Em tempos antigos, num reino de costumes peculiares, reinava um monarca gordo, asqueroso, de fama e líbido insaciáveis, cognominado o Rei Bastardo. Ele vivia de orgias e sexo sem limites, a rainha chamada, por seus súditos de Cuckquean, era a principal arquiteta das putarias, sua lei suprema era uma que afligia a todos os homens de seu domínio: nenhuma donzela poderia ser desposada sem que primeiro ele, o soberano, a provasse, certificando-se de sua aptidão para o matrimônio. E assim, toda bucetinha virgem do reino tinha por destino ser antes provada pelo pau real.
Eis que um humilde homem do povo, por nome João, tomado por um ardor que lhe queimava as entranhas, desejava desposar uma donzela chamada Maria, criatura de bunda empinada e peitinhos durinhos que lhe faziam a boca salivar, sem dúvidas uma das mais lindas donzelas do reino. Contudo, a lei do rei era um abismo em seu caminho.
“Meu Rei,” disse João, com a voz embargada, “venho pedir a mão de Maria em casamento.”
O soberano, sentado em seu trono de madeira escura adornada com ouro e rubi, com um olhar de cobiça que não disfarçava, sorriu maliciosamente. “Trazei a jovem amanhã ao meu castelo. Eu mesmo a examinarei para saber se está apta para tornar-se esposa.”
No mesmo dia, João e sua amada, conversaram.
"Será isso mesmo Maria? Nós podemos fugir daqui e viver longe em outro reino!"
"Mas João, nós não temos pra onde ir, não podemos largar tudo que conquistamos aqui neste Reino"
"Então, pelo menos, seja minha está noite, deixe eu fazê-la minha, antes que ele..."
"Não, não, não podemos João, você iria perder a sua cabeça, ele iria perceber, você sabe que a punição é decapitação, não posso perder o meu amor dessa maneira"
Nesta noite eles dormiram juntos, apenas com o sentimento de que a união deles seria mais forte que qualquer coisa.
Na noite seguinte, João levou Maria aos aposentos reais. Ela vestia, um vestido longo simples, de camponesa, todo em branco, com flores em volta da bainha de seu vestido, está noite ela não usava nenhuma roupa íntima, seus seios furavam o tecido fino e a silhueta de seu bumbum arrebitado marcava toda vez que ventava forte, Seu corpo tremia, um misto de medo e uma curiosidade pecaminosa que jamais contará a João. As histórias sobre a virilidade do rei eram contadas em sussurros pelas mulheres do reino; diziam que seu membro era mais grosso que o pulso de um homem.
"Antes de tudo, posso fazer um pedido, majestade, eu quero que, meu noivo possa esperar aqui, pois já está muito tarde e ele voltar pra nossa humilde casa, é uma caminhada muito longa", disse ela.
"Você não pode exigir nada de um Rei, como ousa fazer um pedido desses a mim, João, você já fez o que tinha que fazer, vá embora e volte amanhã", disse o Rei.
"Não, por favor, não, majestade eu imploro, não quero, que nada aconteça a ele".
Neste momento ela se ajoelhou bem na frente do Rei, na altura da cintura dele, seus cabelos balançaram e o perfume dela exalou, seu rosto angelical, com cara de choro olhando diretamente para os olhos do Rei, e neste momento ele deu um breve sorriso malicioso, ele teve uma ideia maldosa.
"Tá bom, tá bom, disse ele. Posso deixar ele ficar aqui, temos diversos quartos disponíveis, e realmente seria um infortúnio, se algo acontecesse a ele, temos um quarto logo ao lado, onde ele poderá descansar até o dia seguinte".
"Muito obrigada majestade". João ficou no quarto ao lado. Mal sabia ele que essa noite o Rei iria fazer ele se arrepender de ter ficado.
"Então, começou o Rei, já despindo-se de suas vestes reais. “Vamos ver se essa flor ainda não desabrochou é de fato um jardim fértil.”
Maria ficou nua, sua pele alva brilhando sob a luz das velas. Seus seios pequenos e firmes balançavam, e a xoxota ainda coberta por pelos finos já se mostrava molhada, uma traição de seu próprio corpo. O rei não se demorou em cerimônias. Atirou-a na cama, abriu suas pernas com força e mergulhou seu rosto em sua feminilidade.
“Por todos os demônios, a pequena já se mostra molhada, não é?” o rei riu, enfiando sua língua nas profundezas de sua carne.
Maria soltou um gemido que não pôde conter. Jamais sentira algo parecido. O rei, com seu órgão já rijíssimo e de um tamanho que lhe tirava o fôlego, posicionou-se à entrada de sua virginidade.
“Isto há de doer, pequena,” advertiu, e num só movimento, desferiu o golpe.
Maria gritou, sentindo-se rasgada por dentro. Um pouco de sangue escorreu, mas um prazer intenso e proibido começou a tomar conta de seu ser. O rei não cessava, investia com fúria, fazendo a cama de carvalho ranger como se fosse quebrar.
“Ahh, que bucetinha apertada!” o rei gemia, segurando seus seios com as mãos fortes. “Seu pobre noivo terá pouco prazer com esta xoxota, depois de mim, hahahahah".
Agora de quatro, com aquele rabo empinado, Maria apenas gemia, já perdida em um mar de sensações. Nunca imaginara que ser possuída por um rei seria tão sublime. Sentia o pau real bater fundo, parecendo tocar seu estômago.
Do outro lado, estava João, ouvindo cada gemido, cada rangido da cama.
"Ahhh ahhhh ahhh, devagar, ahhh , Ploc Ploc Ploc Ploc
Ahhh"
"Isso sua vagabunda, geme mais, aposto que teu futuro marido está ouvindo tudo".
"Tum, tum, tum", a cabeceira da cama batia com força, ela estava sendo destruída pelo Rei. João só podia escutar calado do outro quarto, enquanto seu pênis se contorcia nas suas vestes.
"Não, não, ahhhh, ahhhh, ele, ahhh, ele sabe que, ahhhh ahhh ahhh, Ploc Ploc Ploc Ploc, eu o amoooo ohhh, ohh" Neste momento ao declarar seu amor, sua buceta apertou tanto o pau do Rei, que estava quase gozando.
Enquanto João.
Ele não sabia o que estava acontecendo com ele, porque estava excitado, seu membro estava mais duro que uma pedra, ele só sabia sentir raiva e excitação, ao ouvir sua amada gritar que o amava enquanto ela era fodida violentamente pelo Rei com seu pau enorme, ele chegou a gozar dentro de sua própria roupa, ele estava confuso com tamanha excitação, com algo tão banal.
“Vai gozar, minha pequena cadela?” o rei perguntou, sentindo as paredes de sua vagina pulsar em torno de seu membro.
Ela só pôde gemer em resposta, e então explodiu. Gozou com uma violência que nunca experimentara, seu corpo todo tremendo. O rei, por fim, não mais se conteve e derramou sua semente dentro dela, " Vou gozar ahhhhhh , ahhh sua vagabunda impura , sua buceta ahhh está engolindo tudo, sabia que você era uma cadela só de olhar para você, ele murmurou, enquanto ele enche sua buceta com seu líquido real.
“Estás aprovada, minha vadia,” disse ele, retirando-se de cima dela. “Podes casar-te com aquele miserável amanhã.”
Assim se fez, meses se passaram, mas o Rei Bastardo não se satisfez com uma única noite. Exatamente três meses depois, mandou novamente chamar Maria e João ao seu castelo. O monarca estava tomado por um desejo avassalador por sentir novamente a carne da jovem...