por L. V. Carneiro
A chácara dos pais ficava no interior de São Paulo, um pedaço de terra esquecido pelo tempo, cercado por mata densa e um riacho que murmurava segredos antigos. Era o refúgio da família para feriados longos, daqueles que começavam com churrascos e terminavam em ressacas coletivas. Pedro e Maria, irmãos separados por apenas dois anos – ele com 24, ela com 22 –, cresciam ali desde crianças, correndo descalços pela grama úmida, mergulhando no riacho gelado e compartilhando confidências sob o céu estrelado. Mas os anos haviam transformado aquelas brincadeiras inocentes em algo mais denso, um peso invisível que pairava entre eles como o ar quente de verão.
Pedro era o mais velho, alto e magro, com músculos definidos pelo trabalho na cidade como personal trainer. Seus cabelos castanhos caíam desordenados sobre a testa, e seus olhos verdes carregavam uma intensidade que fazia as garotas da academia derreterem. Mas ele tinha seus demônios: uma namorada recente que o traíra, deixando-o com um ciúme corrosivo que se misturava ao tesão não resolvido. Maria, por outro lado, era a caçula rebelde, com curvas suaves que ela disfarçava em roupas soltas, cabelos pretos longos que cascateavam pelas costas e um sorriso que escondia uma vulnerabilidade profunda. Estudante de psicologia na faculdade, ela analisava tudo – inclusive seus próprios desejos proibidos –, mas isso só a deixava mais confusa, mais faminta por algo que não devia querer.
Era final de semana de feriado prolongado, e os pais haviam convidado tios e primos para uma reunião familiar. A chácara estava cheia: risadas ecoando pela varanda, cheiro de carne assando na churrasqueira, garrafas de cerveja gelada passando de mão em mão. Pedro chegou na sexta à noite, dirigindo o carro velho da família, com Maria no banco do passageiro. Ela usava um short jeans curto que subia pelas coxas bronzeadas, e uma blusa leve que marcava os seios pequenos mas firmes. Ele tentava não olhar, mas o cheiro dela – um misto de perfume floral e suor do dia quente – invadia o carro como uma provocação.
“Você tá quieto demais, maninho”, disse Maria, cutucando o braço dele com o dedo. Sua voz era rouca, como se sempre estivesse prestes a sussurrar um segredo.
“É o trânsito, me deixa”, resmungou Pedro, mas seu pau já latejava levemente só com o toque inocente. Ele odiava isso: o tesão que surgia do nada, misturado com culpa e uma raiva surda de si mesmo. Por que ela? Por que sua própria irmã?
Chegaram à chácara ao entardecer. Os pais os receberam com abraços apertados, e logo a festa começou. Cerveja, caipirinha, whisky barato que o tio trouxe. Pedro bebeu devagar no início, conversando com os primos sobre futebol e trabalho, mas seus olhos sempre voltavam para Maria. Ela dançava na varanda com as primas, o quadril rebolando ao som de um funk que tocava no celular, o short subindo um pouco mais a cada movimento. Ele sentiu o estômago revirar, uma mistura de ciúme – imaginando outros olhos nela – e um desejo cru que o fazia apertar a garrafa com mais força.
Maria notava. Sempre notava. Desde adolescentes, havia aquela tensão não dita. Uma vez, aos 18 dela, eles haviam se beijado por acidente numa brincadeira de verdade ou desafio em uma festa de amigos. Foi rápido, mas o gosto da boca dele – salgado de salgadinho e doce de refrigerante – ficou gravado nela. Depois disso, evitavam se tocar, mas o desejo só crescia, como uma ferida que coça e você não pode arranhar.
A noite avançou. Os mais velhos foram dormir cedo, deixando os jovens na varanda com as bebidas. Pedro e Maria acabaram sozinhos depois que os primos foram para a piscina. Ele estava no sofá de vime, pernas abertas, camisa desabotoada mostrando o peito suado. Ela sentou ao lado, pernas cruzadas, o joelho roçando o dele acidentalmente. Ou não.
“Passa a cerveja”, pediu ela, voz baixa. Ele entregou, seus dedos se tocando por um segundo a mais do que o necessário. O álcool já circulava no sangue deles, aquecendo a pele, soltando as inibições.
“Você tá bebendo demais hoje”, comentou Pedro, tentando soar protetor, mas sua voz saiu rouca, carregada.
Maria riu, um som gutural que fez o pau dele endurecer um pouco mais. “E você? Tá me olhando o tempo todo como se quisesse me comer com os olhos.”
Ele engoliu em seco. “Para com isso, Maria. Somos irmãos.”
Ela se aproximou, o cheiro de álcool e perfume invadindo as narinas dele. “Somos. Mas e daí? Ninguém tá vendo.” Seus olhos castanhos brilhavam no escuro, uma mistura de desafio e vulnerabilidade.
Pedro sentiu o tesão subir como uma onda. O álcool tornava tudo mais urgente, mais inevitável. Ele imaginou as mãos dela no seu pau, a boca quente chupando, o cuzinho apertado se abrindo para ele. Mas a culpa batia forte: isso era errado, proibido. Ou era isso que tornava tudo tão excitante?
Eles beberam mais. Conversas bobas viraram flertes disfarçados. “Lembra daquela vez no riacho, quando você me viu pelada?”, perguntou ela, rindo.
“Eu era moleque, não conta”, mentiu ele, mas a imagem voltou: o corpo dela nu, gotas d’água escorrendo pelos seios, a buceta depilada brilhando ao sol.
Agora, anos depois, o desejo era maduro, podre de tanto ser reprimido. Maria se levantou, cambaleando um pouco, e estendeu a mão. “Vem, vamos dar uma volta. Tá quente aqui.”
Ele a seguiu, o coração acelerado. Caminharam pela grama úmida, o riacho ao fundo murmurando. A lua iluminava tudo com um brilho prateado. Pararam perto de uma árvore velha, onde costumavam brincar. Maria encostou no tronco, o corpo arqueado levemente, convidando.
“Por que a gente nunca fala sobre isso?”, sussurrou ela, voz tremendo de tesão e medo.
“Sobre o quê?”, perguntou ele, se aproximando, o peito roçando os seios dela.
“Sobre como eu fico molhada só de te olhar. Sobre como eu me toco pensando em você.”
As palavras dela foram como um soco no estômago. Pedro sentiu o pau endurecer completamente, pressionando a calça. Ele a beijou então, voraz, a boca invadindo a dela, línguas se enroscando com fome acumulada. O gosto de álcool misturado com saliva, o cheiro de suor e excitação. Suas mãos subiram pela blusa dela, apertando os seios, os mamilos duros como pedras sob os dedos.
Maria gemeu, arqueando as costas, pressionando a buceta contra a coxa dele. “Caralho, Pedro… eu quero você há tanto tempo.”
Ele a virou contra a árvore, as mãos descendo para o short, abrindo o botão com urgência. Dedos invadindo a calcinha molhada, sentindo a xota quente, escorregadia de tesão. Ela gemeu alto, as unhas cravando nas costas dele.
Mas pararam. O som de vozes distantes os trouxe de volta. “Não aqui”, murmurou ele, ofegante. “Vamos pro quarto de hóspedes.”
A chácara tinha um quarto pequeno nos fundos, usado para visitas. Eles se esgueiraram para lá, trancando a porta. O álcool os tornava ousados, imprudentes. Pedro a jogou na cama velha, o colchão rangendo. Tirou a camisa, revelando o corpo suado, o pau marcando a cueca.
Maria se despiu devagar, provocante. Primeiro a blusa, os seios livres, mamilos rosados eriçados pelo ar fresco. Depois o short, a calcinha grudada na buceta molhada. Ela se deitou, pernas abertas, exibindo-se para ele. “Olha pra mim, irmão. Olha como eu tô molhada por você.”
Pedro gemeu, ajoelhando na cama, o rosto entre as coxas dela. O cheiro da xota – almiscarado, doce de tesão – o enlouqueceu. Lambeu devagar, a língua traçando os lábios inchados, chupando o clitóris latejante. Maria se contorceu, mãos nos cabelos dele, puxando. “Porra, isso… chupa minha buceta, vai.”
Ele obedeceu, enfiando a língua fundo, sentindo as contrações, o mel escorrendo pelo queixo. Ela gozou rápido, o corpo tremendo, um grito abafado na almofada. Mas não parou. Virou de bruços, empinando o cuzinho redondo. “Me fode, Pedro. Enfia esse pau grosso em mim.”
Ele tirou a cueca, o caralho duro como ferro, veias pulsando, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Encostou na entrada da buceta, sentindo o calor úmido. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, gemendo com a apertada. “Cuzinho virgem?”, perguntou, voz rouca.
“Ainda não”, respondeu ela, ofegante. “Mas pra você, eu dou.”
Ele fodeu a buceta primeiro, ritmado, forte, os quadris batendo contra as nádegas dela. Sons molhados ecoando no quarto, suor pingando, respirações entrecortadas. Maria rebolava, pedindo mais, as unhas arranhando as costas dele. “Mais forte, caralho… me arromba.”
O tesão misturado com o proibido os levava ao limite. Pedro sentia o ciúme antigo – de imaginar ela com outros – transformando-se em posse. “Você é minha, Maria. Só minha.”
Ela virou, montando nele, a buceta engolindo o pau inteiro. Cavalgava devagar, depois rápido, os seios balançando, olhos nos olhos. “Sim, irmão… goza dentro de mim. Me enche de porra.”
Ele gozou, jatos quentes inundando ela, o corpo convulsionando. Maria veio logo depois, contrações apertando o pau amolecendo.
Mas aquilo era só o começo. O final de semana se estendeu em noites de tesão alcoólico. No dia seguinte, fingiam normalidade durante o almoço familiar, mas trocavam olhares carregados. À tarde, no riacho, bebendo escondidos, ela o chupou atrás de uma pedra, a boca quente engolindo o pau, saliva escorrendo, ele gozando na garganta dela.
À noite, no quarto, exploravam mais. Maria confessou o fetiche: ser dominada levemente, amarrada com uma corda velha que encontraram no celeiro. Pedro a amarrou nos pulsos, à cabeceira da cama, e a comeu devagar, torturando com lambidas no cuzinho, enfiando um dedo lubrificado, preparando para o pau.
“Quer no cuzinho?”, perguntou ele, voz grave.
“Sim… me fode o cu, irmão. Me faz gritar.”
Ele lubrificou com saliva e o mel da buceta, empurrando devagar. O anel apertado resistindo, depois cedendo, o pau invadindo centímetro por centímetro. Maria mordia o lábio, dor misturada com prazer, lágrimas nos olhos. “Devagar… ai, caralho, tá grosso.”
Quando entrou todo, ele parou, deixando ela se acostumar, beijando o pescoço suado. Depois fodeu ritmado, sentindo as contrações, o tesão animalesco. Ela gozou só com isso, o clitóris roçando no lençol, o corpo tremendo.
Eles falavam durante: sobre a culpa que os excitava, o ciúme que inflamava o desejo. “Eu via você com aquela vadia da namorada e queria te roubar pra mim”, confessou Maria, ofegante.
“Eu te via saindo com aqueles idiotas e imaginava te fodendo pra mostrar quem manda”, rebateu ele.
O álcool era o catalisador: caipirinhas fortes que bebiam no quarto, tornando os atos mais sujos, mais intensos. Uma noite, ela o fez lamber o cuzinho depois de gozar na buceta, misturando fluidos, sabores proibidos.
Mas o realismo psicológico batia: depois do sexo, vinham os momentos de dúvida. Deitados suados, Maria chorava baixinho. “Isso é errado, Pedro. Mas eu não consigo parar.”
Ele a abraçava, o pau ainda semi-duro contra a coxa dela. “Eu também não. É como se fosse destino.”
A tensão crescia com o risco: quase pegos pela mãe uma vez, quando ela entrou no quarto e eles fingiram dormir. Isso só aumentava o tesão, o voyeurismo implícito de imaginar serem descobertos.
No último dia, o clímax. Bebidos de whisky, eles foram para o celeiro abandonado. Maria se exibiu nua na palha, masturbando-se devagar, dedos na buceta molhada, gemendo o nome dele. Pedro assistia, pau na mão, latejando.
Então a fodeu em todas as posições: de quatro, sentindo o cu se abrir fácil agora; de lado, beijando enquanto metia; em pé, contra a parede de madeira, pernas dela enroladas na cintura.
O final épico veio ao amanhecer. Deitados na palha, exaustos mas insaciáveis, ele a penetrou de novo, devagar, sensorial. Descrevendo cada sensação: o pau pulsando dentro da buceta quente, as contrações ritmadas, o suor misturando cheiros, os gemidos ecoando.
“Goza comigo, Maria. Vamos gozar juntos, como se fôssemos um só.”
Ela cravou as unhas, arqueando, o orgasmo os atingindo como uma explosão. Jatos de porra enchendo ela, fluidos escorrendo pelas coxas, corpos tremendo em uníssono.
Depois, o resíduo: deitados, ofegantes, sabendo que aquilo não acabaria ali. “Vamos continuar na cidade?”, perguntou ela, voz baixa.
“Sim”, respondeu ele. “Mas secreto. Nosso segredo.”
Eles voltaram para casa, o desejo queimando como brasa, prometendo mais noites de tesão proibido.
A viagem de volta foi silenciosa, mas carregada. Pedro dirigia, mãos apertando o volante, o pau ainda sensível do sexo matinal. Maria ao lado, pernas cruzadas, o short marcando a buceta que ele havia fodido horas antes. O cheiro de sexo pairava no carro, misturado com o ar condicionado.
“Lembra da primeira vez que senti isso?”, perguntou ela, quebrando o silêncio.
“Quando?”
“Aos 16. Você me ensinando a nadar no riacho. Suas mãos na minha cintura, e eu senti um formigamento na xota. Achei que era normal, mas depois… sonhei com você.”
Pedro engoliu seco. “Eu também. Te via trocando de roupa pela fresta da porta. Meu pau ficava duro na hora. Me sentia um monstro.”
Ela riu baixinho, mão no joelho dele. “Não é monstruoso. É humano. Desejo cru, sem filtro.”
Na cidade, o segredo continuou. Encontros furtivos no apartamento dele, depois da faculdade dela. Bebidas sempre presentes: vinho tinto que escorria pelos corpos nus, lambido devagar.
Uma noite, no sofá, Maria montada nele, pau fundo na buceta. “Me conta um segredo sujo”, pediu ela, rebolando lento.
“Eu me masturbava cheirando sua calcinha suja quando você deixava no banheiro.”
Ela gemeu, acelerando. “Porra, que tesudo… eu via você no banho e imaginava chupar seu pau.”
O sexo evoluiu: introduziram brinquedos. Um vibrador que ele usava no clitóris enquanto metia no cuzinho. Sons de zumbido misturados com gemidos, contrações violentas.
Mas a psicologia aprofundava. Ciúme: quando ele saiu com uma amiga, Maria o confrontou, olhos flamejantes. “Você fodeu ela?”
“Não”, mentiu ele, mas o tesão explodiu. Foderam com raiva, ele dominando, mãos no pescoço dela levemente, sem machucar, só pressão que a fazia gozar mais forte.
Vergonha: depois, ela chorava. “Somos doentes?”
“Não. Somos reais”, respondia ele, beijando as lágrimas.
O fetiche crescia: exibição. Uma vez, no carro estacionado em um beco escuro, ela o chupou enquanto ele dirigia devagar, risco de serem vistos.
Outra, no banheiro da faculdade dela, rápido e sujo, pau na buceta contra o espelho, reflexos multiplicando o proibido.
Meses passaram. O tesão alcoólico virava rotina: festas onde bebiam juntos, fingindo inocência, depois fodendo no banheiro.
Mas o épico final veio em uma viagem de volta à chácara, só eles dois, pais viajando. Bebendo whisky puro, nus na varanda, sob as estrelas.
“Quero tudo hoje”, disse ela. “Buceta, cuzinho, boca. Goza em mim inteiro.”
Ele a levou ao riacho, água gelada contrastando com corpos quentes. Fodeu na margem, lama grudando na pele, primal.
Depois, no quarto, amarrada de novo, olhos vendados com uma gravata. Ele torturava: lambidas leves no clitóris, dedos no cu, pau roçando sem entrar.
“Por favor… me fode”, implorava ela.
Quando entrou, foi épico: ritmos variados, devagar para construir, rápido para explodir. Gozaram múltiplas vezes, fluidos por todo lado, cheiros intensos, sons animais.
No clímax final, deitados exaustos, ele sussurrou: “Te amo, Maria. Não como irmã. Como tudo.”
Ela chorou de prazer. “Eu também. Vamos viver isso, custe o que custar.”
O desejo permanecia, melancólico e eterno, prometendo mais