Acordei primeiro, com aquela sensação pesada de quem dormiu tarde e mal. O quarto tava muito claro do sol que entrava pela janela sem cortina, e meu corpo inteiro parecia grudado na cama. Minha orelha já não tava mais molhada, mas a bochecha tava grudenta com meus próprios líquidos que secaram ali onde Carol limpou os dedos, e entre as pernas uma sensação pegajosa que me lembrava tudo que tinha rolado. Meu Deus... eu tinha pedido em namoro de joelhos, chupado os pés dela como se fosse a coisa mais normal do mundo, e depois gozado com ela me masturbando enquanto tampava minha boca e lambia minha orelha. E além de tudo, tinha um cara na história. Um cara mais velho que ela obedecia.
A Carol ainda tava dormindo, me abraçando por trás como se eu fosse um travesseiro humano. O braço dela pesado em cima da minha cintura, a mão aberta na minha barriga, e o rosto dela encostado na minha nuca. O cheiro dela — aquele perfume misturado com sono, suor e um leve resto de excitação — invadia tudo. Meu coração acelerou só de sentir o calor do corpo dela colado no meu. Ela era minha namorada. Tipo... de verdade. Mas ao mesmo tempo, não era nada do que eu imaginava. Com aquela aparência toda meiga e delicada, era uma pervertida, mandona, dominadora, e boca suja. kkkk
Eu fiquei ali parada uns minutos, tentando não me mexer pra não acordar ela, só ouvindo a respiração dela devagar. Mas aí veio o barulho lá embaixo: panela batendo, água correndo na cozinha. A mãe dela já tava acordada. Eu nem sabia se a mãe dela sabia que eu tinha dormido ali, mas com certeza não imaginava o que tinha rolado.
Depois de um tempo, a Carol se mexeu. Abriu os olhos devagar, me olhou com aquele sorriso preguiçoso e predador que já tava virando marca registrada. “Bom dia, corninha”, sussurrou no meu ouvido, a voz rouca de sono. Antes que eu pudesse responder, ela apertou minha cintura e falou baixo: “Ó, minha mãe já acordou... por enquanto, ninguém pode saber que a gente tá namorando. Nem ela, nem ninguém. Eu conto no meu tempo. Entendeu?”
Eu concordei rápido, sentindo um frio na barriga. “Beleza.”
Ela riu baixinho. “Nada de ‘beleza’. Quando estiver só a gente, é pra me tratar como sua dona. É ‘sim senhora’, ‘não senhora’, sempre com o máximo respeito. Agora levanta e tira a roupa. Quero ver você direito.”
Meu coração disparou. “Agora?”
“Sim. Tira tudo. Quero ver cada detalhezinho da minha propriedade.”
Eu hesitei, mas o olhar dela não dava espaço pra negociação. Levantei devagar da cama, as pernas moles, e comecei a tirar a camiseta velha do Metallica. O quarto tava claro demais, o sol batendo direto na minha pele, e eu sentia cada centímetro exposto como se tivesse holofote em cima de mim. Tirei o short largo, sem calcinha por baixo — que tava todo melado entre as pernas. Fiquei lá, completamente nua, no meio do quarto, braços cruzados tentando cobrir os peitos, as coxas coladas uma na outra.
Ela sentou na beirada da cama, ainda de camisola curtinha e calcinha, e me olhou de cima a baixo como se eu fosse uma peça de roupa que ela tava decidindo se comprava. “Coloca as mãos na nuca e separa as pernas. Quero ver tudo.”
Eu obedeci, sentindo o rosto queimar. Quando levantei os braços, meus peitos pequenos e meio flácidos ficaram ali soltos, pendurados. A barriga não era reta, tinha uma camada de gordurinha que eu odiava, e entre as pernas... eu não me depilo. Nunca me depilei direito. Só as axilas, e mesmo essas eram com gilete, então já tavam com aqueles pontinhos pretos voltando a crescer. Lá embaixo era tudo natural: pelos fartos, escuros, cobrindo tudo. Eu nunca tinha me sentido tão feia e exposta na vida.
Ela se levantou, deu a volta em mim devagar, passando a mão pelas minhas costas, pela bunda, pelas coxas. “Olha só... minha corninha toda peludinha. Gostei assim. Você vai no máximo aparar, mas nunca raspar tudo a não ser que eu mande.” Ela deu um tapa leve na minha bunda, que me fez pular de susto.
“Adorei meu brinquedo novo, Grazi. Bruta, cheinha, sem frescura. É exatamente o que eu gosto em você. Isso tudo é meu agora. Esses peitinhos, essa barriguinha, essa bucetinha peluda... tudo.”
Eu tava tremendo de vergonha, mas ao mesmo tempo sentia aquele calor subindo de novo, o clitóris latejando só de ser olhada assim.
Ela pegou o celular, e começou a tirar várias fotos, de vários ângulos. “Ô véi, cuidado com isso...Tenho medo de vazar foto minha” eu disse. Ela só me olhou fazendo carinha de séria e continuou como se eu não tivesse falado nada. “Abre a bunda com as mãos” ela mandou. “Mais. Mais... Isso, bem arreganhada”. Tirou várias fotos por trás, da minha bunda aberta, cu, buceta, tudo. “Agora deita ali na cama, pernas bem arreganhadas”. E mais um monte de fotos. “Separa os lábios com os dedos... Isso, mostra bem o grelo.” Cada clique fazia minha buceta pulsar de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Veio pro meu lado e me mostrou as fotos. Uma mais constrangedora que a outra. Closes mostrando bem de perto minha buceta e cu peludos, ângulos mais abertos onde eu via as gordurinhas e meus peitinhos murchos, e as últimas eram as piores... Eu deitada na cama, toda aberta, aparecendo no mesmo quadro meu rosto, peitos, buceta e cu, tudo muito exposto, nítido e bem iluminado.
“Fica tranquila que tá numa pasta com senha. Só vai ver isso aqui quem eu quiser que veja.” Se era pra me tranquilizar, não funcionou.
“Agora ajoelha. Aqui, entre minhas pernas.”
Ela sentou de novo na beirada da cama, abriu as pernas devagar. Eu ajoelhei no chão, pelada, cara a cara com a calcinha dela. O tecido branco tava bastante úmido no meio, marcado de quem dormiu molhada, acordou e ainda não tinha se lavado. O cheiro veio forte: um misto quente de excitação, suor do sono, um leve salgadinho de buceta que não foi lavada ainda. Era cru, quase animal. Eu nunca tinha cheirado nada assim tão de perto.
“Cheira. Bem fundo. Sem encostar a boca ainda.”
Eu me aproximei, nariz quase colado na calcinha, inspirei devagar. O cheiro invadiu tudo: salgado, doce, molhado, com um toque de suor matinal bem leve. Meu estômago revirou, mas ao mesmo tempo minha buceta contraiu forte. Era vergonhoso pra caralho, mas era com ela. Era o cheiro da minha namorada. Da minha dona.
Ela riu baixo. “Gostou, né? Tá sentindo o cheiro de quem manda em você.”
Eu só concordei com um “uhum”, sem saber o que falar.
Então ela enfiou os dedos na lateral da calcinha, puxou pro lado devagar. A buceta dela apareceu inteira: totalmente depilada, lisinha, com uma perfeição que parecia impossível. Nem um pelo, nem uma marca de lâmina, como se nunca tivesse tido pelos na vida. Os lábios eram carnudos, grandinhos, um bem maior que o outro, pendurados de um jeito cru e erótico. O clitóris dela era grandinho, tipo a pontinha de um dedo, inchado, saindo da capinha. Não era nada delicada nem bonitinha. Era muito erótica, mas não dá pra dizer que era “bonita”, contrastando com todo o resto da Carol, que é toda delicada, fofa, quase infantil.
“Olha direito. Essa é a buceta que você vai servir. Essa é a buceta que manda em você. Cheira de novo, agora sem calcinha.”
Eu me aproximei mais, nariz quase encostando nos lábios dela. O cheiro era mais forte ainda: quente, úmido, com o cheiro de ontem misturado com excitação fresca. Eu queria lamber, queria me enterrar ali, mas ela não mandou, e eu não tive coragem de tomar a iniciativa.
Ela segurou meu cabelo na nuca, manteve minha cabeça no lugar. “Boa menina. Agora fica aí só cheirando enquanto eu decido o que faço com você hoje.”
Meu corpo inteiro tremia. Vergonha, tesão, ciúme do cara que ela obedecia, medo da mãe lá embaixo ouvir algo... tudo misturado. Mas eu fiquei. Porque era isso que eu queria. Era isso que eu tinha aceitado. E eu continuei ali, ajoelhada, pelada, cheirando a buceta da minha dona, com o sol batendo no quarto e o mundo lá fora sem saber de nada.
“Você nunca tinha feito nada mesmo né? Beijo, sexo, nada?” Ela quis saber. “Nada.” eu respondi. “Seu hímen tá intacto, é?” tentando agradar ela nos modos de falar eu disse “Sim senhora.” e ela deu um sorriso lindo, muito satisfeita, não sei se por eu ter meu selinho, ou por eu ter chamado ela de senhora. “Pois vai continuar cabaço. Pode ser que eu mude de ideia um dia, mas por enquanto quero essa buceta lacrada. Agora, de resto...kkkk Vai se preparando que esse cu vai sofrer.” Eu ficava sempre surpresa como pode uma garota tão fofinha, tão meiga, falar desse jeito tão obsceno, mas ao mesmo tempo achava muito tesudo.
Ela terminou de tirar a calcinha, dando uma visão ainda mais desimpedida da bucetinha dela. Aliás, bucetinha não, ali não tinha nada de “inha”. “Você tem certeza que não quer que eu raspe a minha igual a sua?” perguntei. “Não, gosto do seu visual toda machona. A minha eu depilei com laser, umas 10 sessões. Meu dono mandou. Agora quase não cresce mais nada.” Novamente o cara... Ela chamou ele de “meu dono” cara, puta que pariu, que raiva.
“Masturba seu grelo de leve... Sem gozar.” Ela mandou, enquanto segurou meus cabelos pela nuca como sempre fazia, e puxou minha cara pra perto daquela buceta. “Abre a boca e põe a lingua pra fora”, ela mandou, e me puxou de cara contra ela. O cheiro, o gosto, tudo fazia minha cabeça girar. Ela controlava minha cabeça usando a minha cara pra se masturbar, as vezes tampando meu nariz contra suas carnes, e eu ali tentando respirar como podia, me masturbando também, me controlando pra não gozar, como ela havia mandado. “Tá gostando?” ela perguntava. “Sim, senhora.” Ela puxou minha nuca e me olhou nos olhos fazendo carinha de brava “Olha, você precisa aprender a falar mais. Gosto de ouvir putaria no sexo. Seja mais escrachada... Tenta falar de um jeito mais sacana, gosto bem obsceno mesmo”. Inclusive, eu não era de falar “cu”, “buceta”, e essas outras coisas que aqui eu já escrevo mais fácil, foi tudo por instrução dela que eu aprendi e comecei a gostar de falar sacanagem. “Fala pra mim que tá gostando de esfregar minha buceta na cara”. E eu tentava “Tô adorando esfregar a cara na sua buceta, senhora”. “Isso, tá gostando de sentir o gosto desse bucetão? Gostando de tomar bucetada na cara?” Puta que pariu, minha namorada era muito obscena kkkk Do nada ela parou. “Chega, se não eu vou acabar gozando. Vou tomar um banho.” Levantou sem mais nem menos, me deixando ali no chão com o cheiro dela na cara, pegou uma toalha e foi pro banheiro. E eu fiquei ali com meus pensamentos.
Ali ajoelhada no chão do quarto, pelada, com o rosto ainda úmido do contato com a buceta dela, o cheiro forte grudado na pele, na boca, no nariz. Meu clitóris latejava tanto que doía, e eu sentia a baba grossa escorrendo pela coxa — eu tinha me masturbado como ela mandou, mas sem gozar, e agora tava morrendo de tesão. Meu Deus, como eu tinha chegado nisso? Ontem eu era só a amiga tímida que nunca tinha beijado ninguém, e hoje eu tava de joelhos, cara melada de buceta, com um monte de fotos minhas pelada e arreganhada salvas no celular dela. E o pior: eu queria mais. Queria que ela voltasse e continuasse me usando, me humilhando, me fazendo falar aquelas putarias que eu nunca imaginei que sairiam da minha boca.
Aí lembrei do cara. O "dono" dela. O mais velho, que mandou ela fazer laser na buceta inteira, que a fazia obedecer, ajoelhar, talvez lamber os pés dele como eu lambi os dela. Será que ele também tira foto dela assim, toda exposta? Será que ele goza na cara dela e manda ela não limpar? A ideia me dava uma raiva absurda, um ciúme que queimava o peito, mas ao mesmo tempo aquele tesão torto. Imaginar a Carol, tão mandona comigo, virando uma submissa boazinha pra um cara mais velho, mais experiente... aquilo mexia comigo de um jeito que eu não entendia. Eu odiava ele sem nem conhecer, mas parte de mim queria ver, queria saber como ela ficava quando obedecendo. Será que um dia ela ia me obrigar a servir os dois? Eu nunca gostei de homem, e não tinha a menor vontade de transar com um. A ideia me deu um frio na barriga misturado com calor entre as pernas. Eu apertei as coxas, tentando aliviar a pulsação, mas não adiantou nada.
Lá de dentro do banheiro veio o barulho da água caindo. Ela tava tomando banho, lavando o cheiro que eu ainda carregava na cara. E eu aqui, pelada no chão, esperando como uma cachorrinha fiel. "Sem ciúmes", ela tinha dito. Mas como não sentir ciúmes de um cara que tem o que eu nunca vou ter? O poder de mandar nela. Eu suspirei, me deixei cair de costas no colchonete que ainda tava ali no chão, e falei mentalmente pra mim mesma: "Você prometeu. Você topou isso. Agora aguenta."