No dia seguinte, Suzy acordou cedo, o corpo ainda dolorido da noite anterior, especialmente a buceta latejando de tanto apanhar daqueles 29cm. Ela escolheu um vestido justo e colado ao corpo – vermelho escuro, decotado na frente e curto nas coxas, marcando cada curva generosa, os seios quase saltando e a bunda empinada realçada pelo tecido elástico. *Se eu vou ter que fazer isso, pelo menos uso o charme pra ver se ele amolece um pouco. Mas sei que ele vai querer o cu de novo...*
Chegou à concessionária antes das sete e meia, o lugar ainda vazio, apenas o segurança na portaria. Subiu direto para o andar administrativo e bateu na porta da sala de Alan.
– Entra – disse ele, já esperando, voz satisfeita.
Alan estava sentado atrás da mesa, camisa social aberta no colarinho, o pau já semi-duro só de pensar nela. Quando viu o vestido justo, os olhos brilharam. *Caralho, que visão. Essa putinha veio pronta pra ser comida.*
– Bom dia, Alan... vim cedo, como você pediu – disse Suzy, fechando a porta e trancando, o coração acelerado.
– Bom dia, delícia. Esse vestido... tá querendo me matar, hein? Vem cá, de joelhos primeiro. Quero essa boca quente logo cedo.
Ela se aproximou, ajoelhando-se entre as pernas dele enquanto ele abria a calça. O pau monstruoso saltou, já duro, a cabeça cogumelo inchada pulsando. Suzy segurou a base grossa, lambendo devagar, depois engolindo o máximo que conseguia, a boca esticando ao limite.
– Isso... chupa fundo, como ontem. Você tá ficando boa nisso – gemeu ele, segurando os cabelos pretos dela, guiando o ritmo.
Depois de minutos intensos, com a boca dela cheia de saliva e pré-gozo, Alan puxou-a para cima.
– Agora no sofá. De quatro, quero essa bunda empinada.
Suzy obedeceu, subindo no sofá de couro da sala, apoiando os joelhos e as mãos, o vestido subindo até a cintura, revelando que não usava calcinha. Alan se posicionou atrás, esfregando o pau na buceta molhada antes de entrar de uma vez, afundando tudo.
– Ahhh... caralho, que pau grande! – gemeu ela alto, o corpo se arqueando.
Ele bombou forte, as mãos apertando a cintura fina, os quadris batendo com força contra a bunda dela, o sofá rangendo.
– Isso, geme pra mim. Essa buceta é minha agora – rosnava ele, mudando o ângulo para bater mais fundo.
Transaram assim por um tempo, suados, o escritório começando a encher de gemidos altos dela. Depois de uns dez minutos, Alan saiu da buceta, espalhou lubrificante que já deixara preparado na mesa lateral e posicionou a cabeça enorme no cuzinho apertado.
– Agora sim. Hoje você aguenta, Suzy. Relaxa esse cu pra mim.
– Alan, por favor... vai devagar... ontem já doeu tanto – implorou ela, mas ele pressionou firme.
A cabeça cogumelo forçou a entrada, esticando o anel ao máximo. Suzy gritou imediatamente:
– Aiii! Meu cu! Tá rasgando, caralho! Devagar!
Ele não parou, empurrando centímetro por centímetro, o pau grosso abrindo caminho com dificuldade, mas dessa vez mais preparado pelo lubrificante e pela insistência dele.
– Relaxa, respira... tá entrando. Que cu apertado, porra! – grunhia Alan, suando de esforço e tesão.
– Ai meu cu! Tá doendo pra caralho! Não aguento, Alan... aaaah! Meu Deus, tá me partindo ao meio! – gritava ela, lágrimas escorrendo, as mãos apertando o encosto do sofá, mas sem conseguir escapar.
Depois de minutos de pressão constante, ele conseguiu afundar tudo – os 29cm inteiros no cu dela, as bolas batendo contra a buceta.
– Consegui! Todo dentro desse cuzinho virgem. Agora vou foder de verdade.
Ele começou a bombar, devagar no início, depois acelerando, fodendo o cu dela com força por exatos 15 minutos, mudando o ritmo, saindo quase todo e entrando fundo, as mãos abrindo as nádegas para ver o pau desaparecer ali.
Suzy gritava sem parar:
– Aiii meu cu! Tá queimando! Caralho, que pau enorme no meu cu! Não para de doer... aaaah! Vai devagar, por favor! Meu cu tá rasgado!
– Cala a boca e aguenta, putinha. Esse cu é meu agora – respondia ele, gemendo alto de prazer, o cu apertado massageando o pau como nunca.
Finalmente, ele tensionou, enterrando fundo:
– Vou gozar... encher esse cu de porra!
A esporrada veio como uma enchente – litros de esperma grosso e quente jorrando dentro do cu dela, jato após jato interminável, enchendo tanto que escorria pelas coxas quando ele saiu, o pau ainda pulsando e espirrando mais no chão.
Suzy desabou no sofá, o cu latejando, ardendo, incapaz de fechar direito. *Meu Deus... ele conseguiu. Me rasgou toda... tá doendo pra caralho, parece que tá aberto.*
Alan limpou o pau na bunda dela, rindo satisfeito.
– Perfeito. Agora vai trabalhar. E vem de novo amanhã, mesmo horário.
Ela se arrumou como pôde, o vestido colado agora amassado, o cu doendo a cada movimento. Saiu da sala mancando visivelmente, as pernas tremendo, tentando andar normal mas sem conseguir – cada passo uma pontada no cu dilatado, sem poder sentar direito o dia todo.
Enquanto isso, alguns funcionários já haviam chegado cedo e estavam no corredor ou na copa próxima. Ouviram tudo: os gemidos altos, os tapas, e especialmente os gritos dela.
– Caralho, ouviu isso? – sussurrou o vendedor Marcos para a recepcionista Fernanda, os dois tomando café. – Parecia que tavam matando alguém lá na sala do Alan.
– Eu ouvi! Ela gritando "ai meu cu!", "tá rasgando meu cu!", "que pau enorme no meu cu!"... repetindo sem parar – respondeu Fernanda, olhos arregalados. – Era a Suzy que saiu agora mancando? Tá andando esquisito, como se tivesse levado no rabo mesmo.
– Com certeza era ela. Vi ela entrando cedo, vestida daquele jeito de vadia. E o Alan tá com cara de quem comeu e não quer mais nada – riu baixinho o estoquista Pedro, que passava pelo corredor. – Aposto que ele tá comendo a novata. E pelo jeito, no cu dela. Nunca ouvi uma mulher gritar tanto "meu cu tá rasgado!" assim.
– Mas ela tava gemendo também... tipo gostando e doendo ao mesmo tempo – comentou outra vendedora, ouvindo a conversa. – Será que é consensual? Ou o Alan tá forçando? Porque ela saiu quase chorando, mancando feio.
Os comentários correram o dia todo em sussurros, olhares para Suzy que passava sem conseguir sentar nas reuniões, ficando em pé ou apoiada na mesa, o rosto corado de dor e vergonha. Ela ouvia os cochichos, morrendo de humilhação, mas sem poder fazer nada – o segredo das fotos ainda na mão de Alan.