*Nota: Esta história é um slow burn que eventualmente esquenta conforme avançamos nos capítulos. As primeiras seções são leves no sexo, mas aguenta firme que acho que você vai curtir.*
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Meu celular apitou: "E aí. Tenho um convite muito especial pra você." Era minha vizinha e amiga de infância, Samara. Geralmente era isso que ela dizia quando tinha alguma ideia maluca que achava que a gente deveria tentar. No que eu estava me metendo dessa vez?
"Imagino que sim. Qual é?" Mandei de volta.
"Quer ir pra praia?"
"Do que você tá falando?" A praia ficava a horas de distância e já estava quase anoitecendo.
"Bom... minha mãe me perguntou se eu queria te convidar pra casa de praia da gente esse ano. Tá ocupado essa semana?" Todo ano, Samara, suas duas irmãs mais velhas e a mãe dela faziam uma semana ou um fim de semana prolongado e visitavam a casa de férias delas no litoral. Ela sempre voltava queimada de sol e tagarelando sobre o quanto se divertiram, mas nunca tinha amigos convidados. Acho que esse ano seria diferente...
Eu não queria parecer muito ansioso, então respondi casualmente: "Vou ter que ver minha agenda. Quando vocês vão?"
"Quinta," veio a resposta. Daqui a dois dias. Que aviso em cima da hora. "Me avisa até amanhã."
Conferi com meus pais e eles ficaram de boa com o plano. Eu tinha ficado meio louco em casa durante o verão e estava começando a deixar minha mãe irritada, acho. Eles conheciam a mãe da Samara praticamente desde que nasci e confiavam nela implicitamente. Passei os próximos dias decidindo o que levar, apostando em algumas sungas, roupas casuais e uma camisa social caso a gente fizesse algo um pouco mais arrumado.
Quando chegou a manhã da nossa partida, fui até a casa deles preparado como podia estar para as três horas de viagem até o litoral.
"E aí, André! Pronto pro nosso rolê? A gente tá super animada de ter você junto esse ano!" Cláudia, a mãe da Samara, me deu um abração de urso quando cheguei com minha mala pronto pra um fim de semana divertido. As irmãs da Samara, Tainara e Vitória, estavam as duas ao lado dela também, mas com expressões bem menos receptivas nos rostos.
As quatro mulheres da família Santos eram lindas. Alguns centímetros mais baixa que eu, Samara tinha um corpo atlético com cabelo castanho curto, pernas poderosas de jogar futebol durante todo o ensino médio, e seios fartos. Quando ela saiu de casa pra me cumprimentar já estava vestindo o top do biquíni e um shortinho jeans sem botão. Vitória, a irmã mais velha da Samara, tinha mais ou menos minha altura e tinha aquele visual clássico de novela global com corpo violão e cabelo loiro ondulado até a cintura. Ela usava uma saída de praia solta que deixava suas longas pernas sexy expostas, tonificadas de anos de dança. Tainara era a mais baixa das três garotas com um cabelo castanho meio selvagem e os peitos mais gostosos que eu já tinha posto os olhos - o estereótipo da cheerleader do colegial. Ela combinava com a Samara num top de biquíni e shortinho curto que deixava muito pouco pra imaginação. A mãe delas, Cláudia, era a MILF mais gostosa que eu conhecia. Apesar de estar na casa dos quarenta e poucos, ela facilmente poderia ser confundida com uma das irmãs. Num corpo pequeno só um pouco mais alto que a Tainara, ela era uma viciada em yoga declarada que mantinha o corpo em forma com uma bunda incrível e peitos pra combinar. As quatro mulheres eram distintamente lindas cada uma do seu jeito, mas também todas claramente parentes. O Sr. Santos tinha falecido quando as meninas eram bem novas, logo depois que eles tinham se mudado pra cá - eu realmente só as conheci como as quatro gatas da casa ao lado.
Eu tinha tido quedas por todas elas em diferentes momentos da minha adolescência, mas não conseguia passar de ser o garoto meio nerd da casa ao lado. Eu não me desenvolvi muito até a segunda metade do ensino médio quando comecei a levar handebol a sério e finalmente cresci até 1,80m com o que eu chamaria de músculos moderadamente definidos. Nesse ponto eu já tinha solidificado meu lugar na friendzone com a Samara e suas irmãs e não achava que eu teria chance. Agora que eu estava indo pra faculdade mês que vem, imaginei que esse navio já tinha partido.
Depois que o carro estava carregado, Cláudia perguntou "André, por que você não senta no banco da frente comigo e as meninas podem sentar atrás?"
"Nem fodendo que eu vou ficar presa lá atrás por três horas!" Vitória protestou enquanto deslizava pro banco da frente. Ela sempre se viu num nível acima do resto de nós, mesmo sendo só três anos mais velha que a Samara e eu, e um ano mais velha que a Tainara. Cláudia olhou pra mim pedindo desculpas enquanto eu achava meu lugar no banco de trás da SUV ao lado da Samara - pelo menos eu tinha a janela.
Conforme o rolê continuava e o tédio tomava conta, Samara sugeriu que a gente jogasse algo. "Fechou!" Cláudia e eu exclamamos. Tainara e Vitória pareciam um pouco mais relutantes mas concordaram mesmo assim. "Quem ganhar escolhe as camas da casa?" Tainara perguntou. "Fechou comigo" Cláudia concordou.
"Vamos jogar Eu Nunca" Samara disse. Com essa sugestão, nós quatro ficamos um pouco mais atentos. A gente tinha imaginado algo mais tipo "Vejo Vejo" ou o "Jogo das Placas". Isso era bem mais intrigante. Como que por instinto, todos nós levantamos nossas mãos, dedos esticados.
"Ok, eu começo," Vitória anunciou. "Eu nunca tive um irmão" ela zombou enquanto olhava feio pra mim. Cláudia e eu baixamos um dos dedos.
Opa, elas vão simplesmente me atacar pra eu ser eliminado primeiro?
A próxima era a Tainara que tinha um sorrisão sacana no rosto: "Eu nunca joguei handebol." É, eu tava ferrado.
"Qual é, gente! Não sejam mal-educadas com nosso convidado!" Cláudia repreendeu as meninas.
"O quê? É só parte do jogo," Tainara retrucou.
"Tudo bem. Eu não tava contando em escolher minha cama de qualquer jeito," eu disse.
Samara estava sendo mais gentil comigo e aparentemente mirando nas irmãs quando disse, "Eu nunca fui pega tirando fotos safadas de mim mesma." Vitória e Tainara ambas baixaram um dedo e meteram uma olhada assassina na irmã enquanto seus rostos ficavam vermelhos, mas nenhuma disse nada.
Finalmente era minha vez e eu tinha a ideia perfeita. "Eu nunca fiz yoga." Todas as quatro mulheres no carro baixaram um dedo. Eu sabia que todas elas iam no mesmo estúdio juntas e pode ser que eu tenha dado uma espiadinha nelas aproveitando a própria prática no quintal delas na piscina uma ou duas vezes.
"Nunca?!" Cláudia exclamou. "Achei que todo mundo fazia yoga hoje em dia! Ok, minha vez. Hmm... eu nunca fiquei trancada pra fora de casa pelada!"
As três meninas baixaram um dedo e gritaram "Mãe!!" ao mesmo tempo. Cláudia tinha uma expressão presunçosa no rosto enquanto olhava pro banco de trás pelo retrovisor. Eu esperava ouvir a história por trás desse incidente algum dia.
Era a vez da Vitória e ela estava fervendo. "Beleza. Eu nunca tive um pau duro!" Enquanto todo mundo olhava em volta do carro em choque e meu rosto esquentava de constrangimento, eu baixei meu dedo.
Tainara comentou, "Agora sim! Agora tá ficando bom! Eu nunca recebi um boquete!"
"Tainara!" Cláudia esbravejou.
"Tudo bem, Cláudia. Tenho certeza que eu vou me vingar dela depois," respondi enquanto baixava meu dedo. Mas o jeito que a Tainara sorriu pra mim me fez pensar se ela tava pensando em algo além do jogo.
Como eu estava no meu último dedo, eu sabia que a Samara podia me eliminar na próxima rodada dela se quisesse. Ao invés disso, milagrosamente, ela disse "Eu nunca transei ao ar livre!" Vitória, Tainara e Cláudia todas baixaram um dedo. Meu pau começou a acordar nas minhas bermudas só um pouquinho quando comecei a imaginar cada uma delas em ação.
Tainara, Vitória e eu estávamos todos no nosso último dedo, mas eu era quem tinha o poder. "Eu nunca usei biquíni." E com isso, Vitória e Tainara ambas perderam. Cláudia e eu ainda estávamos mal mal aguentando com um último dedo, mas Samara ainda tinha dois.
Depois de pausar pra pensar, Cláudia disse, "Ok Samara. O que você acha de fazer uma trégua? Parece que você vai ganhar de qualquer jeito. Que tal você ficar com o quarto grande com o André, suas irmãs ficam no menor com os beliches, e eu fico no meu quarto de sempre na suíte master? Assim a gente não precisa se constranger mais."
"Nem fodendo! Quando eu ganhar, eu fico com o master. Vocês concordaram com as regras."
"Tá bom. Justo é justo... Eu nunca fui pega me masturbando em público!" Cláudia soltou.
A boca da Samara ficou aberta tipo ela não acreditava que a mãe ia trazer isso à tona. Enquanto o queixo dela ficava aberto, ela e eu baixamos um dedo.
"Você também?!" Cláudia exclamou olhando pra mim pelo espelho.
"Sem comentários" eu disse com um sorrisinho enquanto meu pau se mexia. Eles não iam ouvir sobre aquela vez que minha mãe me pegou no quintal.
Samara, com o que seria a rodada final do jogo parecia estar tentando expor a mãe o máximo possível. Ela finalmente disse, "Eu nunca fiz yoga... pelada."
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Quando chegamos na garagem da casa de praia, a tensão estava alta. Tinha sido uns 20 minutos de puro silêcio desde que terminamos nosso jogo de Eu Nunca. Eu não acreditava no que tinha descoberto sobre a Cláudia e as meninas dela num tempo tão curto. E eu definitivamente estava ficando meio de pau duro pensando na yoga especial da Cláudia, as meninas correndo peladas por aí, e a Samara sendo pega se tocando. Eu estava preocupado que minha bermuda larga de handebol ia me entregar, mas não tinha muito o que eu podia fazer sobre isso.
"Vitória, Tainara, André, vocês se importam de descarregar o carro enquanto eu converso com a Samara?" Cláudia pediu. Elas se afastaram em volta da casa enquanto começávamos a descarregar as malas de todo mundo e levar pra dentro de casa.
"Cara, que viagem intensa" eu disse pras meninas entre as viagens.
"Mas divertido!" Tainara disse.
"É, acho que um pouco divertido," Vitória acrescentou de má vontade com um olhar de lado que eu juro que desceu pro meu pau pelo mais breve dos momentos.
Quando a gente tinha trazido tudo pra dentro, Samara e Cláudia estavam de volta na casa. "Ok, Samara e eu conversamos e concordamos em manter os arranjos de quartos normais. Eu fico com o master, André e Samara juntos no outro quarto maior, Vitória e Tainara nos beliches. Ou se alguém não estiver satisfeito é bem-vindo a abrir o sofá na sala." Todo mundo parecia ter aceitado isso, e só nesse momento me ocorreu que eu ia dividir um quarto com uma das mulheres mais gostosas que eu conhecia, mesmo que ela também fosse uma das minhas melhores amigas. "Agora quem tá pronto pra ir pra praia? Tainara, pode preparar as margaritas?" Cláudia perguntou.
"Pode deixar! Bem forte, né gente?" Tainara respondeu.
"Você sabe que sim!"
Peguei minha mala e segui a Samara pro que seria nosso quarto compartilhado. Comecei a puxar minha sunga antes de perceber que a Cláudia e eu éramos os únicos que precisavam trocar. Eu estava prestes a sair pro único banheiro fora do master quando Samara olhou e disse que a irmã dela tava lá então eu podia trocar ali mesmo. "Tem certeza?" Gaguejei, começando a ficar nervoso. "É, sem problema. Eu não vou olhar," ela disse com um sorriso e uma piscada. Ela fez um showzinho de se virar enquanto eu abaixava minha bermuda e cueca. Minha cabeça virou rapidinho quando ela soltou um assobio baixo. Ela tava caindo na risada quando percebi que ela nem tava olhando pra mim. "Ah, qualé," eu disse. "Era boa demais pra deixar passar," ela respondeu, ainda rindo.
Samara e eu achamos shots de tequila enfileirados no balcão enquanto Cláudia tava de volta na cozinha ajudando a Tainara a colocar as margaritas em copos reutilizáveis pra praia. Mesmo tendo acabado de fazer 18, meus pais tinham me deixado beber antes contanto que eu estivesse sob supervisão de outro adulto. Parecia que Cláudia tava operando sob uma premissa similar. "Beleza, a gente vai virar uns shots!" Tainara anunciou.
Cláudia tentou protestar, mas sem sucesso. "Ok, tá bom. Mas esse é o único que eu tomo hoje à noite!" A gente virou eles com um limãozinho de chaser, pegamos nossas margaritas bem grandes e bem fortes junto com as cadeiras de praia e toalhas, e descemos pra praia. A linha d'água ficava a uns cem metros do deck coberto dos fundos, então não tínhamos longe pra ir e basicamente tínhamos a praia inteira só pra gente. Assim que montamos nossa pilha de coisas, Tainara largou o short dela e começou a correr pro mar, gritando de volta, "Último é ovo podre!"
Ver a bunda dela quicando enquanto corria naquela calcinha de biquíni fio-dental que era a menor que eu já tinha visto quase me deixou paralisado demais pra começar a correr. O atraso significou que eu fui o último a começar, e lá de trás, a vista era impecável. Mas eu não ia perder essa corrida. Entrei na água logo depois da Tainara e não acreditava como estava quente. Basicamente parecia água de banheira!
Enquanto a gente ia mais fundo, Samara percebeu que tínhamos esquecido nossas margaritas na pressa. Sendo o cavalheiro que sou, ofereci pegar as de todo mundo. Quando voltei com as bebidas, as mulheres estavam dando risadinhas umas com as outras e continuavam olhando na minha direção. "Ouvi dizer que você deu uma bela de uma espiada na Samara lá na casa," Vitória provocou enquanto eu passava os copos.
"Ei, ela não era pra estar olhando!"
"Talvez eu tava, talvez não tava," Samara respondeu enquanto o resto das mulheres caía na gargalhada.
Num clássico "lance de mãe," Cláudia fez a pergunta constrangedora: "Aliás, André, eu tô me perguntando faz um tempo. Tem alguma garota na sua vida que você tá deixando pra trás indo pra faculdade mês que vem? Achei que tinha visto aquela menina da família Ferreira por aí mais cedo esse ano, mas não tanto recentemente."
Imediatamente, fiquei vermelho. "Ah, uhh, não, nenhuma que eu tô deixando pra trás. A gente namorou por um tempo, mas não deu certo. Terminamos uns meses atrás."
"Que pena mesmo. Mas tenho certeza que você vai achar mais... oportunidades no seu futuro," Cláudia disse com um tom travesso. As meninas de novo começaram a cair na risada, mas eu fiquei feliz que elas não iam conseguir ver que meu pau tinha voltado a acordar um pouquinho debaixo d'água com as palavras da Cláudia.
A gente ficou junto na água enquanto os assuntos mudavam pra outras coisas e comecei a realmente absorver que tarde linda e vista incrível a gente tinha ali. Só uma semana atrás, eu nunca poderia ter imaginado que estaria flutuando no mar cercado por quatro mulheres lindas sem uma preocupação no mundo. Enquanto a gente boiava eu não conseguia deixar de notar os seios fartos forçando contra os tops de biquíni de cada uma delas e senti meu pau continuando a encher minha sunga. Até a Cláudia tava usando um two-piece bem revelador que deixava pouco pra imaginação. Elas eram todas deslumbrantes e eu não tava acostumado a estar cercado por tanto estímulo visual. Minha mente vagou de volta pra algumas das revelações da viagem de carro enquanto eu me perguntava se essa família era um pouco mais descolada do que eu tinha percebido.
"Tô pronta pra pegar um bronzeado," Vitória anunciou abruptamente. Eu não tinha acompanhado a conversa enquanto estava absorto pelos meus pensamentos libidinosos. "Ah, eu também," as outras se juntaram.
"Uhh, vou ficar aqui por mais um pouquinho," eu disse, sabendo que precisava deixar as coisas se acalmarem antes que minha ereção delatasse meus devaneios. "Como você quiser," Samara respondeu. As mulheres foram de volta pra praia enquanto eu tentava me acalmar pensando em assuntos mais mundanos.
Quando achei que finalmente conseguia lidar, fui de volta pro nosso esquema de cadeiras de praia. Infelizmente, conforme me aproximei consegui ver as três garotas deitadas de bruços em toalhas com as bundas expostas ao calor do sol e mal cobertas por minúsculas calcinhas de biquíni. Acelerei até minha cadeira, esperando conseguir cruzar as pernas e esconder antes que a Cláudia pudesse olhar da leitura e perceber meu pau crescendo. Infelizmente, não fui rápido o suficiente. Ela olhou com uma olhada dupla e perguntou maliciosamente, "Curtiu o resto do seu mergulho?" com um sorrisinho sabido. "Ah. Uh. É. A água tá muito boa," murmurei. Não tinha certeza de qual era o jogo dela aqui, mas ela parecia gostar de me fazer me contorcer um pouco. "Alguém precisa de refil de margarita?" Ofereci assim que tinha relaxado um pouco. "Eu!" Todo mundo gritou simultaneamente. "Vou ajudar," Tainara disse pulando pra vir comigo.
Enquanto íamos pra casa, braços cheios de copos, Tainara olhou pra mim e disse, "Sabe, apesar da merda que a Vick e eu tamos te metendo, a gente tá mesmo feliz de ter você junto. É legal ter um entretenimento extra esse ano, e a gente não te viu muito desde que foi pra faculdade. Você cresceu pra caralho esses últimos anos!" Enquanto Vitória sempre pareceu pensar em mim como outro irmão chato, Tainara geralmente foi gentil e acolhedora. "E a mamãe e a Samara parecem estar um pouco mais animadas que o normal também," ela acrescentou com um sorriso e uma piscada aludindo ao jogo que jogamos no carro.
"Vocês sempre foram tipo família pra mim, então agradeço o convite. O visual é lindo aqui."
"Bom, não tão parecido com família, espero," ela deu a indireta ainda sorrindo. "De qualquer forma, já que estamos aqui, quer virar mais um shot?" Ela perguntou.
"Com certeza, bora!" Respondi enquanto ela na verdade enfileirou dois pra cada um de nós com alguns limõezinhos. "Vamos ver quem consegue virar os dois mais rápido," ela provocou.
"Aceito."
Ela claramente tinha treinado isso na faculdade porque virou eles como se fossem água e me deixou comendo poeira. "Agora você me deve uma," ela gabou-se.
"E o que eu te devo?" Perguntei.
"Um beijo, seu idiota."
Minha mente explodiu. Eu nunca poderia ter imaginado que qualquer uma dessas mulheres ia querer me beijar, muito menos ia sentir a necessidade de me pressionar nisso. Encostei meus lábios nos dela e de repente estávamos se pegando com nossas línguas nas bocas um do outro provando a tequila e limão que acabamos de curtir. Minhas mãos acham as costas dela pra puxá-la pra perto, mas tão rápido quanto começou, ela se afastou. "Guarda um pouco pro depois," ela provocou enquanto dava um aperto no meu pau pulsante pela bermuda, pegou as margaritas, e saiu pela porta dos fundos levando pra praia.
Eu não acreditava no que acabou de acontecer. Será que desmaiei por um minuto? Tava sonhando? Respirei fundo algumas vezes e joguei um pouco de água no rosto da pia da cozinha. As coisas certamente estavam tomando um rumo interessante. Peguei os copos restantes e segui meu caminho de volta pro grupo na praia.
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Amanhã devo publicar o próximo, mas com um porém, quero saber se estão gostando! Opinem, me xinguem, elogiem, mas comenta po! Abraço e deixa as estrelas se curtiu!