Melhor amigo (Meu amigo agora era meu homem)

Da série Melhor amigo
Um conto erótico de R Valentim
Categoria: Gay
Contém 2810 palavras
Data: 31/08/2025 12:31:50

MEU AMIGO AGORA ERA MEU HOMEM

Nem consigo lembrar quando tinha sido a última vez em que Zé não tinha dominado todas as horas do meu dia em pensamentos, mas agora isso tinha mudado, não parava de pensar — e de sentir — o que tinha acontecido com Di, ainda parecia mentira. Ele havia me chamado para dormir na casa dele com ele, mas não sabia o que fazer, cheguei a pensar em um milhão de desculpas para dar e não ir, só que meus dedos não obedeciam, passei boa parte da tarde apenas encarando seu numero no meu telefone, por isso tomei um susto quando recebi uma mensagem dele.

(Fabim, vou te buscar viu para tu não vir sozinho, pode ser umas oito horas?)

(Pode sim) — depois de muito pensar sobre o tesão venceu e acabei confirmando com ele.

Já tinha dormido fora de casa obviamente, mas nunca na casa de um esquema — nem sabia se podia chamar o Diogo de meu esquema, mas até que era bom pensar nele assim — fiquei na dúvida se deveria levar minhas coisas já que teria aula na manhã seguinte. Estava quase surtando com ansiedade e um pouco de medo, levei tanto tempo me blindando para não quebrar a cara com o Zé e aconteceu o que aconteceu, agora parecia que já estava me jogando de cabeça de novo, não quero apressar as coisas com Di, ainda mais porque ele provavelmente só quer me comer assim como o Zé.

Toda e qualquer dúvida que eu ainda poderia ter caiu por terra quando escuto a voz rouca do Di me chamando na porta, eram oito e cinco — cinco minutos não é muita coisa, mas para mim pareceu uma eternidade, cheguei a pensar até que ele tinha desistido, mas me recompus antes de ir recebê-lo. — Porra que macho lindo! Ele estava de bermuda preta e uma das suas tradicionais blusas do Corinthians, aposto que no guarda roupas dele só deve ter essas blusas, fora sua farda do colégio.

— Me atrasei foi mau — ele se desculpou, mas a verdade é que esperaria até por uma hora só para sentir seu hálito mentolado na minha boca de novo e poder estar na mira dos seus olhos verdes.

— Nada cinco minutos só é de boas — digo.

Peguei minha mochila, avisei a minha mãe que estava indo dormir na casa do Di — para ela eu sempre podia fazer o que quisesse desde que avisasse antes e tipo dormir na casa de um amigo não era nada de mais. — Di estava com a bicicleta do primo dele, o que era bom, já que a casa dele não era tão perto assim. Se alguém me disse que o Diogo iria me buscar em casa de bike todo cheiroso para passar a noite me fodendo eu certamente iria rir da cara dessa pessoa, mas é como minha mãe sempre dizia, “o mundo não gira ele capota”.

Quando estamos chegando quase na esquina damos de cara com Zé, meu coração até acelera, tudo acontece tão rápido que nem consigo dizer o que Zé está pensando ao me ver no quadro da bike do Di. Meu novo amigo cumprimenta com um aceno de cabeça completamente alheio a minha história com Zé e seguimos viagem. Eu sei que não estou fazendo nada de errado, afinal Zé e eu somos apenas amigos né? Ele mesmo enfatizou isso várias vezes. Ainda sim meu coração ficou preocupado no que o Di iria fazer ou pensar, mas como não queria estragar minha noite com Di fiz o que jamais pensei que teria coragem de fazer, desliguei meu celular pra evitar uma ligação do Zé.

— Meu pai já foi pro trabalho, você pode ficar tranquilo que ele tem dois plantões e ainda vai para casa da namorada dele depois — Di percebeu que fiquei meio tenso e acho que pensou que fosse por causa do seu pai.

— Beleza! — Não sei se isso vai durar e nem pra onde exatamente meu lance com o Di vai, então pelo menos por aquela noite queria aproveitar.

Quando chegamos a primeira coisa que noto é que a casa está limpa, ele deve ter limpado pois nem no dia do rolê estava assim. Di me puxou para um beijo assim que entramos, ele tem um cheiro natural que me excita, o gosto do seu beijo, sua pegada forte, tudo nele me faz querer arrancar sua roupa e chupar cada parte do seu corpo perfeito. Trocamos alguns beijos gostosos, parecia até que a gente não ficava a um tempo, sendo que ficamos hoje de manhã.

— Olha pode ficar a vontade viu, vou só devolverá bike do Lucas.

— Tá certo — estava me esforçando para não ficar rindo feito um bobo.

— Você está com fome? Vou mandar o Lucas comprar uma pizza para gente.

— Tá pode ser — mais cedo ele me pagou um lanche, mas dessa vez vim preparado, não quero que ele pense que sou desses que se aproveita dos outros — quando é para gente rachar.

— Não precisa, você está com seu homem — ele disse todo cheio de confiança.

— E o que isso tem haver? — Perguntei e ele sorriu.

— Eu cuido de você e você só precisa me dar carinho — eu bem sei o carinho que ele queria.

Ele me puxou para um beijo quente e cheio de tesão, fiquei tão envolvido por sua pegada firme que não consegui mais segurar, enfiei uma das mãos dentro da sua bermuda e agarrei seu pau. O membro quente e rígido feito ferro na minha mão me traziam uma sessão maravilhosa, para retribuir ele colocou suas mãos dentro da minha bermuda agarrando minha bunda com força.

Só de sentir seus dedos brincando na portinha do meu cuzinho senti um sinal verde para avançar com meu carinho, abri o zíper dele e puxei sua pica para fora da cueca, aos pouco fui começando a punheta-lo, Di apertava minha bunda com tanta força que me fazia gemer com minha boca colada na sua, ele também soltava alguns gemidos roucos, que eram abafados pelo nosso beijo.

Podia sentir seu pau pulsando na minha mão isso me estava me deixando maluco, a medida que aumentava os meus movimentos mais ele gemia. Deixei o Di tão maluco de tesão que ele lubrificou dois dedos com sua saliva e começou a me dedar com eles. Porra que delicia, seus dedos metendo em mim com calma me dando tanto tesão, sua rola pulsando no aperto da minha mão e nossas bocas coladas em um beijo muito envolvente, não tinha como resistir por muito tempo.

— Vou gozar Fabim! — Ele anuncia no meio do nosso beijo, mas não quero desperdiçar o leite do meu homem.

Me ajoelhei na frente dele ficando de frente com seu pau grosso e lindo, segurei pela base e abocanhei de uma vez só, levando até o fundo da garganta, ele tremeu em um espasmo de prazer. Segurando meu cabelo relembrou nossa safadeza mais cedo socando sua pica na minha boca. Di fodia minha boca ao mesmo tempo em que sua voz rouca e autoritária me mandava engolir tudo.

— Mama vai, chupa a rola do teu macho...Fabim sua boca é muito gostosa.

Com a boca eu saborava seu pau e com minhas mãos eu desbravava todo seu corpo monumental, Di estava tão entregue quando eu, ele não tinha restrições e nem relutava em momento algum, comecei passando minhas mãos em suas coxas, fui em direção sua bunda — embora não fosse grande era durinha, — continuei subindo para seu abdomem — minha parte favorita do corpo dele — e por fim brincava com seus mamilos usando meus dedos, ele gemia e fodia minha boca com tanta vontade que quando foi gozar agarrou minha cabeça e meteu todo seu pau na minha boca, quase engasguei com tanta porra, nem parecia que ele já havia gozado tantas vezes mais cedo.

Di tremia todo enquanto gozava, ele me puxou e com um sorriso safado me beijou dividindo o gosto de sua porra comigo, seu toque firme e gentil deixou meu pau pulsando, depois do nosso beijo ele me levou para o quarto, finalmente iria conhecer seu quarto já que a outra vez não tinha entrado lá.

— O que foi? — Ele me perguntou quando me viu sorrir.

— É que vou conhecer seu quarto — me senti meio bobo por isso, mas é que já tinha percebido que o quarto era uma zona acessada só pelos seus esquemas o que me fazia ser mais um dos seus esquemas.

— Não entendi — ele ria, mas parecia mesmo não ter sacado o que eu queria dizer então expliquei, arriscando parecer mais bobo do que já estava sendo.

— É que você não abriu seu quarto para ninguém naquele dia só para a garota lá que você pegou.

— Ah sim, pensei que eu tinha te mostrado o quarto — ele disse parecendo sincero.

— Não mostrou — disse me sentindo mais tímido agora.

— Quando o pessoal está aqui não deixou eles entrarem para ninguém mexer nas coisas do meu pai e também porque não quero ninguém se pegando na minha cama — ele rir e me arranca uma risada sincera também.

— Tá tudo bem, só fico feliz, sei lá, é bobagem — não devia ter falado nada, agora estou me sentindo um tonto.

— Deixa disso Fabim, sou seu homem, tenho que te deixar feliz — ele diz brincando, e eu sei que é brincadeira, mas grande parte de mim queria que não fosse.

— Deixa para lá — fiquei com vergonha de dizer que saber que sou uma das suas conquistas e que ele está me dando o mesmo tratamento que dá para as minas que ele come me faz de alguma forma me sentir especial, o Di está me vendo mais do que só um buraco para meter, uma experiência que depois vai fingir que nunca aconteceu, eu sei que isso é besteira minha, mas não consigo evitar de me sentir assim.

— Só para você saber normalmente eu uso o banheiro, não é todo mundo que vem pro quarto — ele diz no meu ouvido.

— O que? — Perguntei me fazendo de desentendido.

— Só estou dizendo que meu matadouro — ele se refere ao lugar onde ele traça suas conquistas — é no sofá da sala e no banheiro, no quarto é bem mais raro.

— Então você tá namorando aquela mina ou tem um lance sério com ela? — Não gostaria de entrar em outro triângulo amoroso por enquanto, pois ainda não superei o primeiro.

— Não, só trouxe ela para cá porque uma amiga dela não podia ver a gente ficando e o banheiro já estava ocupado — ele diz rindo.

— Porque a amiga dela não podia ver? — Perguntei, mas seu sorriso safado respondeu por ele — porque você já tinha pego ela também né.

Di apenas riu e me beijou, ele é muito safado, mas o pior é que gosto desse lado safado dele. Sobre o quarto não tem nada de mais, existem uma janela pequena que dá para cara um corredor bem estreito do lado da casa, ou seja a vista é de uma parede, pelo menos entra vento por essa janela e temos privacidade, tem também uma cama de casal de madeira meio antiga e um guarda roupas, fora isso tem um ventilador e uma rede dobrada no armador na parede.

Nossos beijos começam a esquentar de novo, ele tira minha camisa e depois minha bermuda me deixando peladinho e me coloca de quatro na cama, com suas mãos fortes ele abriu meu cuzinho rosado e começou um beijo grego, nossa eu já nem raciocinava mais, dessa vez pareceu ainda melhor do que o primeiro que ele fez mais cedo, me masturbava enquanto sua língua me fodia e não demorei para esporrar também. Me deitei de bruços e ele deitou em cima de mim, senti seu pau pincelando na minha bunda e sua boca no meu pescoço.

— Você é insaciável — disse mordendo os lábios para não gemer alto pois seu pau começava a forçar a entrada.

— Eu sei que cê gosta.

Di meteu sua pica dura em mim, o peso do seu corpo malhado sobre o meu me dava arrepios de tanto tesão, movimentando o quadril ele entrava e saia de mim com calma e bem devagar, a cada estocada ele me fazia querer mais, quando não estava dentro sentia como se estivesse, aos poucos Di estava moldando meu buraquinho no formato da sua pica e isso era realmente delicioso, de me fazer salivar. Ele falava sacanagens no meu ouvido enquanto arrombava meu cuzinho, falando que me achava apertadinho, quando fazia força para piscar meu buraquinho com sua pica ele delirava, quando percebi que ele curtia isso, passei a fazer mais e também rebolar para ter seu pau ainda mais fundo em mim, isso o fez gozar rapidinho enchedendo meu cuzinho com sua porra de novo.

— Isso foi do caralho — ele disse e continuou — sério não esperava que a gente já fosse transar agora, na real achei que você nem iria querer.

— Então me chamou aqui aqui mesmo pensando que a gente não ia meter? — Disse surpreso.

— Ah sexo é mais que só meter, pensei que a gente ia ficar e quem sabe até rolar umas mamadas — ele disse bem safado.

— Eu ainda topo as mamadas, mas agora estou realmente com fome — digo me divertindo com seu jeito e também com a forma que ele está me tratando, cada fala ou ação sua é uma novidade divertida para mim.

— Tá não vou deixar o meu… — Di fica pensando um pouco antes de completar.

— Teu o que? — Perguntei ansioso com o coração quase saindo pela boca.

— Não tinha parado para pensar nisso ainda, tipo não quero te ofender — isso é um pouco broxante, começo a sentir que já ouvi esse discurso antes e sei como ele termina.

— Não tinha parado para pensar nisso ainda, tipo não quero te ofender — digo pois quando mais cedo aceitar que sou visto por ele apenas com uma experiência assim como foi com o Zé, melhor vai ser para não me frustrar muito e realmente não quero estragar o momento cobrando coisas que não posso.

Di pensa por uns instantes então abre um sorriso mais lindo do mundo combinado com seus olhos verdes provocantes e fala:

— Já sei, vou te chamar de meu Fabim.

Por essa eu não estava esperando, ele não falou sobre amizade colorida e nem nada, beleza que isso também não quer dizer que teremos algo, mas não sei explicar algo na forma com ele falou que sou o Fabim dele me deu um pouco de esperança, não queria sentir isso pois tenho medo de quebrar minha cara, mas Di está me fazendo feliz então então me permito sentir o que estou sentindo pelo menos por aquele dia.

Depois de transar com o Di nós ficamos nos beijando e falando bobagem por mais um tempão, mas a fome realmente nos pegou então ele foi devolver a bicicleta do primo dele e pedir nossa pizza, quando ele voltou fomos ver algo na tv, até porque o primo dele iria aparecer com a pizza a qualquer momento, passados uns quinze minutos ouvimos alguém chamar e quando Di foi atender eu pensei ter ouvido a voz do Zé — e eu estava certo, — Zé apareceu na casa do Di com a Natália e mais uns Três amigos, eles tinham comprado vinho — daqueles baratos que vendem em qualquer bar/boteco, — não podíamos mandar-los embora, até porque seria muito difícil explicar por eles o porquê de os está expulsando, ainda mais que Lucas chegou um tempo depois com uma pizza e o que seria uma noite só nossa virou mais uma resenha na casa no poit deles, que por acaso era a casa do meu homem.

Umas dez horas Zé disse que precisava ir e me chamou para ir junto com ele e a Natália — ela iria dormir na casa dele, — como não tinha como dizer que iria dormir com o Di sem ter que responder várias perguntas da galera acabei indo embora com eles.

Evitei falar muito na ida para casa em partes porque ainda tinha um pouco de ciúmes de ver o Zé com a Natália e por ter quase certeza de que o José tinha ido para a casa do Diogo de propósito, mas não tinha como ele saber o que estava rolando entre o Di e eu. Só quando entrei em casa foi que liguei meu celular de novo e vi que uma mensagem do Di;

(Desculpa.)

(Pelo o que?) — Não era mesmo culpa dele, se alguém poderia ser culpado era o Zé.

(Porque estraguei nossa noite deixando os caras beberem aqui.)

(Relaxa, eu entendo, nós podemos nos ver outra hora?)

(Claro que sim) — durante um bom tempo o fato de saber que a Natália estava com o Zé me tirava o sono e até minha paz e mesmo que ainda não fosse muito fã desse casal, a única coisa que passava pela minha mente naquele momento era que o Di disse que queria me ver de novo.

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Comentários

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Relembrar a história desses dois é tão gostoso... muuuito gostoso hehehe

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