Trabalho provisório II

Um conto erótico de Davil
Categoria: Grupal
Contém 688 palavras
Data: 28/01/2026 08:36:23

Acordei no dia seguinte me sentindo outra mulher. Tomei banho demorado, passei hidratante em cada centímetro do corpo, escolhi a calcinha fio dental vermelha que mal cobria nada. Maquiagem leve, batom vermelho carregado. Fui trabalhar sentindo o ar fresco entre as pernas lisas. Os homens no posto enlouqueciam. Eu rebolava, agachava pra entregar panfleto, deixava eles verem tudo. Estava excitada o dia inteiro, mas me guardava pro Marcos.

Ele chegou às cinco da tarde. Entrei no carro sem dizer nada. Saímos pela rodovia até um posto de caminhoneiros isolado. Abasteceu, perguntou ao frentista se tinha um canto tranquilo atrás da borracharia. O homem sorriu cúmplice e apontou.

No canto deserto, Marcos desligou o motor.

— Gostou de dar pro Rafael ontem?

— Adorei. Mas tô louca pra dar mais. Só se for do jeito que você mandar.

Ele sorriu pela primeira vez.

— Boa menina.

Mandou eu deitar o banco, ficar de quatro com a bunda pra cima. Abaixou o short e a calcinha até os joelhos. Começou a acariciar minha bunda lisa, elogiando:

— Ficou perfeita assim, lisinha… Minha putinha depilada.

Bateu forte. Uma, duas, três vezes. Cada tapa fazia minha buceta pulsar. Gozei só de apanhar, gemendo alto.

— Vai lá no posto comprar uma garrafa de vinho branco. E rebola bastante. Quero que todo mundo veja que você apanha e gosta.

Fui só de regatinha e short enfiado, bunda vermelha à mostra. Rebolei, agachei, deixei eles verem tudo. Voltei com o vinho. Ele me fez beber quase metade da garrafa de uma vez. Ficou me olhando bêbada de tesão.

— Tira tudo menos a calcinha. E chupa meu pau.

Obedeci. Chupava ajoelhada no banco, ele jogava vinho no pau e mandava eu lamber. Do lado de fora, uns seis caminhoneiros se aproximaram, pau na mão, batendo punheta olhando pra mim. Marcos abriu a janela.

— Querem ver a putinha chupando? Podem vir.

Eu, louca de tesão e álcool, chupava um por um, que se revezavam dentro do carro. Eles gozavam na minha boca, no rosto, nos peitos. Perdi a conta. Ficava toda lambuzada, gemendo, enquanto Marcos me chupava a buceta e batia na bunda.

Depois ele dirigiu até um motel simples na estrada. Me levou pro quarto, me pôs de quatro na cama, de frente pro espelho grande.

— Olha pra você, vadia. Olha como tá sendo fodida.

Enfiou o pau na minha boca, batendo no rosto, chamando de puta. Gozou na garganta, mas não parou. Me virou, abriu minhas pernas e penetrou a buceta com força, tudo de uma vez. Socava fundo, me arrombando. Gozei gritando, as unhas cravadas nas costas dele.

Me colocou de quatro na beirada da cama, ele em pé. Pelo espelho vi quando posicionou a cabeça grossa na entrada do meu cuzinho virgem.

— Relaxa, putinha. Vai doer, mas você vai adorar.

Forçou. Gritei quando os primeiros centímetros entraram. Tentei fugir, mas ele me segurou pelos quadris. Forçou mais. A dor era lancinante, mas misturada com um prazer estranho. Chorei, solucei, mas comecei a gozar. Pedia mais. Ele puxou meu cabelo, enfiou devagar até sentir as bolas encostarem na minha buceta. Estava todo dentro. Gozei forte, tremendo.

Começou a estocar. Devagar no começo, depois frenético. Tirava tudo e enfiava de novo, batendo com força. Eu gritava, gozava sem parar. Me levantou, me fez andar com o pau no cu até a parede, continuou fodendo em pé, me segurando pelos cabelos. Gozou dentro do meu cu, jatos quentes enchendo tudo. Eu gozava junto, gritando que era puta, que amava dar a bundinha.

Chegamos ao hotel depois da meia-noite. Eu mal conseguia andar, buceta esfolada, cuzinho arrombado e latejando, corpo coberto de porra seca. Rafael chegou logo depois, com uma câmera de vídeo e uma sacola de presentes.

— Quero gravar você contando tudo.

Fiquei nua na cama, narrei cada detalhe enquanto ele filmava closes na minha buceta inchada e no cuzinho vermelho e aberto. Terminou me comendo o cu devagar, porque doía muito. Chorei de dor, mas gozei de novo. Percebi que ele adorava ver uma mulher arrombada por outro pau.

Me deixou mais cem dólares e um colar de ouro.

— Continue obedecendo o Marcos. Amanhã você está folga pela manhã.

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