Minhas aventuras na cama já fizeram eu devorar todo um lado da minha arvore genealógica, não tinha mais nenhuma outra mulher do lado da minha mãe para eu conferir, então talvez tivesse chegado agora a hora de explorar o outro lado dessa árvore.
Meu pai não tinha sido nada legal com minha mãe, ele já tinha uma filha de 4 anos, e quando sua amante deu à luz sua outra filha, tudo isso foi apresentado de uma maneira bem dura pra minha mãe. Ela ainda tentou conviver com isso alguns meses, mas logo desistiu e pouco tempo depois evoluiu para o divórcio.
Dentro do possível, meus pais tiveram uma vida relativamente normal e saudável, meu pai comparecia com a pensão e a gente sempre teve um patrimônio que nos dispensava de maiores preocupações. Na pratica, no entanto, eu nunca cuidei de fazer parte da nova família do meu pai, e inconscientemente separei as duas famílias, deixando inclusive tios e primos longe das nossas vidas. Alguns poucos eventos ainda conseguiam reunir a família, mas visivelmente parecia faltar algo que nos unisse.
O nome Jessica ficou por um bom tempo ecoando nos corredores de casa como um fantasma que veio destruir o lar. Minha mãe, tia e vó simplesmente não suportavam a presença dessa amante, mesmo depois que meu pai oficializou um casamento com ela.
Um pouco mais nova que minha mãe, Jessica sempre foi muito bonita e simpática, ela em breve completaria 38 anos, e dentre todos, ela sempre parecia fazer mais questão de ser gentil comigo. Levei alguns bons anos pra vencer meu ranço e me permitir sentar à mesa com eles sem ter mil ideias desagradáveis me torturando, mas ela sempre cuidava de ser carinhosa e atenciosa comigo.
A empresa onde trabalho fez um dos raros eventos onde eu deveria participar presencialmente, duas semanas em Trancoso, na Bahia. Não era nada mal curtir um pouco de praia, só ia estranhar um pouco ter que dar uma pausa na extensa agenda sexual que eu havia conquistado recentemente, mas nenhuma delas se opôs à minha ida.
Assim que aterrissei, não demorou pra van levar todo o grupo para o hotel. Meu bom rendimento nos negócios me garantia status suficiente pra ter um quarto só para mim, que não era nada mal dentro da boa onda de sexo que eu vivia.
Malas arrumadas, banho tomado, e pouco tempo depois já estávamos no primeiro evento, que foi apenas uma apresentação da diretoria para as metas do próximo ano, incluindo novos produtos, mercado alvo, objetos e principalmente os bônus por metas atingidas. Nada essencialmente diferente do que eu via regularmente, mas devo confessar que gostava desse trabalho e do bom rendimento que ele me garantia.
No final da manhã recebemos a boa notícia de que o resto do dia seria livre para nossa exploração de praias a barzinhos, então voltei ao quarto para vestir algo menos formal. Quando desci e fui deixar as chaves na recepção, uma voz suave e acompanhada de um leve perfume sussurra ao meu ouvido:
- Bom dia!
Quase cai de costas...
- Jessica? Bom dia... Você por aqui? Cadê meu pai?
- Nossas férias seriam aqui, mas o escritório pediu a ele mais uns dias pra resolver uma emergência... você me conhece, sabe que eu não estava disposta a perder as diárias desse hotel, então falei pra ele que ia na frente e depois ele me encontraria aqui pra curtirmos o restinho das férias.
Dez ou mais dias sozinha na Bahia... meu pai realmente não deve ter todos os parafusos bem apertados dentro da cachola. Fizemos uma chamada rápida de vídeo e conversamos, ele ainda estava no expediente e não poderia ficar muito tempo ali com a gente.
Eu já vinha gradualmente mudando minha atitude em relação a ela, não sentia mais o ódio que nutria nos primeiros anos, sempre achei ela bem bonita e atraente, até mesmo dedicando uma ou duas bronhas pra ela, mas devia confessar que ela não era exatamente a pessoa que eu planejava ter do meu lado agora, empatando minhas buscas por algo mais saboroso.
- Olha, eu não tenho nada pra fazer, e pelo que escutei nos corredores, vocês também têm o dia livre hoje? Que tal a gente conhecer um pouco tudo por aí?
Essa era a última proposta que eu planejava escutar hoje, mas respirei fundo, e para não criar nenhum inconveniente depois com meu pai, preferi abrir mão e acompanha-la.
Sentamos à beira da praia, cuidamos de pedir algo pra comer, e tiramos o resto da tarde pra conversar e tomar nossos drinks. Cervejas bem geladas, caipirinhas e alguns outros drinks, no meio da tarde nos dois já estávamos bem leves e sorridentes, depois da dose razoável de álcool que nos acompanhou.
- Hei, você não vai na água, não?
- Agora não, vou descansar até o sol baixar um pouco mais.
Ela se levanta, desamarra a saída de praia, e sai acenando para mim... um arrepio estranho invade cruelmente minha virilha, algo que nunca antes havia claramente me chamado a atenção: aquela mulher era MUITO gata, realmente gostosa, mas assim bem fora da curva. E olha que eu estava muito bem servido de sexo por todos os lados antes de conferir essa medida.
Não precisei de muito cálculo mental pra entender todo o processo de decisões que conduziu meu pai, a menina era realmente uma coisa de novela, algo assim extremamente sensual, sem nenhum detalhe pra retocar. Bunda, perna, peito, olhos, boca, CABELO, pés... tudo na mais perfeita medida.
“Vou ficar bem quieto aqui pra não arrumar confusão”, esse talvez foi um dos últimos pensamentos lúcidos que me guiaram nessa viagem.
Ela ficou um pouco no mar e logo depois voltou pra nossa barraca. “Nem vou colocar ainda minha saída de praia, vou esperar secar um pouco. ” Isso beirava a tortura para um ser humano ali na minha posição.
Eu chegava a ver a cena quase em câmera lenta... ela cruzando e descruzando as pernas, espreguiçando, reclinando, se esticando para pegar o copo sobre a mesa. Eu estava hipnotizando, a mulher era algo cruel, era virtualmente impossível estar ali com ela e não ter pensamentos puramente sexuais. E o mais curioso, a gente já convivia de certa forma há 15 anos, nunca antes minha ficha tinha caído desse jeito. Sempre achei ela muito bonita e atraente, mas nunca dessa forma, seja talvez por roupas mais comportadas, ou pela raiva que me consumia na época, mas agora a tortura estava realmente engraçada, eu estava incontrolavelmente de pau duro contemplando a mulher do meu pai. Aquilo ia dar muita merda...
Duas ou três vezes ela ainda se levantou para o toilette ou para algum novo pedido, e conferir aquela bunda desenhada do compasso chegou a fazer mal pra mim... “Parabéns, meu pai, taca-lhe rola numa mulher como essa.”
Chegou o fim de tarde, e eu me virava no avesso para tentar ser natural e ter diálogos minimamente coerentes com ela. Se fosse outra pessoa, eu não teria a menor dúvida sobre meus próximos passos, mas o bom senso me fazia respirar fundo e ter um mínimo de juízo ali.
- Que tal irmos pro hotel, Jessica? Daqui a pouco o sol se põe, a gente pode se arrumar e ficar pronto pros eventos da noite. Eu olhei nos cartazes, e a música deve rolar até o nascer do sol...
Ela concordou e voltamos pro hotel, com ela rindo apoiada nos meus ombros. Que dureza! Fui tomar um bom banho pra lavar o corpo e a mente, e ao segurar minha virilha, vi que era inevitável eu ter que bater uma ali pra ela, senão eu ia perder o controle. Nunca antes eu imaginava que isso pudesse ocorrer comigo, eu estava totalmente fora do controle com aquela mulher maravilhosa, que se desdobrava para ser agradável e atenciosa comigo.
Desci até a recepção e fiquei aguardando por ela. Ela usava agora um vestido florido, não tão provocante quanto o biquini de hoje à tarde, mas não menos sensual sobre seu corpo. Seria menos complicado ficar ao seu lado, mas agora minha antena estava ligada, eu não conseguia ver aquela mulher com outros olhos.
Decidimos jantar antes de voltar pros eventos na praia, e mil outras conversas nos arrastaram ali, desviando com sucesso parte do meu pensamento. Consegui manter o mínimo de lucidez durante todo o jantar, rindo com histórias divertidas da família, e logo decidimos ir até a praia pra curtir a noite.
Mais alguns drinks, muitas luzes e música, e a gente realmente estava curtindo um pouco daquilo, não tinha sido uma má ideia passar a noite com ela lá. Como eu teria uma nova apresentação, combinamos um horário limite para não comprometer nada no dia seguinte. “Meia noite, ok?”, esse horário dava pra curtir muito e ainda descansar pro dia seguinte.
Um pouco antes disso, talvez umas 11:00h, um rapaz bêbado começou a provocar Jessica, fazendo gracinhas e propostas inconvenientes. Eu segurei ela forte pelo braço e disparei:
- Cai fora daqui, não vê que minha namorada está acompanhada?
O imbecil parece ter se tocado e foi incomodar em outros lugares. Jessica ficou me olhando, meio que agradecida pela proteção, mas havia algo diferente em seus olhos...
- Namorada? Ser promovida de madrasta para namorada é algo que eu não tinha pensado para essa viagem.
- Imagina, Jessica... tive que falar isso pro imbecil parar de te incomodar, sem ter que quebrar dois ou três dentes dele.
- Tá certo..., mas se você não se importa, vou ficar abraçadinha aqui com meu “namorado”, pra nem dar chance pra outro imbecil nos incomodar.
A gente não teria a menor dificuldade com essa encenação, ninguém jamais suspeitaria que aquela gata era mais velha eu, e ainda mais com toda a energia que a gente transmitia junto ali. Ainda bem que ela se aninhou do meu lado e não na minha frente. Ter aquele corpo colado no meu, sentindo seus seios roçarem nos meus braços, disparava um efeito colateral na minha pistola, e não seria nada elegante ela perceber que seu enteado estava com a tenda armada por ela.
Quando bateu meia noite, olhamos pro relógio e decidimos voltar pro hotel, apesar de tudo de gostoso que ainda rolava ali na praia. Chegamos na recepção, pegamos as chaves e fomos pro elevador. Quando chegou no seu andar, ela segurou minha cabeça e me tascou um beijo respeitável.
- Boa noite pro meu namorado!
Respirei assustado com aquilo... era mais gostoso do que deveria!
- Ainda bem que meu pai não está aqui... eu ia apanhar dele com certeza!
- Só se ele por acaso visse isso...
Segurei ela forte, e arrastei para fora do elevador, retomando aquele beijo. Puta que pariu, o que era aquilo? Ela me toma pelas mãos e me arrasta pro seu quarto. “Vai dar merda, mas seja o que Deus quiser”
Desnecessário descrever o que rolou até o nascer do sol... que apresentação o caralho, eu não estava nem aí com o que ia rolar no dia seguinte, eu ia me chafurdar nas carnes daquela tentação. Rasguei aquele vestido e meti muito em todos os buracos possíveis dela, trepamos alucinadamente tanto quanto foi possível pra um ser humano, acho que quando raiou o dia, eu já nem achava que ia conseguir sobreviver mais...
Dormimos abraçados até quase a hora do almoço, e despertei com seu beijo.
- Bom dia, namorado!
- Bom dia, Jessica... mas acho que melhor do que ontem, vai ser quase impossível. Puta que pariu, o que é que aconteceu aqui?
Ficamos quase uma hora conversando sobre tudo que acontecia na vida dela. Ela havia se apaixonado pelo meu pai ainda adolescente, eles foram pra cama quando ela mal tinha 15 anos e nunca mais conseguiram se desgrudar. Pouco tempo depois nasceu a Sara e alguns anos depois a Pat, uma menina desde sempre mal humorada. Seu nascimento culminou no divórcio dos meus pais, e ele logo se mudou para um novo apartamento com elas, formalizando o casamento quase um ano depois.
A vida deles seguia um certo ritmo que eu não fiz muita questão de acompanhar, eu participava o mínimo possível do que acontecia do lado deles. Eu apenas acompanhava minhas irmãs se tornado adolescentes bem interessantes, e se tivesse a mentalidade que eu tenho hoje, com certeza eu já teria arrastado ambas pra algum motel há um bom tempo, elas não fugiam do padrão de qualidade da mãe delas.
- Mas e agora, como a gente fica? Você é casada com meu pai...
- Deixa de ser besta... ele não precisa saber disso, fica só entre você e eu. Ele me usou pra plantar um par de chifres na sua mãe, então não seria o fim do mundo eu te usar pra meter um outro par de chifres nele... e confesso que bem provavelmente meus chifres já devem estar esbarrando nos fios da rede elétrica, eu tenho certeza que ele ainda comendo adoidado por ai, o trabalho dele não justifica o tempo que ele passa fora de casa. Imagina você se eles iam pedir 12 dias dele, no meio de umas férias longamente planejada. Ele está é se refastelando em buceta por aí, e provavelmente me encaminhou pra cá pra poder foder mais tranquilo.
Era estranho ouvir essa perspectiva da realidade... concordo que a fidelidade matrimonial não parecia ser exatamente a tônica da realidade familiar deles, mas ouvir isso com todas as letras não era exatamente confortável. Tudo bem que, naquele momento, o privilegiado era eu mesmo, saboreando cada pedaço daquela tentação de mulher, e sem precisar pedir muito, rasguei aquela buceta mais uma vez antes de descermos pro almoço.
- Tá legal, mas como a gente fica em relação ao meu pai? Eu vou querer te comer direto esses dias, acho que você já percebeu o tesão que eu tenho em você, mas como vai ficar isso com ele? Ele vai estranhar me ver tanto assim do seu lado.
- Só vai estranhar se ele te ver... a gente não está exatamente em nossos melhores momentos, essas férias seriam uma chance da gente acertar os ponteiros com muita carne dentro carne, mas ele nitidamente adiou sem maiores explicações, além de uma desculpa profissional muito esfarrapada pouco antes do embarque.
“Digamos assim que a gente está numa pausa em nosso casamento... não é uma separação em si, mas a gente já andava meio afastado já há algum tempo, ele nem me procurava mais na cama, mal conversava comigo e a gente sequer se entreolhava. E olha que eu tenho um tesão fodido no seu pai, eu ainda era uma menina quando aquilo entrou a primeira vez e me quase me rasgou em duas, eu não queria outra coisa na vida a não ser empalada pela vara dele. Se você não ligasse pra ele ontem, a gente talvez nem falasse o dia inteiro, e até agora ele não se preocupou em entrar em contato. Estou triste? Com certeza, eu amo aquele filho da puta, mas no estado de raiva que eu estou, prefiro descontar isso no filho dele, que por sinal tem um pau ainda maior e mais gostoso que o pai, e daqui a pouco as coisas devem normalizar entre a gente.”
Caralho, ela ia descontar a raiva dela comigo na cama... um bom presente, certamente eu não ia reclamar nada, mas não era exatamente uma ideia confortável. Quando eu devoro minha mãe, minha tia ou minha vó, nenhuma delas tem um parceiro, a gente não estava traindo ninguém, poderia até ser questionado no aspecto de suruba incestuosa, mas a gente não estava abalando nenhuma outra estrutura familiar ali. No entanto agora, eu estava metendo meu caralho no meio de uma família que estava desagregando, a sensação que eu tinha era que cada bombada que eu dava nela, eu estava rasgando a família do meu pai... mas devo confessar que não me arrependia de arrebentar mais algumas pregas do cu daquela mulher e inunda-la com minha semente, aquilo era um presente bem especial que eu não desdenhava.
Exceto por uma ou duas ligações de voz que ela fez para ele ao longo dessas duas semanas, eles praticamente não mantiveram nenhum contato, pra minha surpresa... era como se eu estivesse tomando conta do patrimônio dele. Se não fosse eu, seria com certeza qualquer malandro outro interessado em foder aquele pedaço de mau caminho.
Passamos assim quase duas semanas fazendo o outro gozar, ela fez comigo o que sabia de melhor, e eu estava sendo paparicado da melhor maneira que podia. Com certeza tive ainda que participar de um ou outro evento ali em Trancoso, não poderia simplesmente desaparecer e desperdiçar algumas das boas oportunidades profissionais que se descortinavam para mim, mas meu foco agora era unicamente prestigiar a mulher que de certa forma jogou minha mãe em meus braços.
“Parabéns, papai... eu estou fodendo duas das suas mais notáveis conquistas, e posso confirmar que seu padrão de qualidade é invejável. Vai tomar no cu com essas duas, meu pau vai precisar de meia sola de tanto que eu fodo minha mãe e agora também minha madrasta.” Eu ria sozinho de pensamentos como esses, eu jamais seria tão verbal com meu pai sobre esse assunto, mas confesso tudo aquilo que eu conferiria com a ponta do meu pau era um presente que eu agradecia do fundo do coração.
Trepamos muito, alucinadamente, todos os dias e horas que podíamos. Que se dane praia, drinks, shows ou qualquer outra coisa. Uma ou outra apresentação da empresa, um bom almoço ou jantar, e o resto era puramente martelar aquela buceta até eu me acabar.
Vai trepar bem assim na puta que pariu... eu sempre fui muito bem servido em sexo, desde pequeno eu sempre tive o melhor que desejei, eu catava as menininhas da vizinhança e a gente se refestelava como podia. Agora mais recentemente, depois de muitas namoradas e ficantes, eu tinha descoberto que minha mãe, sua irmã e a mãe delas iriam dar continuidade na minha saga enlouquecida por buceta. Acho que nunca na minha vida eu poderia imaginar que eu ia ter tanta mulher querendo meu caralho, a minha seiva ia sendo drenada diariamente por cada uma delas, e agora uma nova delicinha de mulher parecia querer entrar nessa lista.
Estava se aproximando o final da minha viagem, e conforme esperado, meu pai chegaria para ficar alguns dias com ela enquanto eu ainda estava ali. Era muito estranho vê-la novamente do lado dele, depois de tudo que a gente tinha feito na cama, mas eu logo embarcaria de volta e ia deixá-los sozinhos para recuperar parte de sua boa conexão.
Confesso que embarquei com saudade daquela bunda, e desnecessário dizer o quanto eu tinha esporrado naqueles cabelos. Eu ia agora voltar para o meu berço, onde esse bebezinho aqui ia ser cuidado pela família dele, podendo mamar o quanto quisesse, me dariam bastante banho pra eu ficar com o bilauzinho bem limpinho, e me colocariam na cama pra noite terminar bem... falando assim, obviamente parece algo infantil e imbecil, mas realmente elas me davam um carinho super especial. O incesto mudava radicalmente a perspectiva de tudo... Os seios de minha mãe não alimentavam mais meu corpo, mas sim minha libido. Minha vó não me levava pra cama pra dormir, mas pra tomar uma surra de piroca que praticamente a descadeirava. Minha tia me levava pro banho, mas nossa preocupação nunca foi o chuveiro ou sabonete, mas sim pra que lado eu ia jogar a perna dela pra furar melhor aquelas carnes.
Minha madrasta embarcava de volta depois de quase um mês no litoral baiano, e os primeiros contatos que mantivemos depois do retorno deles era de que ela havia sim conseguido retomar um bom ritmo de vida com meu pai, ele parecia ter voltado a ser o cara que tinha interesse e tesão nela, e ela nunca deixou de ter desejos por ele. Mas agora, a salada parecia ter novos temperos...
Marcamos uma saída rápida pra almoçar no shopping e conversar sobre tudo que havia acontecido, tanto entre nós como principalmente entre deles depois disso. Acho que aquela deve ter sido uma das mais rápidas refeições que eu já fiz num shopping, menos de 10 minutos depois a gente já estava num motel enfiando os dedos em todos os buracos do outro, a gente parecia querer tirar o atraso como dois cachorros loucos.
- E agora, como vamos conduzir nossas vidas? Vou virar seu amante?
Essa era uma pergunta interessante... não havia uma resposta perfeita pra isso. A gente se curtia muito na cama, não tínhamos a menor dúvida nesse sentido, mas ela era fascinada pelo meu pai, então certamente a gente ia ter que alinhar agendas e locais pra descarregar nosso tesão, sem deixar claro pro resto do mundo que o enteado estava comparecendo naquela madrasta tão gostosa...
Se eu soubesse que ela seria assim na cama, acho que eu não perderia tantos anos remoendo raiva, principalmente agora que eu comia ambas as principais mulheres do meu pai. Confesso que fiquei curioso sobre qual seria o nível das demais mulheres que ele certamente furava, mas essa seria uma descoberta pra ser feita na hora certa, gradualmente e sem pressa, e principalmente se for com direito a prêmios como esse que agora conferia com a cabeça do meu pau.
Dando continuidade na minha lista renovada, quem seria a próxima a ser desvendada? Talvez a mau humorada fosse uma boa opção, muito atraente, ela invariavelmente me deixava de pau duro em nossas conversas, ou quem sabe nossa outra irmã, ainda mais gostosinha embora mais reservada, mas a possibilidade de invadir a carne de mulheres com sangue do meu sangue parecia mexer bastante comigo. Enquanto isso, eu voltava pra minha deliciosa rotina de amassar a buceta da minha vó e suas descendentes...