Sexta-feira cedo, eu estava no aeroporto Santos Dumont para a minha viagem a negócios. Eu estava elegante, sentindo-me leve e essencialmente poderoso. Eu tinha conseguido aliviar a minha tensão na noite anterior e ainda colocar em xeque o suposto relacionamento de Clarisse e Bruno.
Eu e Clarisse não conversamos sobre o assunto desde então. Eu estava aliviado, portanto não vi a necessidade de trair Clarisse. Fiz a minha viagem e retornei para casa. Clarisse estava estranha comigo, não tivemos mais nenhum momento íntimo e eu estava ficando muito carente novamente.
— O que acha de chamarmos o Bruno novamente?
— Marcos, o Bruno sumiu. Está me ignorando depois da palhaçada que você fez com ele.
Eu dei uma risada de canto de rosto. Sabia que, no fundo, tinha deixado profundas marcas em ter deflorado o amante da minha mulher. Eu precisava aliviar o meu tesão, e as minhas punhetas matinais no banheiro tornaram-se mais frequentes do que nunca.
Encontrei Paulo e Teo algumas vezes. Eles já não dormiam em casa mais; nossos encontros eram sempre rápidos e me pareciam felizes. Eu sempre encontrava com Paulo na imobiliária, mas nossa relação era estritamente profissional.
Teo passou a dormir e a praticamente viver na casa de Paulo, e eu imaginava o quanto ele deveria judiar daquele cuzinho. Ao pensar nisso, o questionamento do último conto se fez presente novamente na minha mente.
Clarisse me pediu um tempo e viajou para São Paulo, para casa da família. Então, eu estava sozinho novamente, como me vi tantas vezes durante esses dias. Eu estava muito reflexivo, pensava sobre os meus erros, sobre a realidade que eu havia transformado ao meu redor. Pensava na relação de Paulo e Teo:
"Como posso quebrar a marra de Paulo? Como posso fazer parte dessa relação?"
Mas, ao mesmo tempo, penso que seria um erro. Uma contradição? Sim. Mas é como a nossa mente nos tortura com essas incoerências da vida.
No fundo, eu não aceitava o jeito de Paulo e nem a forma como havia me tratado em uma de nossas conversas, e ainda buscava por desbancá-lo. Eu nunca estava satisfeito com os desfechos que eu mesmo criava.
Eu acordo num dia ensolarado, coloquei meus shorts minúsculos da Nike e sem cueca, coloquei meu tênis sem meia mesmo e uma camiseta de poliamida. Resolvi correr no quarteirão.
Me sentia livre, me sentia leve, a brisa fresca no rosto, e o sol que aquecia ainda mais a minha pele. O céu estava esplêndido, sem nenhuma nuvem. Sentia meus músculos amortecerem as minhas pisadas, correndo pleno pelas ruas. Só havia eu e a minha música no fone de ouvido ali naquele momento.
Me sentia fisicamente desejado, atraía atenção de homens e mulheres, mas talvez eu gostaria de me sentir essencialmente desejado. O suor escorria nas minhas pernas torneadas, o meu pau já marcava o short. Sentia meu pé úmido deslizar dentro do tênis Oncloud sem meia, e a minha camiseta completamente encharcada, devido à corrida intensa de 10km.
Adentrei a casa, e o clima fresco, cheiroso, limpo e elegante contrastava com a minha testosterona que exalava no ambiente, com o meu suor escorrendo e com o meu tesão. Tirei meu tênis, senti o cheiro do meu pé úmido exalar no ambiente. Logo em seguida, tirei meu short sem cueca (meu pau já estava meia-bomba) e tirei a minha camiseta. Joguei tudo no chão. E parti para uma ducha gelada, e ali debaixo me acabei numa punheta. Imaginei eu traçando Bruno, ele implorando, pedindo para eu não gozar dentro, e eu, de pirraça, gozei dentro. Lembrei da cara de Clarisse incrédula, vendo o macho dela contra a própria vontade sendo deflorado por mim. Lembrei da DP que fizemos em Clarisse e o tanto que ela gemia. Com certeza eu tinha elementos para gozar durante um mês, mas o meu prazo estava acabando. Precisava ter um contato físico com alguém.
Gozei, gozei gostoso e farto. Gozei litros, direcionando para o vidro do box do banheiro. Vi minha gala escorrendo e sendo diluída com a água que caía do chuveiro. Dia monótono, sem muita novidade e de muita reflexão.
Eu me sentia sozinho e triste a partir desse dia. A minha forma de controlar as coisas não estava funcionando muito bem.
Paulo e Teo me convidaram para uma viagem até Angra, no próximo final de semana. Estava com receio de aceitar e acabar atrapalhando. Mas eu estava cabisbaixo, e Teo insistiu para eu fosse, pois haviam reservado dois chalés para passarmos o final de semana. Sendo assim, aceitei: eles ficariam em um e eu em outro. Os dias se passaram até o final de semana. Estava muito focado no trabalho e nem para punheta me sobrava tempo.
— Pai, Paulo vai passar umas 21h para pegar a gente.
— Mas como assim? Achei que fôssemos todos no meu carro.
— Para de ser controlador, Pai, você quer controlar tudo.
De certa forma, Teo tinha razão. Queria ir no meu carro, assim poderia ter um maior controle sobre os passeios e eu poderia dirigir. Eu amo dirigir na estrada.
No horário combinado, Paulo passou e, automaticamente, foi convidado para sentar no banco de trás. Paulo e Teo deram um beijo, e Paulo me cumprimentou, foi simpático. Mas percebi que eu não era bem-vindo por ele, talvez fosse a insistência de Teo em me trazer com eles. Eu simplesmente ignorei, fui observando eles conversarem, interagindo em algumas coisas. Estávamos animados com a viagem e fazíamos planos. Tinha pouca interação com Paulo; percebia que havia algo não resolvido entre a gente. Quem sabe, essa viagem não era a oportunidade para alinharmos as coisas.
Chegamos ao chalé, estávamos programando uma ida de barco a Ilha Grande no outro dia. Cada um foi para o seu aposento, e nos encontramos no café da manhã. Eu resolvi colocar uma roupa bem fresca para encarar o dia: coloquei uma sunga, camiseta regata, short e sandálias. Como que combinado, os meninos foram da mesma forma. Nos encontramos no café, conversamos o quanto aquele hotel era confortável e nos dirigimos ao cais. Paulo pediu para eu ir dirigindo, pois estava cansado.
Pegamos o barco, e foram 30 minutos na escuna até chegar à Ilha Grande. O dia estava esplendoroso, lindo e céu claro, com poucas nuvens, anunciando um dia promissor, típico praiano do Rio de Janeiro.
Andamos pela ilha, conhecemos algumas praias e almoçamos em um restaurante em Vila do Abraão. Tomamos algumas garrafas de vinho e, logo mais, pretenderíamos retornar a Angra.
O tempo virou repentinamente, caiu um temporal, ocasionando queda de energia na ilha e a parada de todo o transporte de retorno até o continente. Resolvemos esperar, aliás, era o que nos restava naquele momento. Conseguimos mais vinho, mesmo com a queda de energia, e ficamos pelo restaurante mesmo. Pude perceber que Teo estava muito diferente, tinha se adaptado a Paulo, e logo Paulo e eu ficamos um pouco mais próximos.
A noite caiu, e a chuva cessara. O transporte até o continente havia sido oficialmente encerrado no dia. Precisaríamos buscar algum lugar para dormir. A essa altura, estávamos um pouco altos pelo vinho. Andamos os três em busca de hotéis ou pousadas na ilha; estavam lotados. Estávamos cansados de rodar, até que eu vi uma pousada um pouco escondida que não tínhamos ido: nossa última esperança.
Isso me deu gatilhos, pois tinha receio que teria que dormir junto, ou caso contrário, ficaríamos ali na praia mesmo até o dia amanhecer. Porém, nosso próximo dia estaria perdido, pois estaríamos exaustos.
— Temos apenas um quarto, senhor, de um casal que não conseguiu chegar até a ilha hoje.
— Ótimo, vamos querer.
— Mas são apenas para duas pessoas.
Nesse momento, entrou a habilidade de Paulo em negociar. Por um preço maior, conseguimos, junto ao hotel, um colchão. Assim teríamos todos como dormir bem. Ou não.
Aguardamos até a pousada fazer a nova arrumação no quarto, acertamos os pagamentos. A ilha continuava às escuras.
Adentramos o quarto. Era um quarto simples, mas grande. O colchão que eu dormiria já estava instalado. Fui convidado a tomar banho primeiro. Logo em seguida, Teo e Paulo foram tomar banho também, porém, juntos. Estranhei, achei mais uma falta de senso e respeito comigo. Já estava me preparando mentalmente para os gemidos de Teo. Aquilo me deixou irritado. Lembro que me sequei na toalha e deitei pelado, apenas coberto com o fino lençol do hotel, como uma criança que se esconde de algo. Minutos depois, nada aconteceu. Teo saiu do banho primeiro, colocou a mesma cueca e deitou na cama. Paulo saiu em seguida e, num relance, se aninhou embaixo dos lençóis e, pelo que percebi, ele também estava pelado.
Devido à falta de energia, não havia ar condicionado e, com o calor, havia uma certa tensão no quarto. Eu me remexia no colchão e eles também, mas uma hora se passou e eu consegui cochilar.
Ouvi barulhos, como se fossem beijos molhados. Observei: Teo e Paulo começaram a se beijar e se acariciar de forma muito sexual. Provavelmente acreditavam que eu havia dormido e aproveitaram para transar.
— Eu não acredito que vocês vão transar na minha frente — falei alto.
— Eu não acredito que você está espantado com isso, já fez coisa pior — Teo respondeu.
Eu não entendi porque Teo falou isso, será que foi por conta da nossa rela...
Paulo riu e continuou beijando Teo, me ignorando completamente. Eu já estava de pau completamente duro.
— Quer participar, sogrinho? — Paulo falou irônico e com riso, percebendo meu incômodo.
— Mas só digo uma coisa: hoje quem manda aqui sou eu — Paulo complementou a fala.
— Ah, é isso que a gente vai ver — respondi.
Fui até a cama. Paulo estava em cima do meu filho. Percebi que os dois estavam completamente nus. O corpo grande de Paulo se encaixava com o meu filho. O pau de Paulo estava completamente duro, e pude perceber o quanto era grande e maior que o meu. Paulo tinha pau de uns 21cm, grosso e branco. Ao perceber a minha presença, Paulo saiu de cima de Teo, revelando o cuzinho branco e que Paulo havia cuidado muito bem. Fui de cara naquele cuzinho, lambi, chupei, passei a língua nas preguinhas que pareciam intactas.
Paulo e Teo, antes que era brutalidade, agora se acariciavam, se beijavam e ignoravam a minha presença. Eu me esforçava para entrar na intimidade deles, me sentia perdido. Era a primeira vez que não estava no controle.
Teo chupava com habilidade o pau de Paulo. Paulo, por sua vez, urrava de prazer. Eu continuava chupando o cuzinho de Teo e preparando para receber a rola do seu namorado. Enfiava meus dedos. Teo dava gemidinhos.
Paulo se posicionou na entradinha do cu de Teo. Eu, com muita habilidade, fui lubrificando e ajudei a conduzir aquela tora para dentro do meu Teo. Teo dava gemidinhos e, quando entrou um pouco mais da rola, ele gemeu mais alto. Percebi uma extrema habilidade de Paulo em socar. Ele socava de forma tão profissional que, num piscar de olhos, o pau estava até o talo dentro de Teo.
— Eu falei para ele, sogrinho, só namoro se for assim: tem que aguentar até o talo. E ele tem se esforçado muito para isso.
— Eu percebi. Cuidou muito bem do meu filho.
— Sempre.
— Vem cá, Pai — Teo falou com cara chorosa.
Meu pau estava babando. Teo, com muita habilidade, pegou na minha rola, chupando com prazer. Colocava meu saco inteiro na sua boca, via ele chupar os pentelhos, passava a língua na cabecinha do meu pau. Teo parecia um profissional.
Paulo saiu, liberando a entrada para eu penetrar.
Eu soquei de uma vez. O cuzinho de Teo já estava bem largo, e meu pau entrou com facilidade. Nossa, que delícia sentir meu pau todo ali dentro mais uma vez! Sentia deslizar com certa facilidade e nem precisei cuspir novamente. Acredito que o pau de Paulo fez um bom trabalho com o pré-gozo.
Eu soquei com força, a cama tremeu, o meu saco batia na bunda de Teo, e ele gemia mais alto.
— Shiuuuu, geme baixo, amor — Paulo falou.
Teo ignorou o pedido do namorado e continuou gemendo alto.
Eu estava fazendo a minha parte ali, estava com vontade de gozar. Mas queria tentar comer Paulo ainda. Ao perceber que eu estava bastante tempo penetrando no meu filho, Paulo encostou do meu lado, e eu cedi para ele penetrar mais um pouco.
— Caralho, sogrinho, fez estrago, hein. Doeu, amor? Teu pai te arrombou inteiro.
Apesar do meu pau ser menor, eu meti com mais força. Paulo começou a bombar no meu filho com mais força. Colocou ele de quatro e montou em cima dele. Vi o Pau de Paulo desaparecer dentro de Teo.
Teo gemia mais alto.
Trim, trim, o telefone do quarto chamou. Haviam reclamado que a gente estava fazendo barulho. Eu só ignorei a reclamação da recepcionista. Eles ignoraram e continuaram transando.
— Vem cá, sogrão.
Paulo tirou o pau do cu do meu filho e mandou eu chupar. Eu nunca tinha chupado um pau. Com pouca habilidade, coloquei o pau na boca com dificuldade. Senti o gosto de cu de Teo, enquanto isso observava Paulo brincar com os dedos e o cu todo aberto de Teo.
— Bora tentar uma DP? — dei a sugestão.
— Está louco, cara? Sem chance, não vou deixar no meu namorado, não — Paulo falou autoritário.
Acatei a resposta. Visto que nós éramos dotados e Teo não aguentaria.
Teo estava completamente submisso, somente arfava, gemia e fazia bem o papel dele de passivo. Enquanto isso, eu e Paulo disputávamos território, e ele tentava me fazer de submisso. Estava com receio de chegar em Paulo e, ao mesmo tempo, estava com receio de ele me comer. Eu, com certeza, responderia à altura.
— Fode, pai.
Soquei mais uma vez, tentava copiar a forma de Paulo meter. Segurei o gozo mais uma vez.
Paulo voltou a meter, socou de frango em Teo. A habilidade e a forma que ele metia me admirava. Parecia ser um casal completo.
— Vai lá, agora é a minha vez de meter em você — falei para Paulo.
— Está louco? Você não vai socar em mim, não. Eu sou ativo.
Eu desisti, havia perdido a batalha para Paulo.
Via em Teo a cara de cansado de aguentar duas rolas. Me parecia exausto, e Paulo parecia, ao mesmo tempo, querer cuidar dele, parecia não ter dó. Paulo e Teo mudaram de posição mais uma vez, voltou a colocar Teo de quatro e montar em cima do garoto. Percebi que o cu dele estava todo vermelho e parecia estar sem pregas já.
— VOU GOZAR!! AHHHH CARALHOOO!! PORRAAAAAHHH!
Paulo gritou alto e, numa estocada, gozou fundo em Teo. Ficou alguns segundos e pude ver o pau de Paulo pulando para fora do cu. A gala ficou estocadinha no fundo. Fiquei com muito tesão em bater a gala do meu genro e, com a saída de Paulo, num pulo, soquei de uma vez em Teo e comecei a bombar.
Senti o cu de Teo quentinho e molhado. Senti a porra de Paulo escorrendo no meu pau. A essa altura, já não via nenhuma resistência de pregas no cu de Teo. Era apenas um buraco. Bombei forte, e Teo voltou a gemer alto.
Eu suava, e minha rola desaparecia no cuzão dele. O cheiro de testosterona invadiu o local. Teo estava de pau duro. A gala de Paulo começou a melecar meu pau e fazer uma espuma espessa. Eu estava, literalmente, batendo na gala de Paulo.
— Aii, vou gozar... — Teo anunciou.
Senti o jato de porra dele atingir no meu pé.
— VOU GOZAR TAMBÉM, CARALHO, PUTA QUE PARIU!! — gritei.
O cheiro de sexo, suor, macho e o calor do local dominava o quarto. Ali já não era um quarto mais, era um puteiro sujo que as pessoas usavam para satisfazer seus desejos.
Eu saí de cima de Teo. Ele estava exausto. Paulo foi certeiro e lambeu o cu de Teo, limpando toda gala e toda espuma. Enfiou a língua fundo no cu.
— Quer chupar meu pau também? — falei.
Ele, num relance e com habilidade, desceu e chupou meu pau inteiro, deixando-o limpo.
"Esse cara é louco", pensei na hora.
Tomamos um banho, e Teo e Paulo dormiram bem. A noite batia uma brisa fresca, aliviando o calor. Eu, no meu colchão, com os meus pensamentos, não dormi bem e me atraquei com eles.
Percebi que na minha batalha mental fui vencido mais uma vez por Paulo e, dali para frente, a minha vida tomaria um novo rumo.
Ao chegar no chalé no outro dia, aluguei um carro e retornei ao Rio. Lá tinha muita coisa para definir. A partir daquele dia, as coisas seriam diferentes.
Gostaria de continuar a história a partir da volta de Marcos ao Rio de Janeiro e as mudanças que ele pretende implementar?