Enquanto o corno está no WC

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 603 palavras
Data: 04/01/2026 08:22:05
Assuntos: Heterossexual

Era uma tarde comum de sábado na casa deles, no bairro tranquilo de classe média. O marido de Ângela, o Cassinho — como os amigos o chamavam —, tinha exagerado no feijão do almoço e agora estava pagando caro. Fazia mais de meia hora que ele estava trancado no banheiro, sentado no vaso, rosto vermelho de tanto esforço.

— Amor… tá tudo bem aí fora? — gritava ele de vez em quando, voz abafada pela porta, tentando puxar conversa pra ver se o intestino desbloqueava.

Ângela, deitada no sofá da sala com um vestido leve, me lançou aquele olhar safado que eu conhecia tão bem. Eu estava ali “de visita”, oficialmente pra ajudar com um conserto bobo no telhado. Na verdade, mal esperamos ele trancar a porta pra começar.

Ela se levantou devagar, veio até mim e sussurrou:

— Agora, André… aproveita.

Não precisei de mais. Puxei ela pro meu colo no sofá, a menos de cinco metros da porta do banheiro. O vestido subiu fácil — ela não usava nada por baixo. Aquela bunda monumental de 132 centímetros estava ali, empinada, me chamando.

Comecei na buceta dela, que já estava molhada de tesão. Meti firme, sentindo ela apertar em volta de mim. Cada vez que Cassinho puxava assunto do banheiro (“Viu o jogo ontem?” ou “Tá chovendo aí?”), ela respondia com voz de anjo:

— Tá tudo bem, amor! Tranquilo!

Eu acelerei o ritmo. Não demorou: Ângela gozou forte, corpo tremendo, cabeça jogada pra trás. Teve que tapar a boca com a própria mão pra abafar o gemido.

Depois disso, ela virou de costas, apoiou as mãos no encosto do sofá e empinou aquela raba perfeita. Cuspi na mão, preparei o cuzinho apertado e entrei devagar, sentindo cada centímetro me engolir. O risco era insano — ele podia sair a qualquer momento —, mas era isso que tornava tudo mais gostoso.

Meti fundo, segurando firme aquelas nádegas, enquanto ela rebolava discretamente, ajudando no ritmo. Do banheiro vinham os barulhos clássicos: suspiros, gemidos de esforço, um “ai, Jesus” frustrado aqui e ali.

— Quer que eu faça um chá pra te ajudar, amor? — perguntou ela, voz calma, enquanto eu estava enfiado até o fundo no cu dela.

— Seria ótimo, vida… — respondeu ele, sem nem sonhar com o que acontecia do lado de fora.

Eu estava quase no limite, mas não queria gozar ali. Parei de repente, saí devagar e mandei, baixinho:

— Vem aqui… chupa.

Ângela se ajoelhou na minha frente sem hesitar. Começou a me mamar com vontade, língua rodando, mão ajudando, olhos fixos nos meus. Foram uns bons dez minutos de boquete dos bons — lento, profundo, molhado, exatamente como ela sabia que eu gostava.

Eu segurava o cabelo dela, guiando o ritmo, sentindo a gozada subir. Quando não aguentei mais, avisei com um gemido baixo. Ela não tirou a boca: engoliu tudo, enchendo a boca com porra quente enquanto eu pulsava.

Nesse exato segundo, ouvimos o barulho da descarga. Em seguida, a maçaneta girando.

Ângela se levantou rápido, boca ainda cheia — literalmente —, ajeitou o vestido num piscar de olhos e foi caminhando em direção ao banheiro com aquele sorriso doce de esposa dedicada.

A porta se abriu. Cassinho saiu suado, aliviado, com cara de quem venceu uma batalha.

— Consegui, amor! Finalmente! — anunciou ele, orgulhoso.

Ângela não disse nada. Só se aproximou, abraçou forte e deu um beijo daqueles: longo, apaixonado, língua e tudo. Ele correspondeu, feliz da vida, sem fazer ideia do que estava provando.

Eu fiquei ali no sofá, calça já fechada, fingindo mexer no controle remoto, só observando a cena com um sorriso discreto no canto da boca.

A vida, às vezes, é mais safada do que qualquer filme pornô.

😈💦

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Comentários

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Muito boa a história. Até o corno sentiu o gosto da pôrra do talarico. Além de corno é cagão.

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