A Vida Secreta de Tiago (Capítulo 29)

Um conto erótico de Luv24
Categoria: Homossexual
Contém 1493 palavras
Data: 03/01/2026 14:18:28
Última revisão: 08/01/2026 13:00:13
Assuntos: Gay, Homossexual

“Aula Particular de Biologia”

Última aula de quarta-feira: biologia com o professor Leon.

A sala banhada pela luz dourada da manhã, carteiras cheias de alunos anotando, quadro branco coberto de desenhos de células e organelas.

Leon, camisa social verde-clara marcando o peito atlético, calça escura abraçando as coxas grossas, circulava entre as fileiras com voz grave e confiante, explicando o ciclo celular.

— Mitose, pessoal, é a divisão de células somáticas. Vamos revisar as fases: prófase, metáfase, anáfase, telófase. Na prófase, cromossomos condensam, envelope nuclear desaparece… alguém lembra da metáfase?

Uma aluna ergueu a mão.

— Os cromossomos se alinham no centro da célula?

— Exato! Placa metafásica. Ótimo. E na anáfase?

Outro aluno respondeu.

— As cromátides-irmãs se separam para os polos opostos.

Leon sorriu, rabiscando no quadro com marcador azul.

— Perfeito. Na telófase, citocinese divide o citoplasma. Alguém explica a diferença entre mitose e meiose?

Tiago, na terceira fileira, respondeu rápido.

— Meiose tem duas divisões e produz gametas com metade dos cromossomos.

Leon piscou discreto para ele.

— Correto, Tiago. Excelente. Meiose garante variabilidade genética.

A aula prosseguiu com slides projetados de células em divisão, perguntas à turma, correções pacientes. Leon circulava, inclinando-se sobre as carteiras para esclarecer desenhos, voz calma, autoridade natural. A turma ria quando ele brincava sobre “células se apaixonando e dividindo”.

— Agora, atividade em duplas — anunciou, distribuindo folhas com diagramas vazios. — Preencham as fases da mitose e meiose. Dez minutos, depois discutimos.

A sala encheu-se de murmúrios, lápis riscando papel, duplas trocando ideias.

— Aqui é prófase, né?

— Não, isso é anáfase, olha as cromátides separando.

Tiago preenchia sozinho, rápido e preciso, lançando olhares ocasionais para Leon que ajudava os grupos.

O sinal tocou. Alunos guardaram materiais às pressas, mochilas fechando, cadeiras arrastando.

— Entreguem na saída! Boa quarta, galera! — disse Leon.

Todos saíram correndo, menos Tiago.

Leon esperou a porta se fechar, girou a chave na fechadura.

— Finalmente sozinho, vadia. Achei que esse sinal nunca ia tocar.

Tiago aproximou-se da mesa do professor, olhos faiscando de tesão.

— Eu também, professor. Aula ótima, mas tô pensando em outra disciplina agora… anatomia prática. Meu pau tá duro desde a metade da aula, só de te ver andando com essa calça marcando tudo.

Leon riu baixo, puxou Tiago pela cintura com força, colando os corpos.

— Duas semanas sem te arrombar… esse rabinho tá pronto pra tirar nota dez em biologia reprodutiva? Aposto que tá piscando só de imaginar minha piroca grossa te abrindo de novo.

— Pronto e louco pra sentir, professor. Me ensina tudo outra vez. Quero você me destruindo como da última… me faz gemer alto nessa sala vazia.

Tiago provocou: tirou a camisa devagar, balançando os peitos gordos e macios, apertando os mamilos rosados até endurecerem, rebolando o quadril enquanto baixava a calça. Cueca marcando o pau duro, já vazando pré-gozo.

Ficou completamente nu, cacete apontando pro alto, bunda empinada, virou de costas pra exibir o cu lisinho e apertado.

— Olha meu corpo tarado pra você… peitos grandes, rabinho pronto… quer foder o aluno safado que fica de pau duro na sua aula?

Leon retribuiu: desabotoou a camisa devagar, revelando o peito pardo definido, músculos saltando, mamilos escuros já rígidos.

Tirou a camisa, flexionou o peitoral, mãos deslizando pelo abdômen tanquinho.

Abaixou a calça, cueca esticando com o volume veiudo.

Despiu-se todo, pau com pelos só na base latejando, cabeça molhada de tesão.

— Olha esse corpo musculoso pra você, puta… peitoral duro, pintão grosso e veiudo pronto pra te arrombar… vou te dar aula particular até você implorar pra gozar.

Leon virou Tiago de costas, encostou-o na mesa do professor, inclinando-o com firmeza, bunda empinada e exposta.

Deu tapas fortes nas nádegas, som ecoando na sala vazia, deixando marcas vermelhas.

— Toma tapa por ser garoto safado… vindo pra escola só pra levar rola… vadia que mama pau de professor. Essa bunda gorda merece castigo!

— Me castiga, professor… bate forte na minha bunda má! Faz doer, me deixa marcado pra lembrar de você amanhã. Ahh… isso, mais forte!

Leon alternava tapas com carícias, apertando as nádegas, abrindo-as pra ver o buraco piscando.

Tiago sentou na cadeira do professor, pau balançando.

Leon ficou de pé diante dele, pica na altura da boca.

Tiago engoliu devagar no início, língua rodando na glande, sugando o pré-gozo salgado, garganta se ajustando enquanto descia fundo.

Mão acariciando as bolas pesadas, massageando com carinho.

— Mama minha rola toda, aluno aplicado… engole até o talo, sente ela pulsando na tua garganta. Isso, safado… chupa como se fosse tua nota final.

Tiago esfregou o rosto no pau e no saco, pica babada roçando a bochecha, nariz enterrado nas bolas, inalando o cheiro forte de macho suado.

— Teu pau e teu saco marcando minha cara… delícia de cheirar, professor. Esse aroma me deixa louco, quero lamber tudo!

Babava abundante, fios grossos de saliva escorrendo, melando o membro inteiro, bolas e coxas de Leon.

Leon inclinou-se, beijaram com fome, línguas trocando baba espessa, mordendo lábios.

— Boa puta… beija teu professor depois de mamar essa piroca grossa.

Tiago chupava ritmado, subindo e descendo, mãos explorando o peitoral pardo, beliscando mamilos, abdômen definido, coxas musculosas.

— Teu corpo inteiro é uma delícia… músculos duros me enlouquecendo… pintão latejando na minha boca, quero engolir tudo.

Deitaram de lado na mesa grande para um 69 perfeito, corpos suados colados.

Chupavam-se mutuamente, bocas engolindo fundo, bolas sugadas com barulho, baba se misturando e pingando.

Tiago apertava as nádegas firmes de Leon, abrindo-as enquanto lambia da base à cabeça.

Leon engolia o pau de Tiago até o talo com facilidade, uma mão massageando o saco.

Tiago lambia a glande como pirulito, língua rápida em círculos, sugando forte a cabeça, fazendo Leon gemer grave.

— Isso… lambe minha cabeça, vadia… sente o gosto do meu leitinho.

Leon chupava com fome, ao mesmo tempo enfiando dois dedos no cu molhado de Tiago, fodendo ritmado e curvando pra acertar a próstata.

— Toma dedo no rabo enquanto mama… teu buraco tá piscando nos meus dedos. Sente eles te massageando por dentro?

— Ahh, professor… sinto teus dedos grossos me arrombando gostoso… vou chupar mais fundo pra você pirar!

Ainda no 69, Leon subiu em cima, pau enterrado na boca de Tiago.

Tiago engolia sem engasgar, abriu as nádegas de Leon, dedo circulando o buraco quente, entrando devagar.

— Teu cu é apertadíssimo, professor… quero te preparar também.

Leon devorava pau e bolas de Tiago, lambendo o saco inteiro.

Leon desceu da mesa, pica brilhando de baba.

Tiago ficou na beira, deitado de costas, pernas erguidas e abertas — frango assado perfeito, cu exposto.

Leon cuspiu no próprio pau e no buraco, esfregando a cabeça na entrada.

Penetrou de uma vez até o fundo, devagar no início pra sentir o aperto, depois socando inteiro.

— Toma piroca inteira, meu aluno nota dez… teu rabinho engoliu tudo de primeira, vadia treinada. Sente essa grossura te rasgando!

Meteu forte logo de cara, bolas batendo alto na bunda, ritmo acelerando.

Tiago se masturbava rápido, gemendo alto.

— Arromba forte, professor… destrói meu cu! Ahh, tua vara tá me enchendo todo… bate essas bolas pesadas na minha bunda!

Leon saiu devagar, pau latejando. Tiago desceu e se inclinou na cadeira, mãos apoiadas, bunda empinada.

Leon meteu por trás com força, alisando as costas suadas, descendo pros peitos e apertando com vontade.

Tiago revirava os olhos de prazer, corpo tremendo.

— Isso… me fode assim, me usa como cadela… tua pica tá me acertando fundo!

Tiago rebolava forte, engolindo e soltando o pau. Leon dava tapas ritmados nas nádegas já vermelhas.

— Rebola mais, puta… toma tapa enquanto suga minha rola. Essa bunda tá me engolindo todinho… delícia.

Leon socava rápido, pau destruindo o cu com estocadas profundas, suor pingando dos dois.

Leon sentou na cadeira, pintão apontando pro teto.

Tiago sentou devagar, sentindo cada centímetro invadir, quicava no início com calma, rebolando sem parar.

Leon apertava os peitos gordos, torcendo os bicos.

— Cavalga essa vara, piranha… sente ela te abrindo inteiro. Teus peitos tão macios nas minhas mãos… vou apertar até você gritar.

Leon segurava a cintura e socava pra cima com força, acelerando.

Tiago inclinou-se pra frente, apoiando na mesa pra quicar melhor.

Leon bombava rápido, pau entrando e saindo com barulho molhado, Tiago gemendo alto, voz ecoando na sala.

— Me arromba assim, professor… rápido e fundo! Tua rola tá me matando de tesão… ahh, não para!

Tiago gozou sem tocar no pau, porra jorrando em arcos na barriga e peito, corpo convulsionando, cu apertando forte o pau de Leon.

— Tô gozando só no teu pau, Leon… caralho! Tô explodindo tudo… me desfazendo em leitinho agora!

Leon beijava o ombro de Tiago com língua, mordendo o pescoço enquanto dava as últimas socadas brutais, gozando fundo, jatos quentes e grossos inundando o cu, transbordando.

— Toma minha porra, vadia… caralho… enchi teu rabo com meu leite grosso. Sente meus jatos te marcando por dentro!

— Que delícia, professor! Inundou meu cu inteiro.

— Boa aula particular, safado. Aluno nota dez.

A quarta-feira terminava com a melhor revisão de biologia que Tiago poderia querer.

E o feriado se aproximava, prometendo liberdade total.

Continua...

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