Sexta feira dia 2 de Janeiro. Eu dançava numa festa de pós reveillon, com um vestidinho branco coladinho, botinhas prateadas e a bucetinha cheia de tesão. Suadinha, descabelada e com um copinho na mão.
Dando um golinho no meu drink, entre uma rebolada e outra. Com a bundinha empinada chamando atenção dos tarados em volta.
Loirinha com jeitinho de patricinha mimada. Novinha com carinha de ninfeta sapeca querendo rola. Baixinha, mas CAVALA, com as coxas grossas e uma raba de 98 de quadril, subindo e descendo até o chão.
Agachadinha, de pernas abertas, deixando a minha calcinha cor de prata aparecer. Dando sentadas no ar. Rebolando com carinha de putinha safada adorando os machos tirando casquinha se esfregando no meu corpo.
A cada reboladinha, o meu vestidinho subia mais um pouco. As minhas coxas roliças todas de fora, as botinhas de salto me deixando mais empinada e as poupinhas da minha bunda pulando pra fora do meu vestidinho branco de reveillon.
Com o meu copinho numa das mãos e o meu celular na outra. Dançando e fazendo selfies. Gravando um videozinho de patricinha bêbada pra postar no instagram. Me filmando de cima, com um close nos meus peitinhos siliconados quicando dentro do meu decote.
Vou postar alguns vídeos do conto de hoje no meu telegram @bunnycontos ou posso mandar no email bunnycontos@gmail.com
Também tenho videozinho levantando o vestidinho e mostrando a raba por trás. Mas a gente ainda vai chegar nessa parte da história rsss... Eu gosto de me exibir, de provocar os tarados. Quebrar a minha bolha de patricinha e me sentir a piranha da galera...
Eu me sentia a piranha da festa. E gostava de me sentir assim. Levando mãozadas e encoxadas por trás. Sentido um volume duro se esfregando na lateral das minhas coxas. As mãos me segurando pela cinturinha e um tarado me abraçando por trás.
Quando virei o rostinho pra trás, dei de cara com você. O meu cunhado cafajeste que sempre me olhou de uma maneira diferente. Me segurando pela cinturinha, colando o corpo nas minhas costas e roçando a piroca na bundinha empinada da cunhadinha vagabunda.
EU ADORO ME SENTIR UMA VAGABUNDA!!!
Rebolando no seu pau. Subindo e descendo. Com você me abraçando por trás e beijando o meu pescoço. Me segurando firme com ar de canalha dominador. Com a loirinha cachorra se esfregando na ponta do seu cacete.
A minha botinha de salto batendo no chão, fazendo barulho a cada passinho de dança. POC POC POC POC...
O seu pau sarrando de um lado pro outro, Deslisando nas curvas do rabo da piranhazinha loira. A minha respiração ofegante. A sua voz rouca de cafajeste me xingando ao pé do ouvido.
- Gostosa...
- Safááááádooooonnnn...
Eu respondia com a voz molinha de bêbada e de tesão.
Cada vez mais empinada com você me segurando firme pela cintura e o seu pau encaixado bem no meio das curvas de cada banda do meu rabo. Me equilibrando nos saltos altos da minha botinha prateada.
Com a sua respiração quente na minha orelha e a sua mão espalmada descendo pelas minhas coxas. A barra da saia do meu vestidinho branco, subindo e subindo e subindo e subindo... Me deixando quase que só de calcinha encaixada no seu pau.
Era melhor a gente sair da festa e ir pra algum lugar mais a vontade. Você me ofereceu carona pra casa. Mas o meu tesão era tanto, que não deixou a gente passar do estacionamento kkkk
Andando no meio dos carros do estacionamento subterrâneo do seu prédio. De vestidinho branco de lycra, botinhas prateadas e uma bolsinha pendurada no meu ombro. Parecendo uma PUTA fazendo ponto na esquina.
Eu me sentia uma PUTA. Saí de casa vestida igual uma PUTA. E queria começar o ano levando pica igual uma PUTA.
Risonha, tarada, com o meu vestidinho branco ainda mais transparente de baixo da luz da garagem. O escurinho da festa protegia a transparência, mas ali na luz, você conseguia ver tudo. A minha pele, as minhas coxas, a minha bunda, a minha calcinha prateada...
Saí andando na sua frente, só pra rebolar o bundão na sua cara. No meio dos carros, olhando pra trás, por cima dos ombros e sorrindo pra você. Eu queria me exibir, eu queria te provocar. Eu queria mostrar o meu bundão pro meu cunhado tarado.
Com a voz meiga e puta, eu pedi toda manhosa
- Me filma...
Eu realmente queria me exibir...
Andando na sua frente, e você por trás de mim, me filmando com o celular. A cunhadinha da bunda grande rebolando com o vestidinho branco de rendinha transparente.
Eu realmente tenho esse vídeo pros meus leitores. Com o vestidinho de lycra apertado e a calcinha enterrada no meu rabo. Levantando a saia e mostrando a bunda. No meio do estacionamento. No meio dos carros. No meio da madrugada.
Quem quiser, pode me pedir no meu telegram @bunnycontos ou no email bunnycontos@gmail.com
Poc poc poc poc das minhas botinhas prateadas no chão. A cada poc, eu jogava o meu rabo da esquerda pra direita, da direita pra esquerda. A barra da saia subindo deixando o inicio das poupinhas da minha bunda aparecer. Rindo, te provocando e exibindo o meu cuzão que você tava louco pra meter a pica.
A sua visão de trás, a visão do vídeo que você filmava, admirando um rabo enorme rebolando e um vestidinho de puta começando a subir. As minhas coxas grossas todas de fora, as poupinhas da minha bunda. A calcinha prateada ficando visível no vestidinho que não tampava nada.
Eu peguei as mãozinhas, uma de cada lado, segurei a barra do vestido e levantei... Assim, de uma vez só... Puxando e enrolando o vestidinho branco na minha cinturinha e deixando todo, mas TODO O MEU RABO D FORA NA SUA CARA.
A sua visão por trás, me filmando, vendo o vestidinho levantar. O meu bundão pulando pra fora na sua cara. A minha calcinha fio dental prateada toda, MAS TODA ENTERRADA NA MINHA BUNDA!
Eu rebolava andando na sua frente, com o rabo todo de fora. Rindo e desfilando no meios dos carros da garagem do prédio. Bêbada e tarada. Desfilando, rebolando, jogando o cuzão de um lado pro outro, com o meu vestidinho todo levantado na minha cintura. Eu tava cheia de tesão querendo me exibir. A sua reação vendo o meu rabo me deixou mais tarada ainda...
- Vagabunda! Rebola cachorra, rebola...
Eu ria e rebolava... Poc poc poc poc da minha botinha batendo no chão. No meio dos carros, no meio da madrugada. Com o rabo de fora na sua frente e você me filmando igual um tarado.
Saber que você tava me olhando, me deixava com tesão. Saber que você tava me filmando, me deixava mais exibida... Baixava o meu lado piranha me sentindo a atriz pornô, provocando os safados que fossem me assistir rebolando com o rabo de fora. A calcinha enterrada, o bundão rebolando...
PLAFT!!!
Um tapinha safado na minha bunda me mandando rebolar mais...
- Rebola cachorra!
Eu rebolei rs...
Andando com o vestidinho levantado até a porta do elevador. Botando a mãozinha espalmada na parede e empinando o bundão pra trás. Com você me olhando e me filmando, eu comecei a rebolar empinadinha, encostada na parede. Inclinando meu corpo pra frente, apoiadinha nas mãos e rebolando o rabo pra trás...
Eu realmente tenho esse vídeo na garagem do prédio e na porta do elevador...
O elevador chegou e tive que puxar o meu vestidinho pra baixo. Apesar de tarada, eu tinha que manter a pose pro porteiro que tivesse assistindo as imagens na câmera de segurança. O meu namorado é corno, mas o porteiro não precisava saber disso rs.
Aquele silêncio comportadinha. O meu vestidinho todo puxado pra baixo. E as risadinhas de bêbada, louca pra sentir a sua pica me fodendo todinha.
Chegamos no nosso andar. Mal abri a porta de casa, e você me agarrou por trás, fechando a porta com o pé e me empurrando pra cair jogada na mesa da sala. Com você me agarrando por trás e eu toda debruçadinha com os cotovelos na mesa.
Em pé, com as botinhas prateadas no chão, o meu corpo inclinada pra frente, SEM DOBRAR OS JOELHOS, debruçadinha nos cotovelos na mesa e o bundçao todo empinado pra trás...
PLAFT!!!
Você me deu mais um tapa safado na bunda e um apertão mais safado ainda agarrando a minha nadega esquerda.
- Gostosa da bunda grande! Tá cheia de fogo né...?
- Tôooonnn...
- Safada... Quer pica?
- Querooonnn...
- Então pede!
- Quero picaaannnn...
- Repete! PLAFT!!
- Quero picaaannnn... QUERO PICAAAANNNNN!!!
PLAFT!!
Um tapa, um apertão, um empurrão no meu ombro, me jogando pra frente. Você levantou o meu vestidinho por trás, agarrou e arriou aminha calcinha prateada, e puxou pro meio das minhas coxas. Debruçadinha, descabelada, batendo as botinhas no chão... Eu olhava pra trás e via a sua cara de tarado, de maníaco abrindo a calça e puxando a piroca pra fora...
Eu queria pica, e ia levar... E tinha que ser por trás... CU DE CUNHADINHA B~EBADA NÃO TEM DONO!
Comigo em pé, debruçada na mesa. O meu vestidinho branco levantado, a minha calcinha arriada no meio das minhas coxas e o meu cunhado engatado atrás de mim. Você encaixou a cabeça do seu pau no meio da minha bunda, encostando a pica na entrada do meu cuzinho. Me abraçando por trás e falando na minha orelha.
- Quer rola na bunda, sua cachorra?
- Querooonn...
- Então pede!
- Quero rola na bundaaannn... Quero no cuzinhoooooonnnnnn...
Eu levei... Levei na bunda empinadinha na mesa da sala. Com ass botinhas prata batendo e fazendo poc poc poc no chão a cada tranco que eu levava por trás. Descabelada, descontrolada e desbocada, gemendo manhosa e sendo xingada. Eu levei na bunda como uma PUTA DO JEITO QUE EU TAVA VESTIDA.
Levei na bunda gemendo manhosa e sentindo o seu caralhão rasgando o meu cuzinho apertadinho de namoradinha comportada.
O corno viajando e você comendo o cu da namoradinha dele na mesa da sala. Me abraçando por trás, igual você tinha me encoxado na pista de dança. Com seu corpo colado nas minhas costas, seu braço em volta da minha cintura e a sua pica socando e me encoxando por trás.
Poc poc poc poc das minhas botinhas batendo no chão. Ploc ploc ploc ploc das suas bolas batendo na minha bunda. Ain ainnn ainnn ainnn dos meus gemdinhos de piranha manhosa aguentando uma rola na bunda. Bêbada e tarada, eu precisava de pica exatamente do jeito que você tava me dando.
Me fazendo me sentir vulgar. Me sentir uma piranha. Me sentir a vadia da bunda grande que saiu de casa com aquele vestidinho de PUTA!
Eu merecia levar na bunda. Ou pelo menos era isso que se passava na minha cabeça de bêbada e tarada. Eu aguentava o seu caralho me fudendo, me socando e alargando o meu cuzinho, só pensando que eu merecia aquela curra. Eu queria me sentir castigada. Castigada por trair, castigada por sair vestida daquele jeito.
Sexo anal dói! Mas o tesão é justamente me sentir castigada. Uma dorzinha gostosa, sentindo a sua rola toda no meio do meu rabo!
Uma piroca grossa, dura e firme, me socando por trás. Me dando trancos e castigando a piranha exibida do vestidinho transparente. Levando trancos que faziam a mesa balançar. Faziam os meus peitos chacoalharem dentro do meu vestidinho. O meu cabelo voando no meu rosto e a sua pica toda enterrada na minha bunda.
Empinadinha na mesa da sala com uma vara na bunda. Eu sou realmente uma piranha.... E adoro ser uma piranha...
Socada, comida, ENRABADA! Eu aguentava os trancos, a pica e o meu castigo. Eu merecia ser castigada, eu QUERIA ser castigada... Aguentando uma trolha, uma jeba enterrada no meu cuzinho, Me socando por trás, e enfiando até as bolas na minha bunda. Eu dava gritinhos de tesão toda manhosa...
- Ainnnn ainnnnnnn caralhoooooonnn... Come o meu cuzinhoooooonnnnn... ME COME SEU FILHO DA PUTA! POE PICA NO MEU CU! POE PICA NO MEU RABO!!!
As 4 da madrugada, os vizinhos devem ter me escutado levando na bunda. Com você me atendendo e enchendo meu cuzinho de rola. Realmente cu de cunhadinha bêbada não tem dono rs
Eu gozei com o seu pau no meu cu. Eu gozei com uma rola na bunda. Eu gozei como uma cachorra empinada na mesa. Eu gozei na pica do meu cunhado... Me tremendo toda, batendo os pezinhos no chão e revirando os olhinhos de tesão. Você me segurava firme e cravava com força enfiando tudo no meu rabo.
Você gozou no meu cuzinho de cachorra tarada. Com a sua piroca perdida no meio do bundão grande, redondo e carnudo da sua cunhadinha.
Eu tava jogada na mesa. Ofegante, me tremendo e sem forças pra levantar. Com o vestidinho levantado, as pernas abertas e a calcinha arriada. Você caiu sentado numa poltrona, vendo a sua cunhadinha debruçada com o bundão pro alto. O bundão que você tinha acabado de comer.
Eu precisava de um banho e uma cama pra dormir. E eu precisava escrever esse conto pra vocês rs. Espero que tenham gostado. E quem quiser as minhas nudes, ou vídeo levantando o vestidinho na garagem, é só mandar mensagem nos meus contatos
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