APENAS UM CONTO. (5ª PARTE e 6ª PARTE)

Um conto erótico de RICARDO
Categoria: Heterossexual
Contém 5950 palavras
Data: 27/01/2026 15:06:02

APENAS UM CONTO. (5ª PARTE e 6ª PARTE)

Tudo acertado, na semana seguinte, na segunda, lá estava eu para início. Fui acompanhado até o local por uma pessoa do RH, até o meu chefe, ele conversou rapidamente comigo, me apresentou aos meus colegas, e me passando minhas atribuições e meu dia de trabalho efetivamente começou. Éramos um número até que grande, aos poucos fui conhecendo melhor todos eles.

Os dias foram passando e uma noite já em casa jogado no sofá assistindo algum programa que nem prendeu minha atenção, alguém chama minha mãe no portão, ela foi até lá para vem quem era, e então volta com Ângela atrás dela, toda arrumada como sempre, e tão bela quanto antes, sempre chamando a atenção.

- Olá Rick!

- Oi!

Foi a única coisa que consegui responder, e em minha cabeça vieram as lembranças do nosso último encontro que eu já quase tinha os deixado em um canto qualquer de minha memória.

- Como você esta?

- Bem!

- Nossa!! Que frieza da sua parte.

- E o que você esperava depois que nos vimos pela última vez.

Ela fez aquele olhar de que aparentemente tinha esquecido o fim do nosso namoro.

- Eu vim aqui como sua amiga, apenas isso.

- Sei e o que minha amiga quer comigo agora, veio me dizer que além de não querer mais ser minha namorada, agora também não pode ser mais minha amiga? Se for isso, já te exclui da minha lista de amizades também, naquele mesmo dia.

Ela me olhou surpresa com minha atitude gelada.

Se virou para minha mãe deu um tchau tímido e saiu.

Minha mãe apenas me olhou balançando a cabeça negativamente, mas nada disse.

Eu continuei onde estava, fazendo a mesma coisa, vendo as pessoas falando na tv sem nem me importar sobre o que estavam falando. Depois de um tempo fui para meu quarto me deitar, precisava descansar para trabalhar no dia seguinte. Na verdade foi lá que aprendei sobre aquele ditado que diz que quando se faz algo que se gosta, você não esta trabalhando mesmo.

Sobre a Ângela, preciso dizer que, sim eu sabia que aquele BMW amarelo estava, aparecendo com cada vez mais frequência parado na frente da casa dela, pensei que provavelmente devia ser seu novo namorado. Bem que ela fosse feliz com ele, era o máximo que podia desejar, caso fosse realmente um novo pretendente dela.

Na empesa meu contato com Lívia estava cada vez maior, mas sempre para tratarmos de assuntos profissionais, e eu tinha que manter uma certa distância, pois como minha diretora não queria avançar nenhum sinal vermelho. Ela sempre era gentil, sempre querendo minha opinião e dando orientações sobre os projetos, bem não só comigo, esse jeito gentil dela era para com todos.

E me mantinha na minha, apesar de sempre estar prestando atenção aquela mulher, seu jeito de se vestir, sua beleza, as vezes me pegava pensando nela e tinha que ser alertado por algum colega para deixar de viajar, então tentava focar no trabalho.

Tempos depois, um dia chegando e pegando o elevador, encontrei com Lívia, ela não me parecia bem, estava com os olhos um pouco vermelhos, distraída, ao ponte de nem me notar, coisa que não tinha visto até então. Desci no meu andar e ela continuou para o dela.

No almoço, comi rápido porque queria dar uma volta, pois estava tendo dificuldade com algo no trabalho e queria dar uma volta para espairecer e ver se encontrava uma solução. Caminhando vi ao longe sentada em um banco Lívia. Continuei andando pois passaria próximo a ela, parei e pergunte se estava tudo bem, só então, quando ela me olhou percebi que estava com os olhos marejados, prestes a escorrerem lagrimas por seu rosto. Me sentei perguntando.

- Você esta bem?

- Vou ficar, isso vai passar, me disse ela.

- Se quiser pôr para fora, e eu estiver a altura de poder ouvi-la.

Ela me olho forçando um leve sorriso de canto de lábios.

- Não sei se você vai querer ouvir minha choradeira.

- Bem, se quiser que eu decida se é choradeira ou não, só tem um jeito de saber, não concorda.

- Bem, é você tem razão. Você é quem vai ter que decidir.

- Então solta a voz, disse eu sorrindo e tentando faze-la se sentir melhor.

Ela olhando para mim, parou um segundo antes de começar, parecia que a dúvida ainda pairava em sua cabeça.

- Tá bom, enxugou uma lagrima que quase escorreu pelo seu rosto.

Ainda se passaram alguns segundos até ela reunir forças e começar a falar.

Estava dentro de um relacionamento que segundo ela não levaria a lugar algum, a pessoa, é isso ela não quis dar nome, parecia não ligar para ela, era o tipo de pessoa que só pensava em si, em ter e ganhar dinheiro, como se fosse a coisa mais importante na vida. Apesar de ser um cara que já tinha uma vida estabilizada, ter um bom patrimônio constituído, ainda corria atrás de cada vez mais, além de se preocupar apenas consigo mesmo, e no que era melhor para ele, apenas ele. Ela disse que sabia que ele a traia mas, a esperança existia, e que em algum momento ele pudesse mudar e os dois terem uma vida feliz juntos.

Aquela conversa durou um tempo, e eu apenas a ouvia, deixando-a desabafar para ver se ela se sentiria melhor.

Por mais estranho que pareça, tudo aquela enxurrada de coisa que ela me disse, servil para eu olhar de um outro ângulo para o meu problema no que estava trabalhando, mas também em ver que aquela pessoa que estava ali, era muito sensível e queria apenas ser feliz com a pessoa que escolhera, mas isso somente partia dela. Percebi que a tal pessoa apenas a queria para exibi-la pela beleza e inteligência, não conseguia ver nada além disso.

Quando ela finalizou, apenas perguntei se ela estava se sentindo melhor, e a resposta foi que ficaria. A chamei para voltarmos ao trabalho e que não se preocupasse que de uma forma ou outra no final tudo se encaixaria e daria certo. Pronto lá estava eu falando como minha mãe. Comecei a rir de mim mesmo e tive que explicar a ela no caminho de volta para o prédio.

Naquela tarde consegui com ajuda de Lívia, sem que ela soubesse, resolver o problema que estava me deixando inquieto com o trabalho, pude entregar ao meu chefe que elogiou a forma um tanto diferente que usei para chegar ao resultado, mas como ele mesmo disse, o que importava era o resultado que estava de acordo com o que precisava.

No final do expediente daquele dia fui até a sala de minha diretora, queria saber como ela estava.

Sua secretaria me anunciou e pediu que entrasse. Quando entrei ela estava em pé de costas para a porta observando a cidade pelas grandes vidraças. Perguntei se ela pretendia fazer algo, mas ela sorriu e disse que apenas gostava de ficar olhando a cidade ir ficando iluminada pelas lâmpadas que se acendiam aqui e acola dando um toque diferente do que se via durante o dia.

Perguntei como estava se sentindo e disse que melhor, que tinha sido bom jogar tudo para fora, mesmo que eu tivesse apenas a ouvido sem a julgar ou dar minha opinião, mas que tinha pensado durante a tarde e que tinha chegado à conclusão que seria melhor terminar tudo de uma vez por todas, e que faria isso naquela noite mesmo, pois tinha marcado um encontro com o seu agora futuro ex-pretendente.

Vendo que ela estava bem, resolvi sair e ir embora, e que nos veríamos no dia seguinte. Me despedi, desejando sorte.

No caminho até em casa, meus pensamentos me levavam a tentar entender como uma pessoa consegue não valorizar o que tem, neste caso o namorado da Lívia. Mas foi uma tarefa difícil, pois não cheguei a conclusão nenhuma, afinal não tinha todos os dados para chegar a qualquer conclusão, muito menos conhecer a pessoa.

Chegando em casa notei que o carro que estava sempre em frente à casa de Ângela naquela noite não estava, mas nem queria saber, queria mesmo era tomar um bom banho, jantar e assistir alguma seria para relaxar.

Os dias foram passando e num destes dias recebi um chamado para ir até a sala de Lívia, que precisa me ver, avisei meu chefe que me olhou com uma cara estranha, mas disse que tudo bem.

E lá estava eu novamente entrando na sala de Lívia. Sua secretaria não estava, e como a porta de sua sala estava entreaberta apenas bati e chamei por seu nome. Ela me pediu para entrar e minha surpresa foi que ela estava encaixotando alguns documentos.

- Oi Ricardo, desculpa a bagunça.

- Tudo bem, mas o que esta acontecendo, esta de mudança para um andar mais alto, disse sorrindo.

Ela me olhou, mas o rosto estava sério.

- Na verdade estou saindo da empresa.

Não entendi nada além de achar muito estranho.

- Como é? Esta saindo da empresa.

- Sim, estou encaixotando minhas coisas e estou de saída, então quis me despedir de você.

Enquanto eu estava parado próximo da porta ela foi me explicando o que tinha acontecido. Que o rompimento com seu noivo, foi a causa da sua demissão, pois ele era o dono da empresa, e já que ela não o queria mais, ele a despediu.

Fiquei tão surpreso que nem consegui formular qualquer palavra, a não ser entender o porquê ela não me disse anteriormente que era seu noivo. Fiquei chateado por conta daquela situação, enquanto ela me explicava os motivos, que ao meu ver não faziam sentido algum, afinal ela estava lá pela capacidade não pela beleza, pois começou de baixo e consegui chegar aquele cargo antes de se envolver com o patrão, que a proposito foi quem se interessou por ela, e agora apenas por conta dela pôr um ponto final no romance entre os dois, simplesmente a dispensou.

Ainda tentei fazer algumas perguntas pois tudo aquilo não fazia sentido algum, mas segundo ela era irrevogável, estava decidido e ela achou melhor também. Então já que estava ali me ofereci para ajuda-la com as suas coisas, encaixotando e depois levando até a área do estacionamento, coisa que até então não tinha feito, pois desde que comecei a trabalhar ali, sempre utilizei o transporte público.

Quando estávamos indo em direção ao seu carro, passamos por um carro que me chamou a atenção, justamente pela sua cor, era um BMW M5 amarelo, e olhando bem, era muito parecido com o carro que vira sempre estacionado na faculdade e em frente à casa de Ângela, e aquilo me deu um certo arrepio na coluna por conta da coincidência. Perguntei para Lívia de quem era e o estranho foi que não fiquei surpreso quando ela me respondeu dizendo que era do dono da empresa o Sr. Fabio, quem ela tinha namorado até uns dias antes. Achei melhor não comentar, até porque não tinha certeza de nada, era apenas coincidência, afinal quantos carros como aquele e com aquela cor que chama a atenção, existem naquela cidade.

Então sem querer dar alguma pista para ela, fiz uma pergunta sobre se ele trabalhava ou tinha alguma coisa na faculdade, pois eu comentei que tinha visto um carro como aquele onde fiz a faculdade. Lívia com toda a naturalidade do mundo respondeu que ele era professor lá, mas não deu muitos detalhe e eu achei melhor também não especular muito.

Colocamos suas coisa no seu carro, e voltamos para pegar o elevador, ela me agradeceu pela ajuda e fiquei no meu andar e ela segui para o seu, depois de nos despedirmos, mas não sem antes trocarmos nosso números.

Um novo diretor foi nomeado para o lugar dela e o trabalho seguiu normalmente, sem nada de anormal, seguindo o fluxo natural, enquanto que minha vida era de casa para o trabalho, do trabalho para casa, e nesse meio tempo estava pensando seriamente em voltar a estudar, fazer uma pós graduação, para quem sabe ter um ascensão na empresa, ou em alguma outra, não que ali estivesse ruim, mas sei que não podemos nos acomodar, pois o tempo passa e perdemos outras novas e boas oportunidades.

E num desses dias que voltava para casa, me deparei com uma cena que antes não tinha presenciado, vi Ângela e um cara entrando naquele mesmo BMW amarelo, os dois me pareceram bem íntimos até. Ela estava como sempre bem produzida, mais linda, se isso é possível, estava trajando um vestido de noite com brilhos, curto o que deixava suas lindas pernas a mostra, até mais que o normal, enquanto que o condutor usava uma camisa polo, branca, uma calça caqui e um sapato preto. Entraram no carro, trocaram um selinho e partiram. Bem posso dizer que a busca de Ângela por alguém que desse tudo a ela estava dando certo, pelo menos era o que eu pensava naquele instante, mas pelo menos eu estava bem comigo mesmo, afinal ela não tinha me traído antes de terminar comigo, isso já era algo bom.

Dias depois disso recebi uma mensagem de áudio, era Lívia.

- Olá Rick, estou precisando de uma pessoa para me socorrer, disse seria.

- Lívia, você esta bem? Perguntei preocupado.

- Estou com meu salto preso em um buraco na calçada, preciso de ajuda para não estragar o salto, disse agora rindo.

- Não acredito, novamente, me diga onde esta que voarei até ai para te ajudar, resolvi entrar na brincadeira.

- Estou em casa, mas sobre precisar de ajuda é sério, mas não para soltar meu salto.

Pedi o endereço dela, que até ali não tinha, falei com meu pai pegando o carro emprestado, pois ainda não tinha comprado um, e nem sabia se faria isso por enquanto.

Me dirigi pelas ruas da cidade, tentando imaginar que tipo de ajuda ela precisava. Não foi difícil achar o local, o bairro era não muito longe do meu, mas era fora de mão para ir de condução. Lá chegando dei um alô por mensagem dizendo que havia chegado.

Ela saiu portão afora, e devo dizer que visão foi aquela, estava com uma camiseta branca de um tecido leve, por baixo estava de sutiã e um shorts jeans curto, não muito, mas que caia muito bem nela.

- Meu herói chegou, estou salva.

- Onde esta seu salto donzela, estou aqui para tira-lo de onde esta preso.

Começamos a rir os dois. Desci do carro nos abraçamos e ela me chamou para entrarmos.

Continua......

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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APENAS UM CONTO. (6ª PARTE)

Era uma casa de dois pavimentos, deduzi que os quartos eram na parte de cima, pois em baixo ficavam, a cozinha, sala de estar e de jantar, um lavabo e uma área nos fundos com um jardim bem cuidado.

Nos sentamos, ela me ofereceu algo para beber, mas aceitei apenas um café, como bom brasileiro que sou. Conversamos amenidades no início e depois ela me disse do porquê ter me chamado, que a desculpa do salto foi só para que eu fosse rápido.

Lívia, começou me dizendo que estava iniciando um novo projeto, com um colega, na verdade uma empresa na área TI, mais precisamente uma star tap, na qual ela era formada assim como eu, e que estava procurando pessoas recém formadas, inteligentes, criativas e que não tivessem medo de começar em uma empresa do zero, para trabalhar com ela, e como me conhecia, queria saber se eu conhecia pessoas com esse perfil, pois eu tinha me formado pouco tempo atrás.

Respondi que precisava pensar, antes de qualquer coisa, mas que tinha sim alguns amigos que poderiam se interessar nessa aventura, inclusive eu mesmo poderia me interessar por aquela proposta.

Ficamos bons momentos conversando sobre o projeto e me pareceu bastante interessante, então dali mesmo comecei a enviar mensagens para alguns colegas contando sobre e alguns me responderam dizendo ter se interesse, e que poderíamos marcar para conversar a respeito. Já dando retorno para Lívia, ela me passou o endereço do local, e repassei aos interessados, combinando o dia e local para tratarmos do assunto. Mesmo com os pés no chão não tinha como não ficar eufórico com a oportunidade que se apresentava. Ficamos mais um tempo ainda conversando e então tive que ir, pois tinha trabalho no dia seguinte.

Lívia me acompanhou até a porta e antes de eu sair me agradeceu pela ajuda e se aproximando sem que eu esperasse me deu um selinho, dizendo que era para agradecer pela segunda vez que a ajudava, embora ainda não estivesse nada acertado comigo e com meus colegas.

Fui embora, dirigindo nas nuvens, em meu pensamento aquela cena e o beijo que ela me deu. Será que teria algum dia, alguma chance com ela, bem acreditava que o futuro iria me responder a essa pergunta.

Uns dias depois disso Lívia me chamou dizendo que tinha acertado com alguns colegas e que outros não aceitaram, mas que no geral o resultado foi melhor do que ela esperava, só faltava mais uma coisa, mas queria conversar comigo antes de mais nada. Marcamos para aquele mesmo dia no final do expediente, e como ela estava em um local próximo do meu trabalho combinamos que ela me pegaria na saída.

Pontualmente Lívia apareceu na frente do prédio com seu carro, embarquei e fomos para um shopping assim poderíamos tomar algo e conversar.

Entramos e escolhemos um café, sentamos e pedimos. Enquanto aguardávamos percebi que ela estava mais radiante do que o normal, então perguntei qual era o assunto, ela foi direta.

- Rick, quero te fazer uma proposta.

- Proposta? Sobre?

- Sobre você vir trabalhar com a gente.

- Mas eu já tinha conversado com você antes em sua casa e fiquei animado com o projeto de vocês.

- Sim, mas não é para ser um programador ou analista.

Fiquei em silencio deixando que ela continuasse.

- Já conversei com meu sócio e ele me deu carta branca, para te contratar como nosso braço direito, responsável pelos novos colaboradores, pois tem um curriculum acadêmico que nos agradou muito, inclusive nós vimos o seu TCC e ficamos muito impressionados.

Agora é que as palavras não vinham mesmo, estava tentando assimilar suas últimas palavras dela.

- Não vai dizer nada? Vai ficar ai só me deixando curiosa sem me dizer se aceita ou não.

Mas claro que aceitei, não tinha como dizer não, primeiro pelo cargo, mas nem tanto pelo salário, que não seria o que gostaria, mas também tinha outro motivo, e esse sim, me motivava muito mais, ainda mais depois daquele selinho que ganhei.

Chegando em casa contei a novidade para meus pais, minha mãe adorou, já meu pai ficou meio desconfiado, afinal ele sabia que a empresa onde eu trabalhava era grande e trocar por uma que estava ainda em fase de sair totalmente do papel, o deixava ressabiado, mas também não disse que deveria rejeitar, só me disse para fazer a melhor escolha. Mas afinal eu já tinha feito.

Os próximos dias foram de pedir demissão, fazer os acertos com o RH e finalizar os trabalhos que estavam pendentes, esse foi o combinado com meu chefe que supervisionou tudo atentamente, afinal eu era uma carta fora do baralho. Ao final do trabalho ele me elogio pelo que havia feito e que seria uma pena ter perdido um funcionário tão promissor. Eu me limitei a dizer que fazia parte da vida.

Nas semanas seguintes a minha saída, e início na empresa com Lívia, foi uma correria, enquanto os dois se desdobravam para conseguir clientes, eu e o pessoal desenvolvíamos projetos para serem apresentados aos potenciais clientes, e a cada um que conquistávamos era uma vitória e um alivio para todos.

Meu contato com Lívia estava cada vez maior pela própria condição da empresa e do meu cargo, conversávamos muito e sempre que possível tentava me manter próximo. Até que um dia após o final de expediente estávamos conversando sobre assuntos extra empresa e resolvi ser um pouco mais direto, pois aquele selinho ainda pairava em minhas memorias.

- Lívi, queria te perguntar uma coisa.

- Sim, pode fazer, me olhou parecendo saber o que vinha pela frente.

- Bom, é sobre, você sabe?

- Não, não sei.

Mãos suando e coração acelerado.

- É sobre aquele selinho que você me deu, em sua casa.

Ela sorriu, me encarando.

- Você deve ter gostado. Desde o dia que você me ajudou quis fazer aquilo.

- Serio?

- Sim, mas fiquei indecisa, não sabia como você iria reagir, então por conta da minha alegria resolvi fazer.

- Gostei muito, e não iria achar ruim se fosse algo mais demorado, mais envolvente, acabei revelando.

Ela me olhava indecisa, apesar de seus olhos estarem brilhando mais que o normal.

Me levantei, dei a volta em sua mesa, chegando perto dela. Inclinei meu corpo deixando meu rosto próximo ao dela, olhando diretamente em seus olhos. Fui me aproximando mais e mais, até que nossos lábios se encostaram. Minha língua invadiu sua boca e trocamos um beijo molhado, onde nossas línguas brigaram, hora dentro de sua boca, hora dentro da minha. Ainda nos beijando a levantei a deixando em pé, uma posição perfeita para que nossas mãos começassem a explorar um o corpo do outro, subindo e descendo, pelas costa, cintura. Foi m beijo demorado, que nos deixou sem folego. Nos afastamos, nós olhamos em nossos olhos e algo ali começou a aumentar, pois já existia, mas ainda estava escondido em algum canto, apenas aguardando o momento certo.

Abracei Lívia novamente a beijando agora mais calmamente, seus lábios seu rosto, não acreditando que aquela mulher estivesse ali me deixando beija-la.

Naquela noite ainda ficou implícito que algo tinha começado, conversamos muito sobre aquele sentimento, o desejo, mas resolvemos ir com calma, sem pressa, e ver onde tudo aquilo nos levaria, até porque dentro da empresa tínhamos que manter uma certa distância para não dar margem a comentários pelos funcionários.

Lívia me deu carona até em casa, e na hora de estacionar nos dois vimos um certo carro parado, mas para minha surpresa dessa vez estava parado em frente à casa dos meus pais.

Antes de descer eu disse a ela que assim que soubesse o porquê eu a avisaria. Trocamos mais um beijo e sai em seguida entrando em casa.

Pode parecer estranho mas encontrar Ângela com seu namorado sentado no sofá da casa de meus pais não foi lá uma grande surpresa, só foi o assunto que comecei a tratar com ele depois que nos cumprimentamos.

Ele quis saber o motivo de eu ter saído da empresa dele e ter ido trabalhar justamente com Lívia, pois ele tinha reparado através das informações que recebeu que meu desempenho era superior aos dos meus colegas e fizera uma previsão de que em pouco tempo minha ascensão na empresa seria certa.

Fui sincero em dizer que a proposta de um novo projeto, mesmo que começando do zero era tentador, sem contar que era um desafio muito interessante aquele, e mesmo que com esses riscos resolvi apostar e entrar, e que justamente isso é que me motivava. Não sei se ele gostou muito do que ouviu, mas aceito não tentando argumentar. Enquanto isso, Ângela permanecia o tempo todo pendurada no braço dele, atenta a toda a conversa. Pouco antes de saírem ela me olhou e disse que em breve estaria mandando o convite de casamento e fez questão de me mostrar o anel de noivado que ganhara.

No final de semana convidei Lívia para sairmos, ir até algum restaurante para jantarmos, ou algum outro local, coisa que ela aceitou.

No horário marcado fui busca-la, e quando eu a vi quase não acreditei, ela estava linda, um sorriso que expressava toda sua beleza e alegria. Saímos e fomos a um restaurante que tinha feito uma reserva, era um local simples mas om uma comida muito boa. Jantamos, conversamos, e ocasionalmente sempre nos tocávamos. Depois do jantar perguntei se ela queria ir para um lugar tranquilo, ela me respondeu que preferia ir para sua casa.

No caminho até sua casa os beijos aconteciam sempre que parávamos em algum farol. Meu pau a esta altura já marcava minha calça, algo que ela percebeu, mas não comentou.

Entramos em sua casa e na porta mesmo, após ter sido fechada, nos atracamos em beijos ardentes, as mãos deslizando por dois corpos, roupas sendo tiradas e jogadas em qualquer canto, corpos sedentos, querendo o contado mais próximo. Quando tirei seu sutiã e vi aqueles seios maravilhosos, de tamanho médios de aréolas de um marrom claro com bicos apontando em minha direção, me dediquei a eles um de cada vez, chupando, dando lambidas, e pequenas mordidas, deixando Lívi arrepiada de tesão. Ela gemia próxima de meus ouvidos, me deixando mais excitado.

Ela com sua mão em minha nuca, apertava vez ou outra contra seu peito. Ficamos assim, por um tempinho, depois fui descendo até a altura de sua cintura. Ela usava um fio dental com renda na cor vermelha, que a esta altura estava totalmente molhada na parte de baixo e de onde exalava seu perfume que me enebriava. Com uma mão de cada lado sobre sua calcinha pequei com os dedos e comecei a puxar para baixo, e foi se descortinando uma bucetinha linda, toda raspadinha. Os pequenos e grandes lábios exibiam um brilho de umidade e acima seu clitóris se exibia para meus olhos e me dava agua na boca só de olhar. Retirei completamente sua calcinha com sua ajuda, que levantou os pés, um de cada vez, e então o aproximei de meu nariz para sentir seu perfume.

Em seguida comecei a beijar suas pernas do joelho para cima, me centrando na parte interna das coxas, e subindo lentamente até próximo de sua virilha, onde me demorei por mais tempo, agora além de beijos e pequenas lambidas, dava leves mordiscadas fazendo Lívi aumentar seus gemidos. Quando enfim toquei sua bucetinha com minha língua, ela tremeu seu corpo todo como um espasmo, gemeu alto, como se tivesse recebido um choque. Comecei a lamber de baixo para cima, começando próximo da região entre seu cuzinho e início de seu canal do prazer, chegando próximo mas não tocando seu clitóris. Provavelmente a deixando mais alucinada. Me detive nessa região alguns segundos, e então atingi sua região mais sensível, ela deu um grito de prazer que preencheu todo o ambiente, apoiou o corpo na parece atrás de sei, olhos fechados, a respiração profunda e suas mãos se apoiando em meus ombros para ter mais sustentação, enquanto eu olhava para seu rosto vendo suas reações em sua feição.

Em alguns segundos ela começou a se recuperar, me olhou e disse:

- O que foi isso, nunca tinha experimentado algo assim, nunca fui tocada desse jeito. Rick, você quase acabou comigo.

Apenas sorri e subi de encontro a seu rosto a beijando, deixando que sentisse o cheiro e o gosto de seus fluidos, coisa que ela não rejeitou.

Recuperada ela me sentou no sofá, me fazendo ficar com as pernas abertas se ajoelhou e com a mão direita pegou no meu pau, que a essa altura já exibia o pré gozo saindo de dentro de mim, ela me encarou e como quem se delicia com um sorvete, sem perder o contato visual, começou uma sequência de lambidas de baixo para cima me deixando alucinado pelo prazer que me dava. Lívi, começava na base e ia subindo devagar, quando chegava na cabeça, fazia pequenos movimentos com língua na parte anterior da cabeça, depois subia e também repetia o movimento fazendo pequenos círculos até chegar na área por onde saia meu fluido o lambendo e depois levando para dentro de sua boca onde apreciava seu sabor. Isso tudo me deixava louco, por vezes o prazer em tão grande que eu chegava a jogar a cabeça para traz a apoiando no encosto do sofá. Algum tempo depois ela começou a chupar pondo uma certa pressão na cabeça e ajudando com as duas mãos batendo uma punheta em que aumentava e diminuía a velocidade me levando ao extremo.

Quando disse a ela que não aguentaria por mais tempo aquela boa tortura, ela simplesmente me ignorou e aumentou a velocidade da chupada e da punheta me levando a um gozo, farto com pelo menos 4 a 5 jatos em sua boca, que ela sorveu de olhos fechados e depois me olhando nos olhos lambendo os lábios. Aquilo me deixou literalmente largado naquele sofá, sem forças, sem energia, não conseguia nem abrir a boca para dize qualquer frase que quisesse formular.

Lívia, se levantou sentou no meu colo e com um carinho fora do normal, me abraçou como me agradecendo pelo prazer que tinha recebido, mas na verdade eu é que tinha que agradecer pelo forma como ela me tratou.

Quando ela percebeu que eu estava recuperado me olhou com um olhar que não soube explicar e me beijou com paixão, mas não aquele beijo de desejo mas sim de quem sente algo além do prazer carnal, algo mais para almas que se encontram depois de muito procurar. Então ela se levantou, pegou minha mão, me fazendo levantar e me levou para cima, no seu quarto e de lá para o banheiro, onde entrou no box, abriu a agua do chuveiro e me banhou como uma mulher apaixonada faz com seu amante, ela lavou cada parte do meu corpo, se dedicando um tempo ao meu pau. Depois eu retribui aqueles gestos de carinho com ela. Mas ali no box, éramos apenas duas pessoas apenas trocando carinhos entre si, nada rolou em termos de sexo.

Já secados voltamos para o quarto onde deitamos de costas e ficamos apenas trocando carinhos por um tempo, meio como se estivéssemos nos recompondo pelo gozo anterior.

Sem nada dizermos, me pus de lado e comecei a passar as pontas dos dedos pelo corpo de Lívi, principalmente na sua aréola e seu biquinho, a fazendo ter arrepios. Depois descia até a região pouco abaixo do seu umbigo e depois subia até o colo de seus seios e começava o caminho de volta, mas sem chegar até sua bucetinha.

Esses toques foram mexendo do ela, deixando Lívia excitada, era exatamente o que queria. Então ela com a mão esquerda, procurou meu pau que a essa altura já estava começando a ficar duro e iniciou uma punhetinha, quando ela percebeu que ele já começava a ficar totalmente dura, ela levantou, me colocou de costas e se posicionou entre minhas pernas, se inclinou para frente, abriu a boca e começou uma chupada, fazendo meu pau ficar totalmente duro rapidamente.

Quando percebeu que ele já estava totalmente rijo, ela subiu um pouco mais ficando de joelhos com minha cintura no meio, o corpo elevado, ela posicionou meu pau apontando para cima, na direção de seu canal, o apontou na entrada e veio descendo de vagar, sentindo que ele a ia invadindo lentamente, centímetro por centímetro. Eu sentia aquelas carnes quentes e úmidas irem envolvendo meu pau, era uma verdadeira loucura, sentir tudo aquilo. Quando já estava totalmente empalada pelo meu pau ela apenas parou para se acostumar com ele de olhos fechados e respirando fundo, apenas o sentindo totalmente dentro de si, esticando os lábios de sua bucetinha.

Aproveitei que ela estava parada, levantei meus braços e comecei a apertar seus seios que estavam a minha disposição. Segundos depois ela abriu os olhos e começou a subir o corpo, quase que fazendo meu pau sair totalmente de dentro dela, e depois voltar a descer até encostas os lábios de sua bucetinha em meu corpo com meu membro totalmente dentro dela. Foram subidas e descidas lentas mas carregadas de prazer, para mim e com certeza para ela.

Não sei quantificar o tempo, pois nem estava preocupado com isso, queria era mais sentir aquela sensação e ter aquela visão daquela mulher se entregando ao puro prazer, então ela foi aumentando a velocidade, jogando o corpo para frente com se fosse uma amazona cavalgando, paralelo a isso seus gemidos começaram a ficar mais intensos e altos, até que ela desabou por sobre meu corpo, com a respiração alta, olhos serrados, procurando todo o ar possível, foi uma sensação incrível de se ver e sentir, mas não gozei neste momento pois havia pouco tempo que tinha gozado. Quando ela se restabeleceu, abriu os olhos me olhando.

- Foi demais, mas não estou satisfeita, ainda quero mais.

Nem preciso dizer que essas palavras me animaram ainda mais, afinal a noite era toda nossa e não havia motivos para pressa.

Depois de cair para o lado abandonando meu pau, já de costas na cama ela fez menção de ir até o banheiro, mas simplesmente a impedi segurando sua mão com delicadeza. Ela entendeu e mais uma vez ficamos trocando carinhos ali deitados. Quando percebi que ela já estava totalmente recuperada, foi minha vez de me posicionar entre suas penas, mas não para penetra-la, mas para mais uma seção de sexo oral. Comecei dessa vez de forma diferente, toquei primeiro se clitóris, fiz alguns movimentos de círculos e depois desci até a entrada de sua bucetinha, onde comecei a dar pequenas lambidas, em determinado momento enfiei mina linga dentro dela e comecei a fude-lá, enquanto com um dedo da mão direita eu tocava seu clitóris batendo uma siririca para ela. Fiquei assim por um tempinho até que a coloquei de quatro e tive uma das visões mais linda que já tivera, aquela bundinha linda com aquele cusinho piscando para mim, mas naquele momento ele não seria agraciado com meu toque, estava mais interessado na sua buceta que já pingava.

Posicionei meu pau na entrada e fui entrando devagar. Ela estava tão úmida que ele deslizou para dentro sem problemas. Então comecei a me movimentar primeiro lentamente e a medida que ela aumentava seus gemidos fui também intensificando meus movimentos. Lívia começou a dizer para não parar, que estava muito bom, que a fudesse gostoso. Essas palavras serviam de combustível, me deixando num estado de excitação tão grande que por mais que eu quisesse ficar mais tempo ali dentro dela, sabia que não aguentaria por muito mais tempo.

Então Lívi, disse que estava quase chegando, que mais um pouco gozaria, e não demorou mesmo, ela começou a gemer, suas carnes internas começaram a apertar meu pau, me fazendo gozar juntamente com ela, fazendo com que enchesse a camisinha com minha porra. Não disse nada antes mas como era nossa primeira vez achamos melhor nos protegermos.

Tão logo chegamos ao fim rolamos para o lado, ficando de conchinha com meu pau ainda dentro dela. Estávamos suados, extenuados, o cheiro de sexo no quarto era grande. Desde que transei com Ângela pela última vez não tinha tido nada com outra mulher, e agora acreditava que tinha feito a escolha certa, pois até então ainda tinha um vislumbre de que pudesse voltar meu namoro com ela, mas era uma porcentagem muito, muito pequena, e agora, bem agora não tinha mais perspectiva alguma.

Dessa vez eu me levantei, peguei Lívi, no colo e a levei para o box, dei um banho nela não deixando nenhum centímetro quadrado de fora, lavei com toda dedicação, a deixando impressionada, com a forma como a tratei. Ela fez o mesmo comigo, retribuindo todo carinho.

Continua......

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

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