Capítulo 11: O Programa Anônimo
Meses se passaram, mas Sofia ainda queimava na minha cabeça como uma febre que não baixava. Eu, grisalho, com um pau que não descansava, tentei esquecer aquela garota com seios GG, bunda redonda e um pênis enorme que jorrava porra como uma mangueira, mas era impossível. Depois de vê-la com aqueles caras, o buquê de flores caindo no chão, pétalas vermelhas espalhadas como sangue, tentei outras mulheres, até uma trans, mas ninguém era ela. Ninguém tinha aquela entrega total, aquela sujeira que me viciava. Uma noite, navegando num site de garotas de programa, vi o anúncio: “Sofia, 20 anos, trans, completa.” A foto mostrava a bunda dela empinada, os seios grandes, o pinto duro e cheio de veias. Reconheci imediatamente. Meu sangue ferveu, raiva, tesão, saudade, tudo misturado. Ela virou prostituta? No fundo eu sabia que ela tinha o dom pra isso, mas será que estava feliz? Será que estava sendo obrigada? Decidi marcar um programa, anonimamente, com um número falso. Queria humilhar ela, fazer ela sentir o que eu senti. Mas no fundo, eu sabia que ainda a amava demais.
Cheguei ao motel à noite, quarto 26. Bati na porta, o coração disparado. Ela abriu, num vestido roxo colado, curto, os seios quase pulando pra fora do decote, o pênis marcando o tecido, os cabelos negros soltos caindo como cascata. “Oi,” disse, a voz sensual e profissional, sem me reconhecer na penumbra do corredor. Meu pau endureceu na hora, mas a raiva falou mais alto. “Tira essa porra de roupa, sua puta,” grunhi, entrando e fechando a porta com força. Ela hesitou um segundo, os olhos azuis piscando confusos, mas obedeceu, o vestido caindo no chão, revelando uma calcinha preta de renda esticada pelo pau duro, brilhante e cheio de veias. Os peitos grandes siliconados saltaram livres, mamilos rosados já duros.
“De joelhos, vagabunda,” mandei, abrindo a calça com raiva, meu pau pulando livre, veias pulsando, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ela se ajoelhou no carpete barato, a boca abrindo pra engolir tudo de uma vez. A garganta apertou meu pau como um punho quente, baba escorrendo pelos cantos, pingando no queixo. Cuspi na cara dela, o cuspe quente e grosso pingando pela bochecha, misturando com a baba. “Chupa direito, sua puta barata,” rosnei, puxando o cabelo com força, o couro cabeludo ardendo. Ela gemeu, os olhos azuis brilhando de tesão misturado com surpresa, e chupou mais fundo, a língua girando na cabeça, lambendo cada veia, o som molhado ecoando no quarto. “É isso que você faz agora, né? Chupa qualquer pau por dinheiro, sua prostituta,” provoquei, outro tapa estalando forte na cara, a pele ficando vermelha na hora. Ela não respondeu, só chupava com mais fome, a baba escorrendo pelos seios, manchando os mamilos rosados, e eu sabia que ela ainda não tinha me reconhecido na luz fraca.
Puxei ela pelos cabelos com violência, jogando-a de quatro na cama redonda, os lençóis pretos se amassando. “Empina esse cu, sua vadia,” disse, rasgando a calcinha com as mãos, o tecido se desfazendo. O pênis dela balançava duro, pingando pré-gozo no lençol. Caí de boca no cu dela, enfiando a língua fundo, lambendo, chupando, babando tudo até ficar bem molhado e pronto. Ela gemia alto, empinando mais, o corpo tremendo. Entrei com força, meu pau esticando o rabo apertado, cada centímetro rasgando, e ela gritou, os seios balançando loucamente a cada estocada bruta. Socava com tudo, a cama rangendo alto, o espelho no teto mostrando a cena: eu fodendo ela como um animal, a bunda tremendo. Dei um tapa forte na bunda, a palma estalando como chicote, a pele ardendo e ficando vermelha. “Toma, sua puta,” grunhi, outro tapa, mais firme, deixando marcas de mão. Puxava o cabelo, o pescoço arqueado, socando fundo, o pau batendo no ponto certo. “É isso que você queria, né? Ser fodida como lixo por qualquer um,” continuei, humilhando, cuspindo na cara dela de novo, o cuspe escorrendo pelo nariz enquanto ela gemitava. “Fala, sua vagabunda, gosta de ser usada como prostituta?” perguntei, batendo na bunda sem parar, a pele marcada, vermelha e quente. “Gosto,” ela murmurou, rouca, o pênis pulsando forte, batendo no lençol, pingando.
Mudei a posição, virando-a de costas, as pernas no meu ombro, o cu aberto e brilhante de lubrificante. Socava fundo, o pau entrando até o talo, os seios balançando com cada estocada, os mamilos duros roçando meu peito peludo. Masturbava o pênis dela com força, quente e grosso na mão, a cabeça inchada pingando. “Goza, sua vadia,” mandei, batendo na cara dela de novo, o tapa estalando, misturando dor e prazer. Ela gozou forte, jatos grossos e brancos jorrando farto, acertando o peito dela, o pescoço, o queixo, o gozo quente pingando nos seios, escorrendo pelo abdômen. Era como eu amava, sujo, abundante, manchando tudo, mas a raiva ainda queimava dentro de mim. “Olha essa porra toda, sua vagabunda,” disse, apontando pro gozo farto, e bati na cara dela, o tapa leve mas firme, a pele ardendo mais. Ela gemia, tremendo inteira, o cu apertando meu pau como um punho, me levando ao limite.
“Minha vez,” grunhi, saindo do cu com um som molhado, ajoelhando na frente da cara dela. Masturbei rápido, a cabeça brilhando de lubrificante e pré-gozo, e gozei forte, jatos quentes cobrindo a boca, o nariz, as bochechas, misturando-se com o gozo dela. O sêmen era grosso, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios, e ela lambeu os lábios, o gosto salgado na língua, os olhos azuis fixos nos meus. “Olha pra você, uma puta qualquer, coberta de porra,” disse, a voz cortante, mas então ela me olhou de verdade, os olhos arregalando de choque. “Lucas?” murmurou, a voz tremendo, e eu senti o chão sumir debaixo de mim.
Caímos na cama, o silêncio pesado, o cheiro de sexo, gozo e suor dominando o quarto. A raiva derreteu de vez, e eu a puxei pra mim, beijando a boca dela com força, o gozo ainda na língua, o gosto salgado misturando-se entre nós. “Te amo, Sofia,” disse, a voz rouca de emoção, as mãos tremendo na cintura dela. Ela chorou, lágrimas escorrendo pelo rosto manchado de sêmen e cuspe. “Me perdoa, Lucas,” soluçou, abraçando-me forte, os seios contra meu peito peludo. “Eu não queria isso, era a dívida, Pedro, Jorge… eu tava perdida, desesperada.” Eu a segurei apertado, beijando a testa, o cabelo bagunçado, sentindo o corpo dela tremer. “Eu sei, garota. Mas agora você é minha de verdade,” murmurei, mesmo sabendo que ela ainda escondia algo, que a história não tinha acabado. Passamos a noite ali, transando de novo, mais suave no começo, mas voltando à sujeira, tapas, cusparadas, o gozo farto dela manchando os lençóis pretos. Eu a queria, mesmo com as cicatrizes que ela deixou, mesmo com a dor que ainda queimava
