A situação com Larissa tinha ficado complicada. Ela tinha uma tara estranha em se provar superior à irmã e, apesar de ser uma delicia poder comer ambas, precisava ser em suas condições. Dois dias depois de uma transa rápida com Juliana, minha cunhada, enquanto Larissa tomava banho, eu estava subindo pelas paredes outra vez. Não tinha mais como me concentrar em nada da vida, só queria saber de meter nas duas.
Nesse dia, no almoço, recebi uma mensagem da minha cunhada, perguntando se eu iria encontrar sua irmã naquele dia. Eu respondi que não, apesar de ter deixado em aberto uma visita à Larissa.
"Ótimo. Vou te buscar daqui a pouco, preciso te contar uma coisa."
Eu pensei em varias possibilidades, especialmente em ter engravidado ela, já que não usamos proteção. Ao entrar em seu carro, notei que ela ainda vestia um pijama e não parecia usar nenhuma roupa íntima por baixo.
- Dormiu até tarde, foi? - Perguntei na intenção de quebrar o gelo.
- Mais ou menos. Era sobre isso que queria falar.
- Sou todo ouvidos.
- Então, eu tava tendo encontros com um carinha do trabalho. Ele é meu superior e só nos víamos por reuniões online. Quando o vi pessoalmente tive uma quedinha...
- E você está namorando? - Interrompi Juliana assim que ouvi sobre namorar, fiquei com medo de perder uma foda certa.
- Não. Ainda não. Ele é bacana e endinheirado, dá tudo pra mim e está tentando me conquistar. Aliás, dá quase tudo...
Juliana disse isso e logo pegou no meu pau, esfregando as mãos no meu short e sentindo o volume crescer.
- Acho que entendi. Você foi dormir com o cara e não gostou?
- Não. Eu gostei. Só não gozei, acabou sendo um pouco rapido.
- Agora está me levando pro motel pra sentir prazer de verdade?
Ela sorriu, ainda concentrada na pista. Eu me estiquei e beijei seu pescoco, enfiando juntamente as mãos no meio das suas pernas.
- Tá molhada assim porque?
Ela soltou um dos seus gemidos deliciosos.
- Muitas coisas. Tô doida por um pau desde ontem a noite, você sabe me tocar como ninguém e eu estou prestes a colocar outro chifre na minha irmazinha.
Eu segui acariciando-a, até a entrada do motel. Parei enquanto entrávamos e voltei assim que saímos da portaria em direção ao quarto.
- Para um pouquinho, preciso manobrar.
Eu fiquei um tempo, enquanto ela deixou o carro morrer e começou a gemer mais alto, segurando o volante. Parei para que ela terminasse de estacionar. Quando descemos do carro, Juliana deu a volta e veio me beijar, enfiou a mão por baixo da minha calça e colocou minha pica pra fora ali mesmo, com o portão do quarto ainda aberto. Nos beijavamos nquanto ela me punhetava, as vezes até segurando a cabecinha da rola e esfregando no grelinho dela.
Estava esperando a deixa para virar ela de costas e foder ali mesmo, mas assim que ouviu um barulho de carro ela lembrou de fechar o portão. Esfriamos por um minuto, mas era absolutamente temporário. Juliana tomou a frente e me puxou pelo braço subindo as escadas rapidamente. Deitou na cama de costas e abriu as pernas, afastou o short de lado exibindo a buceta toda melada.
- Vem. - Disse ela, de forma direta.
Eu fui me aproximando até encostar minha língua naquela doce vagina. Ela escorria de tão úmida. Minha cunhada assim que me sentiu tocá-la, se abriu ainda mais, se entregando de vez à minha boca. Ela gemia alto, como sempre, um escândalo delicioso de ouvir e que fazia qualquer homem enlouquecer. Não me surpreende que seu ficante tenha gozado tão rapido.
Enquanto lambia sua buceta, aproveitei para tirar meu shorts e minha cueca, deixando meu membro livre para poder rasgá-la. Dava pra sentir que ela gozaria rápido naquele ritmo, mas, dessa vez, como na primeira, não tínhamos pressa. Eu queria fazer tudo com a Ju.
Parei o oral e me posicionei inteiro no meio das suas pernas.
- Abre bem e fica paradinha, vou te fazer gozar de verdade hoje.
Ela assim o fez. Engoliu meu pau como se fosse uma parte de si mesma, deslizando para dentro numa facilidade impressionante. Mais uma vez, gemidos gloriosos e desesperados, deliciosos de ouvir.
- Mete, gostoso! Sua cunhada tá precisando desse pau.
Seus gemidos iam se intercalando com as falas sacanas, no ritmo das minhas estocadas. Quando chegava no fim, o som das minhas bolas e nossos corpos se chocando, tomavam o quarto.
Juliana soltou uma das pernas e usou essa mão para se tocar enquanto eu metia. Que cena maravilhosa, ela com as pernas abertas e pra cima, sua bucetinha linda sento esfolada pela minha piroca e sua mão macia massageando o clitóris.
Eu já sabia o que ia acontecer quando ela ficou em silêncio. Seu clássico orgasmo barulhento. Ela se contorcia enquanto gozava, quase chorava de prazer e massageava desesperadamente o clitóris.
Eu enterrei meu pau e a assisti gozar, se mexendo e tocando, enquanto estava toda preenchida por mim.
A ida ao motel já tinha valido a pena só por conta disso, mas eu queria mais.
Mal deixei ela se recuperar, me levantei da cama e terminei de tirar minha roupa, ainda ofegante, ela fez o mesmo. Peguei um saquinho de lubrificante do motel mesmo e passei uma parte na minha pica, o resto eu despejei sobre o anelzinho dela.
Minha cunhada sorriu quando sentiu a cabeça encostar no cu e ficou parada esperando que eu socasse tudo. Fiz com calma e cuidado, centímetro a centímetro dentro do seu cuzinho. Ela apertou firme os lençóis e fechou os olhos. Quando comecei a meter, ela voltou a gemer e se tocar.
Eu não ia aguentar muito ali, estava no limite da resistência. Então, pedi que ela ficasse de quatro na cama e empinasse bem o rabo. Ela assim o fez, enfiou a cara na cama e, com as duas mãos, afastou as nádegas e exibiu o cu pra mim.
- Vou te comer igual uma cadela, safada. De quatro.
Dessa vez fui sem o cuidado de antes, aquele cu já estava acostumado com meu pau. Bombei algumas vezes dando vários tapas na bunda, Juliana olhou pra trás e entre gemidos, soltou a frase que me fez chegar lá:
- Enche o cu da sua cunhadinha, vai.
Eu gozei apertando sua bunda, sentindo ela piscar ao redor do meu pau. Saí de dentro e deitei ao seu lado, que estava de bruços.
- Você se arrepende? - Disse Juliana.
- Não sei. Me sinto culpado as vezes. Mas quando entro em você, tudo some.
Ela chegou mais perto e começou a me tocar, fazendo minha rola subir rapidamente.
- Ela deixou você me comer, mas só quando tivesse aprovação dela certo?
- Sim.
- Você me comeria caso ela nunca tivesse proposto isso?
- Com certeza.
Juliana foi se arrastando na cama até chegar no meu pau, mamava ele enquanto continuava aquela conversa comigo.
- Se eu começar a namorar, você vai continuar me comendo?
- Se você quiser, sim.
- E se um dia você casar com minha irmã?
- Vou continuar também.
Ela começou a se mexer novamente, vindo com a bunda na direção do meu rosto.
- Te excita me comer sendo sua cunhada?
Quando perguntou isso, sua bunda já estava colada no meu rosto, a buceta melada da própria lubrificação e do meu sêmen que tinha escorrido do cu.
- Muito.
Eu comecei a chupar a buceta dela, enquanto ela seguia me mamando. As vezes, ela ficava só na punheta e esfregava a bunda na minha boca. Era enlouquecedor quando seus gemidos eram suprimidos pelo meu pau na sua garganta, me faziam querer ir ainda mais fundo nela.
- Vou gozar, cunhado. Que delícia.
Nesse momento, ela começou a se esfregar mais intensamente, assim como masturbar meu pau. Quando ouvi seus gemidos altos e desesperados, não consegui resistir e gozei também.
Juliana assim que viu a porra sair, colocou meu pau na boca e gemia rebolando na minha cara, enquanto tomava meu leite.
Ela apenas virou para o lado e ficou parada por vários minutos. Quando me levantei, minha cunhada acompanhou e, já no banheiro, fez questao de chupar mais um pouco meu pau, até limpar tudo. Tomamos um bom banho juntos e nos vestimos. Ela me deixou em casa e disse que iria para a dela, precisava trocar de roupa já que ainda estava de pijama.
Era tentadora a sensação de trair minha namorada. Apesar de amar fodê-la, eu seguia aprontando com a própria irmã.
E as coisas ficariam ainda melhores...