Loucuras com o amigo do meu marido - A Noite da Revelação

Um conto erótico de Andressa
Categoria: Grupal
Contém 4630 palavras
Data: 22/01/2026 19:24:45
Assuntos: Grupal

Dias após aquela noite insana na casa de Simone, culpa e desejo se entrelaçavam como videiras venenosas na minha mente. Marcelo e eu trocávamos mensagens codificadas, prometendo mais encontros, mas o boato da traição de Leonardo com Adriane — confirmado por fotos anônimas no WhatsApp — me corroía. Liguei para ele na sexta à noite, fingindo preocupação com sua "viagem estendida". Ele admitiu tudo: o apê em Curitiba, as horas devorando o corpo dela. "Foi só sexo, Andressa. Você sabe como é nossa rotina." A raiva virou libertação. Convidei os quatro para um "jantar de reconciliação" no sábado, na minha casa. "Sem segredos", eu disse. Marcelo e Adriane aceitaram hesitantes; Leonardo, aliviado.

Eles chegaram às 20h, o portão da garagem subterrânea ecoando como um selo de destino. Adriane, com robe leve sobre curvas definidas de pilates, beijou meu rosto com brilho culpado nos olhos. Marcelo carregava uma garrafa de uísque single malt, camisa justa traçando os músculos que eu conhecia bem. Leonardo, exausto da estrada, abraçou todos com rigidez. Na sala ampla, sob abajures âmbar e fotos familiares irônicas, servimos doses generosas em copos lowball com gelo tilintante. O ar cheirava a tensão e couro caro.

Conversa fiada sobre viagens durou uma taça. Quebrei o gelo: "Eu sei de tudo. Marcelo e eu... na garagem. E você, Leonardo, com Adriane no apê dela." Silêncio cortante. Adriane corou, confirmando com um aceno; Marcelo baixou os olhos, mas sorriu torto. Leonardo praguejou baixo, ombros relaxando. "E agora?", ele perguntou. Ri, servindo mais uísque. "Agora eu mostro como se brinca de verdade."

O uísque aqueceu gargantas, mas precisávamos de mais fogo. Fui à gaveta falsa do jacarandá e tirei o envelope de pó puro. "Pra soltar as feras", disse, despejando no mármore do aparador. Quatro linhas grossas e reluzentes, cortadas com precisão. Ofereci o canudo de prata a Leonardo primeiro — ele aspirou devagar, choque subindo como lava pelas narinas, face contorcendo em euforia maníaca, veias no pescoço pulsando visíveis. Passei a Adriane, que fungou com gemido rouco, corpo tremendo enquanto formigamento elétrico invadia cada poro, mamilos endurecendo sob o robe. Marcelo e eu seguimos, ardor nasal explodindo em batidas cardíacas insanas, sentidos afiados como lâminas.

Pupilas dilatadas, colei meu corpo ao de Leonardo no sofá, mãos traçando o volume crescente na calça social pelo tecido fino — sentindo veias latejarem como cabos quentes. "Você comeu ela no apê, traidor... mas aguenta ver isso?", sussurrei rouca, abrindo o vestido para expor seios fartos, mamilos eretos roçando o peito dele. Mordi seu lábio inferior até um filete de sangue doce, língua estocando a boca em duelo feral com resíduo amargo da droga, quadris rebolando devagar no colo dele, umidade da minha fenda encharcando a calça. Dedos dele cravaram minhas nádegas, pauzão pulsando rígido contra mim, pré-gozo manchando úmido. "Olha como você endurece, corno... implorando pra ser usado." Ele grunhiu, mãos tremendo no zíper — ereção saltando livre, glande arroxeada brilhando viscoso, tronco veiado latejando visivelmente.

Sorrindo predatória, levantei-me abruptamente, deixando-o ofegante e exposto. "Fica aí, duro e desesperado. Chamo reforço." Saí da sala, chamando Adriane pelo corredor — ela veio correndo, robe escorregando, olhos vidrados de tesão químico. "Ele é seu agora. Devora ele enquanto a gente assiste." Voltamos: eu e Marcelo nos encostamos na parede, mãos unidas, observando. Adriane ajoelhou entre as pernas abertas de Leonardo, dentes agarrando o zíper já aberto, pauzão saltando como mola — 20 cm retos, 5,5 cm de diâmetro engrossando na base, veias azuis protuberantes pulsando sob pele esticada, escroto enrugado exalando almíscar masculino. Linguou devagar das bolas contraídas, sugando cada uma com vácuo barulhento, depois engoliu a glande inteira — garganta relaxada pela coca permitindo descida total, nariz na virilha suada, gorgolejos molhados ecoando obscenos, baba copiosa escorrendo pelo queixo e melando seios em fios pegajosos. Subia e descia em movimentos longos, lábios bem fechados roçando veias como lixas vivas, uma mão punhetando a base ritmada, a outra massageando a próstata por baixo.

Leonardo gemia rouco, quadris subindo involuntários, à beira do abismo — mas Adriane parou, fios de saliva esticando da glande roxa aos lábios inchados. "Ainda não, traidor." Jogou-o de costas no sofá, montando com pernas escancaradas: fenda exposta alinhada na haste rígida, descendo centímetro por centímetro, paredes quentes engolindo veias pulsantes até o colo do útero bater fundo, quadris rebolando em círculos insanos que faziam a glande roçar o G-spot esponjoso. Cavalgava selvagem, seios balançando com palmadas carnudas, unhas cravando o peito dele, mel viscoso escorrendo pela haste e bolas encharcadas.

Virei-me para Marcelo, rasgando camisa e calça com unhas afiadas — pauzão livre, grosso e veiado, glande brilhando. "Agora você entra no cu dela. DP total." Ele cuspiu na entrada traseira piscante de Adriane, dilatando com polegar fundo enquanto se posicionava atrás dela, ainda cavalgando Leonardo. Penetrou anal num impulso seco: orifício rosado esticando para 4 cm ao redor da glande, paredes intestinais quentes roçando veias dele em pistões sincronizados com os de Leonardo — palmadas duplas ecoando como tiros, bolas dele estalando contra nádegas vermelhas, Leonardo bombando vaginal de baixo com mãos nos quadris guiando o ritmo insano.

Ao lado de Marcelo, masturbava-me frenética: dedos enfiados na fenda latejante, curvando no G-spot inchado, polegar rodando clitóris proeminente em círculos duplos, fluidos quentes jorrando em arco pelo tapete. Inclinei-me para chupar seios de Adriane balançando — mamilos grossos sugados com urgência, dentes rangendo auréolas sensíveis até ela gritar gutural, corpo convulsionando entre as duas hastes preenchendo-a ao limite. A coca estendia cada sensação: cheiro denso de sexo cru, gemidos vibrando na minha língua, visão de penetrações alternadas esticando entradas dela em formas obscenas.

Vi os corpos tensionarem — respirações rasgadas, veias saltadas pulsando insanas, gemidos subindo para urros. "Parem aí, seus putos! Hora de trocar de novo!", rosnei, arrancando Marcelo do ânus dilatado de Adriane com um pop molhado e empurrando-a de lado. Sentei-me de costas no colo de Leonardo, fenda exposta engolindo a haste dele num movimento descendente fundo — glande bulbosa batendo colo do útero, paredes quentes contraindo ao redor de veias protuberantes enquanto rebolava devagar, bunda empinada roçando escroto enrugado. "Fode minha buceta casada agora, corno traidor! Sente como ela aperta teu pauzão sujo!"

Adriane se posicionou de quatro no tapete à minha frente, rosto entre minhas coxas abertas: língua mergulhando voraz na fenda melada, chupando clitóris inchado com vácuo barulhento, lábios sugando mel misturado a pré-gozo dele que escorria pela haste. Marcelo se alinhou atrás dela, pauzão rígido alternando com força bruta — primeiro na buceta, estocadas secas dilatando entrada rosada para 5 cm, veias roçando paredes em pistões violentos que faziam nádegas tremerem; depois no ânus piscante, glande forçando orifício esticado em impulsos profundos, bolas estalando contra lábios evertidos encharcados. "Toma no cu e na buceta, sua puta gulosa! Alterno até te rasgar ao meio, vadia!", grunhiu ele, mãos marcando quadris roxos com tapas sonoros.

"Porra, olha essa cadela chupando minha buceta enquanto teu pau arromba ela, Marcelo! Fode mais forte, faz ela implorar!", provoquei, cravando unhas nos ombros de Leonardo que bombava de baixo com fúria. "Você adora ver teu marido me foder, né, sua rameira casada? Chupa mais fundo, lambe o mel do corno meu!", xinguei Adriane, empurrando quadris na cara dela. "Caralho, Andressa, tua buceta é um vício... toma pauzão todo, puta traidora!", rebateu Leonardo, mordendo minha nuca.

Casais se tocaram então: Leonardo saiu de mim com som viscoso, trocando para Adriane de quatro no sofá; eu me ajoelhei para Marcelo. Ambas de quatro lado a lado, uma de frente para a outra — beijos ferozes, línguas estocando golfadas de saliva misturada a mel, dentes colidindo enquanto éramos fodidas pelos maridos trocados. Leonardo arrombava Adriane por trás, haste veiada esticando fenda em baques carnudos; Marcelo me preenchia vaginal com impulsos insanos, uma mão punhetando meu clitóris. "Beija essa puta enquanto eu te encho, Adriane! Sente o pau do meu corno te destruindo!", mandei no beijo guloso. "Toma no cu agora, Andressa, vadia! Teu marido fode minha mulher como uma lésbica tarada!", rosnou Marcelo, alternando para anal meu com queimação deliciosa.

Não satisfeitas, com maridos ainda trocados, nos viramos para 69 no sofá amplo: eu por cima de Adriane, fenda dela na minha boca, buceta minha na dela — alternávamos lambendo entradas meladas, sugando clitóris latejantes com barulho molhado, depois virando para engolir paus dos maridos ao lado. "Mama o pau do Leonardo enquanto eu chupo tua buceta ensopada, sua puta imunda! Sente minha língua no teu G-spot, cadela!", ordenei, garganta aberta no pau dele gorgolejando baba, enquanto lambia fenda dela ritmada. "Engole o caralho do Marcelo agora, Andressa! Lambe minha entrada arrombada, sua rameira gulosa de porra alheia!", rebateu ela, alternando para mama-lo voraz, nós duas babando hastes veias pulsantes. "Porra, suas vadias, alternem mais rápido! Chupem bucetas e paus até implorarem!", berrou Leonardo.

Leonardo anunciou primeiro: "Caralho, vou encher essa buceta tua, Adriane! Toma porra quente, puta!" Rugiu gutural, jatos densos e alvíssimos inundando interior dela, transbordando em bolhas cremosas pelas coxas trêmulas. Retirou-se com pop obsceno, sêmen escorrendo viscoso. Mergulhei boca na fenda exposta dela, chupando voraz a mistura quente de porra dele e mel — língua recolhendo golfadas salgadas-doces, nariz no clitóris rodando frenético, dedos curvando G-spot inchado. "Toma a porra do meu marido de volta, vadia! Goza na minha boca, sua puta!", mandei. Adriane convulsionou loucamente, corpo arqueando em espasmos incontroláveis, paredes contraindo na minha língua em ondas viciosas, gozando com urro primal sem jatos, só tremores intensos e mel abundante.

Ao ver, Marcelo chamou: "Vem, suas putas! Gozem na boca de vocês pro meu leite!" Ambas nos ajoelhamos à frente dele, bocas abertas ansiosas, línguas estendidas — mas com a boca ainda cheia da porra de Leonardo, empurrei Adriane pro lado com ombro firme. "Minha agora, cadela!" Abocanhei o pauzão dele no instante, glande pulsando na garganta, golfadas potentes de sêmen escaldante jorrando densas, enchendo minha boca já transbordante — porra dele misturando à de Leonardo em baba leitosa escorrendo queixo. Segurei firme, sugando cada gota até secá-lo.

Aproximando-me de Adriane ainda de joelhos, agarrei seus cabelos e a beijei com violência — cuspi tudo na boca dela, mistura salgada e viscosa trocada em golfadas guloso, fios elásticos esticando entre lábios inchados, engasgando-nos no beijo enquanto engolíamos dividindo o prêmio duplo. "Engole a porra dos dois, sua rameira! Dividida pra você, puta gulosa!", rosnei no beijo, unhas cravando seu pescoço.

Desabamos em pilha suada, cheiro de sêmen cru impregnando tudo. "Mais uma rodada amanhã, putos?", ri rouca, lambendo resquício de porra do queixo de Adriane.

Ofegantes no sofá e tapete, trocamos olhares vidrados — cocaína e uísque ainda pulsando nas veias, corpos crostados de fluidos secos em rastros pegajosos. Leonardo limpou o pau mole na coxa de Adriane, que gemia baixa se contorcendo exausta. "Porra, isso foi só o aquecimento", grunhiu Marcelo, mão traçando minha bunda marcada. "Próxima vez, na minha casa. Garagem dupla, mais pó, plugs no cu das vadias e vídeo pra rever fodendo."

Adriane ergueu o olhar, dedos ainda circundando clitóris sensível: "Quero ser arrombada dupla de novo, mas com vibradores no meio. E vocês filmam eu mamando os dois paus juntos." Ri, sentindo sêmen de Marcelo escorrer devagar da fenda dilatada. "Aceito. Mas da próxima, mais coca, mais uísque e foda sem parar até amanhecer — sem limites." Leonardo assentiu, pau meia-bomba se mexendo: "Combinado. Semana que vem, putaria total."

Levantamo-nos aos tropeços, vestes amassadas e meladas, portão da garagem selando a noite como promessa. Mensagens já pipocavam nos celulares: fotos de marcas roxas, planos para o próximo inferno. Aquela teia de adultério virara vício eterno, e o próximo encontro prometia queimar tudo.

Você quer que eu ajuste o nível de detalhes eróticos (mais explícito ou mais sutil), adicione elementos como diálogos extras ou foque em alguma cena específica para expansão?

Sim, adicione mais detalhes, e evite citar cm, palavras como fenda (use algo mais comum), evite pré-gozo corrija tambémm Gspot para ponto g,

Aqui vai a versão revisada com mais detalhes eróticos intensificados em descrições sensoriais, ações e diálogos, para maior imersão e ritmo visceral. Evitei medidas em cm, troquei "fenda" por termos mais comuns como "buceta" ou "entrada", corrigi "pré-gozo" para "pré-esperma", e padronizei "ponto G". Expandi cenas com mais foco em texturas, cheiros, sons e reações corporais, mantendo o tom cru e fluido.

Dias após aquela noite insana na casa de Simone, culpa e desejo se entrelaçavam como videiras venenosas na minha mente. Marcelo e eu trocávamos mensagens codificadas, prometendo mais encontros, mas o boato da traição de Leonardo com Adriane — confirmado por fotos anônimas no WhatsApp — me corroía por dentro. Liguei para ele na sexta à noite, fingindo preocupação com sua "viagem estendida". Ele admitiu tudo: o apê em Curitiba, as horas devorando o corpo dela, lambendo cada centímetro suado. "Foi só sexo, Andressa. Você sabe como é nossa rotina monótona." A raiva virou libertação pura. Convidei os quatro para um "jantar de reconciliação" no sábado, na minha casa. "Sem segredos", eu disse com voz firme. Marcelo e Adriane aceitaram hesitantes; Leonardo, aliviado como um cachorro perdoado.

Eles chegaram às 20h, o portão da garagem subterrânea ecoando como um selo de destino inevitável. Adriane, com robe leve sobre curvas definidas de pilates, beijou meu rosto com brilho culpado nos olhos, perfume doce misturando ao cheiro de excitação reprimida. Marcelo carregava uma garrafa de uísque single malt, camisa justa traçando os músculos que eu conhecia de cor, abdômen marcado pulsando levemente. Leonardo, exausto da estrada, abraçou todos com rigidez, barba por fazer roçando minha pele. Na sala ampla, sob abajures âmbar e fotos familiares irônicas, servimos doses generosas em copos lowball com gelo tilintante, vapor do álcool subindo como fumaça de incenso profano. O ar cheirava a tensão elétrica e couro caro das poltronas.

Conversa fiada sobre viagens durou uma taça. Quebrei o gelo com um sorriso afiado: "Eu sei de tudo. Marcelo e eu... na garagem, ele me comendo contra o capô. E você, Leonardo, com Adriane no apê dela, pau enfiado até o talo." Silêncio cortante como navalha. Adriane corou violento, confirmando com um aceno trêmulo; Marcelo baixou os olhos, mas sorriu torto, pau já semi-duro na calça. Leonardo praguejou baixo, ombros relaxando devagar. "E agora?", ele perguntou, voz rouca de raiva e tesão. Ri alto, servindo mais uísque que queimou gargantas. "Agora eu mostro como se brinca de verdade, seus traidores."

O uísque aqueceu gargantas, mas precisávamos de mais fogo nas veias. Fui à gaveta falsa do jacarandá e tirei o envelope de pó puro, cheiro químico acre invadindo o ar. "Pra soltar as feras de verdade", disse, despejando no mármore do aparador. Quatro linhas grossas e reluzentes, cortadas com precisão cirúrgica. Ofereci o canudo de prata a Leonardo primeiro — ele aspirou devagar, choque subindo como lava pelas narinas, face contorcendo em euforia maníaca, veias no pescoço pulsando visíveis como cordas esticadas, suor brotando na testa. Passei a Adriane, que fungou com gemido rouco e animal, corpo tremendo inteiro enquanto formigamento elétrico invadia cada poro, mamilos endurecendo sob o robe como pedras, pele arrepiando em ondas. Marcelo e eu seguimos, ardor nasal explodindo em batidas cardíacas insanas, sentidos afiados como lâminas, cheiros e toques amplificados dez vezes.

Pupilas dilatadas como poços negros, colei meu corpo ao de Leonardo no sofá de couro, mãos traçando o volume crescente na calça social pelo tecido fino — sentindo veias latejarem como cabos quentes e grossos sob meus dedos ansiosos. "Você comeu ela no apê, traidor... mas aguenta ver isso de perto?", sussurrei rouca no ouvido dele, abrindo o vestido para expor seios fartos e pesados, mamilos eretos roçando o peito largo dele como ímãs. Mordi seu lábio inferior até um filete de sangue doce escorrer, língua estocando a boca em duelo feral com resíduo amargo da droga, quadris rebolando devagar no colo dele, umidade da minha buceta encharcando a calça dele em mancha quente e escorregadia. Dedos dele cravaram minhas nádegas carnudas, pauzão pulsando rígido contra mim, pré-esperma vazando viscoso e melando o tecido. "Olha como você endurece, corno... implorando pra ser usado como puta." Ele grunhiu fundo, mãos tremendo no zíper — ereção saltando livre como besta, glande arroxeada brilhando viscoso de pré-esperma, tronco veiado latejando visivelmente, cheiro almiscarado de macho subindo forte.

Sorrindo predatória, levantei-me abruptamente, deixando-o ofegante e exposto, pauzão balançando no ar. "Fica aí, duro e desesperado como cachorro no cio. Chamo reforço." Saí da sala, chamando Adriane pelo corredor — ela veio correndo, robe escorregando dos ombros, revelando seios balançantes e buceta depilada já úmida, olhos vidrados de tesão químico puro. "Ele é seu agora. Devora ele enquanto a gente assiste e se diverte." Voltamos: eu e Marcelo nos encostamos na parede, mãos unidas suadas, pau dele já duro pressionando minha coxa enquanto observávamos. Adriane ajoelhou entre as pernas abertas de Leonardo, dentes agarrando o zíper já aberto, pauzão saltando como mola selvagem — reto e imenso, engrossando na base, veias azuis protuberantes pulsando sob pele esticada e fina, escroto enrugado exalando almíscar masculino denso e inebriante. Linguou devagar das bolas contraídas e peludas, sugando cada uma com vácuo barulhento que as fez pulsar na boca quente e babosa, língua rodando as rugas salgadas, depois engoliu a glande inteira — garganta relaxada pela coca permitindo descida total até as bolas baterem no queixo, nariz enterrado na virilha suada e peluda, gorgolejos molhados ecoando obscenos pela sala, baba copiosa escorrendo pelo queixo e melando seios fartos em fios pegajosos e brilhantes. Subia e descia em movimentos longos e ritmados, lábios bem fechados roçando veias como lixas vivas e quentes, uma mão punhetando a base grossa com twist molhado, a outra massageando a próstata por baixo através do períneo, dedo enfiado pressionando o ponto sensível.

Leonardo gemia rouco e gutural, quadris subindo involuntários como pistões, à beira do abismo com veias saltadas no pau — mas Adriane parou de repente, fios de saliva grossa esticando da glande roxa e inchada aos lábios inchados e vermelhos. "Ainda não, traidor. Você vai implorar." Jogou-o de costas no sofá, montando com pernas escancaradas sobre ele: buceta exposta e inchada alinhada na haste rígida e veiada, descendo centímetro por centímetro agonizante, paredes quentes e molhadas engolindo veias pulsantes até o colo do útero bater fundo com baque úmido, quadris rebolando em círculos insanos que faziam a glande roçar o ponto G esponjoso e latejante dela. Cavalgava selvagem como uma deusa pagã, seios balançando com palmadas carnudas que ecoavam altas, unhas cravando o peito dele deixando marcas vermelhas, mel viscoso e abundante escorrendo pela haste exposta e encharcando bolas peludas.

Virei-me para Marcelo, rasgando camisa e calça com unhas afiadas como garras — pauzão livre saltando, grosso e veiado como tronco de árvore, glande brilhando de pré-esperma cristalino. "Agora você entra no cu dela. DP total, sem piedade." Ele cuspiu generoso na entrada traseira piscante e rosada de Adriane, dilatando com polegar fundo e giratório enquanto se posicionava atrás dela, ainda cavalgando Leonardo com fúria. Penetrou anal num impulso seco e brutal: orifício rosado esticando ao limite ao redor da glande larga, paredes intestinais quentes e apertadas roçando veias dele em pistões sincronizados com os de Leonardo — palmadas duplas ecoando como tiros de revólver, bolas dele estalando contra nádegas vermelhas e tremulas, Leonardo bombando vaginal de baixo com mãos nos quadris guiando o ritmo insano, suor pingando de todos os poros.

Ao lado de Marcelo, masturbava-me frenética: dedos enfiados fundo na buceta latejante e inchada, curvando no ponto G inchado e esponjoso, polegar rodando clitóris proeminente e sensível em círculos duplos e rápidos, fluidos quentes jorrando em arco forte pelo tapete felpudo, cheiro de excitação feminina enchendo o ar. Inclinei-me para chupar seios de Adriane balançando violentamente — mamilos grossos e duros sugados com urgência faminta, dentes rangendo auréolas sensíveis e avermelhadas até ela gritar gutural e rouco, corpo convulsionando entre as duas hastes grossas preenchendo-a ao limite, estômago inchando levemente com a pressão dupla. A coca estendia cada sensação ao infinito: cheiro denso de sexo cru e suor, gemidos vibrando na minha língua como terremotos, visão de penetrações alternadas esticando entradas dela em formas obscenas e dilatadas, baba e mel misturados pingando no chão.

Vi os corpos tensionarem ao máximo — respirações rasgadas e ofegantes, veias saltadas pulsando insanas nos paus e pescoços, gemidos subindo para urros primitivos. "Parem aí, seus putos nojentos! Hora de trocar de novo!", rosnei como leoa, arrancando Marcelo do ânus dilatado e vermelho de Adriane com um pop molhado e alto, empurrando-a de lado com força. Sentei-me de costas no colo de Leonardo, buceta exposta e encharcada engolindo a haste dele num movimento descendente fundo e guloso — glande bulbosa batendo colo do útero com dor prazerosa, paredes quentes contraindo ao redor de veias protuberantes enquanto rebolava devagar e provocante, bunda empinada roçando escroto enrugado e suado. "Fode minha buceta casada agora, corno traidor! Sente como ela aperta teu pauzão sujo e traidor, milimetricamente!"

Adriane se posicionou de quatro no tapete à minha frente, rosto enterrado entre minhas coxas abertas e tremulas: língua mergulhando voraz na buceta melada e inchada, chupando clitóris inchado com vácuo barulhento e sugador, lábios grossos sugando mel misturado a pré-esperma dele que escorria grosso pela haste exposta. Marcelo se alinhou atrás dela, pauzão rígido alternando com força bruta e impiedosa — primeiro na buceta, estocadas secas dilatando entrada rosada ao máximo, veias roçando paredes em pistões violentos que faziam nádegas tremerem e ondularem; depois no ânus piscante e escorregadio, glande forçando orifício esticado em impulsos profundos e ritmados, bolas estalando contra lábios evertidos encharcados e babados. "Toma no cu e na buceta, sua puta gulosa e insaciável! Alterno até te rasgar ao meio, vadia tarada!", grunhiu ele rouco, mãos marcando quadris roxos com tapas sonoros e vermelhos, ecoando pela sala.

"Porra, olha essa cadela chupando minha buceta enquanto teu pau arromba ela sem dó, Marcelo! Fode mais forte, faz ela implorar como a rameira que é!", provoquei alto, cravando unhas nos ombros de Leonardo que bombava de baixo com fúria animalesca, pauzão esticando minhas paredes internas. "Você adora ver teu marido me foder, né, sua rameira casada e tarada? Chupa mais fundo, lambe o mel do corno meu até o fundo!", xinguei Adriane, empurrando quadris na cara dela molhada de baba. "Caralho, Andressa, tua buceta é um vício do caralho... toma pauzão todo, puta traidora e gulosa!", rebateu Leonardo, mordendo minha nuca com dentes afiados, deixando marca quente.

Casais se tocaram então em caos total: Leonardo saiu de mim com som viscoso e babado, trocando para Adriane de quatro no sofá; eu me ajoelhei para Marcelo, bundas empinadas. Ambas de quatro lado a lado, uma de frente para a outra — beijos ferozes e molhados, línguas estocando golfadas de saliva misturada a mel e pré-esperma, dentes colidindo em fome enquanto éramos fodidas pelos maridos trocados como troféus. Leonardo arrombava Adriane por trás, haste veiada esticando buceta em baques carnudos e profundos que faziam mel voar; Marcelo me preenchia vaginal com impulsos insanos e ritmados, uma mão punhetando meu clitóris inchado com dedos ágeis. "Beija essa puta enquanto eu te encho de pau, Adriane! Sente o pau do meu corno te destruindo por dentro!", mandei no beijo guloso e babado. "Toma no cu agora, Andressa, vadia insaciável! Teu marido fode minha mulher como uma lésbica tarada e molhada!", rosnou Marcelo, alternando para anal meu com queimação deliciosa e dilatante, ânus piscando ao redor da grossura.

Não satisfeitas, com maridos ainda trocados, nos viramos para 69 no sofá amplo: eu por cima de Adriane, buceta dela na minha boca faminta, buceta minha na dela — alternávamos lambendo entradas meladas e inchadas, sugando clitóris latejantes com barulho molhado e alto de vácuo, língua mergulhando fundo recolhendo mel salgado, depois virando para engolir paus dos maridos ao lado com gargantas abertas. "Mama o pau do Leonardo enquanto eu chupo tua buceta ensopada e fedida de tesão, sua puta imunda! Sente minha língua no teu ponto G, cadela nojenta!", ordenei rouca, garganta aberta no pau dele gorgolejando baba espessa, enquanto lambia buceta dela ritmada e voraz, nariz no clitóris. "Engole o caralho do Marcelo agora, Andressa! Lambe minha entrada arrombada e dilatada, sua rameira gulosa de porra alheia!", rebateu ela com voz abafada, alternando para mama-lo voraz e profunda, nós duas babando hastes veias pulsantes, baba escorrendo queixos e seios. "Porra, suas vadias taradas, alternem mais rápido! Chupem bucetas e paus até implorarem por misericórdia!", berrou Leonardo, mãos nos cabelos nos guiando.

Leonardo anunciou primeiro, voz quebrada: "Caralho, vou encher essa buceta tua, Adriane! Toma porra quente e grossa, puta!" Rugiu gutural como animal, jatos densos e alvíssimos inundando interior dela com força, transbordando em bolhas cremosas e quentes pelas coxas trêmulas e suadas. Retirou-se com pop obsceno e viscoso, sêmen escorrendo grosso e leitoso da buceta escancarada. Mergulhei boca na buceta exposta dela, chupando voraz a mistura quente de porra dele e mel dela — língua recolhendo golfadas salgadas-doces e cremosas, nariz esfregando clitóris rodando frenético, dedos curvando ponto G inchado e pulsando. "Toma a porra do meu marido de volta, vadia traiçoeira! Goza na minha boca, sua puta gulosa!", mandei entre lambidas. Adriane convulsionou loucamente, corpo arqueando em espasmos incontroláveis e violentos, paredes contraindo na minha língua em ondas viciosas e apertadas, gozando com urro primal sem jatos, só tremores intensos, mel abundante e porra misturada jorrando na minha cara.

Ao ver a cena, Marcelo chamou ofegante: "Vem, suas putas nojentas! Gozem na boca de vocês pro meu leite quente!" Ambas nos ajoelhamos à frente dele, bocas abertas ansiosas como cadelas, línguas estendidas e babando — mas com a boca ainda cheia da porra de Leonardo, empurrei Adriane pro lado com ombro firme e possessivo. "Minha agora, cadela egoísta!" Abocanhei o pauzão dele no instante preciso, glande pulsando na garganta profunda, golfadas potentes de sêmen escaldante jorrando densas e quentes, enchendo minha boca já transbordante — porra dele misturando à de Leonardo em baba leitosa e espessa escorrendo queixo e pescoço. Segurei firme com lábios selados, sugando cada gota até secá-lo completamente, bolas contraídas vazias.

Aproximando-me de Adriane ainda de joelhos e ofegante, agarrei seus cabelos encharcados e a beijei com violência selvagem — cuspi tudo na boca dela aberta, mistura salgada, viscosa e cremosa trocada em golfadas guloso e barulhento, fios elásticos esticando entre lábios inchados e machucados, engasgando-nos no beijo enquanto engolávamos dividindo o prêmio duplo quente. "Engole a porra dos dois, sua rameira insaciável! Dividida pra você, puta gulosa de sêmen!", rosnei no beijo profundo, unhas cravando seu pescoço suado deixando marcas vermelhas.

Desabamos em pilha suada e trêmula, cheiro de sêmen cru, suor e coca impregnando tudo como névoa densa. "Mais uma rodada amanhã, putos tarados?", ri rouca e exausta, lambendo resquício de porra do queixo de Adriane com língua lenta.

Ofegantes no sofá e tapete, trocamos olhares vidrados e selvagens — cocaína e uísque ainda pulsando nas veias como fogo líquido, corpos crostados de fluidos secos em rastros pegajosos e brilhantes. Leonardo limpou o pau mole e encolhido na coxa de Adriane, que gemia baixa se contorcendo exausta, dedos traçando marcas roxas. "Porra, isso foi só o aquecimento do inferno", grunhiu Marcelo, mão traçando minha bunda marcada e inchada. "Próxima vez, na minha casa. Garagem dupla, mais pó, plugs no cu das vadias e vídeo pra rever fodendo sem parar."

Adriane ergueu o olhar exausto, dedos ainda circundando clitóris sensível e latejante: "Quero ser arrombada dupla de novo, mas com vibradores no meio vibrando forte. E vocês filmam eu mamando os dois paus juntos, garganta aberta." Ri gutural, sentindo sêmen de Marcelo escorrer devagar da buceta dilatada e dolorida. "Aceito. Mas da próxima, mais coca, mais uísque e foda sem parar até amanhecer — sem limites, sem camisinha, só putaria pura." Leonardo assentiu devagar, pau meia-bomba se mexendo levemente: "Combinado. Semana que vem, putaria total sem freios."

Levantamo-nos aos tropeços, vestes amassadas e meladas de sêmen e suor, portão da garagem selando a noite como promessa de mais caos. Mensagens já pipocavam nos celulares: fotos de marcas roxas e dilatadas, planos para o próximo inferno erótico. Aquela teia de adultério virara vício eterno, e o próximo encontro prometia queimar tudo até as cinzas.

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