Desejos confessos _ Parte 1

Um conto erótico de M. Junior
Categoria: Gay
Contém 1357 palavras
Data: 17/01/2026 18:29:24

Este é o primeiro conto de uma série na qual pretendo contar com detalhes meu relacionamento que tive por oito anos com um homem libanês bem mais velho do que eu, mas me tratava como nenhum outro tratou depois dele.

O que passo a relatar a partir de agora aconteceu a partir de 1986 quando eu ainda era muito jovem e as pessoas comuns nem sonhavam com a possibilidade de existir telefones celulares e internet.

Eu estava a procura de emprego e como costumava fazer pegava os classificados no jornal aos domingos.

Eu circulei três locais para visitar. Eram todas lojas onde eu poderia achar a colocação como balconista e ganhar meu dinheiro.

Eu fui a dois lugares pela manhã, preenchi fichas de emprego (quem é da época vai se lembrar) e me disseram que entrariam em contato assim que possível.

Eu já estava acostumado com essa desculpa e no meio da tarde fui ao endereço no bairro do Bom Retiro em São Paulo. No endereço encontrei uma loja de roupas femininas e tecidos cujos donos eram libaneses. Eu confesso que já estava desanimado porque eles sempre foram muito criteriosos só empregavam brasileiros que se mostrassem muito empenhados.

De pé, no balcão encontrei um senhor de mais de sessenta anos na época, seu nome era Said e foi ele quem chamou o filho para fazer minha entrevista.

Bem, eu sempre me senti profundamente atraído por homens mais velhos e quando o filho veio até a frente da loja, não pude deixar de ver que era um homem muito bonito. Tinha os cabelos levemente encaracolados e castanhos escuros. No rosto ostentava um bigode robusto e meticulosamente bem cuidado. Naquele dia estava usando uma camisa de botões aberta três botões deixando à mostra aquele seu peito extremamente peludo.

Naquele momento eu tremi por dentro de desejo por ele e tentei ao máximo não dar pinta, mas confesso que foi extremamente dificil.

Ele me pediu para o seguir até o escritório nos fundos da loja. Ele foi à frente abrindo espaço e quando nós chegamos ao pequeno escritório. Ele me pediu para me sentar.

Ele ficou em pé diante de mim e não teve jeito senão olhar diretamente para o meio das suas pernas. Ele usava uma calça de tergal, muito comum naquele tempo e a calça marcava muito o volume entre as pernas dele.

Antes de se sentar, ele disse que o dia estava muito quente, abriu mais um botão da camisa e me perguntou se eu estava confortável.

Eu disse que sim, embora fosse a maior mentira, eu tava suando um misto de calor e desejo.

Ele me fez perguntas corriqueiras e em vários momentos achei que prestava mais atenção em mim do que nas minhas respostas.

Ao final perguntou se eu teria disponibilidade de horário, afinal muitos vezes precisaria que eu fizesse horas extras.

Eu disse que sim com um sorriso confiante e quando me levantei da cadeira ele me perguntou se poderia começar no dia seguinte. Eu agradeci a oportunidade e apertei a sua mão.

Ele tinha um aperto de mão firme, as mãos meio calejadas, de homem que pega no batente.

Quando eu estava prestes a sair ele me apresentou ao Said, seu pai e à Fátima, a única balconista.

Os dias que se seguiram foram de trabalho duro. Eu ajudava a atender o balcão, cumpria o ritual de limpeza da loja em dias alternados com a Fátima e também saia para fazer serviços externos, como ir ao banco, cartórios e outras coisas típicas de office-boy.

Enquanto eu me movimentava pela loja, muitas vezes vi o Khalil, este era seu nome, me observar com interesse até que certo fim de tarde de sexta-feira ele me chamou no escritório e me pediu para fazer horas extras me prometendo que sairia por volta das oito da noite.

Te juro, eu não estava esperando por isso, não tinha sido comunicado com antecedência e precisava avisar casa. Quando comuniquei isso a ele, me deixou telefonar em casa. Tirou o telefone do gancho e me entregou para eu fazer a ligação.

Enquanto eu explicava para a minha mãe que iria trabalhar até mais tarde um pouco, ele falava com aquele seu sotaque que aprendi a gostar tanto, que era para ela não se preocupar, que ele me deixaria no metrô quando saíssemos.

Depois de tudo arrumado ao funal do expediente, por volta das seis da tarde. O Said pegou o carro dele e foi para casa. A Fátima já havia saído minutos antes.

Ele.me disse que era para fechar a porta de aço por dentro e ir para o escritório para trabalharmos.

Eu fechei a porta como ele mandou e quando cheguei ele estava sentado, a camisa toda aberta, Os densos e escuros pêlos do peito lhe subiam até próximo do pomo de Adão. A barba cerrada já estava comprida depois do dia de trabalho.

_ Vem, senta aqui do meu lado. Voce Vai conferir comigo estes lançamentos de estoque e as vendas do dia.

As vendas foram fácil de verificar, mas a contagem de estoque estava sendo mais demorada do que eu pensava.

Eu ditava o ítem, ele conferia e pegava da minha mão a ficha até que em dado momento ele pegou no meu punho e direcionou minha mão até seu tórax.

_ Eu percebi o quanto você gosta de olhar para os meus pelos. Pode tocar se quiser.

Eu hesitei por um breve momento e quando percebi, já estava acariciando aquele macho.

_ Por favor, ninguém pode saber disso, disse a ele pedindo cumplicidade.

_ Não se preocupe, respondeu ele. Seu segredo é meu tambem.

Aquelas palavras caíram como um bálsamo me dando segurança para continuar. Eu acariciava seu peito enquanto ele acariciava a minha cintura. Eu estava todo arrepiado.

Em seguida ele foi mais ousado, levou minha mão na direção de seu membro. Eu me deixei levar e em seguida toquei seu pau. Parecia enorme, grosso e muito duro.

_Isso, pega neste pau disse Khalil me estimulando a continuar.

O pau dele estava estourando a roupa.

_Nos nao vamos querer que minha calça fique molhada, não é mesmo, disse ele de forma retórica e já abrindo o botao. Quando ele baixou as calças até os joelhos, pude ver o quanto aquele pau era enorme. A parte da frente da cueca de algodão que usava estava ab erta e podia ver a pele do membro pela abertura.

Ele puxou o elástico da cueca para baixo e liberou a rola. Era muito grossa e comprida.

_Vem, eu sei que você quer!

E eu queria mesmo. Queria senti-lo entre meus lábios. Quando eu me inclinei na sua direção ela afastou mais as pernas para me dar espaço. Eu caí de boca e pela primeira vez estava mamando na pica de um macho adulto dezoito anos mais velho que eu.

Não queria parar mais. ele gemia com aquela sua voz muito grossa. Aquele pau mal cabia na minha boca. Eu tentava engolir inteiro, mas era impossível.

As bolas peludas era um caso à parte. Lambi aquelas bolas peludas até deixa-las feito caroços manga chupadas. Eu aprendi rápido como chupar um macho e minutos depois eu já estava me revezando entre a cabeça, haste e as bolas daquele homem descomunal.

Quando ele estava prestes a gozar me disse para chua-lo mais forte e não muito tempo depois encheu minha boca e garganta com sua porra. Jato após jato daquele semêm foram depositados na minha garganta abaixo.

Quando ele parou de gozar, me ensinou a limpá-lo direitinho e quando ele se levantou e vestiu as calças, seu pau ainda estava meia bomba descendo pela perna da calça.

Ele me puxou para perto dele, me abraçou e me beijou de língua, profundamente. O s pelos do bigode dançando ao redor dos meus lábios e ainda me causando frisson.

_Eu esperava que fosse bom, mas nunca pensei que você pudesse ser tão especial assim. Agora você será sempre meu até quando você quiser.

Eu olhei para ele com certa dúvida, mas depois daquela noite as coisas se intensificaram e estreitaram entre nós e ele sabia perfeitamente bem como conduzir e manter nosso segredo.

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