O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 25.4 (O FINAL)

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 4813 palavras
Data: 29/01/2026 20:54:00

## O Domingo Sangrento

Eu empurrei Bruna para dentro. Senti o braço dela tenso sob meus dedos, o bíceps contraído, a pele fria e arrepiada. Mas não era a tensão de quem prepara uma fuga; era a rigidez cadavérica de quem caminha para o matadouro sabendo que merece a faca no pescoço. Ela mancava levemente. Aquele arrastar sutil do pé direito no piso laminado era o lembrete físico, a prova forense do que eu havia feito com ela na nossa cozinha horas antes. E, Deus me perdoe, aquele mancar era a única coisa que me dava uma sensação de controle. Era a minha assinatura brutal deixada na carne dela, uma marca de propriedade que eu havia imposto antes de entregá-la aos leões.

Osvaldo notou. É claro que notou. Os olhos dele, pequenos e escuros como contas de vidro inseridas em massa de modelar, desceram pelas pernas dela, subiram pela roupa dela — o uniforme da “esposa respeitável” que ela tentava vender ao mundo — e pararam no rosto inchado de choro. O sorriso dele se alargou, expondo dentes amarelados pela nicotina e uma gengiva pálida.

O ar pesava como chumbo, suspenso, pesado e obsceno como uma fumaça tóxica. Senti Bruna estremecer ao meu lado, um espasmo violento que percorreu sua espinha, mas eu não fiz nada. Não a defendi. Apenas soltei seu braço. Ela caminhou até o sofá como uma autômata, uma boneca de corda com o mecanismo quebrado, e sentou-se na ponta. As pernas juntas, os joelhos colados, as mãos cruzadas no colo sobre o tecido do vestido, a cabeça baixa. A imagem perfeita da derrota. Enquanto isso, eu permanecia em pé, rígido, um sentinela inútil e castrado diante do desastre iminente.

Osvaldo girou o notebook na mesa para que a tela ficasse virada para nós.

Eu esperava ver algo complexo. Talvez esperasse ver a "magia negra" da tecnologia que justificasse minha impotência. Mas não. Não havia códigos complexos, não havia hackers invisíveis em capuzes, não havia linhas de comando verdes sobre fundo preto. Havia apenas a brutal simplicidade da incompetência humana armada com ferramentas básicas.

O Windows Explorer estava aberto numa pasta nomeada, sem qualquer sutileza ou poesia, como "VIZINHANÇA". As miniaturas dos arquivos de vídeo estavam lá, dezenas delas, organizadas por data com o zelo burocrático de um colecionador pervertido. Eu podia ver os *thumbnails*: Bruna na piscina, a pele brilhando ao sol. Bruna estendendo roupa no varal, o vento colando o vestido nas coxas. E os arquivos mais recentes, datados da noite da final da Libertadores. Bruna no tapete. Bruna de quatro. Bruna com o rosto sujo e a expressão vazia.

E atrás da janela da pasta, o navegador Google Chrome exibia a arma do crime já engatilhada e apontada para a nossa têmpora: a conta de Gmail do próprio Osvaldo, logada, aberta na janela de composição de uma nova mensagem.

O campo "Para" era uma lista de execução sumária. Uma lista que ele deve ter levado a semana toda garimpando nos sites institucionais e nas redes sociais da minha família, com a paciência de uma aranha tecendo sua teia. Eu li os endereços, e cada um era um prego no meu caixão: *diretoria@hospital...*, *rh@hospital...*, *etica@coren...*, *mariaclara.ferreira@...* — o e-mail pessoal da mãe da Bruna —, *ricardo.almeida@...* — o pai dela, o homem que me deu a mão da filha no altar.

No campo "Assunto", em caixa alta, gritava a sentença de morte social: "DENÚNCIA: A CONDUTA IMORAL DA ENFERMEIRA BRUNA FERREIRA EM VÍDEO".

E no corpo do e-mail, o ícone de clipe de papel já indicava que o anexo — um arquivo compactado — havia sido carregado. A barra de progresso azul estava completa e estática. O Gmail esperava apenas um comando. Um único comando.

— Está tudo aqui, Bruno — Osvaldo disse, batendo a unha amarelada e suja na carcaça de plástico do notebook. O som foi seco, irritante. — Um clique. Apenas um movimento do tendão do meu indicador direito, e a carreira da sua esposa vira fumaça. A reputação da família perfeita, do casal modelo do condomínio, vira piada de bar. Vocês dois se tornam os párias da sociedade, leprosos modernos, porque a internet não perdoa e a família tradicional brasileira perdoa menos ainda.

Eu olhei para aquele botão azul "Enviar". Ele pulsava na tela. Senti o gosto metálico do medo na boca — não o medo físico de apanhar, mas o medo existencial, vertiginoso, de ver trinta anos de construção social pendurados na vontade de um vizinho tarado que cheirava a suor velho.

— Você também se fode — eu disse. Minha voz saiu rouca, arranhada, tentando apelar para a única coisa que restava: a lógica de autopreservação dele. — O e-mail é seu. Sai da sua conta. Do seu IP. Você vai ser preso por divulgação de pornografia de vingança. Lei Carolina Dieckmann. Maria da Penha.

Osvaldo gargalhou. Foi uma risada feia, úmida, que fez a papada dele tremer. Ele pegou o copo de uísque e bebeu um gole longo e barulhento, fazendo um som de sucção, e depois limpou a boca com as costas da mão peluda antes de responder com a arrogância blindada de quem se acha intocável.

— Eu digo que fui hackeado — ele deu de ombros, como se fosse óbvio. — Ou digo que perdi o notebook. Ou melhor... digo que encontrei os vídeos num site pornô qualquer e, como bom cidadão cristão e preocupado com a moral do hospital, resolvi "alertar" a diretoria sobre a funcionária que atende pacientes depois de dar o rabo para a vizinhança inteira. Quem vai acreditar em vocês, Bruno? É a minha palavra, a palavra de um aposentado tranquilo, contra a de um corno manso e de uma puta que pisca para a câmera. Tenho até dúvidas se ela testemunharia a seu favor…

Ele tinha razão. A lógica dele era perversa, mas sólida. A certeza da impunidade dele era mais aterrorizante do que a ameaça em si, porque ele sabia, lá no fundo daquela alma podre, que a vergonha nos calaria muito antes que a polícia pudesse investigar qualquer endereço IP ou apreender qualquer HD. Nós seríamos silenciados pelo nosso próprio segredo.

Então ele se recostou na cadeira, abrindo as pernas de forma grotesca, o tecido da calça de tactel cinza esticando sobre as coxas grossas, o volume na virilha evidente e obsceno. Ele lançou o ultimato que eu temia e, de uma forma doentia e masoquista, já esperava.

— Eu não quero dinheiro, Bruno. Eu tenho minha aposentadoria, eu tenho minha casa quitada, meu carro na garagem. O que eu quero é diversão. Eu quero a segunda temporada da minha série favorita.

Ele olhou para Bruna. Ela mantinha os olhos baixos, fitando os próprios sapatos, mas eu podia ver a respiração dela acelerada, o peito subindo e descendo rápido demais. Osvaldo estalou a língua.

— A primeira temporada foi ótima, Bruna. Aquele domingo da Libertadores foi inesquecível. Mas faltou a participação do marido. Eu acho que vocês dois funcionam melhor em equipe: você fazendo o trabalho sujo e ele... assistindo. Documentando.

Eu gelei. O sangue drenou do meu rosto. Minha mão direita, movida por um instinto de sobrevivência desesperado, foi para o bolso da calça jeans onde o celular repousava. Meus dedos tatearam o botão lateral, tentando encontrar o código tátil para ativar o gravador de voz. Era minha única esperança. Uma confissão. Uma prova jurídica.

Mas Osvaldo era um predador experiente. Ele viu o movimento do meu ombro. Viu a tensão no meu braço.

— Tira a mão do bolso — ele rosnou. O sorriso sumiu instantaneamente, substituído por uma carranca de cão de guarda. — Passa o celular pra cá, Bruno. Eu não sou idiota. Eu sei que você quer gravar. Eu sei que você quer bancar o esperto e levar isso pra um advogado.

Não tive escolha. A ameaça do dedo dele pairando a milímetros do *mouse*, pronto para clicar no botão azul, era mais letal do que qualquer arma de fogo apontada para a minha cabeça. Tirei o aparelho do bolso devagar. Desbloqueei a tela, mostrando que o gravador ainda não estava ativo, numa tentativa patética de apaziguar a fera. Joguei o celular sobre a mesa de vidro. O aparelho deslizou até ele.

Osvaldo pegou o telefone. Ele nem olhou para a tela. Com um movimento casual, definitivo e cruel, ele soltou o celular dentro da jarra de vidro cheia de água que estava ao lado do notebook.

*Ploc.*

O som foi abafado. O aparelho afundou entre os cubos de gelo, soltando pequenas bolhas de ar. A tela acendeu uma última vez, piscando sob a água como um olho moribundo, antes de apagar para sempre. Ali morria qualquer chance de defesa legal. Ali morria a civilização.

— Agora somos só nós — ele disse, voltando a sorrir, mostrando os dentes manchados. — A tecnologia se foi. Os advogados se foram. Sobrou apenas a natureza humana.

Ele olhou para Bruna e apontou para o tapete felpudo no centro da sala. Era um tapete bege, barato, sintético. O mesmo tipo de tapete que tínhamos em casa. O altar profano onde a traição havia sido consumada e filmada.

— Eu quero ver se você aprendeu a lição, Bruna. Eu quero ver se você é a esposa santinha que chora na igreja ou a cadela que piscou para a minha lente. Tira a roupa.

O comando foi seco.

Eu esperei. Eu juro por Deus que esperei que ela resistisse. Esperei que ela se levantasse do sofá, olhasse para mim implorando socorro. Esperei que ela caísse no choro, que gritasse, que dissesse que preferia a morte social, a demissão, a vergonha pública, qualquer coisa, menos aquela humilhação final na frente do marido.

Mas o que aconteceu a seguir foi o momento em que o meu mundo realmente acabou. O momento em que o chão se abriu e eu caí no abismo.

Bruna levantou a cabeça.

Os olhos dela estavam vermelhos e inchados, sim. A maquiagem estava borrada. Mas quando ela encontrou o meu olhar por um segundo... eu não vi pânico. Eu não vi o terror da vítima.

Eu vi resignação.

E pior. Muito pior. Lá no fundo daquela íris castanha que eu conhecia há dez anos, eu vi uma faísca. Uma faísca escura, suja, antiga. Uma permissão silenciosa que ela dava a si mesma.

— Se eu fizer... — ela perguntou. A voz dela saiu firme. Não trêmula. Firme. Quase desafiadora. — Você não envia o e-mail?

Osvaldo sorriu. Ele se recostou ainda mais na cadeira, entrelaçando as mãos atrás da cabeça, expondo as axilas suadas.

— Se você fizer *bem feito*. Se você me convencer, Bruna. Se você me provar que o lugar da sua boca é no meu pau e não rezando o Pai Nosso... talvez o e-mail continue no rascunho.

Bruna não hesitou. Nem por um segundo.

Ela se levantou do sofá. Com movimentos mecânicos que logo se tornaram fluidos, quase coreografados, ela levou as mãos às alças do vestido azul. Ela as puxou para baixo. O tecido escorregou pelo corpo dela sem resistência, caindo aos pés numa poça de seda azul-marinho.

Ela estava nua.

Eu havia rasgado a calcinha dela horas antes, na nossa cozinha. Ela não tinha colocado outra.

Ela estava nua no meio da sala do inimigo, sob a luz fria da tarde e o brilho azul da tela do notebook. E ela não se cobriu com as mãos. Ela não curvou os ombros em vergonha, tentando esconder os seios ou o sexo.

Ao contrário. Ela estufou o peito. A respiração acelerada fez os mamilos endurecerem no ar frio do ar-condicionado. Ela empinou o quadril levemente. Ela estava se *apresentando*.

— Senta ali, Bruno — Osvaldo apontou para uma cadeira de madeira no canto da sala, perto da estante de livros falsos. Longe o suficiente para eu não interferir fisicamente, mas perto o suficiente para eu ver cada poro, cada gota de saliva, cada tremor de pele. — E assiste. Aprende como se fode a sua mulher de verdade.

Eu caminhei até a cadeira. Sentei. Eu estava paralisado, emasculado, reduzido à condição de espectador *voyeur* da minha própria tragédia. Minhas mãos estavam frias. Meu coração batia tão forte que doía nas costelas.

Bruna começou a caminhar até ele.

O andar dela mudou. Já não era o passo manco e dolorido da vítima que eu arrastei pela rua. Era um rebolado sutil. Instintivo. O corpo dela respondendo à atmosfera de degradação como uma planta carnívora responde à presença de uma mosca. Havia uma eletricidade no ar, uma tensão sexual podre que emanava dela.

Ela parou entre as pernas abertas de Osvaldo. Colocou as mãos finas nas coxas gordas dele, sentindo o tecido sintético da calça. E se ajoelhou. O rosto dela ficou na altura da virilha dele.

— Oi, vizinho — ela sussurrou.

A intimidade daquela saudação foi como uma facada no meu estômago. Não foi "por favor, pare". Foi "oi, vizinho".

— Oi, safada — Osvaldo respondeu, a voz grossa. Ele agarrou o cabelo loiro dela com força, puxando a cabeça dela para trás, forçando o pescoço a arquear, obrigando-a a olhar para mim. — Fala pro seu marido o que você quer. Fala pra ele quem manda nessa boca.

Bruna olhou para mim. De cabeça para baixo. O pescoço esticado, a jugular pulsando. E eu vi. Deus me perdoe, eu vi. O brilho de excitação nos olhos dela era inegável. Ela não estava apenas cumprindo uma ordem. Ela estava realizando uma fantasia.

— Eu quero o seu pau, Osvaldo — ela disse. Alto. Claro. Articulado. Para que não houvesse dúvidas, nem para mim, nem para a história. — Eu quero que você me use na frente dele.

Osvaldo soltou um som gutural de triunfo, uma risada que era meio latido. Ele abriu a calça com pressa desajeitada. O membro dele saltou para fora, semi-ereto, grosso, feio.

Bruna não esperou ordens.

Ela avançou com uma voracidade que eu desconhecia em dez anos de matrimônio. Ela o abocanhou com fome. Fez sons molhados, obscenos. *Glup. Slurp.* Ela usava a língua e a garganta de uma forma técnica, suja, dedicada, que ela nunca usara comigo. Comigo, ela dizia ter ânsia. Comigo, ela pedia calma. Comigo, era uma obrigação conjugal higiênica.

Mas com ele... com ele era um banquete.

Osvaldo gemia, jogando a cabeça para trás, os olhos revirando nas órbitas. Mas ele mantinha uma mão firme sobre o *mouse* do notebook. O dedo indicador pairava sobre o botão "Enviar" como uma espada de Dâmocles. Era um lembrete constante: *isso é uma troca*.

Mas a performance de Bruna era tão real, tão entregue, que a linha entre a coação e o desejo se apagou completamente. Ela segurava as bolas dele, massageando, estimulando, enquanto a garganta trabalhava para engoli-lo inteiro.

— Olha isso, Bruno! — Osvaldo gritava, eufórico, a saliva espirrando. — Olha como ela é gulosa! Ela nasceu pra isso! Ela nasceu pra ser a puta do 304!

E Bruna, com a boca cheia, gemia em concordância, os olhos revirados, completamente imersa na submissão abjeta.

— Sobe. Agora sobe — Osvaldo ordenou, a voz falhando de tesão. Ele empurrou a cabeça dela para longe.

Bruna obedeceu imediatamente. Ela se levantou, limpando a boca com as costas da mão, e montou no colo dele. De frente para mim.

Ela guiou o membro dele para dentro de si, para seu cu. Desceu devagar, sentindo-o preenchê-la centímetro por centímetro. E quando ele entrou tudo, quando a pélvis dela bateu na dele, ela jogou a cabeça para trás e soltou um gemido longo, rouco, animalesco, que ecoou pela sala silenciosa e bateu nas paredes como um pássaro preso.

— *Ahhhhh, isso!* — ela gritou.

E começou a cavalgar.

Os seios balançavam livremente. O suor dela começou a brotar na testa e no colo, misturando-se com o cheiro azedo dele. Ela quicava com violência, batendo a carne contra a carne. *Plaft. Plaft. Plaft.* O som era úmido e rítmico.

E a cada impacto, a cada descida violenta no colo dele, ela olhava para mim. Ela sustentava meu olhar. E ela transmitia uma mensagem silenciosa e devastadora: *eu pertenço a isso. Eu gosto disso. Você nunca me deu isso.*

— Você está vendo, Bruno? — ela gemia, a voz entrecortada pelos impactos. — Ele é homem! Ele me enche! Você é fraco, Bruno! Você é muito fraco! Eu vou gozar com o cu no pau dele, isso você não fez né?!

As palavras saíam da boca dela como veneno destilado. Eram projetadas para me destruir, para me castrar publicamente, e para excitar o amante. E funcionavam perfeitamente para os dois propósitos.

Osvaldo batia na bunda dela com a mão livre, deixando marcas vermelhas na pele branca das nádegas. Ele ria como um maníaco no hospício.

— Fala quem é a puta! Sua piranha do rabo gostoso! Goza pelo cu sua cadela no cio! — ele exigia, estocando para cima.

— Sou eu! — Bruna gritava, em êxtase, o rosto retorcido de prazer. — Eu sou a sua puta, Osvaldo! Eu adoro ser usada! Goza dentro! Enche o meu de porra!

E ele gozou. Ele urrou como um animal sendo abatido, segurando os quadris dela com força para forçá-la a receber tudo, travando-a contra o próprio corpo. Bruna tremia em cima dele, sentindo o jato quente, e então colapsou sobre o peito suado dele, beijando o pescoço dele com uma gratidão doentia e inaceitável.

O silêncio que se seguiu foi pesado, quebrado apenas pela respiração ofegante dos dois e pelo zumbido monótono da ventoinha do notebook Dell.

Bruna saiu de cima dele devagar. As pernas estavam bambas. O sêmen escorria pelo seu cu rosado, brilhando na penumbra. Ela ficou parada ali, no meio da sala. Nua. Suja. Despenteada.

Ela olhou para mim.

Havia um desafio no olhar dela. Um misto de vergonha e saciedade. Ela tinha cruzado a linha. Ela tinha se tornado o que sempre quis ser, e agora esperava o meu julgamento.

— Gostou do show, corno? — Osvaldo perguntou. Ele estava ofegante, vermelho, mas triunfante. Ele pegou um lenço de papel do bolso e começou a se limpar, relaxado.

Ele estava muito relaxado.

A mão dele tinha saído do *mouse*. Ele estava ocupado ajeitando a cueca, fechando o zíper. A adrenalina do orgasmo o tinha deixado descuidado. Ele estava confiante de que eu, o marido humilhado que assistiu a tudo sentado numa cadeira de madeira, estava definitivamente quebrado, reduzido a pó.

Foi nesse momento.

Vendo a minha esposa coberta com o fluído de outro homem. Vendo o meu vizinho fechando o zíper com a arrogância de um deus do Olimpo suburbano. Vendo o notebook ali, aberto, vulnerável.

A trava da minha humanidade se rompeu. Não fez barulho. Foi como um fusível queimando em silêncio dentro da minha cabeça. A civilidade, a lei, o medo, a esperança... tudo desligou.

Não foi um pensamento racional. Não foi um plano estratégico. Foi uma certeza absoluta, fria e cristalina de que eu não tinha mais nada a perder. Porque o homem que entrou naquela sala, o Bruno Ferreira, chefe de segurança, marido da Bruna... esse homem já tinha morrido. O que restava era apenas um instrumento de vingança.

Levantei da cadeira devagar. Meus movimentos eram fluidos, sem peso.

— Gostei — eu disse. Minha voz soou estranha aos meus próprios ouvidos. Metálica. Distante. Como se viesse de um rádio mal sintonizado. — Foi muito esclarecedor, Osvaldo.

Ele riu. Ele nem se dignou a olhar para mim enquanto tentava abotoar a calça apertada na cintura inchada.

— Que bom. Agora vazem daqui. Amanhã tem mais. Tragam a câmera na próxima, quero gravar em HD.

— Só tem um problema — eu disse. Dei um passo em direção à mesa.

Bruna me olhou. O sorriso de triunfo dela, aquele meio-sorriso de puta satisfeita, vacilou. Ela viu. Ela viu a ausência de vida nos meus olhos. Ela viu o vazio.

— Qual problema? — Osvaldo perguntou, enfadado, sem levantar a cabeça.

— O show acabou. Mas a conta chegou.

E então eu explodi.

Não foi um soco. Não foi um chute. Eu me transformei num projétil. Eu lancei o peso do meu corpo inteiro — noventa quilos de ódio e carne — sobre a mesa.

Ignorei Osvaldo. Ignorei Bruna. Meu alvo era único e definitivo.

Meu corpo colidiu com a madeira da mesa. Minha mão direita desceu num arco violento, espalmada, rígida como uma tábua, mirando o teclado do notebook como se fosse a garganta do próprio Diabo.

O som foi ensurdecedor.

O plástico da carcaça estalando sob a pressão do meu peso. E o *CLACK* seco, mecânico, alto e irrevogável da tecla **ENTER** sendo esmagada pelo meu punho.

— NÃO! — o grito de Osvaldo veio tarde demais. Veio um segundo depois da eternidade.

A tela piscou. A barra de progresso azul, que esperava pacientemente há trinta minutos, voou para a direita num piscar de olhos.

A mensagem amarela brilhou no topo da página do Gmail, zombeteira, final, absoluta:

**MENSAGEM ENVIADA.**

O impulso do meu corpo derrubou o notebook no chão. Eu caí junto, rolando sobre o tapete felpudo que cheirava a eles. Osvaldo, com as calças ainda meio abertas, tentou pular em cima de mim, berrando como um porco no abate.

— Você é louco! Você enviou! — ele gritava, cuspindo, tentando me socar com as mãos moles e suadas.

Eu o chutei no peito. Um chute seco, forte, que tirou o ar dele e o jogou para longe. Me levantei, ofegante. Sentia uma dor aguda no pulso direito, onde bati na mesa, mas minha mente estava clara como um dia de inverno.

Bruna estava gritando no canto da sala. As mãos cobrindo a boca. Nua. Aterrorizada. Percebendo, finalmente, que o jogo tinha acabado e a realidade tinha começado.

— O e-mail foi — eu disse. Minha voz era calma. Apontei para o notebook caído no chão. A tela estava trincada, mas através das rachaduras, a confirmação do envio ainda brilhava. — Trinta e sete destinatários. A diretoria. O conselho de ética. A sua mãe. O seu pai. Todos eles. Todos eles acabaram de receber os vídeos. O telefone deles está apitando agora.

Osvaldo se arrastou até o computador de quatro, como um animal ferido. Ele olhava para a tela com horror genuíno. As mãos dele tremiam incontrolavelmente.

— Saiu do meu e-mail! — ele gaguejou, a ficha caindo como uma bigorna de uma tonelada. — Saiu da minha conta!

— Exato — eu respondi, limpando um filete de saliva do canto da boca com a manga da camisa. — Saiu do *seu* computador. Do *seu* IP. Logado na *sua* conta pessoal. Você acabou de cometer o crime de divulgação de cena de estupro e nudez de vulnerável, com o agravante de vingança pornográfica. A prova material está aí. Assinada digitalmente por Osvaldo Siqueira.

— Mas foi você! — ele gritou, virando o rosto vermelho para mim. As lágrimas de pânico começavam a brotar nos olhos pequenos. — Você me empurrou! Você apertou!

— E quem vai acreditar? — eu perguntei. Abri os braços e ri. Foi uma risada seca, sem humor, que assustou até a mim mesmo. — Olha pra essa cena, Osvaldo. Olha em volta. Eu estou vestido. A minha mulher está nua, suja de porra, no meio da sua sala. O notebook é seu. Os vídeos estavam no seu HD, criados e editados por você. Você acha mesmo que o delegado vai acreditar que o marido corno invadiu a casa para enviar um e-mail da conta do vizinho? Ou ele vai acreditar na história mais simples: que o vizinho tarado, num acesso de loucura, bebedeira ou erro técnico, vazou o que não devia?

— Você não tem prova do Zolpidem... você não tem a gravação... — ele tentou argumentar, a voz falhando, agarrando-se a fiapos de esperança.

— Eu não preciso — retruquei. Cheguei perto dele, invadindo o espaço pessoal dele, fazendo-o recuar até bater as costas na parede. — O fato consumado é o e-mail. A polícia vai ser acionada pelo hospital em questão de minutos. O Dr. Ricardo vai ligar para a delegacia agora. Eles vão vir aqui. E o que eles vão encontrar? Um velho bêbado com as calças arriadas e um computador cheio de pornografia ilegal produzida sem consentimento. Você vai para Bangu, Osvaldo. E lá... ah, lá eles adoram caras como você. Estupradores não duram uma semana no convívio.

Virei-me para Bruna.

Ela estava paralisada. O choque térmico da realidade tinha congelado o sangue nas veias dela. Ela olhava para o nada.

— O vídeo que foi enviado... — ela sussurrou. A voz dela sumiu. — É aquele em que eu pisco.

— Sim — confirmei, implacável. — O mundo vai ver você piscando. O mundo vai ver você sorrindo para a câmera enquanto eu durmo dopado. O mundo vai saber que você gostou. Mas... — apontei para o corpo nu e sujo dela — ...eles não vão ver esse showzinho de agora. Esse aqui... esse foi exclusivo. Esse foi só para mim.

Cheguei perto dela. O cheiro de sexo emanava dela.

— Eu vi você implorando, Bruna. Eu vi você dizendo que eu sou fraco. E foi por isso que eu apertei o botão. Para provar que eu sou o único homem capaz de destruir o mundo inteiro, de queimar a terra, só para te manter na minha coleira.

— Agora veste a roupa — ordenei.

Ela obedeceu imediatamente. Tremendo como uma vara verde, ela puxou o vestido azul do chão e o vestiu sobre a pele suja e pegajosa. Ela não ousou me olhar nos olhos. A hierarquia tinha mudado.

— E você — falei para Osvaldo, que soluçava no chão, tentando abotoar a camisa com dedos que não obedeciam. — Vaza. Agora. Pega esse carro e some. Se a polícia te achar aqui, eu entrego o notebook e digo que você me obrigou a assistir sob a mira de uma faca enquanto enviava. Se você sumir... talvez, só talvez, eu diga que fui hackeado e que o vizinho fugiu misteriosamente.

Ele olhou para o relógio. O terror puro no rosto.

— Você tem dez minutos antes das sirenes tocarem na esquina.

Osvaldo não pensou. O instinto de sobrevivência falou mais alto que o apego à casa, aos móveis, à vida mansa. Ele pegou a chave do carro na mesa, a carteira, e saiu correndo porta afora. Tropeçou nos próprios pés na garagem, levantou-se e entrou no carro.

Ouvimos o motor do sedan arrancar. O pneu cantou no asfalto molhado. E então o silêncio desceu sobre a casasilêncio pesado, definitivo, de cemitério.

Eu caminhei até o notebook no chão. Levantei o pé e pisei com força sobre a tela trincada. *CRAAACK.* Terminei de destruir a prova visual, garantindo que ninguém jamais recuperasse aquele HD intacto de forma fácil.

O celular de Bruna, esquecido na bolsa sobre o sofá, começou a tocar. *Trimmm.*

Depois vibrou com uma notificação. *Bzzzt.*

Depois outra. E outra. E outra.

Era o som do tsunami chegando à praia. A mãe dela. O chefe. O RH. O grupo de enfermeiras. O vídeo estava sendo aberto, assistido e compartilhado em trinta e sete telas diferentes naquele exato momento. O escândalo era viral.

Bruna olhou para a bolsa como se fosse uma bomba relógio prestes a detonar.

— Minha vida acabou — ela disse. As lágrimas finalmente caíram, mas sem o drama da performance de antes. Era apenas a tristeza seca, árida, da realidade. — Eu não sou mais ninguém. Eu não tenho mais nome.

— Você é alguém — eu disse. Segurei o braço dela com força, puxando-a para mim, colando o corpo dela no meu. — Você é a mulher do vídeo. Você é a puta que piscou. E sabe o que isso significa, Bruna?

Ela balançou a cabeça, chorando.

— Significa que você não tem para onde ir — sussurrei no ouvido dela. — Ninguém lá fora vai te querer. Ninguém vai te dar emprego. Ninguém vai te convidar para o natal. Seus pais vão ter vergonha de sair na rua. Só eu. Eu sou a sua casa, Bruna. Eu sou a sua comida. Eu sou o único buraco onde você pode se esconder da chuva de merda que vai cair.

Saímos da casa do vizinho. Deixamos a porta escancarada para a chuva que caía torrencialmente lá fora. Caminhamos os trinta metros de volta para a nossa casa em silêncio, sob o dilúvio. A água lavava o nosso corpo, mas era incapaz de limpar a sujeira de nossas almas. Éramos dois fantasmas encharcados voltando para a cripta.

Entramos em casa. Tranquei a porta. Passei as duas voltas na chave. Ativei o alarme. O mundo lá fora estava em chamas, o escândalo se espalhando como pólvora, destruindo tudo o que construímos em uma década. Mas ali dentro, na penumbra da nossa sala, com as cortinas fechadas, a nova ordem estava estabelecida.

Bruna foi para o tapete da sala. Molhada. Suja. Destruída.

Ela se ajoelhou. Sem que eu precisasse pedir.

Eu olhei para ela de cima. O marido traído que se tornou o carcereiro. E, pela primeira vez em meses, senti uma paz absoluta, gélida e negra. Eu tinha perdido — minha honra, meu passado, talvez meu emprego — mas tinha ganhado o que importava para mim naquele momento: a posse total, absoluta e irrevogável daquela mulher. Daquela puta.

Osvaldo achou que ia ganhar porque eu queria ser corno. Ele esqueceu que até o corno, quando encurralado, prefere explodir o prédio com todo mundo dentro a deixar o outro sair rindo.

O destino da Bruna agora estava em minhas mãos, o que faremos com ela? Sugestões?

**FIM**

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Comentários

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O destino da Bruna agora estava em minhas mãos, o que faremos com ela? Sugestões?

Pessoal , o autor faz uma pergunta do que faria com a Bruna.

Acredito que irá fazer um outro conto pra ver oque fazer com a Bruna.

Eu abriria um lava rápido em casa e deixava ela trabalhando o dia todo e de noite fazia ela dormir no quintal na casa do cachorro 🐕

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Eu daria um pé na bunda!!!

Essa submissão dela é falsa, pelos motivos errados. Em algum momento ela vai arrumar outra pessoa, ou então, simplesmente vai começar atrás do que realmente satisfaz ela.

Os caras sofrem pq insistem no erro. Se a pessoa mostra que vc não é prioridade e que, de alguma forma está insatisfeita, vc pode continuar com essa pessoa que vai continuar te rebaixando, destruindo sua auto estima e etc ....ou pode se priorizar!! Um cara boa pinta, bem sucedido, corpo em forma e etc...talvez até encontre alguém que, com o tempo, ajude ele nesse fetiche, sem falsidade ou manipulação...

Mas aí fica a pergunta que eu fiz abaixo....o cara realmente queria ser corno ou apenas queria que sua esposa tivesse um sexo mais safado com ele, e se contentou em pelo menos sentir algo vendo ela entregar tudo que não fazia p ele, para a outra pessoa???? Essa história me lembrou um pouco a do ménage literário...a forma como a mulher se limitava para o cara, principalmente...

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No final o Bruno tomou uma atitude de homem de caráter, no sentido de não ser humilhado, dominado e em fim sacaneado pelo Osvaldo c9m o aval da esposa. Agora ele tem a Bruna nas mãos para recomeçar a curtir a fantasia dele, do jeito dele, sem humilhação e sem ser dominado.

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Gostei muito do conto, mas já alguma incoerência, como ela sair de casa de legging e tirar o vestido depois. Oswaldo não ligar para a denuncia e no final ficar apavorado, iris castanha , Sendo que por várias vezes dizia que os olhos eram azuis, mas no todo foi bom

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Acho que deveria ter um capitulo contando esse final sobre o ponto de vista da Bruna. Quero ver como ela enxerga os eventos drásticos dessa conclusão

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O conto no final perdeu seu propósito, começou com um forte apelo erótico, e terminou como um simples conto policial ao estilo Sidney sheldon ( guardadas as devidas proporções) , sendo que o conto tinha muito ainda pra explorar. Uma pena

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Gostei do final, acho que em contos quem tem essa linha tênue entre o real e a fantasia, uma quebra como essa cai bem para encerrar o ciclo. Por ser um conto com vários capítulos e capítulos longos, achei que em alguns momentos a história acabou se repetindo demais, principalmente no começo, onde creio que o autor estava adaptando a tradução. No final, já notamos mais dinâmica nos acontecimentos. Siga escrevendo, meu amigo, fazia tempo que não aparecia uma série tão boa com essa temática por aqui.

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Não era o que esperava.

Poderia ter caprichado melhor na cena do sexo, foi muito rápida, crua e direta.

Parabéns pela finalização da história.

Se pensa em continuar escrevendo, as dicas do Carlos_Leonardo foram excelentes

E se gosta desse tipo de conto, recomendo a leitura dos contos do Leon Medrado. Pode dar novas ideias, se você gosta desse estilo cuckokd/submisso.

Parabéns!

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O autor poderia postar uma versão alternativa do fim, em que o Osvaldo confirma o que tinha prometido pros dois (fazendo o Bruno limpar a Bruna depois, ou até o Bruno chupar o pau dele)

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Parabéns... O final foi surpreendente e concordo com a maioria. acho que todos acabaram perdendo. Pelo menos o fim da submissão e humilhação do protagonista que se revoltou e não pensou direito nas consequências. Agora deixar o vizinho se safar (e se safou, mas parou as agressões) e a mulher como vítima e vitoriosa não poderia acontecer.

Penso que esse fetiche de ser cuckold é até legal e excitante, mas NÃO precisa ser acompanhado de humilhação, pelo contrário, quando vem junto com isso, manipulação, enganação, humilhações e até crimes e chantagem como ocorreram aqui, perde todo o sentido de se continuar com essa prática. A mulher errou muuuuuito e teve seu final adequado. O protagonista também foi permissivo e dúbio por isso acabou de perder também. O casamento certamente acabou... se não fisicamente, com eles dois juntos, a parceria se desmoronou.

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Primeiramente,parabéns ao autor,não só pela divulgação,mas pelo trabalho árduo que ele teve de traduzir,desenvolver,e escrever tanta coisa,articulando passo a passo o destino de todos. Isso é extremamente louvável! Quanto à história,início arrasador,mas que no meio do caminho ficou extenso,denso,repetitivo,e enfadonho. O final foi surpreendente e só não entendi pq ele não finalizou com um epílogo básico. Segunda temporada? Sinceramente,não vejo sequência. EU não vejo.

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Sobre o conto em si...dou uma dica que aprendi na prática...escreva ou traduza todo o texto e, se for adaptação, mude o que quiser antes de começar a postar..mudar durante o caminho só vai trazer meus problemas...SEMPRE terão elogios, mas as críticas que te ajudam....apenas os que se acham já enormes e deuses da literatura erótica da internet, que não gostam de críticas, comentários e etc...

Finalmente sobre a história...eu gostei e TB, como muitos, sempre espero algum tipo de redenção e justiça para os injustiçados. E que se foda os fdp. Tem uma história da feminista com o cara da abim no avião, eu li aquela porra (com todo o respeito) toda só para ver a HR da virada...e no final a mulher virou puta do cara e marido que foi coagido foi tratado como criminoso...esse tipo de história me dá raiva....

Sobre esse episódio em si.

1) acho que vc esqueceu que a Bruna viu que o cara TB gravando. Pelo menos ela tinha ctz disso.

2) o diálogo entre os dois (Bruno e Bruna) foi muito tranquilo...deveria ter um embate até para vermos a mulher ajudar a quebrar o cara..."vc que me fez gostar de ser puta dele e etc..."...essas ladainhas que alguns concordam. Mas isso pelo menos faria tudo ser mais natural e realista.

3) o blefe que não deu certo foi ótimo. O desespero do Osvaldo foi muito bom...mas o momento de vitória do Bruno foi muito pouco...ele deveria ter pensado em já ir p gravar, sem a Bruna saber, e com os vídeos no HD e a fala do Osvaldo ameaçando o casal, sair de cena e entregar ele p polícia. Aí descrever toda a cena da Bruna com o Osvaldo e depois a entrada da polícia. Isso acabaria com a vida social da Bruna, acabaria com o Osvaldo, série realista e daria vitória verdadeira ao Bruno. Fica a sugestão, de um final alternativo, talvez.

Pra mim não ficou real essa submissão final da Bruna e, muito menos, essa vontade do Bruno de ter ela desse jeito. Acho que a ficha cair série suficiente, junto com o modo que ela agiu no começo, para ter ctz que seu casamento tinha acabado e que no fundo ele foi manipulado pelos dois.

É isso...ótima história...final um pouco confuso e irreal (na minha opinião). Abraço

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Muito bom o conto. Parabéns!

O cara levou a mulher a esse tipo de situação para seu próprio prazer, sem levar em conta o que isso ia gerar na cabeça dela ou as implicações. Todo mundo perdeu. E ele para garantir o controle sobre a esposa destruiu a imagem dela perante a sociedade. Golpe baixo e sujo. Em que pese ter sido uma saída, talvez a única quanto a chantagem do vizinho.

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Na minha visão, algo quenpoderia ter sido bom para todos virou um pesadelo devido a falta de respeito da esposa principalmente para com o marido, pois traiu ele descaradamente porque sabendo que estava liberada e ele queria ver, fez pelas costas com uma pessoa que drogou o marido e ela por ser da area medica sabia sim o que estava acontecendo. o babaca di vizinho por sua vez poderia estar até agora comendo a gostosa, mas se achou o tal e resolver fazer maldade. resultado o marido viu que perdeu tudo então jogou a merda toda no ventilador e todos se fuderam. ou seja como falei no inicio, poderia ter sido maravilhoso mas a maldade, e o egoismo destruiu tudo.

isso mostra que precisamos ter muito cuidado com o que desejamos.

Agora quero agradecer e parabenizar o autor pelo conto, vale as 3 estrelas

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Bruno agiu certo, nunca deve-se permitir que alguém te chantageie, por pior que seja a ameaça diga ao chantagista para seguir em frente, isso quebra a única arma que ele terá contra você... dito isso, a atitude da Bruna nesse capítulo eu achei um pouco forçada, ela praticamente se entregou por vontade própria, e dessa forma mereceu ser exposta. Porém, destoa da Bruna dos capítulos anteriores, que se entregava, porém com ressalvas.

Sobre Osvaldo, achei um final merecido pra ele, não soube seguir com o lema de "quem come quieto, come sempre"

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O último capítulo começou criminoso e terminou doentio. É isso, quem gostou, gostou, quem nao gostou, paciência!

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Eu adoro ver minha mulher com outro, tendo prazer, e quando volta leitada pra que eu a limpe, mas uma coisa é clara, e sempre deixei claro, que o dia que a cumplicidade acabar, o relacionamento acaba junto. Só pra mencionar aqui, não vejo a menor, a mínima, possibilidade, ou probabilidade disso acontecer.

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Parabéns, até que enfim a rendição do Bruno, e não acredito que alguém ainda defenda a Bruna. Cara, ela era uma puta enrustida de boa dona de casa. O marido tinha uma fantasia e era para ser algo dos dois, mas ela tomou pra ela. Agora estão passando pano dizendo que ela é esquizofrênica ou dissociativa, tá mas ela só assim em relação ao marido, com os Osvaldo ela lembrava de tudo e tinha absoluta certeza do que estava fazendo. Sugestão, usa e humilha ela como Osvaldo fazia. Não é o que ela adora? Faça ele sofrer bastante e arruma um jeito de mandar ele em cana. E no final descarta essa mulher, pois amor ela nunca sentiu mesmo, agora ela obedece porque não tem para onde correr, mas quando pensou que estivesse no comando falou exatamente o que pensava do marido e tinha certeza de que ele ia engolir toda a humilhação que ela e o Osvaldo iam fazer com ele. Tudo na vida tem limites e toda ação tem suas consequências. Tomara que vc de continuidade com.kaismalguns capítulos, um epílogo para nós contar como tudo isso termina. E espero que sem perdão para esses dois vagabundos.

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Achei esse final meio confuso. As atitudes do Bruno até que fazem sentido, ele finalmente teve um surto psicótico e chutou o balde sem realmente pensar nas consequências a longo prazo...

A Bruna aparentemente tem algum problema mental. Esquizofrenia, transtorno dissociativo de identidade ou ela só enlouqueceu quando descobriu que traiu o marido enquanto ele tava drogado.

O Osvaldo saiu impune. Tecnicamente estuprou a Bruna duas vezes, drogou o Bruno, chantageou o casal. Fez o quis com os dois, destruiu o casamento e a vida social deles e praticamente saiu impune.

Eu acho que essa história merece mais três capítulos mostrando a reação deles. Depois que a poeira baixou, o Bruno se arrependeu de enviar o vídeo? A Bruna procurou ajuda médica para entender o que diabos tem de errado com a cabeça dela? O Osvaldo conseguiu fugir ou foi preso?

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A final pelo menos já que a Bruna se descobriu, finda o casal e deixa ela viver a vida empoderada que ela merece, até agora ela somente agradou o marido satisfez o Oswaldo , só fez o bem 😈♥️

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Bruno tinha que larga ela com ele e ir embora, expulsar ela de casa....o problema que ele é apaixonado por ela

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