Uma novinha para um novinho

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 1957 palavras
Data: 23/01/2026 18:29:10

Eu conheci o sr. Armando quando era criança ainda. Ele, um sujeito muito respeitado por toda a cidade, carregava, em si mesmo, todas as contradições possíveis. Era um dono de bar que odiava bebida, adorava rir e piadas, mas odiava ser zoado e, apesar de velho, adorava uma novinha. Acho que ele foi o primeiro sugar daddy que eu conheci.

Já mais velho, depois de conhecer as coisas boas do mundo. Eu frequentava quase sempre o bar do Armando, adorava ir lá para relaxar e conversar com um pessoal diferente. Era a única pessoa com menos de 30 anos que aparecia por lá. Tomava umas, jogava truco com os moradores do bar e ouvia todo o tipo de história. Descobri, inclusive, que o sr. Armando tinha sido preso durante um bom tempo, um suposto homicídio.

Armando ficava ali, de olho em tudo, conversando com todos, mas sempre lúcido e atento.

Numa quinta a tarde, véspera de carnaval, fui bater ponto no boteco. Chegando lá, vi uma moça nova, que imaginei ser funcionária. Marília, carinha de anjo, corpo de mulher. Uma cavala deliciosa: bunda grande e redonda, cintura fina, barriguinha chapada e com um piercing, peitos pequenos, mas durinhos. Não usava sutiã, estava com uma regata cropped e um short jeans curtinho. Imaginei todas as maldades possíveis quando ela virou de costas e abaixou para pegar um papel no chão. Armando saiu dos fundos nesse momento, me cumprimentou e deu um beijo naquela morena linda. Logo eu entendi tudo.

Peguei minha cerveja e fui sentar com meus parceiros de sempre. Os velhinhos estavam em polvorosa, cada um contava uma história de como ela acabou ali. Olhavam e imaginavam as coisas, mas desviavam a atenção sempre que Armando chegava ou se direcionava à mesa. A única coisa que descobri, de fato, foi o nome dela, que Marilia tinha acabado de chegar na cidade e tinha 18 anos. Marília estava sempre atrás do balcão, apenas observava o movimento. Ninguém falava com ela, mesmo porque, Armando se intrometia.

Pouco antes de pagar a conta, resolvi ir ao banheiro. O acesso à ele se dava por um corredor estreito, mas, lá dentro, era bem espaçoso. Quando cheguei na porta, abri de uma vez, nem me importei de bater já que o pior que poderia acontecer era ter um velho usando e eles sempre trancavam. Porém, quando abri, o melhor aconteceu. Não sei o motivo, mas Marília estava de costa para o espelho, com os shorts abaixados, apalpando a bunda e se admirando.

Eu travei uns poucos segundos, mas fechei assim que ela percebeu minha presença. Quando saiu do banheiro, ela me encarava sorrindo. Nem pensei em pedir desculpas, mas estava meio constrangido. Ao passar por mim, ela o fez de costas, esfregou a bunda no meu pau lentamente. Obviamente, eu estava duro e ela sabia disso. Quando terminou de me roçar com aquele rabo maravilhoso, deixou a mão para uma apalpada. No final do corredor, olhou pra trás e botou um dedinho na boca.

Mal consegui mijar, a vontade era de bater uma punheta ali mesmo. Ou puxá-la pro banheiro e foder aquele rabão gostoso.

No balcão, Marília me atendeu, estava sorrindo pra mim e olhava pra minha boca enquanto eu respondia. Perguntou se queria a via e eu disse que não. Ela pegou a caneta e escreveu algo, confirmou se eu queria, mas eu mudei de ideia e resolvi levar.

Armando chegou na hora para acabar com minha festa. Falamos um pouco sobre o calor dos últimos dias e eu me despedi.

Assim que saí, peguei a via do cartão, tinha um número lá, concluí que era de Marília. Adicionei aos meus contatos e mandei mensagem.

"Oi"

"Agora não. Armando está por perto. Eu mando mensagem depois."

Eu entendi e não digitei mais nada. Aproveitei para dar uma conferida na foto do perfil. Marília estava de costas, numa praia. A bundona dela brilhava com a luz do sol. Que mulher.

Eu tava bêbado demais pra ficar esperando, assim que cheguei em casa, peguei no sono. Meu cochilo foi interrompido por mensagens no celular.

"Oi, gatinho. Agora dá pra falar"

"É Marília né? Seu nome"

"Exatamente. Mais cedo o Armando estava sempre colado em mim. Mas ele dormiu, não acorda tão cedo."

"O que você quer com esse cara? É tão linda pra isso"

"Não vem ao caso. Mas gostei de saber que me achou linda."

"Você é perfeita. Não tiro a imagem da sua bunda da minha cabeça."

Ela demorou um pouco mais a responder, mas valeu a pena.

"Vou ajudar a fixar mais então."

Uma foto de visualização única. Ao abrir, a bunda dela, em cada detalhe, enorme na minha tela.

"Covardia fazer isso comigo."

"Ué, não gostou?"

"Adorei. Mas não posso tocar. E tô bem duro agora"

"Duvido. Prova pra mim e eu te faço um agrado."

Eu nem pensei muito. Abaixei os shorts, a cueca e mandei a foto. Nada de visualização única, nem me preocupei com isso.

"Hmmm. Gostei disso."

"Que bom. Cadê meu agrado?"

"Se vier aqui, eu deixo voce me comer"

"Tá louca? O Armando me mata. Sabia que ele já foi preso?"

"Mata não, confia em mim. Ele nem vai desconfiar. A gente trepa no quarto de visitas. Você não vai se arrepender."

Marília mandou outra foto, sentada na cama de babydoll. Armando ao lado babando num sono pesado.

A cabeça de baixo mandou essa hora, Armando era meu vizinho, não podia perder a oportunidade. Disse pra abrir o portão em 5 minutos. Peguei a unica camisinha que tinha na hora, escovei os dentes e corri pra lá.

Marília abriu e eu voei nela. Agarrei o pescoço e beijei sua boca. Ela correspondeu. Eu soltei o pescoco para agarrar a bunda com as duas mãos. Apertava e pressionava ela contra mim, esfregando de leve meu pau na xaninha sob o tecido fino do babydoll.

Ela deu alguns gemidos enquanto beijava, ficamos algum tempo naquela situação, mas logo o senso de urgência bateu. Ela se desvencilhou da minha pegada e começou a ir em direção ao quarto, me arrastando junto.

Eu não sabia, mas antes do quarto de visitas, ficava o quarto principal que, inclusive, estava de porta aberta.

Marília me parou na frente da porta e me beijou mais um tempo ali. Esfregava a mão na minha pica, que marcava bem por conta da ereção. Eu até estava preocupado, mas o tesão era maior que a razão.

Finalizamos o percurso pro quarto ainda nos pegando. Ela entrou primeiro, depois eu, que tranquei a porta. Ao me virar ela estava parada na minha frente, deu mais um beijo de leve e se agachou. Abaixou minha roupa de uma vez, deixando meu pau duro exposto na frente do rosto.

Ela beijou a cabeça, cheirou ele e lambeu de baixo pra cima. Que boquete, impressionante. A boca dela era macia, deslizava no meu cacete e fazia de tudo. Garganta profunda, chupada no saco, punheta, lambida. Eu me segurava para não fazer barulho, enquanto ela parecia nem se importar. Aos poucos, eu fui me sentindo assim tambem.

Marília parou apenas por que eu pedi, não ia aguentar muito mais aquela mamada.

- Tira a roupa e fica de quatro, com a bundinha na beira da cama.

Ela levantou e obedeceu. Eu cheguei atras e me abaixei um pouco, ficando cara a cara com a buceta dela. Eu chupei sem pudor algum, Marília parecia ter um ímã ao redor das pernas, que mantinha minha boca presa. Ela gemia alto, se esfregava contra mim, sentia sua buceta reagir a cada mínimo estímulo. Além disso, a lubrificação natural dela não parava de escorrer. Logo, ela estava tão babada quanto eu, e eu precisava meter nela urgentemente.

Voltei a ficar de pé e fui me afastando para pegar a camisinha no bolso da bermuda. Ela sentou na beira da cama e ficou olhando pra mim, até entender o que eu estava fazendo.

- Não precisa. Mete sem, por favor?

Na hora, nem passou pela minha cabeça se ela usava algum outro método contraceptivo ou não, apenas deixei a camisinha no chão e fui até ela. A empurrei na cama e segurei suas pernas, posicionando-me bem no meio, já com a rola na entrada da buceta.

Marília se esticou e segurou meu pescoco. Virou para o lado e alcançou o celular.

- Vamos gravar. Prometo que não mostro pra ninguém, nem filmo seu rosto.

Não dava pra ficar melhor. Que homem não sonho em comer uma ninfetinha e filmar. Eu consenti. Ela ligou a gravação apontando pra minha rola.

- Agora um novinho bem gostoso vai foder minha buceta. Melhor que você, velho brocha.

Entendi na hora do que se tratava, meu pau pareceu endurecer ainda mais.

- Isso aí, gostosa. Hoje vai ser comida por um homem de verdade.

Marília aproximou o celular da minha rola e filmou entrar tudo. Ela gemeu gostoso, parecia também sentir ainda mais tesão pela situação. Eu comecei a bombar forte, logo no início, ela não aguentou e derrubou o celular. Eu peguei e comecei a filmar daquele ângulo.

- Abre bem as pernas, amor. Segura elas abertas pro seu macho te rasgar.

Ela se segurou toda aberta. Eu apoiei uma das mãos em sua barriga para ter firmeza então voltamos a festa. Eu metia sem parar, não tão rápido, mas com força.

- É isso que acontece quando um macho fode uma ninfetinha. Ela geme gostoso. - Falei isso filmando o rosto e a reação de Marília. Depois, dei um tapa forte e voltei a gravar a cena completa.

- Que delícia. Mete mais vai. Vou gozar.

Eu aumentei o ritmo e Marília gozou. Ela não se conteve no gemido, era alto, uma delicia de ouvir. Filmei seu corpo se contorcendo, enquanto ela apertava minha perna e se apertava contra mim.

- Viu como se faz, corninho? É assim que se trata uma mulher que nem eu. - Marília disso isso olhando fixa para a câmera.

- E eu não acabei. Fica de quatro denovo.

Ela se levantou e obedeceu, empinou a bunda ainda mais que da primeira vez. Eu fiz questão de registrar cada momento daquilo. O prazer de comer uma mulher e gravar é indescritível. Me posicionei atrás dela, a buceta praticamente me engoliu. Dei um bom tapa pra começar e daí comecei a meter de fato. Eu não estava mais preocupado com nada.

- Vamos putinha, empina bem esse rabão gostoso, que eu vou te fazer gozar outra vez. - Gritei isso enquanto tava mais alguns tapas.

Maria gemia sem parar, mais alto, mas excitante. Eu tirei o pau, esfreguei o dedão na cabecinha dele, então voltei a meter. O dedão eu massageei, depois enfiei no cuzinho apertado dela. Uma delícia. Era a visão do paraíso. Uma morena perfeita, com a buceta empinada e exposta pra mim.

- Vou gozar, piranha! Vou encher você de porra, pro corninho limpar depois.

Marília apoiou a cabeça na cama e abriu bem a bunda pra mim. Comecei o orgasmo dentro dela, enchendo bem, depois saí e punhetei pra melar a bunda dela toda. Me sentei na cama bem cansado e desliguei a gravação. Ela se levantou e ficou na minha frente. Primeiro, passava a mão na bunda e na buceta, depois lambia pra provar minha porra. Depois, ela se agachou e lambeu meu pau, deixando ele babado, mas sem resquício de semen.

- Na próxima, você goza na minha boquinha. Prometo até liberar meu cu pra você.

- Próxima? Já tá garantida?

- Vão ser varias ainda, gatinho.

Eu me vesti e ela tambem. Me acompanhou até o portão agarrada em mim. Na despedida, um beijo molhado, safado, com tesão.

Cheguei em casa e apaguei, acordei no dia seguinte com uma foto do meu pau gozando na bunda dela.

A partir daí, comecei um caso com ela. Que se desenrolou da melhor forma possível...

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