Meu marido só tomou jeito após virar meu corninho

Um conto erótico de AlbertinaVieira
Categoria: Heterossexual
Contém 495 palavras
Data: 23/01/2026 10:15:16

Adorei a sensação de sentir meus lábios expostos, meu clitóris a latejar pedindo carinho e atenção...

No táxi, a caminho da oficina, continuava excitada, molhadinha. A respiração ofegante.

Foi Sílvio quem me recebeu, novamente com o olhar cafajeste, cheio de malícia e desejo. Ele estava de camisa polo por dentro da calça jeans e exalava aquele cheiro másculo. “O carro está perfeito, a senhora vai dar uma voltinha comigo para ter certeza de que o problema sumiu.”

roçando meu ânus e meu clitóris passeando naquele corpo quente.

“Agora te quero de quatro pra mim”, anunciou Sílvio, gemendo e se ajoelhando na cama enquanto me deixava toda aberta para ele. Para minha surpresa, ele me colocou de quatro e caiu de boca na minha bunda! Jaime nunca havia feito nada assim. Sílvio começou a lamber lá atrás e descobri que poderia sentir muito prazer por lá. “Que cuzinho delicioso, pisca pra mim!”, ele pedia, enquanto dava palmadas na minha bunda. “Da próxima vez eu vou comer ele gostoso”.

O macho então ajeitou o pau na minha xoxota e enfiou firme e forte, me segurando firme pela cintura. Ele então puxou meus cabelos e começou a meter com força, rebolando dentro de mim.

Não resistir e explodi em um gozo enorme. Sei que gritei e gemi naquele quarto como uma louca, uma vadia no cio. “Ahhhhhh, que delícia. Mete! Tô gozandoooo!”

Sílvio não resistiu. Retirou o pauzão de dentro de mim, arrancou a camisinha e jorrou um mar de porra quente e branca pelo meu corpo. Bunda e costas foram todas banhadas por aquele líquido de macho maravilhoso. Sílvio colocou o pau entre minhas nádegas e espalhou tudo com suas mãos fortes. Adorei a sensação.

Caímos na cama e cochilamos. Foi quando confessei a ele que nunca tinha sido pega e gozado daquele jeito. Que infelizmente Jaime não parecia sentir muito desejo por mim. Jamais esqueci o que Sílvio disse a seguir. Foram as coisas mais loucas e ao mesmo tempo excitantes que ouvi.

“Conheço esse tipo do seu marido. Sabe o que você vai fazer? Vai se mostrar para ele assim, do jeito que você está. Deixa ele sentir o cheiro de sexo em você. Ele vai ficar doido e se transformar”.

Claro que de início achei aquilo uma insanidade. De toda forma, não fiquei muito inspirada em tomar banho naquele motel de limpeza duvidosa. Apenas me arrumei um pouco, deixei Sílvio nas proximidades da oficina (após um beijo delicioso) e segui para casa com a cabeça a mil.

ao mesmo tempo querendo mais!

Daquele dia em diante, minha vida sexual se transformou. Jaime incentivava que eu encontrasse Sílvio ao menos uma vez por semana. Então, eu voltava para casa, contava o que havia feito e meu marido me comia gostoso...

Até que chegou o dia no qual Jaime pediu para assistir. Para ser o corninho, o cuckold, enquanto sua mulher era comida por outro... Mas isso eu deixo para contar em um outro texto! Combinado?

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