Nossa experiência naquele lugar foi tão marcante que, no final de semana seguinte, não conseguimos resistir e voltamos lá. Chegamos na mesma pousada liberal de antes, no final da tarde daquela segunda semana de janeiro de 2024.
Ao passarmos pelo gramado lateral à piscina, a Sol ficou impactada com a sacanagem que via; o vestido curto e leve dela balançava com o rebolado de quem estava com o tesão no talo. Fomos recebidos pela dona da pousada com a mesma gentileza da semana anterior, fizemos o check-in e nos dirigimos ao quarto quase que correndo — kkk! Deixamos as malas e fomos direto para a piscina.
A temperatura da galera já tinha baixado mais. Imagino que devem ter atingido o êxtase. Nesse momento, só havia três casais e já estavam de saída. No entanto, um casal também tinha acabado de fazer o check-in e foi chegando para a piscina. Se aproximou de nós e o papo fluiu. Contamos que nossa estreia tinha sido ali mesmo, no rio ao lado da praia naturista, uma semana antes; que tínhamos tido uma experiência que, para muitos, poderia significar pouco, mas para nós havia sido algo tão marcante ao ponto de não ter saído das nossas mentes durante toda a semana. Por esse motivo, não aguentamos ficar nem cinco dias longe daquele paraíso. Falamos de Salvador, que é nossa terra, e ouvimos de Aracaju, terra deles; das suas experiências, que eram mais do que as nossas, e dos encantos de Massarandupió. Era a segunda vez deles lá também.
Durante a conversa amigável, percebi o olhar dele cruzar com o de Sol e resolvi iniciar o jogo. Comecei abraçando minha gata por trás e alisando carinhosamente os seios dela. Logo percebi que nosso novo amigo ficou muito inquieto e os olhares dele para minha mulher, que antes eram discretos, passaram a ser diretos. O mesmo passou a acontecer entre eu e a esposa dele.
Para deixar logo claro o que estava para acontecer ali, troquei as carícias nos seios de Sol por beliscões leves nos bicos, que estavam já duros feito pedra. Ela suspirava e gemia. Encostei ela na parede da piscina e comecei a meter, enquanto o casal passou a fazer o mesmo ao lado. No puro instinto, a troca aconteceu: peguei a sergipana e o cara pegou a Sol — tudo em um movimento rápido, sem precisar de uma só palavra. Vendo a intensidade deles, me preocupei e avisei sobre o preservativo. Ele saiu da água para buscar na mesa e me entregou uma também. O pau comeu ali na beira da piscina mesmo. O show da Sol com o cara foi tão bruto que a pousada inteira parou para assistir.
Depois, sentamos à mesa para conversar. O casal era nota dez, mas o tesão não dava trégua. Puxei a mulher dele e ela ajoelhou entre minhas pernas, fazendo um boquete submisso. A Sol, que é expert e viciada em mamar, não perdeu tempo e caiu de boca no cara, trabalhando a mandíbula com uma vontade que impressionou até a esposa dele.
Essa era a especialidade dela pelos seguintes motivos: experiência e prazer em praticar. Logo que conheci Sol, ela me contou que mamar os parceiros foi uma das primeiras coisas que fez no início da sua vida sexual. Fez, gostou, fez novamente, mais uma vez. Pronto, viciou e passou a ser algo tão corriqueiro quanto beijar na boca.
Ela me confidenciou que tinha consciência de que era muito mais fácil conseguir um boquete com ela do que com as amigas ou qualquer outra mulher da idade dela na época que começou a namorar. Quando algum carinha levava ela para um canto pensando em dar uns beijos, chupar os peitos, passar a mão na bunda ou dar uns amassos, a coisa já evoluía para o boquete em segundos. Ela nunca me falou, mas eu imagino que a fama deve ter corrido nos ambientes em que ela convivia. E todos nós sabemos que boquete fácil é algo que qualquer homem vai ganhar o dia se receber. Ainda mais vindo de uma morena deliciosa como a Sol. Essa provável fama deve ter levado mais opções da degustação predileta dela até sua boca, mesmo sem que ela estivesse percebendo. Mas que o número ao longo da vida dela sempre foi alto e constante, foi — isso segundo o que ela me relata. E eu não tenho dúvidas de que é a pura verdade. Pois, além de eu mesmo conhecer aquela boca de veludo, estava presenciando nos últimos sete dias a sede e prazer que ela tinha pela prática e a opinião de outros caras além de mim sobre o desempenho dela.
E eu, o que achava disso tudo? Me enchia de tesão e posso dizer que até orgulho, em estar tendo a intuição de que tinha encontrado a mulher que buscava. Uma mulher safada e cheia de fogo, e que estava ultrapassando junto comigo limites até então novos para os dois.
Percebemos que precisaríamos de mais camisinhas e a sergipana foi buscar no quarto. Observei aquela mulher de pele branca, magnética e liberta, cruzando o gramado em direção ao quarto como se o mundo fosse sua avenida. Lembrei da temperatura, textura e dimensões de cada parte daquele corpo que eu estava tendo a oportunidade de desfrutar. Por um momento, me senti o homem mais realizado do mundo.
Meus pensamentos foram interrompidos por um barulho de Sol tentando resgatar a saliva que derramava de sua boca depois de se entalar com a cabeça da pica do nosso amigo no meio da sua garganta. Ela, toda babada, deu um suspiro para pegar fôlego, olhou para o cara e comentou: "Que pau gostoso da porra, viu, cara? Quando vocês estavam chegando na piscina eu te vi tirar o short para entrar na água, percebi que prometia; mas olhando isso tudo duro assim e sentindo o gosto dele, tô vendo que me dei bem melhor do que esperava."
Ao ver Sol falar aquilo para nosso amigo, percebi que ela estava vivenciando momentos tão prazerosos e únicos quanto eu. Quis refazer nosso elo naquele momento para compartilharmos da sensação unidos. Fui até ela, a puxei pela mão levando para dentro da piscina. Comecei a comer a buceta dela por trás, e o cara sentou na beira com o pau na cara dela. Ela voltou a chupá-lo, gritando que estava realizando a fantasia de ser fodida por dois machos.
A esposa dele chegou, entregou a camisinha para o marido e olhou para mim sorrindo. Saí da água, joguei ela na espreguiçadeira e continuei o serviço naquela buceta rosada, deixando a Sol entregue ao marido dela, que também tirou minha mulher da água. Em instantes, já passei a ouvi-la berrar: "Que pica gostosa! Você está me arrombando! Que macho é esse!". Minha mulher estava simplesmente se desmanchando de prazer. A entrega era total. Foi forte demais para mim vê-la vivendo aquilo, e gozei pela segunda vez.
Quando o segundo round acalmou, eu olhei para o cara e perguntei: "Você já gozou?". A esposa dele se adiantou na resposta, olhou para mim bem séria — foi curiosa essa seriedade, parecia ciúmes, sei lá, tudo muito novo para mim — e respondeu: "Você não viu? Ele gozou na boca dela". Foi aí que a Sol olhou para mim com um sorriso bem safado e confirmou: "Engoli o leite dele todo, amor! Não desperdicei nada!". Aquilo mexeu comigo de um jeito que eu nunca tinha sentido.
Precisava ficar sozinho com ela, e tinha que ser rápido. Nos despedimos do casal e já entramos no nosso quarto, partindo para nossa cama com ela se posicionando de quatro. O terceiro round foi o mais visceral de todos: somente eu e minha Sol.
Assim que entrei nela, senti a buceta toda larga e aberta; meu pau entrava solto lá dentro e eu sabia exatamente o motivo: outro macho tinha acabado de passar por ali. A Sol, totalmente entregue, gritava que com certeza a dona da pousada com os funcionários devem ter ouvido tudo — pois, com a pousada cheia, tivemos que nos hospedar em um anexo que funciona como base para a dona e funcionários.
Ela gritava: "Come sua puta, que o outro macho acabou de comer! O pau daquele cara é grosso e grande, amor! Ele me fodeu com muita força! Ele é muito gostoso e eu dei minha buceta para ele com gosto! Tô toda arrombada! Puta que pariu, que macho é aquele! Que cara gostoso da porra! Ele mete muito!".
Ouvir aquela verdade nua e crua, sentindo na abertura que ficou na buceta dela o rastro que o outro cara deixou, me deu o melhor orgasmo da minha vida. Dormimos realizados, prontos para o rio no dia seguinte.