Certa ocasião, minha esposa e suas irmãs decidiram empreender uma viagem de férias de duas semanas no estilo “Clube da Luluzinha”, ao que eu não apenas aquiesci como estimulei; foram longos preparativos até que elas estivessem com tudo pronto e no dia marcado levei-as ao aeroporto para embarque desfrutando de uma silenciosa sensação de paz interior; e ao chegar em casa me senti livre para fazer o que bem entendesse da vida. Havíamos nos mudado para um apartamento (o primeiro de nossas vidas), recentemente e por conta de certos obstáculos nossa diarista estava com dificuldade de agenda e por conta disso minha esposa decidiu que ficaríamos desprovidos, pelo menos nesse período da viagem o que para mim foi mais um alívio. Conversando com o Glauco, síndico do edifício comentei sobre a questão da diarista e ele não perdeu tempo em apresentar uma solução.
-Olha só, temos a Dalvina, uma diarista que compartilhamos frequentemente – disse ele em tom de amigável sugestão – se você quiser peço para ela entrar em contato com você …., o que acha?
Na manhã do dia seguinte a campainha soou e ao abrir a porta dei com a tal Dalvina, uma negra com tranças afro, lábios carnudos pintados com batom vermelho, unhas dos pés e das mãos bem cuidadas e um corpo de tirar o folego; Dalvina era dona de um corpo tipo “violoncelo”, cujas ancas delineavam um traseiro de dimensões impressionantes que era contido por uma bermuda jeans que parecia ser um número menor e logo acima um top que mal continha as mamas fartas e oferecidas; usando rasteirinhas ela entrou e seu andar gingado fazendo o traseiro e as mamas acompanharem o ritmo me deixaram em um estado de excitação que incontrolável.
Conversamos sobre o trabalho comigo esclarecendo que era algo provisório por apenas duas semanas, pois já tínhamos uma diarista fixa que estava resolvendo problemas pessoais. "Tem problema não senhor, estou acostumada ..., faz parte!", respondeu ela com tom alegre. Combinamos o preço e eu perguntei se ela costumava trazer sua refeição ou se preferia um acréscimo em dinheiro ao que ela não perdeu tempo em responder de forma surpreendente.
-Pra mim, tanto faz ..., agora se o senhor quiser posso cozinhar uma comidinha simples – disse ela com outro sorriso cativante – acho que é melhor que pagar ou pedir comida ..., o que o senhor acha?
Acabei concordando com a proposta e em seguida mostrei-lhe o apartamento, sendo que ao chegarmos no quarto principal ela fez mais um comentário inesperado. “Não sei se o senhor gosta, mas acho que lençol de cama precisa ser trocado sempre ..., então vou pedir permissão para fazer isso e também cuido de lavá-los na máquina!”, afirmou ela sem abertura para negociação me impondo concordar com sua oferta. Com tudo acertado nos despedimos com ela se apresentando ao trabalho no dia seguinte. E logo pela manhã eu a recebi indicando o banheiro do corredor para que trocasse de roupa.
Estava preparando um café na cozinha estilo americano quando Dalvina surgiu com toda a sua exuberância metida em uma bermuda colante e uma camiseta tão curta e insinuante que dava para ver a parte inferior das mamas causando enorme alvoroço dentro da minha calça; ofereci café e depois de uma conversa rápida sobre a vida deixei-a com seus afazeres e fui para o escritório trabalhar em homeoffice, tomando o cuidado de manter a porta fechada a fim de evitar a tentação de espionar aquele mulherão zanzando pela casa; um bom tempo depois ela abriu a porta do escritório trazendo uma caneca de café fresquinho. “Café é sempre bom para animar!”, comentou ela com tom brincalhão enquanto depositava a caneca sobre a mesa.
Observando-a sair não contive o ímpeto de apreciar a visão daquela bunda enorme que fazia minha pistola vibrar de tesão e pensei que se tivesse uma chance não a desperdiçaria. Pouco antes da hora do almoço senti um aroma de comida fresca e quando fui para a cozinha Dalvina já havia posto a mesa com uma refeição cheirosa e apetitosa; ela fez menção de comer sobre a bancada da pia, mas eu insisti que ela se sentasse à mesa comigo.
Enquanto almoçávamos procurei saber um pouco mais sobre ela descobrindo que era separada, mãe de uma filha pré-adolescente, morando nos fundos da casa de seus pais, um casal de aposentados, e apaixonada por samba e pagode; ao término agradeci pela refeição e voltei para o escritório onde procurei me concentrar no trabalho, embora a imagem daquele corpo de formas fartas ocupasse minha mente e meu corpo; a certa altura não resisti e baixei a calças pondo o bruto para fora que de tão duro chegava a doer; sem me preocupar em ser flagrado comecei uma punheta de olhos fechados só imaginando Dalvina pelada na minha frente ..., e qual não foi o susto quando a porta se abriu sem aviso obrigando que eu procurasse ocultar minha safadeza da melhor forma possível torcendo para que Dalvina não visse algo constrangedor.
Parecendo fingir que nada havia acontecido ela pediu autorização para pegar alguns itens na dispensa, pois ela precisava para lavar os lençóis avisando que já fizera a troca; depois de autorizar ficamos numa troca de olhares inquietante antes que Dalvina se retirasse, fazendo com que eu pensasse que, talvez, ela tivesse visto alguma coisa, mas de qualquer maneira não havia como consertar essa situação preferindo esquecê-la. Quase no final da tarde fui até a cozinha para tomar um café e mais uma vez fui surpreendido com Dalvina retirando os lençóis da secadora usando apenas a bermuda deixando os peitões livres para serem apreciados. "O senhor me desculpa, viu, mas tava com um calor ..., mas já já visto a camiseta!", disse ela com tom displicente agindo com uma impressionante naturalidade me deixando desconcertado; respondi que tudo estava bem e voltei para o escritório contendo a vontade de me masturbar com a visão daqueles peitos suculentos.
No final da tarde ela me chamou avisando que havia terminado seus afazeres e já se dirigindo ao banheiro de onde saiu já devidamente trocada; como tinha dinheiro em casa decidi fazer o pagamento em espécie acrescentando uma gorjeta pelo almoço e também pelo café; Dalvina resistiu em receber o extra, mas eu disse que caso não aceitasse eu ficaria muito chateado. “Beleza! Isso vai me ajudar muito mesmo! Bom, nos vemos semana que vem …, até logo!”, disse ela com tom alegre enquanto saía do apartamento. Naquela noite ao me deitar experimentei uma excitação inexplicável sentindo o contato dos lençóis limpos e a imagem de Dalvina pelada deitada ao meu lado cheia de amor pra dar …, me levando pelo instinto e também por uma ereção pujante acabei me masturbando e lambuzando o lençol de sêmen; eu poderia ter evitado, porém não o fiz e isso me deixou desconcertado.
Pela manhã pensei em trocar os lençóis, mas as atribulações do trabalho, ligações e outros afazeres me fizeram esquecer do assunto; dois dias depois recebi Dalvina com café a biscoitos; conversamos um pouco e logo ela foi para o banheiro trocar de roupa e iniciar suas atividades; eu me meti no escritório procurando não pensar naquela negra suculenta a poucos metros de mim. Próximo do horário do almoço ela me chamou avisando que a mesa estava posta; mais uma vez Dalvina caprichou no menu abrindo meu apetite. “Hoje vou trocar os lençóis da sua cama …, pelo que vi a gozada foi boa, hein?”, comentou ela com tom jocoso sem me encarar; pensei em milhares de explicações possíveis e imagináveis, mas desisti sabendo que qualquer coisa que eu dissesse seria inútil, me limitando a agradecer sem emendas.
-Muito obrigado pela nova gorjeta, mas preciso pedir uma coisa – disse Dalvina quando lhe entreguei a diária em espécie com um olhar preocupado – Acontece que meu ex vai amanhã em casa buscar minha filha pra passar uns dias com ele …, aquele lance de guarda compartilhada, sabe …, então …, eu não queria me encontrar com ele …, será que o senhor me deixaria dormir aqui hoje?
O pedido caiu como uma bomba em minha mente me deixando atordoado sem saber o que responder; se por um lado a tentação de ter aquela mulher dormindo sob o mesmo teto que eu me deixava doido de tesão, por outro, caso minha mulher descobrisse seria o mesmo que as trevas despencando para me sugar; ou seja, eu não sabia o que fazer. “Olha, na boa, se o senhor disser não, eu vou entender!”, arrematou ela com tom resignado. Sem pensar nas consequências acabei respondendo que havia apenas o sofá que ficava no meu escritório e imediatamente Dalvina abriu um enorme sorriso.
“Pra mim, tá ótimo!”, disse ela com tom exultante; combinei que ela podia ficar na sala assistindo televisão enquanto eu encerrava meu expediente, sendo que ela sugeriu preparar um café e fazer bolinhos de chuva; eu estava desligando meu notebook já sentindo o aroma das guloseimas; sentados ao redor da mesa saboreamos os bolinhos com café fresco. Mais tarde avisei que ela podia tomar um banho caso quisesse ao que Dalvina respondeu que estava mesmo precisando disso sacando uma toalha da sua enorme bolsa que mais parecia uma sacola de feiticeira. Passava um pouco das dez da noite quando ela anunciou que se recolheria, pois precisava acordar cedo no dia seguinte para atender outra família, e assim nos despedimos. Sentado no sofá em frente a televisão eu pensava apenas naquele mulherão dormindo a poucos metros de mim o que despertou um tesão descontrolado com a pistola pulsando dentro da calça.
Silenciosamente fui até o escritório notando que a porta estava apenas encostada (um verdadeiro convite ao pecado!); empurrei-a com cuidado notando que a luminária da mesa de trabalho estava acesa revelando a silhueta desnuda de Dalvina que estava deitada de lado com a bunda exposta e descoberta. Ao vê-la assim, meu tesão ficou descontrolado com vontade de ir até ela, tocá-la e quem sabe fodê-la; no entanto, respirei fundo e fui para meu quarto onde tomei uma ducha morna e me deitei pelado como de hábito deixando apenas o spot lateral aceso; eu estava atormentado pelo desejo e pela ereção inoportuna que teimava em não ceder motivos suficientes para que o sono não viesse. E de repente a porta do quarto se abriu …
“Você me espiou pelada …, pensei que ia rolar alguma coisa …, não ia?”, perguntou a negra pelada em pé ao lado da minha cama com as mãos apoiadas na cintura; olhei para ela com uma expressão incrédula achando que tudo não passava de uma ilusão criada pelo meu desejo, porém logo descobri que se tratava da mais pura realidade. Notando minha estupefação, Dalvina se aproximou da cama puxando as cobertas até revelar meu membro enrijecido que fitou por alguns segundos antes de tomá-lo em sua mão aplicando uma punheta exploratória das possibilidades. Eu estava paralisado, incapaz de reagir apenas sentindo o toque da mão dela em meu membro e quando eu menos esperava Dalvina se inclinou tomando-o em sua boca iniciando uma mamada eloquente.
A maestria oral dela era algo impressionante, pois entre intervalos ela prendia a glande em seus lábios apertando-a com cuidado enquanto sua língua cuidava de espremê-la me fazendo gemer de tesão; quando dei por mim ela subiu na cama sentando-se em meu colo inclinando seu corpo para frente com seus peitões ao alcance de minha boca. “Vem, encaixa essa piroca na minha piriquita que tá ardendo de tesão …, aproveita e chupa meus bicos …, olha como estão duros!”, pediu ela com tom incisivo usando as próprias mãos para separar as nádegas abrindo caminho para a penetração. Com minha ajuda Dalvina sentou encaixando sua greta para agasalhar o bruto apoiando suas mãos sobre suas coxas ao mesmo tempo em que eu tomava suas mamas nas mãos apertando-as para sentir sua textura e não demorando a cair de boca naqueles mamilos intumescidos que pareciam implorar para serem saboreados.
Em breve Dalvina estava quicando sobre a piroca acariciando minha cabeça proferindo frases chulas, porém estimulantes chegando a me segurar pela nuca mantendo seu mamilo dentro de minha boca; sua primeira gozada foi tão intensa quanto caudalosa, pois pude sentir seu néctar lambuzando meu ventre com ela controlando o ímpeto de gritar, limitando-se a gemidos embargados. Perdi a conta de quantas vezes a negra deliciosa gozou com meu pinguelo enfiado em sua xereca, e me surpreendi com meu desempenho que se mostrava muito além da expectativa possibilitando que prosseguíssemos naquela foda ardente …, todavia, meu gozo sobreveio sem prévio anúncio e nesse momento segurei Dalvina pela cintura usufruindo das pulsações vibrantes do membro descarregando sêmen dentro dela enquanto minha mente era tomada por uma inexplicável e luxuriosa turvação. Permanecemos naquela posição com Dalvina desabando sobre mim misturando nossos suores e compartilhando nossas respirações arfantes. “Afff! Que foda da porra! Tô molinha …, será que posso dormir aqui com você …, amanhã lavo os lençóis antes de ir embora …, pode ser?”, murmurou ela com tom rouco e hesitante. Eu a abracei sussurrando em seu ouvido que ela podia sim dormir ao meu lado.
E na manhã seguinte fui acordado por ela com seu corpo colado ao meu tendo meu membro e sua mão que lhe aplicava uma masturbação deliciosa ao mesmo tempo em que a danadinha lambia e chupava meus mamilos. "Faz muito tempo que não tenho um macho ..., e o tesão lá em cima!", comentou ela com tom sussurrado prosseguindo na masturbação até que sem aviso ela se pôs ajoelhada entre minhas pernas caindo de boca no bruto me presenteando com uma mamada matinal que há muito tempo eu não desfrutava. A visão daquela negra suculenta, nua, mamando minha pistola era algo enlouquecedor que me fez imaginar que não passasse apenas de um sonho, embora suas sugadas e lambidas certificassem o contrário. Dalvina não se contentou até me fazer gozar em sua boca com o gesto impressionante de engolir a carga e depois sorrir para mim.
Assim que terminou ela se levantou, vestiu-se pedindo que eu também fizesse o mesmo para que pudesse pôr os lençóis para lavar. Logo após ela preparou um café acompanhado de torradas e geleia que saboreamos juntos sentados ao redor da sala. “Vou tomar um banho antes de sair, mas mais tarde volto para tirar os lençóis da máquina e deixar tudo arrumadinho!”, anunciou ela enquanto se levantava da mesa levando a louça para a pia. Olhei para ela e seguindo instinto de macho revelei uma tara perguntando se poderia vê-la se banhando. Dalvina exibiu um sorriso maroto acenando com a cabeça enquanto caminhava para a suíte. No caminho a safada foi tirando a roupa e nua dentro banheiro entrou no box e acionou o chuveiro enquanto em me sentava no vaso sanitário apreciando aquele espetáculo de mulher esfregando o sabonete em seu corpo fazendo minha pistola endurecer até pulsar.
-Você pode bater uma me olhando …, ou pode vir aqui fuder meu cuzinho – disse ela enquanto se masturbava acariciando as próprias mamas – vamos fazer o serviço completo!
Imediatamente, eu me despi adentrando no box com ela me dando as costas, apoiando as mãos na parede, separando as pernas e empinando aquele rabo maravilhoso; eu me pus de cócoras, separei as nádegas e linguei o rego forçando a língua contra o orifício ouvindo Dalvina gemer. “Vai! Mete logo essa pistola no meu cu! Tô doida aqui!”, exigiu ela com tom oscilando entre a súplica e tesão; tomei posição e depois de pincelar o rego soquei com força e logo de primeira enfiei a glande no selo que laceou para me receber; percebi que aquele não era um buraco intocado, mas apenas um buraco que precisava ser preenchido. Fui enterrando o bruto aos poucos ao som dos grunhidos e gemidos de Dalvina que parecia saborear o momento e que não poupou mais gritos e gemidos quando após plantar minha piroca em seu cu dei início a uma sequência se socadas fortes e profundas.
Dalvina não perdeu tempo em usar uma das mãos para se masturbar e com esse estímulo desfrutou de algumas gozadas veementes; diante de tanta safadeza acelerei a curra até que, finalmente, atingi o clímax ejaculando dentro do cu da negra que se esforçou para sufocar os gritos em sua garganta; pouco depois o membro murchou escorrendo para fora do buraco alargado dela e aproveitamos para terminar o banho com um ensaboando ao outro. Dalvina se secou, vestiu suas roupas colocou as tolhas na máquina de lavar e foi embora me deixando prostrado sobre a cama incapaz de mover um músculo sequer, pois ela havia me esgotado completamente. Era quase noite quando ela retornou retirando a roupa lavada da máquina dobrando-a com cuidado e colocando lençóis limpos na cama; ela bem que tentou recusar o extra que lhe reservara, porém diante de minha insistência acabou aceitando.
Antes que ela se fosse avisei-a sobre o retorno na semana seguinte tanto de minha esposa com a nossa diarista fixa e Dalvina reagiu com um sorriso e um comentário: “Tudo que é bom acaba logo!”, disse ela antes de sair do apartamento. Algumas semanas depois encontrei com Glauco, o síndico que veio me contando que Dalvina não viria mais ao edifício o que me causou estranheza, mas que procurei conter para não me trair. “O negócio é o seguinte, cara, uma mulher aqui do condomínio flagrou ela no bem-bom com o marido no próprio apartamento e fez um escândalo exigindo a expulsão da Dalvina …, olha, se quer saber tem muito homem revoltado com isso!”, contou ele em tom confidente enquanto eu me fechava em copas.
