Dei pro maqueiro machão dentro da ambulância

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 1450 palavras
Data: 28/11/2025 21:17:45
Última revisão: 29/11/2025 00:45:27

Quando tu é viciado em pica e é manja rola de carteirinha que nem eu, qualquer olhar torto, qualquer saída simples na rua pode se transformar na oportunidade ideal pra uma foda boa.

Fui no hospital só pra fazer uns exames de rotina, mas, assim que entrei, meus olhos rapidamente percorreram o corpo forte, gordo e parrudo do maqueiro no saguão de entrada. Cássio não era tão alto, devia ter uns 1,75m, porém tinha o físico largo e postura de invocado. Negão parecia um armário, uma muralha, e sua presença chamava atenção dos olhos mais atentos, tipo os meus. A pele era no último tom do escuro, o barrigão duro e redondo debaixo da farda branca, bíceps esticando as mangas da blusa clara, o peitoral preenchendo bem a roupa e as pernas recheando a calça justa.

- Bom dia. – eu o cumprimentei quando passei no saguão.

- Boa, meu padrinho. – ele devolveu e acenou com a cabeça.

Cara de trintão, jeitão de macho viril, a cabeça raspada careca e sempre no bonezinho branco pra completar o traje de maqueiro, além do senhor malote pesado dando seta na coxa. Depois que eu passei no balcão, Cássio sentou no banco perto da porta, abriu as pernas e eu tive que me segurar pra não cair, porque a montanha de pica e bolas amontoadas absorveu minha atenção. Cheguei a ficar zonzo, pra você ter ideia do estrago que a mala desse macho fez na minha mente.

- Cássio, chegou um senhor na cadeira de rodas aí agora? – o rádio na cintura chamou.

- Não, Loira. – o negão respondeu e manifestou aquela mania de ficar balançando a perna, com o peito do pé apoiado no chão.

Seus movimentos fizeram a linguiça subir e descer nervosa na calça, eu não sabia pra onde olhar e admito que passei bons minutos enrolando na recepção do hospital, só pra manjar o saco do maqueiro e ficar com a boca cheia de saliva, doido pra dar uma mamada gostosa. Tava na cara que o sacana do Cássio precisava ser chupado, e isso ficou ainda mais explícito quando ele coçou os ovos, beliscou a pica e ainda deu uma cheirada disfarçada nos próprios dedos, como quem não queria nada. Homem à moda antiga, sabe? Com pegada de ogrão, sem frescura.

- Não apareceu nenhum idoso aí? – a tal da Loira insistiu no radinho.

- Negativo. E mais tarde, qual vai ser do pagode? – Cássio se empolgou, falou baixinho e usou o rádio pros assuntos pessoais.

- Sai fora, negão, hoje não posso.

- Pô, Loira, tá só me enrolando. Sabe que tô doido pra te comer. Heheheh! – ele falou e apertou a caceta pesada.

- Tá maluco, Cássio!? Desliga essa porra, chega. – ela encerrou.

- Vacilona... Mais um dia na punheta.

Como eu disse, tava evidente que o bruto precisava se alimentar. Eu não sabia quem era a Loira, mas já tinha certeza que ela era tonta de deixar um macho do porte do Cássio passar batido. Sem opção, ele olhou para um lado, olhou pro outro, viu que tava com folga entre os pacientes e saiu em direção ao banheiro masculino do saguão do hospital. Aguardei pouco tempo e fui atrás, lógico, e tive a sorte de pegar o banheiro vazio. Eram poucos boxes, só um deles estava fechado e logo eu escutei os sussurros do gostosão falando com alguém no celular.

- Qual vai ser, Loira? Tô esperando aqui no banheiro, piroca tá latejando. Cabeça chega a tá inchada, ó. Vem mamar, preciso.

- Já falei que não vou fazer sexo aqui, Cássio. Tô trabalhando, cara, para de ser tarado. – a Loira respondeu.

- Né tarado, não, é vontade de fuder mesmo. Preciso gozar, saco tá cheio. Não consigo trabalhar pesado, Loira.

- Então bate uma punheta e esvazia. Tô ocupada.

- Na moral, cansei de esperar. Eu vou entrar na ambulância e esperar lá no pátio, tá escutando? Se tu não aparecer, pode esquecer. Tô sofrendo na mão do palhaço e tu nem aí pra mim, vacilona. – ele se rebelou.

- Pois vai ficar esperando. Não saio daqui nem tão cedo, fofo.

- Tu tem coragem de fazer isso comigo, Loira?

- Coragem? Hahaha! Agora você vê... Tchau, seu escroto.

Ela bateu o telefone na cara dele e o cretino saiu do boxe chutando o chão, cheio de ódio no piru. Pensei em sair junto e me oferecer pra aliviar o tesão, mas Cássio bateu em disparada rumo à ambulância e eu só tive tempo de comer a poeira que ele deixou pra trás. A única coisa que deu pra ver foi a estaca afiada tentando perfurar a calça branca do uniforme, mas eu não me dei por vencido e também corri pro estacionamento lateral, na intenção de conseguir alguma coisa com o maqueiro maludão.

- “Não vou aguentar, eu preciso ver isso.” – pensei alto.

Dei a volta na ambulância vazia, bisbilhotei pela janela traseira e vi que tinha alguém sentado lá dentro, só não identifiquei quem. Respirei fundo, a falta de gente circulando no pátio me deu confiança e eu não pensei duas vezes, apenas girei a maçaneta da porta de trás, entrei e fechei. Cássio se assustou e tentou esconder a rola, mas acabou se enrolando e deixou o celular cair no banco, foi quando eu vi o pornozão rolando e a atriz loirinha tomando no cu até chorar.

- Eita! Pelo visto, você é viciado em sexo anal, hein? Gostei.

- Que porra tu tá fazendo aqui, mermão?! Pode entrar não, rala!

- Calma, eu vim pra ajudar. Tô aqui por culpa da Loira, Cássio.

- Da Loira? Tu conhece ela?

- Não, não. Mas eu vi que ela só te deixa na mão. Você cansado, exausto do trabalho, doido pra dar umazinha sem compromisso e ela nem aí pras suas necessidades. Eu tava no banheiro quando você conversou com ela, não deu pra não escutar. Foi mal. – falei em tom amigável.

- Saquei, mano. Bagulho tá osso, eu só me fodo. – ele apertou o caralho grosso e fez cara de coitado.

- Pois é. Ninguém merece ter que bater punheta pra aliviar o tesão, concorda?

- Concordo. Mas não tem buceta pra fuder, vou fazer o que? Nós se vira com o que tem, padrinho.

- Serve cuzinho?

- Como assim?

Abaixei na frente do negão, arriei sua calça até as coxas e ele me olhou com o semblante assustado de quem ainda não tinha entendido o que estava prestes a acontecer. A piroca meia bomba emperrou no meu rosto, apontou pro céu da minha boca e eu dei a primeira sugada na cabeça, fazendo o sem vergonha arrepiar e gemer de prazer logo de cara.

- SSSSS! Qual foi, comédia, tu é bicha!? Sou viado não, pô, me respeita!

- Quer que eu pare? – brinquei.

- Deixa eu testar uma parada primeiro. Abre a boca.

Acatei, ele mergulhou a vara toda e só parou quando a ponta da cabeça escura bateu lá no fundo da garganta. Comecei a engasgar, achei que fosse tossir e tentei parar pra tomar fôlego, mas o ordinário do Cássio prendeu meu crânio na giromba e eu chorei de tesão enquanto tinha a goela destruída nas investidas cavernosas dele.

- GHHRRR, GHHRRR, GHRRRR! – o som dos meus gargarejos tomaram o espaço da ambulância.

- OOORFFF! Como tu adivinhou que eu queria fuder!? Caralho, viado! Tá vendo quando dizem que viado é tudo piranha?! Vocês são foda, não podem ver pica! Heheheh! – o brutamontes se divertiu às minhas custas e seguiu estocando sem pausa.

A piroca dele era tão preta quanto o restante da pele, dona de um sacão volumoso e estufado logo abaixo, com um ovo mais pesado que o outro e aparência de muito leite dentro. Só de olhar, já dava pra perceber que Cássio era muito bem servido e não demoraria a virar pai, a julgar pela proporção imensa do escroto em relação ao resto da genitália. Eram 17cm de trolha, mas uma trolha GROSSA e que combinava com o tipo físico largo do machão.

- Pediu pica, agora aguenta! SSSS! Abre a boca, já mandei!

- É que tua caceta é muito grossa, porra! Não dá pra engolir tudo.

- Se vira! Tu não é bicha!? Agora tem que mamar, dá teu jeito! Heheheh! – ele se divertiu dominando e me engasgando à força, eu também me derreti diante desse macho afobado e marrento. – SSSS! Já percebeu que eu tô fudendo tua boca?

- Claro que percebi! Tá delicioso, bom demais! Continua.

- É que tua mamada é gostosa, mas meu negócio é fuder. Cadê, tem nenhuma xerequinha pra acionar aí não? Convoca uma piranha aí.

- Xerequinha? Tendo cu, você ainda quer xereca? – virei de quatro, mostrei o cuzinho largo de tanto piscar e o convidei. – Vem, tem vaga pra você. Será que cabe?

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Comentários

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Lembrei de um cafuçu maqueiro delicioso que conheci. Hahaha conheci no hospital com meu pai internado kkkk

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