Olá, para quem ainda não me conhece, eu sou Laura, tenho 18 anos, sou magra, pele branquinha, seios médios (mas bem durinhos e empinados), cabelo castanho claro liso até a metade das costas. Sempre fui mente aberta, adoro contar minhas fantasias e histórias reais (ou quase reais) que me deixam louca de tesão. Se você curte esse tipo de conto sem censura, mente aberta e safada, me segue no Insta: laura18y188
Conheci no meu perfil, há alguns dias, a Katia, 34 anos, uma morena clara simplesmente irresistível. Cabelos pretos longos e sedosos, tatuagem sexy na batata da perna (uma rosa preta com espinhos), seios médios-grandes, cintura fina e quadril largo de academia, 1,74 de altura. Corpo esculpido, cu redondo e empinado, pernas longas e definidas. Ela tem um filho, Gustavo, 18 anos, cabelo preto bagunçado, 1,82 de altura, magro mas com músculos definidos, rosto bonito de dar inveja.
Katia foi mãe muito nova. Conheceu um turista mais velho em Santos-SP, rolou sexo intenso numa noite de verão, engravidou e, quando o menino nasceu, ela decidiu não assumir. Deixou o pai levar Gustavo para São Paulo e criar sozinho. Anos depois, a culpa começou a bater, mas ela nunca teve coragem de procurar. Até a pandemia chegar...
Agora a história na perspectiva da Katia (escrita por mim, Laura, como se fosse ela contando).
Eu estava sozinha no apartamento em Santos, de shortinho vermelho curtinho que mal cobria a bunda, regatinha branca colada nos seios sem sutiã, o bico já marcando de leve. Era noite, tédio, tesão acumulado. Comecei a pensar no Gustavo. Nunca o vi crescer, mas lembrava do pai dele: homem maduro, cheiroso, pau grosso, sobrenome que parecia nome de vinho caro que eu amo. Pesquisei no Instagram, errei várias vezes o sobrenome, até que achei o perfil dele.
O pai estava mais velho, cansado, mas ainda atraente. Então vi fotos com um rapaz ao lado… Meu Deus. Alto, magro, abdômen trincado, sorriso matador. Era ele. Meu filho. Gustavo.
Entrei no perfil dele. Estava bloqueado. Meu coração disparou. Mordi o lábio inferior, senti a buceta pulsar de nervoso e excitação misturados. Cliquei em seguir.
Por volta das 21h, já de pijaminha curto de cetim rosa, vi a notificação: ele aceitou. Meu perfil é aberto, fotos de biquíni, algumas bem provocantes. Morri de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Será que ele sabe quem eu sou?
Abri as mensagens e lá estava:
“Oi gata, aceito. Seja bem-vinda 😘❤️”
Meu Deus… ele não fazia ideia. Meu filho me chamando de gata.
Respondi um “Oi, tudo bem? 😏” e começou.
Ele era direto, flertava pesado, curtia todas as minhas fotos de biquíni (umas 15), deixava coraçãozinho, fogo. Eu sentia o clitóris inchando só de imaginar que era meu próprio sangue com tesão em mim.
Sempre gostei de contos de incesto, assistia vídeos escondida, gozava imaginando. Mas acontecer de verdade? Eu não resisti.
Comecei a entrar no flerte. Ele era lindo, inteligente, carinhoso… e ninguém nunca descobriria.
Mandei: “Vem um dia pra Santos, gato. Te mostro umas praias bem gostosas… e eu também 😈”
Ele ficou louco. Marcamos pro próximo fim de semana. A semana inteira conversando, nudes trocados, áudios safados.
Na quarta-feira a conversa pegou fogo de verdade.
Perguntei se ele era virgem. Ele riu: “Longe disso, gata.”
Depois de muita provocação, ele mandou:
“Quer ver o que te espera no sábado?”
Meu corpo inteiro arrepiou. Sabia que viria foto do pau.
“Manda. Quero ver tudinho.”
Ele enviou cinco fotos. Pau lindo: grosso, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de lubrificante natural, quase 20 cm, reto e pesado. Eu fiquei encharcada na hora. A calcinha do pijama grudou na buceta.
Respondi: “Nossa… você é uma delícia. Me deixou louca de vontade. Tô pingando aqui.”
Ele pediu nudes meus. Mandei vários: seios firmes com bicos rosados duros, bunda empinada de quatro, buceta depiladinha aberta mostrando o clitóris inchado, close da entradinha molhada brilhando.
Ele: “Caralho, você é perfeita. Vou te comer a noite toda.”
Eu ri e mandei: “E olha que eu sou mãe ainda… rs”
Ele: “Então imagina o tesão que eu tô sentindo agora. Teu corpo é pecado.”
Liguei pra ele. Ficamos nos tocando pelo telefone, gemendo alto, ele batendo punheta enquanto eu enfiava dois dedos na buceta molhada, falando putaria. Gozamos juntos, eu gritando “Aaaaiii Gustavo, goza pra mim, gozaaa!” sem ele saber que era o nome dele que eu gritava.
Sábado chegou.
Coloquei shortinho jeans preto curtíssimo, biquíni fio dental vermelho minúsculo por baixo (a calcinha mal cobria os lábios), regatinha branca fina. Perfume doce e quente, cabelo solto, batom vermelho. Esperei ansiosa.
Chegou a mensagem: “Cheguei, gata.”
Abri a porta. Meu Deus… ele era ainda mais lindo pessoalmente. Jeans apertado marcando o volume, regata preta mostrando os braços definidos, óculos escuros. Cheiro de perfume amadeirado misturado com testosterona jovem. Meu filho era um macho alfa.
Beijei seu rosto devagar, sentindo o calor da pele dele. “Entra, toma uma água?”
Ele entrou, olhou tudo, sorriu safado. Saímos pro carro. No caminho, mão grande dele na minha coxa grossa, subindo devagar, apertando. “Você é muito mais gata pessoalmente.”
Eu: “E você é um gato do caralho.”
Chegamos na trilha pra praia deserta (pandemia, ninguém por perto). Fizemos a caminhada de mãos dadas. Chegamos, areia vazia, mar calmo, sol quente.
Ele tirou a camisa. Abdômen tanquinho, V marcado descendo pra sunga preta. Mordi o lábio. Tirei o shortinho devagar, mostrando a bunda redonda pro ar, tirei a regatinha. Biquíni vermelho minúsculo, a parte de cima quase não segurava os seios.
Ele me olhou com fome. A sunga dele já marcava o pau duro.
Se aproximou, me puxou pela cintura fina. Suspirei alto. Beijo molhado, línguas se enroscando, gosto de hortelã do chiclete dele. Mãos grandes apertando minha bunda com força, dedos enfiando na carne macia.
“Aaaah… que delícia de bunda…”
Entramos na água. Beijos mais intensos, eu cruzei as pernas na cintura dele. Senti o pau duro roçando na minha buceta por cima do tecido fino. Ele apertava minha bunda, gemia baixo no meu ouvido.
Tirei a parte de cima do biquíni. Seios livres, bicos duros apontando pro céu. Ele levou a boca neles imediatamente, chupando forte, língua rodando no bico, mordiscando de leve.
“Aaaaiii… chupa meu peito, amor… aaaaiiiiii!”
Mão dele desceu, afastou a calcinha do biquíni, dedos massageando meu clitóris inchado, depois dois dedos entrando na buceta melada.
“Aaaahhh… tá molhada pra caralho…”
Segurei o pau dele por cima da sunga, grosso, pulsando. Ele abaixou a sunga, pau saltou livre, cabeça brilhando. Pulei em cima dele de novo, pernas na cintura.
Ele afastou o fio dental, esfregou a cabeça grossa na minha entradinha melíflua.
Olhei nos olhos dele: “Me come… me fode gostoso…”
Sentiu a cabeça entrar. Abri a boca gemendo alto: “Aaaaiiiii… entra devagar… aaaaiiii!”
Entrei metade, mordi o ombro dele. Depois tudo. Pau inteiro dentro da buceta da mãe dele.
“Aaaaaiiiiiiiii… caralho… que buceta apertada… quente…”
Ele começou a socar devagar, depois mais rápido. Água batendo nos nossos corpos, barulho molhado da buceta engolindo o pau.
“Aaaaiii… Gustavo… me fode… aaaaiiii… mais forte… AAAAAAAIIII!”
Seios balançando, batendo no peito dele. Ele chupava meu pescoço, mordia de leve.
“Vou gozar… vou gozar dentro de você…”
“Gozzaa… goza dentro da mamãe… aaaaiiiii AAAAAAAAAA!”
Gozamos juntos, gritando, corpos tremendo na água. Senti o pau pulsar, jatos quentes enchendo minha buceta. Ele não sabia que era porra de filho enchendo a mãe.
Saímos, deitamos na canga na areia. Beijos lentos, carícias. Ele já ficando duro de novo.
Tirei a calcinha do biquíni. Bucetinha depilada, lábios inchados e brilhando de porra e lubrificação.
Fui beijando o peito dele, descendo pelo abdômen definido, lambendo o umbigo. Cheguei no pau. Cheiro forte de sexo, porra e mar. Beijei a cabecinha melada, lambi todo o comprimento devagar, da base até a ponta.
“Que pau gostoso… tão cheiroso…”
Enfiei na boca, engoli tudo, garganta profunda. Ele gemeu alto: “Aaaai caralho… que boquete… melhor da minha vida…”
Chupei as bolas pesadas, lambi devagar voltando pra cabeça, rodando a língua. Acelerei, mamando forte, babando.
“Para… senão gozo na tua boca…”
Subi em cima dele. Segurei o pau reto, sentei devagar. Cabeça entrando: “Aaaaiiiii…”
Fui descendo até sentar tudo. Comecei a rebolar devagar, subindo e descendo, buceta quente apertando o pau.
“Rebola gostoso, safada… rebola no pau do teu macho…”
Acelerei, quicando forte, seios balançando loucamente.
“Aaaaiii… vou gozar de novo… aaaaiiii!”
“Quero teu cuzinho agora…”
Peguei o lubrificante na bolsa, passei no meu cuzinho apertado e no pau dele. Sentei devagar no pau duro.
“Aaaaaiiiii… tá abrindo meu cu… aaaaiiii caralho!”
Comecei a sentar forte, sentindo o pau inteiro no meu rabinho. Ele deu tapas na bunda, apertou meus seios.
“Aaaaiiii… fode meu cuzinho… fode forte… AAAAAAAAA!”
Gozamos de novo, ele enchendo meu cu de porra quente, eu gozando gritando, buceta pulsando sem ser tocada.
Passamos o dia na praia: comemos, bebemos, transamos mais duas vezes (uma de quatro na areia, outra eu cavalgando ele de frente pro mar).
À noite, ele dormiu na minha casa. Fiz janta, tomamos banho juntos, transamos de novo no chuveiro.
Estávamos na cozinha, eu de camisola curta, ele só de cueca. O telefone tocou. Era o pai dele.
Ele atendeu sorrindo: “Fala, pai. Tô bem sim… tô com a tua futura nora. Nome dela é Katia. Depois te mando foto dela.”
Eu gelei. De costas, mexendo na panela, senti o coração na garganta.
Ele desligou e veio por trás, abraçou minha cintura, pau já duro roçando na minha bunda.
“Relaxa, gata… ele vai adorar te conhecer.”
Eu sorri nervosa… e excitada.
E aí… o que acontece quando o pai descobrir?
Continua
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Espero que tenham gostado por favor VOTEM no conto para eu saber que querem continuação ❣️