Depois de longos dez minutos onde a dona Maria se acabava de rir com as cócegas feitas em seus pés presa na cadeira de cócegas enquanto testemunhava as filhas Marcelly e Sophia ali nuas de quatro sendo fodidas analmente por duas perversas professoras que usavam cintas penianas, strapons, onde seus enormes paus de borracha de 25cm entravam e socavam com força os cuzinhos das filhas, a coitada teve um rápido descanso, mas logo foi surpreendida, agora as professoras vieram a sua frente fazer cócegas nos seus pezinhos gordinhos pequenos tamanho 35 de solas cor de creme enquanto as jovens que lhes faziam cócegas foram foder Marcelly e Sophia ali de quatro no chão escuro e sujo daquele quartinho inóspito do calabouço, as jovens também usavam strapons negros com paus de 25cm presos a sua cintura, logo aquele doentio jogo recomeçou:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEEM... AHAHAHAAHAHAHAHA SOLTEM MINHAS FILHAAAAAS... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHA PAREEEM AS CÓCEGAAAAS AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era dona Maria desesperada recebendo cócegas no pezinho esquerdo feitas pela professora Amanda e no pezinho direito pela professora Daniele, se acabando de rir com as cócegas nos seus pés enquanto viu ali suas duas filhas de quatro sendo fodidas e gemendo alto sem poder fazer nada:
- AAAAAAAHHHHH... UUUUUUUUHHHHHH... HUMMMMMMMMMM... OOOOHHHH...
- HUUUUUUUUUUMMMMMM... OOOOOOHHHH... AAAAAAAAAAAAAHHHHH...
Enquanto as duas filhas gemiam alto ali de quatro tendo os cuzinhos fodidos por duas novinhas com seus paus de borracha, dona Maria seguia desespera gargalhando como se não houvesse amanhã com as cócegas nos seus pés que Amanda e Daniele lhe faziam:
- AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAAHHAHAHAHA... DEVAGAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAAO AGUENTOOOO... AHAHAHAHAHAHAHA...
As mãos das perversas professoras Amanda e Daniele focavam nos cantos onde dona Maria mais sentia cócegas – nos calcanhares e na almofadinha, a parte fofa abaixo dos dedinhos, com seus dedos com as unhas grandes escavacando e dedilhando esses dois cantos como foco, elas faziam os pés de dona Maria se engiar todos se encolhendo e formando várias ruguinhas, balançando-se desesperados cheios de desespero, em poucos minutos dona Maria se mijava toda ali presa na cadeira de cócegas enquanto gargalhava histérica:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEEEEEMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA POR FAVOOOR... AHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…
Depois intermináveis dez longos minutos, as cócegas pararam e as filhas também pararam de gritar e gemer alto ali, então Amanda sorridente falou:
- Hora de invertermos!
Marcelly e Sophia que preferiam continuar sendo fodidas analmente do que receber cócegas nos seus pés, imploraram desesperadas:
- NÃAAAAAAAAO... POR FAVOOOR CÓCEGAAAAS NÃAAAAO! DEIXE A GENTE AQUI! – falou em gritos desesperada a mais jovem, Marcelly, ali com atualmente seus 23 anos, depois a sua irmã mais velha implorou:
- POOOOR FAVOOR SEM CÓCEGAS POR FAVOOOR! – implorou quase chorando Sophia, a mais velha das filhas de dona Maria, tinha 35 anos.
- Ah meninas, é hora de rir e ver a mamãe sendo fodida! Não se preocupem, logo, logo estarão as três juntinhas recebendo cócegas nos pezinhos! – informou a professora Daniele para o desespero das três nuas ali.
Sem perder muito tempo Marcelly e Sophia foram colocadas presas nas cadeiras de cócegas e a sua mãe dona Maria foi colocada numa de quatro ali no chão e presa com uma corrente no pescoço, então uma das jovens nuas foi dispensada e apenas uma ficou a disposição das professoras, então ela foi ordenada a foder o cuzinho de dona Maria enquanto Amanda fazia cócegas nos pés de Marcelly e Daniele fazia cócegas nos pés de Sophia, todas imploraram por piedade, mas foram totalmente ignoradas, logo Marcelly e a irmã Sophia estavam gargalhando desesperadas com as cócegas que as professoras faziam em seus pezinhos, os de Marcelly tamanho 36 cheinho com solas largas e carnudas rosadas, os de Sophia sendo tamanho 38 longos e finos com solinhas mais lisinhas e magras na cor laranja:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEMMMM... SOLTEM NOSSA MÃAAAAE... AAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era Marcelly desesperada gargalhando sem controle e implorando para soltarem a mãe pelo menos, ao seu lado um pouco afastada em outra cadeira de cócegas a sua irmã Sophia se mostrada mais desesperada que ela gargalhando ainda mais alto:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PIEDADEEEE... AHAHAHAH PAREEEEEEEMMMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEEEM AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Enquanto isso dona Maria gritava e gemia se contorcendo toda ali de quatro no chão com o pauzão de 25cm de borracha do strapon da jovem atrás de si latejava forte batendo fundo lá dentro do seu cuzinho:
- AAAAAAAAHHHHH... AAAAAAAAAAAAÍ... AAAAAAAHHHHH... HUMMMMM... PAREEEM... HUUUUUUUUMMMMM... AAAAAAAAAÍ... AAAAAAAAAHHHHHH...
A jovem que fodia o cuzinho de dona Maria, também usava as mãos para alisar e apertar os peitos já caídos da senhora ali de quatro e também de vez em quando para alisar e masturbar a xaninha cabeluda da mesma que gemia e gritava de prazer, dona Maria sentia um misto de prazer e dor, mas mais prazer ali, mesmo no auge do seu Jose há uns dez anos atrás, ela não sentia tanto daquele jeito, ficou imaginando como seria quando quisessem foder sua buceta já bastante folgada.
Foram feitas três sessões assim com Marcelly e Sophia recebendo cócegas nos pés enquanto a mãe era fodida, cada sessão uma mulher diferente fodia a dona Maria enquanto uma dupla diferente acabava com as filhas lhes fazendo cosquinhas sem piedade nos seus pezinhos, logo Amanda, Daniele e a jovem serva nua ali que ajudava suas senhoras, se deliciaram de todo jeito, no final dessa sádica brincadeira, dona Maria foi colocada presa numa cadeira de cócegas no meio entre as cadeiras de cócegas que as filhas estavam presas, agora eram as três ali pertinho uma das outras presas nuas, a jovem serva foi dispensada e agora além de dona Maria e as filhas Marcelly e Sophia, só com elas ali dentro daquele quarto escuro e sujo de masmorra, estavam apenas as suas torturadoras, as professoras Amanda e Daniele que estavam bem sorridentes, Amanda então falou:
- Agora é chegada a hora das três rirem, dos seus pezinhos se contorcerem de cócegas enquanto as levaram as gargalhadas infinitas, espero que aguentem minhas queridas, pois as cócegas nos pezinhos irão começar de verdade agora!
- NÃAAO POOOR FAVOOR A GENTE NÃO AGUENTA MAAAIS! – implorou Marcelly, a sua irmã Sophia chorando desesperada suplicou ainda mais:
- SOLTEM PELO MENOS A NOSSA MÃE POOOR FAVOOOR!
Ali presa na cadeira de cócegas no meio entre as duas filhas também presas nuas em cadeiras de cócegas ajustáveis, dona Maria implorou:
- SOLTEM MINHAS FILHAS E EU FICO O TEMPO QUE QUISEREM, POR FAVOOOR!
Amanda e Daniele sorriram e fizeram gestos de silêncio ignorando completamente os apelos das três ali presas indefesas, então se posicionaram, foram colocados dois banquinhos de madeira daqueles altos de três pernas de frente as cadeiras de cócegas para as professoras sentaram, Amanda se sentou se posicionando de frente as solas dos pezinhos esquerdo de Marcelly e direito de dona Maria, já a sua companheira Daniele se posicionou ficando de frente as solas dos pezinhos esquerdo de dona Maria e direito de Sophia, tudo ok, elas então posicionaram suas mãos e começaram imediatamente a fazerem cócegas sem piedade com suas enormes unhas nos pés de Marcelly, a mãe dona Maria e a irmã Sophia que começaram imediatamente a gargalhar histéricas ali presas nas cadeiras de cócegas:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREM POR FAVOOR... AHAHAHAHAHA SOLTEM A MAMÃE POOOR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA… POR FAVOOOR… - era Marcelly gargalhando e implorando para soltarem pelo menos a sua mãe dona Maria, ali do outro lado gargalhando desesperada sua irmã também suplicada entre as gargalhadas enquanto recebia cócegas na sola do seu pezinho direito:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... A GENTE VAI FAZER TUDO QUE VOCÊS... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... TUDO QUE QUISEREM.... SÓ PAREEEMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
No meio entre as filhas, dona Maria era a que recebia mais cócegas, onde uma mão da professora Amanda fazia cócegas no seu pezinho direito e outra mão da professora Daniele fazia cócegas no seu pezinho esquerdo, ela quase não conseguia falar entre as gargalhadas desesperadas:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEMMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAAO AGUENTOOO... AHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PIEDADEEEE... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
As três mulheres ali se contorcia desesperadas com as cócegas nos seus pés, quanto mais imploravam, mais cócegas as enormes unhas das mãos de Amanda e Daniele lhe faziam deslizando e escavacando as partes mais sensíveis das solas dos seus pezinhos, onde a mão esquerda de Amanda se concentrava mais no meio da sola do pezinho esquerdo de Marcelly, a sua mão direita focando alternando entre o calcanhar e a almofadinha, a parte fofa abaixo dos dedos, ali do pezinho direito de dona Maria, já Daniele fazia o mesmo com mão esquerda sempre alternando entre a almofadinha abaixo dos dedos e o calcanhar redondinho lisinho do pezinho esquerdo de dona Maria e a sua mão direita cutucando e escavacando a região abaixo e entre os dedos do pezinho direito de Sophia, dessa forma as três ali presas nas cadeiras de cócegas sentia sempre o máximo possível de cócegas, suas gargalhadas pareciam infinitas com um desespero crescente:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PIEDADEEEE... AHAHAHAAHAHAHA... SENHORAAAS PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHA...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAAO AGUENTO MAAAAIS... PAREEM POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
- AHAHAHAHAHAAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU VOU... AHAHAHAHA... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU VOU MORREEEER... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEMMMMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Foram perversos e longos vinte minutos de cócegas nos pés das três naquelas posições, quando as torturadoras sádicas finalmente pararam, moveram as cadeiras de cócegas as reposicionando e agora ficava com Sophia na esquerda, Marcelly no meio e dona Maria na direita, então rapidamente Amanda anunciou:
- Hora das cosquinhas recomeçarem!
- NÃAAO POR FAVOOOR PIEDADEEEEE... POR FAVOOOR NÃAAAAOOOO... – suplicou Marcelly vendo que era a que receberia mais cócegas agora, mas então foi ignorada e suas gargalhadas juntas das gargalhadas da irmã e da mãe tomaram conta daquele escuro e sombrio quarto de masmorra:
- AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SENHOOOR ME AJUDAAAHAHAHAHAHAHA...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PAREEEMMM... A GENTE JÁ PROMETEEEU... AHAHAHAHAHAHAHAHA PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHA...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SOLTEM MINHAS FILHAAAS... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Várias e várias sessões de vinte minutos de cócegas foram feitas, a cada nova sessão a posição entre as cadeiras de cócegas era mudada facilmente, pois as cadeiras tinham rodinhas que as faziam serem reposicionadas de forma tranquila, depois de dez longas sessões de cócegas desse jeito, as três ali presas ganharam trinta minutos de descanso, após se recuperarem, as torturadoras sádicas ali voltaram e Amanda falou:
- Muito bem queridas, vocês estão reagindo muito bem, vamos brincar agora de foder suas bocetinhas, mas sem esquecer os pezinhos gostosos sensíveis!
Nesse momento as cadeiras de cócegas das três foram ajustadas e todas tiveram suas pernas abertas e esticadas, o ângulo de inclinação foi modificado e então logo Marcelly, dona Maria e Sophia estavam levemente inclinadas para cima e com a altura da cadeira mais puxada para baixo e suas pernas arreganhadas bem abertas, Daniele e Marcelly chamaram um de suas fieis servas que veio nua já usando uma cinta peniana igual a que suas senhoras usavam, um strapon com um pauzão de 25cm de borracha, a jovem serva foi colocada no meio para foder a bucetinha da dona Maria enquanto Amanda ficava a esquerda fodendo a bucetinha de Marcelly e sua companheira Daniele a direita fodendo a bucetinha de Sophia, todas posicionaram o pauzão do strapon com a cabecinha bem na entradas das xanas das três prisioneiras ali, suas mãos então foram posicionadas nas solas dos pezinhos de cada submissa presa a sua frente, Marcelly, a irmã Sophia e a mãe dona Maria logo entenderam a sádica brincadeira – cócegas nos pés enquanto eram fodidas com força nas suas vaginas, suas xanas, suas bucetinhas eram sentir uma penetração profunda enquanto seus pés iriam receber cócegas sem fim, logo Amanda deu o sinal e ela, Daniele e a humilde serva ali juntas começaram, logo Marcelly, dona Maria e Sophia gritava e gargalhavam misturando prazer, dor e desespero:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... AAAAAAHHHHH... AHAHAHAHAHAHA... AAAAAI... AAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... HUMMMM... UHUHUHUHUHUHU...
- HUMMMMMMM... NÃAAAAAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.... AAAAAAHHHHHHHHHHH... AHAHAHAHAHAHAHA... AAAAAAHHHHHHH...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... OOOOOOHHHHH.... OHOHOHOHOHOHOH... AAAAI AAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA...
No meio desse tormento de penetração vaginal forçado e cócegas nos pés, de vez em quando as mãos das torturadoras pararam de fazer as cócegas nos pezinhos das coitadas e desciam deslizando pelo corpo das pobres e alisando e apertando os seios ou acariciando suas costelas e barriga, as vezes apalpando suas bundas, pois nessas cadeiras de cócegas modificadas a parte da bunda tinha furos onde era encaixado os dois culotes da bunda e um espaço no meio para enfiar algo no cuzinho, era tudo questão de saber usar espaço e as mãos que tinham, essas sessões de foda e cócegas foram se estendendo, duravam variadamente entre dez a trinta minutos no seu ápice quando as torturadoras paravam, as três ali presas já estavam ofegantes exaustas e todas galadas, mijadas, meladas com sua porra e sua urina ali abundantes que jorravam sem parar entre suas pernas tamanha era a tortura.
Se passaram duas horas, entre uma sessão e outra Amanda, Daniele e a serva que as ajudava, estavam as três sempre trocando de posições e torturando uma prisioneira diferente, naquele momento eram 16:30 da tarde, a serva foi dispensava e Amanda falou:
- Estamos quase soltando vocês três, só precisarão agora assinar cada uma um contrato selado firmado em cartório que atesta que vocês são para sempre nossas fieis escravas submissas sexuais, podolatras e de cócegas, feito isso, as soltaremos!
- NÃAAAAO! VOCÊS PROMETERAM NOS SOLTAR! ISSO É INJUSTO! – gritou chorando Marcelly, a sua irmã Sophia veio logo depois também chorando aos gritos:
- EU SABIA QUE ERA TUDO UMA FARSA! NUNCA QUISERAM NOS SOLTAR! SUAS DESGRAÇADAS!
Dona Maria, a mãe das meninas, a mais vivida e experiente falou calma:
- Se assinarmos os contratos, o que vai acontecer? E o que acontece se não assinarmos?
- Se não assinarem os contratos, nunca mais saíram daqui de dentro da masmorra e eternamente até seus últimos dias serem usadas sexualmente e receberam cócegas sem fim nos seus pés! – avisou série Daniele, Sophia desesperada reagiu:
- MEU DEUUUS NÃAAAAO! ALGUÉEEM NOS AJUDEEEEEE!
- Ninguém vai ouvir vocês aqui dentro queridas, caso aceitem e assinem os contratos, as três serão libertas daqui agora, Marcelly continuará conosco até terminar a faculdade e os projetos de pesquisa que está envolvida, mas poderá visitar vocês por trinta dias uma vez por ano, a senhora dona Maria e sua filha Sophia vão voltar pra casa com o seu Jose que está quase tirando o carro do conserto uma hora dessa, nós monitoraremos as duas e algumas das nossas meninas ficaram na mesma cidade de vocês constantemente as visitando e lhes fazendo cócegas e brincadeiras a nossa vontade sempre que desejarmos, mas claro, nada exagerado, o senhor Jose nunca ficará sabendo e se vocês contarem para ele, nunca mais o verão e nunca mais verão a luz do sol, entenderam?
- MEU DEUS! – falou assustada dona Maria.
Amanda que era nitidamente a manda chuva, a líder, até acima de sua companheira Daniele, voltou a falar:
- De vez em quando as visitaremos e brincaremos com seus corpinhos e pezinhos gostosos, exigiremos diariamente fotos e vídeos dos seus pés para saber se estão cuidando bem deles, nossas meninas diariamente as visitaram para brincar com os pezinhos e fazer as fotos e vídeos necessárias, quando Marcelly terminar a faculdade, se juntará a vocês e as três com o seu Jose viveram uma vida tranquila na medida do possível se forem obedientes as nossas ordens, entenderam?
Nesse momento as três mulheres presas ali viram que não tinham escolha, depois de chorarem mais um pouco e receberem mais alguns minutos de cócegas nos seus pés, as três assinaram os contratos em todas as folhas onde foram orientadas a assinar e selaram o pacto.
Naquele fim de tarde seu Jose finalmente voltou a faculdade depois de uma longa espera na oficina com o carro no conserto, ele, dona Maria e as filhas Marcelly e Sophia jantaram juntos, sorriram, tiraram fotos e depois se despediram, indo o pai, a mãe e a irmã Sophia com eles para a cidade natal de origem e Marcelly ficando ali triste e sozinha novamente.
Infelizmente o destino não foi legal com aquela família, Marcelly nunca conseguiu terminar a faculdade, cada semestre que passava sem tempo para estudar e sendo quase constantemente molestada e torturada com cócegas nos seus pezinhos, ela sempre reprovada novas matérias e deixava o curso cada vez mais atrasado e longe de terminar, chegou um momento que a coitada ia para as aulas usando sapatos fechados com uma mistura de porra, seborreia e pó de mico que a fazia se contorcer toda com a crescente e constante coceiras nos seus pés ali, ao mesmo tempo que a esfera metálica seguia em sua vagina vibrando na potência máxima sem nunca parar, logo Marcelly se sentava nos fundos das salas e nunca conseguia prestar atenção em nada, apenas rir se segurando ao máximo enquanto se tremia e se contorcia toda, passado mais algum tempo, Marcelly foi presa e dita por suas senhoras Amanda e Daniele que ela não tinha mais condições de seguir a faculdade e os projetos e por contrato, o mesmo que a coitada tinha assinado, aquilo queria dizer que ela passaria o resto da sua vida na masmorra como tantas outras diariamente recebendo cócegas, cócegas sem fim, especialmente nos seus pezinhos:
- NÃAAO SENHORAAAAS POR FAVOOOR NÃAAAAO! – implorou Marcelly ao ser arrastada para uma cela e lá trancada presa nua numa cadeira de cócegas especialmente adaptada e modificada para o seu corpo, Amanda de longe acenou e falou:
- Não se preocupe querida, de vez em quando a visitaremos e mataremos as saudades com muito prazer e cócegas!
Enquanto Amanda e Daniele se afastavam, o portão da entrada da masmorra se fechava e as gargalhadas de Marcelly se misturavam com as demais gargalhadas ali dentro das inúmeras outras escravas presas naquele local maldito, todo dia uma serva nova entrava na cela de Marcelly e passava o dia inteiro lhe fazendo cócegas nos seus pezinhos:
- NÃAAAO POR FAVOOR SÓ HOJE SEM CÓCEGAS POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
De vez em quando uma das torturadoras as fodia usando strapons e vibradores, mas na maioria das vezes apenas cócegas sem fim nos seus pezinhos tamanho 36 cheinhos com solas rosadas, largas e carnudas, a coitada recebia, suas gargalhadas durariam ali o resto da sua vida:
- AHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PIEDADEEEE... AHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Muito longe dali, o destino de Sophia e da mãe dona Maria não foi diferente, diariamente seu Jose era chamado por “amigos” para jogar baralho, beber e pescar e então ele saia de casa, então capangas das senhoras Amanda e Daniele, invadiam a casa, prendiam as duas ali e as torturaram com cócegas sem fim nos seus pezinhos:
- NÃAAO POOOR FAVOOOR... AAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era Sophia desesperada com cócegas que recebia em seus pezinhos finos e longos tamanho 38 com os dedinhos longos sendo sempre os mais aperreados com escovas de dente, pinceis e outros objetos ali lhes causando o máximo de cócegas... – AHAHAHAHAHAHAHA... NÃAAO ENTRE OS DEDOS NÃAAAAAO... AHAHAHAAAHAHAHAHAHAHAUAHAAUAHAHAHAHAHA...
Dona Maria era a mais torturada, sempre que presa, tinha quatro torturadas, duas em cada um dos seus pés lhe fazendo cócegas nos cantos onde mais era sensíveis – nos calcanhares e nas almofadinhas abaixo dos dedos, a coitada estava sempre vermelha de tanto rir e direto se mijando e as vezes até defecando de tantas cócegas que recebia nos pés:
- AHAUAHAUAAHAUAAUAAHAHAAHAAHAHAHAAUAHAUAHAAAHHAHAHA... POR FAVOOOOOOOOOR... AHAHAAHAAHAHAAHAAHAAUAHAUAHAHAAHAHAHAHA...
Nos primeiros anos uma vez a cada três meses Amanda e Daniele visitam a casa das coitadas ali condenadas e faziam cócegas e sexo com força em um dia puxado para Sophia e dona Maria, uma vez por ano as duas eram reunidas com Marcelly e as três eram judiadas e usadas de todas as formas possíveis durante um final de semana inteiro onde o seu Jose acredita que as filhas e a esposa estavam relaxando num spar de luxo no final de semana, mas na verdade estavam se acabando de receber cócegas nos pés e terem seus cuzinhos e bucetinhas penetrados com força com pênis de borracha que variavam de 25 a 40cm de cumprimento e com largura de normal conhecido até paus grossos da largura de uma lata de refrigerante. Esse encontro anual era sádico e o pior momento das três coitadas reféns das suas senhoras Amanda e Daniele.
Com o tempo Sophia foi vendida como escrava para um casal de milionários e nunca mais foi vista, seu pai seu Jose pensou que ela tinha ido morar num estado distante atrás de novas oportunidades de emprego e assim acreditou, nessa altura Marcelly não fazia mais escândalo, só gargalhava diariamente com as cócegas nos pés que recebia na masmorra em troca de receber um pouco de prazer no fim de noite junto com água e uma refeição.
Seu Jose morreu e dona Maria ficou por um pequeno período de luto em paz sem visitas, mas passado um tempo considerável, a coitada foi colocada num asilo especial para velhinhas como ela onde direto recebia visitas de um enfermeiro bonitão novinho que lambia suas solas e lhe fazia cócegas nos seus pezinhos como “terapia” iniciando pela manhã e indo até o fim da noite, suas gargalhadas ecoavam naquele quartinho branco:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... NÃAAO QUERIDOOO A VOVÓ AQUI NÃAAO AGUENTA MAAAAIS... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PARAAAA PELO AMOOOR DE DEUUUS... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SOLTA MEUS PÉEES... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
A vida é complicada, às vezes parece que vai dar tudo certo e às vezes dá tudo errado, foi o que acontece com Marcelly, sua irmã Sophia e sua mãe dona Maria, elas não podiam imaginar que teriam um destino tão perverso e sádico, suas gargalhadas ecoaram pelo resto de suas vidas onde cada uma estava presa:
- AHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEM... AHAHAHHAHA...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POR FAVOOR... AHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHA...
- NÃAAO A VOVÓ JÁ RECEBEUUU A SESSÃO DE HOJE... POOOR FAVOOR DE NOO NÃAAAAAAAO... AHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHA...
FIM!
