Ouvi Minha Mãe e Tia Conversando Sobre Meu Pau, Então Dei uma Exibida - PARTE 2

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 1295 palavras
Data: 26/01/2026 11:25:25

Eu só consegui concordar com a cabeça, mudo, duro, pulsando na mão da minha mãe enquanto ela acariciava devagar. Mas aquela noite não foi mais longe que isso. Ela me deu um beijo na testa, saiu do quarto, e eu fiquei ali processando tudo - o toque dela, as palavras, a promessa do que poderia acontecer semana que vem.

Nos dias seguintes a tensão em casa mudou completamente. Continuei andando de cueca pela casa, mas agora era diferente. Não tinha mais aquela hesitação, aquele medo de estar fazendo algo errado. Minha mãe olhava abertamente agora. Quando eu passava pela cozinha de manhã só de cueca samba-canção, ela parava o que tava fazendo e observava. Comentava coisas tipo "dormiu bem?" com aquele tom que significava muito mais que a pergunta em si.

Na terça seguinte, uma semana depois daquela primeira vez, minha tia avisou que ia vir de novo. Mas dessa vez minha mãe me chamou antes dela chegar.

"Sua tia vem hoje," ela disse, sentada na beirada da cama dela, usando um vestido leve de verão que marcava o corpo todo. "A gente conversou... sobre você. Sobre semana passada."

Meu coração acelerou. "Conversaram o quê?"

"Tudo. Eu contei que você ouviu a gente, que a gente conversou sobre suas inseguranças. E contei também sobre... bem, sobre como eu te ajudei com sua confiança."

"Caralho. E ela falou o quê?"

Minha mãe sorriu. "Ela quer ajudar também. Se você quiser, claro. Ninguém vai te forçar a nada. Mas se você tá confortável com a situação..."

Nem precisei pensar. "Tô. Tô confortável."

"Ótimo. Então quando ela chegar, deixa a gente conduzir, tá bem? Confia na gente."

Quando a campainha tocou às três da tarde, o calor lá fora tava de matar. Minha tia entrou já reclamando, pedindo água gelada, abanando com a mão. Veio de shortinho jeans bem curto e uma blusa decotada que deixava os seios dela praticamente pulando pra fora. Me deu aquele abraço de sempre, mas dessa vez segurou um segundo a mais, as mãos descendo pelas minhas costas até quase encostar na bunda.

Sentamos os três na sala, ar condicionado no máximo. Eu tava de bermuda de moletom fina, sem cueca por baixo, e uma regata. Meu pau já tava começando a acordar só pela antecipação do que poderia rolar.

A conversa começou normal. Praia, trabalho, fofoca da família. Mas aí minha mãe direcionou.

"Então, eu contei pra ela," ela disse, olhando pra mim. "Sobre nossa conversa da semana passada."

Minha tia sorriu, cruzando as pernas e se inclinando pra frente. "Contou sim. E olha, eu fiquei chateada de saber que você tava inseguro, sabe? Porque você não tem motivo nenhum. Nenhum mesmo."

"É... eu sei disso agora," respondi, sentindo meu rosto esquentar.

"Sua mãe me mostrou também como ela te ajudou a recuperar a confiança," ela continuou, e a voz dela ficou mais baixa, mais íntima. "E eu achei lindo da parte dela. Família tem que se ajudar mesmo, né? Principalmente nessas coisas que são tão importantes pro psicológico de um homem."

"Eu falei pra ele que você não se importaria também," minha mãe adicionou. "De ajudar com a confiança dele. Você se importa?"

"Eu? Me importar?" minha tia riu. "Pelo contrário. Ficarei feliz em ajudar meu sobrinho lindo."

O clima na sala ficou pesado, carregado. Meu pau começou a crescer ali mesmo dentro da bermuda, o tecido fino não escondendo absolutamente nada. E elas viram. Claro que viram.

"Tá ficando animado já?" minha tia provocou, apontando com o queixo pro volume crescente.

"Desculpa, eu..."

"Não precisa pedir desculpa," ela me cortou. "É natural. Ainda mais com duas mulheres aqui falando sobre te ajudar. Deixa eu ver direito?"

Olhei pra minha mãe, que assentiu. "Pode mostrar pra ela, filho. Não precisa ter vergonha."

Levantei, pernas meio trêmulas, e abaixei a bermuda. Meu pau saltou pra fora já meio duro, crescendo mais a cada segundo sob os olhares das duas.

"Puta que pariu," minha tia sussurrou, se levantando também e vindo mais perto. "Você não tava exagerando não, mana. Ele é enorme."

"Falei," minha mãe respondeu, vindo se posicionar do outro lado. Agora eu tava ali no meio da sala, pelado da cintura pra baixo, meu pau ficando completamente ereto com as duas me cercando.

Minha tia esticou a mão, olhou pra mim pedindo permissão silenciosa. Assenti. Ela tocou, dedos envolvendo a base, apertando de leve pra sentir a firmeza.

"Caralho, que grossura. E esse comprimento... filho, você tem pelo menos uns vinte e dois centímetros aqui. Fácil."

"Vinte e três na real," minha mãe corrigiu. "Eu medi outro dia com uma fita."

"Você MEDIU?" soltei, surpreso.

Ela deu de ombros, sorrindo. "Curiosidade científica."

Minha tia riu e começou a deslizar a mão pra cima e pra baixo, devagar, explorando. Puxou a pele pra trás expondo a cabeça totalmente, passou o polegar em cima fazendo círculos. Soltei um gemido baixo - "aaahhh" - e senti minhas pernas fraquejarem um pouco.

"Olha como ele reage," ela disse pra minha mãe. "Tão sensível..."

"É mesmo. Aqui ó," minha mãe apontou pra uma veia específica que subia pela lateral, "essa aqui pulsa bastante quando ele tá muito excitado."

Elas tavam conversando sobre meu pau como se fosse um objeto de estudo, e porra, isso tava me deixando ainda mais duro. Minha tia continuou manipulando, agora com as duas mãos - uma na base e outra deslizando, dedos apertando de leve, sentindo o peso, testando a flexibilidade.

"Posso?" ela perguntou, se ajoelhando.

Antes que eu respondesse minha mãe falou. "Hoje é só pra te familiarizar com ele, tá? Nada muito intenso ainda. A gente tá construindo a confiança dele aos poucos."

"Entendido," minha tia concordou, agora com o rosto a centímetros do meu pau. Senti a respiração quente dela batendo na cabeça sensível. Ela deu um beijinho leve, só os lábios tocando de leve na ponta, e depois outro, e outro, indo descendo pela lateral até a base.

"Mmmm, que tesão," ela murmurou contra a pele. "Você é perfeito, sabia?"

Não conseguia formular palavras. Só conseguia ficar ali parado, tremendo levemente, enquanto minha tia beijava meu pau todo e minha mãe observava do lado, a mão dela agora na minha bunda, acariciando.

"Semana que vem a gente avança mais um pouco," minha mãe disse no meu ouvido, a voz rouca. "Se você quiser continuar, claro."

"Quero," consegui responder, a voz saindo trêmula.

Minha tia deu um último beijo na cabeça do meu pau - mais demorado dessa vez, quase uma sucção leve - e se levantou. "Pronto. Por hoje é isso. Mas já tá sabendo né? Qualquer coisa que precisar, qualquer insegurança que surgir, a gente tá aqui pra te ajudar."

Puxei a bermuda de volta, ainda totalmente duro, o pau fazendo uma tenda ridícula no tecido. Elas voltaram pro sofá como se nada tivesse acontecido, retomando a conversa sobre sei lá o quê enquanto eu ficava ali parado processando.

Antes de ir embora, minha tia me deu outro abraço, mas dessa vez pressionou a mão contra meu pau por cima da bermuda, apertou de leve, e sussurrou no meu ouvido: "Semana que vem vai ser ainda melhor, lindão. Prometo."

Quando a porta fechou atrás dela, minha mãe me puxou pelo braço de volta pra sala.

"E aí? Como se sentiu?"

"Tipo... nem sei explicar. Foi intenso."

"Em qual sentido?"

"No sentido bom. No sentido de que minha confiança realmente tá voltando. Ou melhor, tá ficando maior do que nunca foi."

Ela sorriu satisfeita e me deu um beijo na bochecha. "Ótimo. Porque semana que vem..." ela pausou, a mão deslizando pela minha bermuda e apertando meu pau ainda semi-duro, "...a gente vai te mostrar do que mais você é capaz."

E foi exatamente com essa promessa ecoando na minha cabeça que passei a semana seguinte esperando ansiosamente pela terça-feira chegar de novo.

***

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive contradio a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Listas em que este conto está presente

Melhores
Melhores do site