Esse é um caso que ocorreu com uma amiga minha. Vou publicar como se fosse ela contando.
Meu nome é Andressa, tenho 20 anos. Sou magra, mas tenho uma bunda grande. Meus seios são médios. Minha mãe assim que ficou viúva, casou com meu padrasto, o Fábio. Como ele me criou desde pequena, ele me tratava como filha, e eu o tinha como pai. Ele era alto, musculoso e lindo. Tinha uma virilidade de deixar qualquer mulher com tesão ao ser olhada por ele.
Minha mãe era representante comercial e meu padrasto tinha uma academia. Ele começou como personal trainer e depois abriu o próprio negócio. Ela, de vez em quando, viajava por dias. Ele, por outro lado, tinha flexibilidade de horário. Há pouco tempo, notei que ele me observava mais me deixando encabulada. Depois de algumas vezes, caiu a ficha de que ele provavelmente estava me admirando devido as mudanças no meu corpo. Isso me deixou excitada. Daí eu comecei a me insinuar para ele, pois os meus hormônios também me fizeram vê-lo de forma diferente: mais como um homem do que como um pai. Eu sempre esbarrava nele, fazia carinhos, andava de braço dado, beijava no rosto… Tudo isso era mais intenso quando minha mãe não estava presente. E ele permitia minhas ações, mas não esboçava reação.
Vendo que ele não mudava de atitude, eu tive uma ideia: disse a ele que o iria ensinar a dançar forró. Sob o pretexto de ser professora dele, eu podia fazê-lo mesmo quando minha mãe estivesse presente. A diferença é que, quando ela não estava, eu era mais ousada na sedução.
Ele notou minha intenção e começou a mudar de atitude também, quando longe da minha mãe: punha a mão na minha bunda enquanto dançávamos, me colocava no colo dele para conversarmos, beijava meu pescoço. Daí eu me aproveitei e, quando ele me indicou para sentar no colo, eu não sentei de lado, mas de costas para ele, com minha bunda em cima do pau dele. Daí, ele ficou todo sem jeito:
— O que você está fazendo? — perguntou ele enquanto me tirava de cima dele. — Você não pode sentar assim.
— Por que não? — disse eu sorrindo, com o rosto perto do dele.
— Porque você é minha filha e não minha namorada.
— Hahaha, é claro que sou sua filha, pai. Que ideia… — respondi entanto voltava para o colo dele da mesma maneira que antes.
Como desta vez ele deixou, eu continuei sentando desta forma. Às vezes eu rebolava de leve. Passada esta fase no jogo da sedução, eu comecei a me sentar de frente também, olhando nos olhos dele. No começo, era perto do joelho, mas, em poucos dias, eu já ficava com minha xana no pau dele. Esperei uns dias e comecei a sentar no colo dele, de frente ou de costas, mas usando apenas calcinha e soutien. Eu via a cara dele de tesão e ficava bem feliz.
O golpe de misericórdia foi em um dia que eu tomava banho e o chamei para me trazer a toalha. Quando ele me entregou a tolha, pedi para olhar se havia algo de diferente nas minhas costas.
— Suas costas estão normais, Andressa.
— É mais embaixo, pai. Olha de novo aqui. — disse eu indicando um local perto da bunda.
— Não tem nada.
— Sente com a mão.
Ele passou a mão naquela região e eu comecei a ficar ofegante. A mão boba, que de boba não tinha nada, desceu para minha bunda. Nesse momento, ele já não se importava em procurar nada em mim: queria só curtir o tesão de apalpar uma garota. Minha respiração acelerou mais. Eu, assim como ele, não conseguia controlar meu tesão. Daí eu o alertei:
— Se quiser, pode tirar a calça para não ter risco de molhar.
Ele tirou a calça, e eu, mesmo de costas, me torci toda para olhar meu pai só de cueca. Não bastasse ter um corpo sarado, ainda tinha um pau que impunha respeito. Não me contive e disse:
- Uau, que pau gigante pai! Está duro assim por minha causa? -perguntei já sabendo a resposta.
- Claro, oras. Que homem conseguiria olhar para você sem roupa e não ficar com tesão?
- Ah, pai, deixe-me ver. Acho que nunca mais vou ver um pau desse tamanho.
Com isso, ele nem argumentou: já ficou logo pelado. Eu olhei para ele louca de desejo e fiquei admirando um pouco. De repente, sem avisar, eu peguei no pau dele e comecei a fazer carinho. Daí, ele me pegou no colo e me levou para a cama dele.
Já na cama, eu chupava devagar, olhando nos olhos dele. Ele estava com muito tesão e segurou minha cabeça com as duas mãos. Eu comecei a engolir mais fundo e mais rápido. Ele olhou para mim sem acreditar que a enteada dele estava fazendo garganta profunda nele. Não consegui colocar o pau todo na boca, mas entrou bastante. A parte que não cabia na minha boca eu alisava. Então ele disse com dificuldade, segurando minha cabeça:
— Eu vou… ah, eu vou… gozar, ah.
Acho que ele pensou que eu ia tirar a a rola da boca, mas eu não perderia aquele leite por nada. Daí ele começou a jorrar na minha boca. Eu engoli tudo.
Ele caiu meu lado sem forças, eu deitei em cima dele e falei:
— Eu amei chupar você, pai. Seu leite é muito bom!
— Minha bezerrinha safada.
Ficamos deitados por um tempo e dormimos. Acordei com um barulho de alguém entrando em casa. Como eu estava dormindo, demorou um pouco para eu cair na real. Quando eu me lembrei de que estava pelada na cama dos meus pais, eu me levantei e fui correndo para o banheiro me lavar de novo.
Neste dia, fiquei um pouco chateada, pois eu ainda esperava ser comida quando acordássemos. Mas minha mãe chegou e estragou tudo! Por outro lado, eu estava feliz de ter conseguido chegar aonde cheguei. Sabia que dali em diante tudo seria mais fácil com meu padrasto.
A partir desse dia, os olhares que trocávamos passaram a ser mais quentes. Claro que, se minha estivesse perto, era tudo mais sutil.