O Predador Transformou A Feminista Em Puta Submissa - Cap. 06

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3665 palavras
Data: 29/01/2026 07:05:34

— Sim! Sim! Siiiimmm... uh, uh, ugh! — Ela gemia, os gemidos se tornando menos "dama" a cada vez que ele enterrava o tronco maciço com brutalidade na buceta apertada. Ele não dava trégua, sem misericórdia, seus anos de experiência com sexo sujo e pesado valendo a pena. — UGH! UGH! UGH! MESTRE! SIM! SIM! SIM!

Ela não era mais a única fazendo o trabalho, ficando no lugar acima do homem mais velho enquanto ele a fodia com força e sem piedade.

— Você gosta disso, vadia?! Gosta desse pau?! — César rosnou, tentando manter o controle sobre si mesmo. A buceta de Mari era incrível, e ele estava tendo problemas para não parecer ansioso demais. Ele manteve a postura dura, agarrando a jovem mulher pela cintura e continuando a meter a carne maciça para dentro e para fora da fenda ansiosa dela.

— Sim! SIM! Esse é o melhor pau do mundo, caralho! Puta que pariu! SIM! — ela gritou.

Era por isso que ele gostava mais de foder mulheres casadas. Se um pedaço de mau caminho como Mari estivesse "no mercado", ela estaria sendo comida por todo cara bom de lábia que cruzasse o caminho. Mas por estar presa num casamento, essa buceta apertada estava sendo protegida, guardada para um homem como César. A buceta dela estava presa a um sexo conjugal sem graça, e quanto mais o casamento durava, mais pronta aquela buceta estaria para ser esticada ao redor de sua arma carnuda e maciça.

Uma aliança era um alvo para um sedutor encantador como César, e ele sempre acertava o alvo.

— Me diz... PORRA... me diz como é a sensação! Me diz o quanto é melhor que o pau do seu marido! — César exigiu, os seios enormes da jovem esposa deslizando contra o peito tenso dele.

— Seu pau é... DEUS! — ela gritou. — Seu pau é incrível, Mestre! É o melhor pau que eu JÁ experimentei! Você faz meu marido parecer um moleque! Você é um homem de verdade, porra, com um pau de verdade, caralho! SIM! — Mari gritou alto o suficiente para todo mundo no avião ouvir.

— Mmm... — César gemeu, saboreando a buceta apertada da esposa, — Que tipo de homem deixa a esposa foder um pau como esse? Mmm... porra! Que tipo de homem fica sentado enquanto a esposa monta numa rola gigante como a minha?

— OH! — Mari gemeu. Enquanto ele dizia isso, a buceta dela espasmou ao redor do pau que a penetrava. Ela estava começando a aprender como era bom falar mal do marido idiota e amoroso enquanto montava no pau de outro homem.

— Isso faz dele um frouxo, não faz? — César acrescentou, com um sorriso presunçoso. — Faz dele patético! Que tipo de marido não se impõe pela esposa? Que tipo de homem deixa um cara como eu foder a esposa dele? Hein? Me diz! Continua montando no meu pau e me diz!

Mari não podia negar. Enquanto sentia um prazer que não imaginava possível, sentindo o maior, mais grosso e mais incrível pau enchendo sua buceta apertada, ela percebeu que tudo isso se devia ao marido ter recuado. Recuado para a vontade de ferro desse bruto... desse conquistador. Sim, ele era um conquistador, um guerreiro, e estava massacrando a buceta casada e apertada dela. E o marido dela, mal tinha registrado como um obstáculo. Ele não era nada para um homem como César. César tinha provado ser superior ao marido dela em todos os sentidos. Era simplesmente um fato, um fato que a jovem esposa achava muito, muito atraente. E a essa altura, ele merecia ouvir esse fato direto de Mari.

— Sim! SIM! Ai Deus, você tá certo! SIM! Tá bom... SIM! Meu marido é um frouxo do caralho! PORRA, SIM! — ela gritou, um espasmo violento de prazer percorrendo-a. — Ele é patético! CARALHO! Eu tô te dando um sexo melhor do que eu já dei pra ele! Você mereceu, Mestre! Você é muito melhor que ele! — a esposa gritou, inflando o ego do misógino arrogante enquanto ele bombeava a buceta dela. A xota dela estava tremendo. Ela estava chegando muito perto de gozar no pau do agente corrupto do governo.

Sentindo isso, César aumentou o aperto na cintura da jovem esposa e realmente focou em estocar para cima, para dentro dela, o mais forte possível.

— UGGHHHHHH! HHHHHHNNNNNN! PUTA QUE PARIU, CARALHO! — ela gritou enquanto o homem mais velho a fodia com força bruta com seu pau enorme. Ela estava acompanhando esse ritmo bruto, jogando o corpo contra ele. Não havia delicadeza ou hesitação da parte dela. Ela não estava tentando fingir que não queria isso. Ela estava montando nele violentamente, a bunda batendo no tronco dele, montando no pau gordo como uma puta completa. Como a safada suja que ela era, não a esposa que fingia ser.

— Quer gozar, vadia? — César rosnou como o diabo.

— SIIIIIMM! POR FAVOR! — ela implorou, batendo contra ele, o prazer quase num crescendo.

— Me diz! — César exigiu, movendo um dos braços pelo corpo dela, agarrando brutalmente a lateral do seio dela com a pata carnuda. Ela amava sentir as mãos ásperas dele nos seios macios. Um homem tão duro e bruto merecia a maciez incrível que um par de peitos enormes e casados podia oferecer.

— Eu... uh, porra, porra, eu quero gozar! — ela implorou, coberta de suor, na beira de um orgasmo imenso, o maior da vida dela, na ponta do pau maligno do homem mais velho. O pau maligno que estava envenenando essa jovem e doce esposa, transformando-a numa safada louca por rola.

*PLÁ!*

— Tenta de novo! — ele gritou, estalando a bunda dela com força.

— PORRA! SIM! Por favor! Eu quero gozar! — ela implorou, a voz trêmula soando um pouco mais composta.

*PLÁ!*

— DE NOVO! — ele rugiu, a bunda dela encontrando a mão grande e forte dele novamente.

— Eu quero gozar, caralho! — Mari disse com mais força.

*PLÁ!*

— Mais! — César exigiu, a buceta apertada e agarradora dela deixando-o louco.

— Eu quero gozar no seu PAU GORDO DO CARALHO! Sim! SIM! UGH! — Mari gritou.

*PLÁ!*

— MAIS! — César grunhiu, fodendo Mari selvagemente.

— Eu quero gozar no seu PAU INCRÍVEL! Eu quis desde o momento que eu te vi, porra! — Mari guinchou, a buceta tremendo.

*PLÁ!*

— Mais! — César exigiu de novo.

— Eu quero GOZAR no seu PAU grosso e perfeito enquanto aquele FROUXO do meu MARIDO fica lá fora ouvindo, caralho! Eu quero que você me faça gritar até perder a voz, Mestre! Por favor! — Mari implorou.

— Me diz o que eu quero ouvir! — César disse a ela. — Me diz o que você é!

Os olhos afiados dela olharam para baixo, para ele. O rosto dela se contorceu em ódio enquanto ela fodia o pau enorme do homem mais velho, e por um momento, César viu o olhar odioso que o tinha recebido nas primeiras horas daquele voo.

— Vai se foder! — Mari gritou, desesperada pela aprovação dele, apesar de seu "ódio". Desesperada pela permissão para gozar.

— Me diz! — César rosnou enquanto a jovem esposa fodia com ódio o pau enorme e latejante dele. Ela tentou resistir, não dar a ele o que ele queria. O prazer era grande demais.

— Eu sou sua cadela, tá bom!? — ela cedeu, entregando-se a ele, aceitando seu lugar. — Você me transformou na sua cadela! Eu sou sua puta suja do caralho! Só... POR FAVOR! Me faz gozar, Papai!

Assim que a mulher outrora orgulhosa chamou esse velho malvado de Papai, um choque de luxúria percorreu o agente do governo. Ele perfurou a jovem mulher com fúria, mudando levemente o ângulo de ataque, enterrando o pau nela de tal maneira a cumprir um objetivo singular.

Fazer essa cadela submissa gozar.

— AAAHHH! AHHHH! Ai meu Deus! SIM! SIM! SIM! — Mari gritou enquanto o homem mais velho martelava sua vara superdimensionada para dentro e para fora da buceta casada e esticada. A cabeça grossa e esponjosa do pau enorme estava coçando uma coceira dentro de Mari que estava presente há anos. Ele a estava atingindo em lugares que Tomás nunca tinha atingido ou poderia atingir, encaixando-se nela perfeitamente. E agora, sabendo que tinha a permissão dele para gozar, e que tinha se subjugado voluntariamente a ele por completo, ela estava prestes a ter um orgasmo imenso.

O mundo dela estava prestes a tremer.

— Goza, vadia! Goza no meu pau gordo! Goza no pau gordo do Papai, caralho! — César comandou, dentes cerrados enquanto se preparava para sentir a buceta incrível dela enlouquecer ao redor do pau dele.

— Eu vou gozar! Eu vou gozar! Eu vou gozar, Papai! — Mari gemeu, olhos apertados.

— Vai, vadia! Goza no pau do Papai! — ele disse, estalando a bunda dela.

— PORRA! SIM! SIM! SIM! SIM! Eu vou... eu vou gozar! EU VOU GOZAR! EU VOU GOZAR NESSE PAU GORDO DO CARALHO! SIM! SIM! AAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH! SIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMM! — Mari gritou quase a plenos pulmões enquanto seu mundo explodia, culminando numa onda incrível de prazer quando o maior orgasmo de sua vida a atingiu. Quaisquer orgasmos que ela teve antes desse mal contavam em comparação. O corpo dela se contorceu e se sacudiu violentamente enquanto o orgasmo a atingia, moendo-se contra o corpo magnífico do homem mais velho, sentindo cada centímetro do pau dele dentro dela.

— TÃOOOOOO BOOOOOOM! — Mari gemeu, surfando na onda. Embaixo dela, o corpo de César estava tenso, lutando contra um orgasmo enquanto a buceta da mulher casada apertava ao redor dele, desesperada para fazê-lo gozar, desesperada para receber a semente dele. Mas César tinha um plano para a porra enchendo suas bolas, e não era para a buceta dela. Não ainda, pelo menos.

Mari estava em outro mundo. A buceta dela espasmava de prazer, sentindo um tipo de prazer que ela nunca soube ser possível. Cada nervo do corpo dela estava explodindo de prazer, fazendo o corpo tremer de deleite. E era tudo graças ao pau divino alojado até as bolas em sua buceta casada. Não havia culpa, nem dilemas morais. Não, nada disso importava. Ela não precisava mais se preocupar com essas coisas. Tudo o que importava era o pau gigante esticando sua buceta, dando a ela o tipo de prazer que ela sempre precisou.

O tipo de prazer que um pedaço de mau caminho como ela merecia.

O corpo de Mari se sacudiu e flexionou por mais alguns momentos antes de colapsar, a tensão deixando-a, seu corpo delicioso caindo contra o de César. Depois da foda mais forte da vida dela, parte dela estava pronta para apenas relaxar e descansar, mas havia uma coisa mantendo-a no momento. Uma coisa muito grande.

O pau enorme, de vinte e cinco centímetros, maduro, ainda alojado dentro de sua buceta que o agarrava.

Estava tão duro que latejava dentro dela, marinando em sua buceta casada, ainda coberto com os sucos dela. A buceta dela ainda apertava o pau enorme, massageando-o, dando a cada centímetro da arma maligna o prazer amoroso que ela merecia. Havia algo sobre seu tamanho imenso. Quase emitia um poder sombrio, uma energia maligna. Quanto mais tempo ficava enterrado na buceta apertada de Mari, essa energia maligna se transferia para ela, corrompendo seu espírito outrora puro.

Ela se levantou para olhar o rosto presunçoso dele novamente, mas desta vez, não havia luta nela. Não mais.

— Como você não gozou? — ela perguntou com admiração, olhos arregalados, suas feições angelicais olhando para baixo para o homem corrupto abaixo dela.

— Bem, vadia... — ele começou, os olhos dela brilhando de luxúria quando ele a chamou por esse nome desrespeitoso. A boceta dela apertou o pau gordo dele com apreciação. — Tenho certeza de que você está acostumada a fazer o garoto com quem você é casada gozar em dois minutos, mas eu sou um homem de verdade. Se você quiser me fazer gozar, vai ter que merecer. Então... mãos à obra, cachorra.

Os olhos dela brilharam novamente e seus lábios carnudos se curvaram num sorriso que era ao mesmo tempo adorável e incrivelmente safado.

A maldade caía bem nela.

— Sim, Papai — ela começou, se empurrando para cima, seus seios enormes balançando deliciosamente. — Sua putinha vai te fazer gozar mais forte do que nunca! — ela prometeu.

Com essa pausa na tempestade de sexo quente, os outros passageiros no avião mantinham um olho na porta do banheiro, interessados em ver as partes culpadas. Interessados em ver as duas pessoas que claramente tinham acabado de ter um sexo incrível.

Para Tomás, ele só esperava que tudo tivesse acabado. Esperava que pudesse de alguma forma deixar tudo isso no passado e seguir em frente, e descobrir as consequências depois. Esperava que todo esse surto de insanidade tivesse chegado ao fim.

Ele não teria tanta sorte.

Se ao menos pudesse falar com ela, explicar o que estava acontecendo. Explicar que o homem mais velho o estava chantageando, que ele tinha enganado os dois para caírem direto na armadilha dele. Se ao menos Tomás pudesse explicar, talvez eles pudessem de alguma forma chegar a um entendimento. Tomás se sentia vazio por dentro e só queria voltar a como as coisas eram, meras horas atrás. Se ao menos pudesse dizer o quanto a amava, e ver esse amor retribuído no rosto bonito dela e ouvi-la dizer o mesmo, então tudo poderia ficar bem.

'Eu te amo' não eram as palavras passando pelos lábios dela no momento.

— Você gosta da bocetinha apertada da sua puta, Papai? — Mari perguntou, sorrindo com tesão, olhando por cima do ombro para seu mestre. Ela tinha mudado de posição, agora de costas para ele, sentada no colo dele. Ela estava moendo a bunda na virilha dele lentamente, rolando a bunda no colo dele, a buceta ainda enrolada no pau de César, apertando-o.

— Mmmm, nada mal — César concedeu, fazendo-a revirar os olhos levemente. César estava um pouco perdido na vista, tendo uma visão privilegiada das costas sexy, firmes e nuas dela, e da bunda incrível, redonda e suculenta. Seus olhos bebiam a visão da bunda deliciosa em forma de coração enquanto rolava no colo dele, admirando sua perfeição. E os peitos dela eram tão grandes que ele podia vê-los por trás.

Do jeito que ele gostava.

César estava contente em apenas deixar rolar enquanto esfriava da sessão de sexo bruto que tinha acabado de participar. Mas ele podia dizer imediatamente que, embora Mari estivesse agora gostando muito do sexo com César, ela estava começando a ficar um pouco arrogante. Estava começando a sentir que estava no controle. Ela já tinha gozado forte, e ainda estava cheia de energia. Sentia que estava pronta para ir a noite toda, e momentaneamente se perguntou se esse velho poderia acompanhar a energia sexual juvenil da jovem esposa peituda. Por um momento, ela se perguntou se poderia vencê-lo no cansaço, quebrá-lo da maneira que ele estava tentando quebrá-la.

Era hora de ela ser lembrada de quem estava no comando.

— Você gosta do pau do Papai mais do que do seu marido? — César perguntou, agarrando os quadris lisos dela com as mãos ásperas.

— Mmm, seu pau é muito melhor que o do meu marido — ela gemeu, ainda rolando suavemente a bunda ao redor do pau gordo. — É tão grande... tão gordo... tão incrível, porra! O pau do meu marido é minúsculo comparado ao seu.

*PLÁ!*

O corpo dela se sacudiu quando o homem mais velho estalou a bunda dela, fazendo-a olhar para trás com surpresa, levemente magoada.

— Eu disse... você gosta do meu pau mais do que do seu marido? — ele perguntou, sem humor na voz. Ela pausou por alguns momentos, alguma culpa ainda segurando-a.

*PLÁ!*

— Tenho que perguntar de novo, vadia? — César perguntou rispidamente.

— Sim! SIM! — ela gritou, flexionando a buceta ao redor do tronco dele com mais força, querendo dar mais prazer a ele para esfriar sua raiva.

*PLÁ!*

— Sim o quê? — ele perguntou.

— Eu amo seu pau mais do que eu amo meu marido, Papai! — ela gemeu. — É incrível!

— Seu casamento não significa nada comparado ao que meu pau pode fazer com você — César disse.

— Sim! Seu pau me deu mais prazer e realização do que ele jamais me deu — ela respondeu, moendo-se nele, lambendo os lábios.

— Dar prazer ao pau do seu Papai é a única coisa pra que você serve. Chega de política boba... chega de roupas estúpidas... tudo pra que você serve é adorar o pau enorme do seu Papai, certo? A única coisa pra que você serve é ser a cadela de um velho! — César disse, moendo-se para cima dentro dela lentamente.

— Porra! — ela gemeu suavemente, mordendo o lábio inferior enquanto apertava a buceta ao redor do cano duro de César, seus sucos pingando nas bolas enormes dele. — Eu sou só uma puta suja. Tudo pra que eu sirvo é dar prazer ao pau enorme do Papai! Tudo pra que eu sirvo é ser a cadela submissa de um velho! Sim, é tão bom! — ela gemeu.

— Você gosta de dar prazer ao Papai, não gosta? — César perguntou.

— Sim! Eu amo fazer o pau do Papai se sentir bem! Eu quero te fazer gozar! Por favor, Papai! Goza pra sua putinha! Goza pra sua cadela suja! — Mari suspirou.

— Bem... — ele começou, estendendo a mão para baixo, agarrando Mari sob os joelhos, puxando-a para trás para que ficasse contra ele. — Eu tenho tempo pra te fazer gozar mais um pouco, primeiro. Só pra você não esquecer quem tá no controle aqui.

— Espera, uh, o quê... ai meu Deus! — Mari suspirou enquanto César começava a pistonear o pau para dentro e para fora dela.

César começou a estocar com força na jovem mulher esbelta, martelando o pau na buceta apertada dela. O cabelo cheiroso dela estava contra o nariz dele, enchendo suas narinas com seu cheiro doce. As costas dela estavam pressionadas contra ele e ele estava olhando por cima do ombro dela, o que lhe dava uma visão incrível de seus peitos balançando. Ele pegou uma das mãos e levou ao peito projetado dela, apertando um dos seios com brutalidade enquanto estocava para cima dentro dela.

— Toma! Toma esse pau, vadia! — César grunhiu, dando à mulher casada seu comprimento total a cada estocada.

— Sim! SIM! Eu amo! Eu amo seu pauzão, Papai! — ela gemeu, a cabeça rolando de prazer.

— Você quer gozar no meu pauzão, ou quer que o Papai goze? — César perguntou, realmente cavando fundo, forçando a jovem esposa a receber todo o tronco dele com brutalidade.

— Eu quero que você goze, Papai! Eu quero tanto que você goze! Eu queria te fazer gozar no instante em que você começou a dar em cima de mim! Eu queria me curvar, abrir o zíper da sua calça e engolir seu pau grosso inteiro, bem na frente do Tomás!

— Mmm, é! — César grunhiu, gostando daquilo, dando à jovem mulher estocadas mais fortes com seu membro latejante. Mari sentiu o prazer dele e continuou.

— Deus, você é tão gostoso... eu achei isso desde o começo — Mari admitiu, alimentando o ego dele, novamente sem nem ter certeza se estava mentindo ou admitindo uma verdade profunda e sombria. Ele apalpava os seios dela, agarrando-os com brutalidade enquanto a segurava firme, fodendo-a com força. — Eu queria que você me comesse... sim, porra, sim... eu queria que você me convencesse a trair meu marido. Aquele meu MARIDO FROUXO do caralho, com aquele PAUZINHO DE MERDA e sem atitude nenhuma! Você foi um escroto do caralho, mas Deus, eu queria que você me possuísse. Você realmente teve culhões pra dar em cima de uma mulher casada. Um cara com bolas enormes como você merece ter elas adoradas — ela disse, empurrando-se para baixo para encontrar as estocadas brutas dele. — Porra, sim! Caralho, sim! SIM! Me fode, Papai! Me fode!

César a segurou firmemente em seus braços grandes e masculinos, ainda enterrando os dedos grandes na carne macia e empinada dos seios dela.

— Aperta eles, Papai... — Mari gemeu, estendendo a mão para baixo dos joelhos para substituir as mãos dele, segurando as próprias pernas para cima. — Aperta meus peitões, Papai! Eles pertencem a você!

César ficou feliz em obedecer, trazendo a outra mão para se juntar à primeira, ambas as mãos grandes agora apertando as tetas maciças e suculentas da mulher casada, cavando nelas com brutalidade, abraçando sua maciez incrível. Essa sensação o estimulou, fodendo a jovem cadela com força.

— AH! AH! AH! SIM! SIM! SIM! SIM! — Mari guinchou, sentindo o pau colossal enchendo-a, de novo e de novo. — Eu acho que vou gozar de novo — ela coaxou. Depois de ter passado a vida inteira sem ter um orgasmo real, ter um segundo tão logo após o primeiro era um resultado chocante. Mas o pau do homem mais velho, sempre impulsionando e nunca cedendo, estava mandando-a para a beira do abismo novamente.

— Você quer gozar pro Papai? — César grunhiu. — Você quer gozar no pauzão do Papai?

— SIM! Eu quero gozar no seu pau gordo, Papai! Por favor! Eu quero gozar no seu pau incrível! Eu quero gozar... eu quero gozar... eu quero gozar... eu quero gozar... ah, ah, AH, SIM, SIM, SIM! Ai meu Deus! Ai meu Deus! AI MEU DEUS! SIM! SIM! SIM! AAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMM! — Mari gritou, gozando novamente no pauzão de César.

César nunca cedeu, continuando a enterrar sua arma colossal na jovem mulher casada, atingindo-a em todos os lugares certos. Ele queria transformar essa vadia orgulhosa numa viciada em orgasmo. Ele queria torná-la viciada em prazer. Viciada no pau gordo dele.

Ele estava no caminho certo para cumprir esse objetivo.

— SIM! SIM! OHHHHHHMEUUUUUDEUUUUUUUSSSSSSS! — ela gritou, gozando de novo, segundos após o anterior. Como esse filho da puta podia ser tão bom? Ele nunca parava, porra! Ele era tão bruto! Um animal! Como ele sabia foder mulheres tão bem? Ele era incrível!

O corpo de Mari estava no limite, todo o seu ser sendo trabalhado pelo homem mais velho. Não apenas o pau maciço perfurando-a com brutalidade. Tudo o que ele fazia estava apenas dando tesão nela. Os braços tensos dele enrolados nela, prendendo-a contra ele. As mãos grandes, amassando seus melões maciços, fazendo-a se contorcer. E, claro, seu pau maciço, enchendo-a até a borda, deixando-a louca. O corpo dela estava tenso, e a garganta estava apertada, ao ponto de que, embora ela ainda estivesse gemendo, sua garganta estava tão fechada que o som foi silenciado. Um gemido uivante e silencioso de prazer.

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