a cadeia no Brasil por desvio de verba ???

Se foi isso, a Helena foi enganada e ela não me parece ser tão ingênua a esse ponto. Tá falando alguma coisa !!!!

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"faltando" alguma coisa !!!

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Os caras da CIA são profissionais. Eles conduziram a situação para Helena se ver sem saída.

Veja, concordo totalmente com o que você fala, mas isso somos nós falando aqui, com tranquilidade e calma, sem pressão em cima de nós.

Sinceramente, ao que me parece, Helena não teve qualquer chance.

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Eu ainda acho que falta alguma coisa. Se for somente isso ... a Helena foi "enrolada, embalada, transportada e entregue" como necessário. Eu duvido que ela, ao menos, confrontasse o marido para saber se eram verídicas aquelas acusações e qual o risco para ele. Não é possível uma alta executiva de uma empresa (principalmente trabalhando com M&A) avaliando riscos e estratégias, tenha caído nessa ladainha tão facilmente.

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Condordo com vc Id@

Falta alguma coisa

Acho que não pode ser descartado a possibilidade antes levantada de que ela voluntaria ou involuntariamente se envolveu com algo de errada na empresa que trabalha!!!

Por exemplo... ter sido envolvida em falcatruas pelo Bronson e seus comparsas em coisas que desconhecia...

Pode também ela ou Beto terem sido ameaçados de morte...

Quanto ao que a CIA tem contra o Beto, concordo que é somente um cala-te Boca momentâneo do Agente... para diminuir o ímpeto dele e aceitar voltar ao Brasil!!! pois isso não dá nada!!!

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Provavelmente a Helena tem sua culpa e suas coisas erradas. Dificilmente ela se sacrificaria assim pelo marido, convenhamos ne, se ela amasse o marido nesse ponto ela não trairia ele, jogaria limpo com ele desde o começo, prova de amor bem torta essa ? Ela tá ali pra salvar a própria pele.

O fato de usarem os crimes do Beto contra ele foi mais um cala a boca nele. E pra deixar claro que sabem de tudo.

Muito mirabolante essa trama...

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Ou seja, ainda falta alguma coisa !!!

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Meias verdades, ou falsas verdades, para desviar a atenção dele, fazendo ele se sentir culpado pela esposa estar pagando este preço por causa dele, mas a verdade ainda não foi dita!

Os mosquitos estão nadando neste angu!

Este argumento não justifica o que ela está fazendo, ela tem rabo preso nesta história toda, e coisa grande ainda!

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Ida, tb achei estranho essa liberdade todo da Cia em um pais estranho... Tudo bem que eles operam em outros países, mas ter poder de polícia da forma que foi... sem nenhuma autoridade local. É um país amigo dos EUA...não se pode entrar assim na mão grande. Acho que eles agiram sem a autorização das autoridades locais... porisso pensei que a filha do chancele iria interceder por ele, como disse em um comentário acima. Esses americanos são muito marrentos😂

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A filha do chanceler não entrou na história atoa. Provavelmente ela vai ajudar de alguma forma.

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Posso ter interpretado erroneamente, mas quem prendeu Beto após a invasão ao Hotel foi a polícia local...

A CIA entrou na história se passando por FBI para tirar Beto da prisão local, possivelmente usando de sua influência dizendo que Beto era procurado por eles...

Quant a filha do Chanceler!!! Sei que é normal em algumas culturas... jovens de famílias abastadas / importantes trabalharem em atividades mais simples... mas porque ela surgiu do nada... na rua para auxiliar Beto??? Isso é estranho!!!

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Da CIA ela não é, pois se fosse não teria levado ele ao Clube (já que a CIA sabia que ela frequentava la).

Também teria desacreditado ele da menssagen e não dado apoio (já que foi a CIA que apagou menssagem)

Ela tem influência e grana, a descrição da casa dela da a entender isso e o fato dela ter acesso livre ao clube também da a entender.

Envolvida com os criminosos ela também não está, se não eles já teriam se livrado do Bento.

Então o que sobrou pra ela ser ?

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Uma trouxa sonhadora que se interessou pelo Bocoió do "Beto Bento", kkkkkkkkkkkkkkk ele parece uma mistura de personagens mesmo.

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Pior que o Beto podia ter ganhado muitos pontos com uma frase só pro cara da Cia e se colocado em uma situacão melhor: o crime é meu e não dela. Mark, que Thriller policial eletrizante!

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