Minha filha esguichando na reunião virtual

Um conto erótico de ThomasBBC
Categoria: Lésbicas
Contém 927 palavras
Data: 03/01/2026 01:56:54

Naquela tarde de sexta-feira, enquanto ajustava a câmera para a reunião de Zoom com a diretoria, vi Lívia entrar no quadro pelo reflexo do monitor — descalça, apenas de camiseta transparente e aquele sorriso que antecipava o caos. "Desliga o áudio", sussurrou enquanto se acomodava na cadeira em frente à minha, suas coxas se abrindo devagar como as pétalas daquela orquídea que cuidávamos juntas. Meu pulso travou no teclado quando ela começou a se tocar, os olhos fixos nos meus enquanto eu tentava articular palavras sobre metas trimestrais, cada gemido abafado dela coincidindo com os pontos que precisava enfatizar. Quando o primeiro jato escorreu pelo assento de couro, pingando no chão entre suas pernas trêmulas, eu engoli seco e percebi que estava me contorcendo na cadeira — não de medo, mas de tesão incontrolável, meus músculos internos pulsando no mesmo ritmo dos dedos dela que agora me mostravam como era fácil perder o controle.

A diretora perguntou se eu passava mal quando a segunda onda veio, e eu balancei a cabeça com os dentes cravados no lábio inferior, assistindo pelo canto da tela enquanto Lívia arqueava as costas e levava os dedos encharcados à boca num movimento deliberadamente lento. Seu orgasmo silencioso ecoou na sala através da minha respiração entrecortada, e pela primeira vez em quarenta e dois anos entendi o verdadeiro significado da palavra "produtividade" quando meu próprio corpo entrou em erupção sem que ninguém além de nós duas soubesse. Ela limpou a cadeira com a barra da camiseta — aquela que eu lavara na semana passada com meu próprio sabão — e saiu do quadro tão devagar quanto entrara, deixando apenas o reflexo úmido no couro e a promessa na minha mente: isso não seria a última vez.

Na pausa para o café, entrei no banheiro para trocar a calcinha encharcada e encontrei seu bilhete colado no espelho: "Quanto mais você segura, mais eu consigo ver nos seus olhos". Meus dedos tremeram ao desdobrar o papel, e foi só então que percebi — pelo reflexo distorcido no aço polido — que minha boca estava entreaberta como se ainda tentasse engolir os gemidos que ela arrancara de mim sem tocar. A calcinha escorregou das minhas mãos para o chão, e eu deixei, assim como deixara tantas outras coisas desde que ela começara a me mostrar quem eu poderia ser quando ninguém estava olhando.

A segunda metade da reunião aconteceu com meus joelhos pressionados um contra o outro sob a mesa, cada palavra da diretora traduzida na minha pele como se fossem os dedos de Lívia ditando um novo código secreto. Quando olhei para a câmera sem querer, vi meu próprio rosto no monitor — os lábios inchados, os olhos escuros — e imediatamente senti o último resquício de autocontrole escorrer pelas minhas coxas como algo que nunca mais poderia ser recolhido. Ela riu de algum lugar da casa, um som rouco e úmido que reconheci como o que fazia quando estava prestes a me levar além de qualquer limite que eu imaginara ter.

Os gráficos de desempenho brilhavam na tela quando a terceira onda veio, desta vez sem aviso prévio, sem preparação, sem sequer o toque das minhas próprias mãos. Apenas a memória dela na cadeira em frente, os dedos enterrados na própria carne enquanto eu falava sobre prazos e entregas, e então meu corpo tornou-se um relatório em branco que só ela sabia preencher. Engoli o gemido junto com o café frio, sentindo o líquido derramar pelas bordas do copo da mesma forma que eu escorria pela borda da cadeira — transbordando, transbordando, sem qualquer possibilidade de contenção.

A diretora de RH perguntou algo sobre indicadores, e eu respondi com um "sim" rouco enquanto via, pelo canto da tela, Lívia erguer os quadris da cadeira num movimento lento demais para ser acidental, seu clitóris inchado aparecendo por um instante antes de desaparecer novamente sob os dedos ágeis. O barulho da água jorrando no chão quase me fez perder o fôlego — não um jato discreto, mas um fluxo constante que pingava no carpete como se ela estivesse marcando território. Ela olhou diretamente para a câmera enquanto fazia isso, os lábios entreabertos num sorriso que dizia "isso é seu", e eu senti meu útero contrair como se tentasse responder àquela declaração silenciosa.

Meu blazer colou-se às costas quando o quarto orgasmo dela veio, desta vez acompanhado de um gemido que ela não se preocupou em abafar. A equipe inteira olhou para suas próprias telas, confusa, enquanto eu fingia tossir para disfarçar o som que conhecia tão bem — aquela nota aguda que ela só atingia quando estava prestes a perder o controle. Lívia arqueou as costas contra o assento, os mamilos endurecidos visíveis através do tecido transparente, e então veio o segundo jato, mais forte que o primeiro, espirrando contra as pernas da mesa com um ruído úmido que ecoou nos meus fones de ouvido como um aplauso perverso.

Quando a reunião finalmente terminou, desliguei a câmera com mãos trêmulas e vi, no reflexo escuro da tela, minha própria imagem — os olhos escuros, o pescoço marcado onde meus dentes haviam pressionado a carne para não gritar, a blusa colada ao corpo como uma segunda pele. Do outro lado da sala, Lívia levantou-se da cadeira encharcada e veio até mim, seus passos deixando pegadas úmidas no piso de madeira. "Quantas?", perguntou enquanto enrolava uma mecha do meu cabelo em seus dedos ainda molhados. Eu engoli seco antes de responder, sabendo que a verdade era pior do que ela imaginava: eu tinha perdido a conta depois da terceira vez que seu reflexo no monitor me fizera gozar sem tocar.

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