- Áááiii... Tutu... meu Tutuzinho...
Bruninha estava deslumbrada com o gozo de fêmea que tivera, montando seu namorado. Gozo proporcionado pelas fortes pirocadas de Artur em seu cuzinho guloso, e pelas mãos do rapaz.
- Eu... só existo pra você, Tutu!
- Piranha mentirosa!
Na hora certa, Artur havia segurado o quadril de Bruninha com uma mão forte de nadador e com a outra acelerado a punheta de pinça na mini piroquinha da viada. E foi essa mão, melada do esperma da CDzinha, que o belo rapaz levou à boca da fresquinha.
- Limpa minha mão!
Com um ar de alegre paixão, Bruninha segurou com as duas mãos a de seu homem e começou a lamber cada resquício de seu próprio esperma.
Tudo aquilo era muito mais erótico porque os jovens estavam na cabine da mãe gostosona da viadinha e sogra tesuda de Artur, a linda quarentona Gilda.
- Vocês dois são muito lindos!
Gilda, nua e já esporrada por Artur, dirigira a foda entre filhinho viado e namorado atlético sentada na poltrona a habitação e vendo a felicidade da filha CDzinha, perguntou cheia de malícia.
- Tu gostou, né, filhinha piranha?
- Ái, Mãezinha... Tutu... é meu amorzinho.
Gilda riu e num tom ao mesmo tempo erótico e cínico, que manteria pelo resto da presença dos jovens em seu camarote, e reagiu ao modo dengoso da filhinha puta.
- Espia só minha bichinha! Tá toda melosa! Adora dar o cuzinho!
- Ái, Mãezinha...
Bruninha começou a se inclinar sobre o namorado, esperando um terno beijo e um abraço de acolhida, após descobrir que, em lugar de morrer de ciúmes, Artur se excitara muito com a revelação de que sua namorada CDzinha era uma puta que o traía direto, no navio. Mas a poderosa mão de mamãe Gilda, que se levantara, impediu a viadinha de deitar sobre o nadador.
- Nada disso, meu amorzinho de fresquinha! Nada de namorico!
- Ué?
- Tu se comportou mal e precisa ser castigada. Alevanta daí!
- Mas o que, que eu fiz? Eu só...
- Shiii... quietinha! Sai! Tutu, levanta você também. Tu que vai castigar nossa viada!
Artur ficou de pé, ao lado da cama, a rola cônica tesa apontando tentadoramente para cima, e Gilda colocou o filhinho viado no “sapinho de quatro”.
- Iiisso... tu já sabe, né? Assim mesmo... braços retos, esticando os ombros... faz uma cara de charminho pra olhar teu homem por cima do ombro... cara de quem quer rola... assim... lindinha... joelhinhos bem pra frente e muito abertos... a raba empinada pra fora da cama... assim... toda oferecida pro teu macho meter rola!
PLAFT!
-ÁIIIÊÊÊ!
A mãe aplicou um tapão na nádega esquerda do viadinho, mais sonoro do que doloroso e Bruninha gritou, mais pela surpresa do que pelo tapa em si.
- Bundona linda!
Foi só Gilda falar, para sentir a mão forte do nadador apertando uma nádega dela mesma e ele se chegando e falando de pertinho.
- A da Senhora é maior e mais bonita, Tia!
Sorrindo com o elogio, Gilda se virou para o genro e o recompensou com um beijo na boca e uma agarrada na pica, que causaram inveja na CDzinha. Mas foi breve, porque a quarentona logo continuou a mandar, enquanto dava um apertão na vara tesa do jovem.
- Tesão de garoto! Aguarda um pouquinho que vou precisar dessa tua ferramenta, aqui, pra castigar a safada da minha filha!
- Tá bom.
- Mas espia uma coisa comigo, Tutu! Espia o saquinho enrugadinho e encolhidinho dessa minha fresquinha. Parece de neném! E, mesmo o saquinho sendo pequeno, o piruzinho é tão menor que nem dá pra ver daqui.
- É mesmo, Tia!
- Mas dá pra ver bem o cuzinho. Espia!
A quarentona tesuda abriu bem as nádegas da filha viada, exibindo a olhota para Artur e a CDzinha gemeu.
- Aaahhh... mãe-zi-nhaaa...
- Tá um pouquinho vermelhinho, mas nada demais! Leia fez um bom trabalho, tratando dessa rosca. Entende muito de cu. Tá liberado pra levar rola!
PLAFT!
- Bora trabalhar, filhinha piranha!
Para surpresa da filhinha viada, que achava que seria enrabada de novo, Gilda subiu ajoelhada na beirada da cama, bem ao lado de Bruninha, e também ela se posicionou no sapinho de quatro.
- Mãe?
- Espera, filhinha! Tá bonito olhar daí, Tutu?
O nadador, de boca aberta, agora via dois grandes traseiros morenos, redondos e carnudos, um maior e mais largo, com o cu acompanhado de buceta, e o outro menor mas também avantajado, acompanhado de saquinho. Eram duas rabas de respeito!
- Vem cá, Tutu! Vem pra tua sogrinha putona cavalona! Me come de quatro, por favor! Primeiro na minha xana!
- Ái, Mãezinha! E eu?
- Huuummmm... isso... gostoso... tu acabou de gozar, filha!... aaahhh, Artuuurrr... que bom... isso... soca!... tu, viada... tu deixa de ser egoísta!... acabou de gozar, montando esse pau... huuummm... pau de garoto... delicioso... tão duro!... aaahhh...
A sensação de Artur era a de que sua rola e ele inteiro mergulhavam numa buceta que não tinha fim. A vagina da índia quarentona lhe parecia agora muito maior do que quando ele a comera no papai e mamãe. Era um universo todo novo, quente, macio, molhado, enorme, frouxo e muito envolvente, onde sua pica nadava como ele, quando treinava na piscina. Era maravilhoso para o rapaz!
- Ái, Mãezinha! Tu tá linda!
As duas putas se olhavam de perto e Gilda revirarava os olhos de tesão, mais pelo que Artur não tinha e não fazia, do que pelo que ele tinha e fazia. E a primeira dessas carências era o tamanho.
- Aaahhh... isso, Tutu... huuummm... garoto bom... come tua sogrinha querida... gostosona... putona... cavalona... aaahhh...
Mesmo com a bucetona encurtada com os joelhos bem para a frente no sapinho de quatro, a perseguida de Gilda era muito maior do que a pica do rapaz preenchia e, longe de frustrar a índia, isso a atiçava e a fazia pensar no caralho do pai de Artur.
- Isso, Tutu! Aaahhh... assim... soca forte!
Na cabeça da linda quarentona belenense, seria lindo se Diego, o pai de Artur, estivesse ali, metendo nela de quatro, enquanto o filho, ao lado, comesse a filhinha viada dela! E pensando nisso, Gilda começou a dar conta da outra “falta” que sentia, com Artur lhe fodendo.
- Filha... filhinha piranha... aaahhh... esse teu namorado... aaahhh... é muito gostoso... mas agora...
- Agora tu vai mandar ele me comer, mãezinha?
Gilda olhou com tesão e orgulho para Bruninha, sentindo que tinha criado uma fêmea verdadeiramente livre. Uma viadinha capaz de seguir seus instintos e vontades sem repressões e muito sedenta de rola.
- Ainda... não... aaahhh... filhinha... agora mamãe vai parar ele... aaahhh... e vai mostrar uma coisinha pra vocês.
Jogando os cabelos para olhar Artur por cima do ombro, a deusa Gilda deu uma ordem que o jovem genro não esperava.
- Artur!... Aaahhh... agora, que já tá bastante lubrificado... aaahhh... com a minha xana... agora tu faz que nem teu pai... tira da minha racha... aaahhh...e mete no meu cu!
O nadador quase não acreditou naquilo. E muito menos na habilidade da sogra, que assim que sentiu o caralho sair da buceta, abaixou e empinou mais ainda o enorme traseiro, para que o anelzinho ficasse na altura certa.
- Vem, macho! Come o cuzinho da tua sogra putona cavalona! Mas solta a fera! Solta a fera de dentro de tu! Mete de uma vez só! AAAHHH!!! ISSO!!!
A pica de Artur não entrava no reto de Gilda tanto quanto o cacetão do pai dele, mas o que faltava de rola, o machinho compensava com fortes pirocadas.
- Aaahhh... caralho... que gostoso! Isso! Mais forte! A fera! A fera!
Logo Artur grunhia instintivamente e Bruninha, esse tempo todo de rabo exposto para levar rola, morria de inveja da mãe. Ela nunca tinha visto o namorado rosnar durante o sexo.
- Grrr... grrr...
- Ái, Mãezinha! Que inveja!
Mas Gilda percebeu o risco de o genro agora esporrar em seu ânus e agiu. O caldo quente de Artur era pra Bruninha! A índia tinha que gozar logo, para fazer o jovem voltar a comer a filha CDzinha. E, para isso, deu uma ordem decisiva.
- Agora para, Tutu!
- Mas...
- Para! Para!
- Mas, Tia! Tá tão bom.
- E vai ficar melhor. Vem cá. Mete teu pau todinho em mim... assim... segura ele lá no fundo... só segura... quietinho... paradinho... agora me agarra... mas agarra um pouco frouxo.... assim... pra eu poder mexer... assim...
A índia começou lentamente a rebolar o cu na vara do genro, impressionando o jovem casal gay com seu molejo.
- Aiiihhh... sabe, Tutu? Tu é muito bom... Mas não quero teu gozo agora. Fica quieto!
Gilda agora cuidava da outra “falta” que sentira, a falta do rebolado maravilhoso do caralhudo Diego, pai de Artur.
- Tô quieto.
- E continua. Deixa a Titia se divertir no teu pau.
O sensual rebolado de Gilda rolava em todas as direções possíveis, dando um show de mobilidade com seus largos quadris e embasbacando Bruninha.
- Égua, Mãezinha! Que coisa bonita de se ver!
- Aiiihhh... assim... aprendi... uuuhhh... com o tempo... Tutu... fica... aiiihhh... paradinho... aiiihhh... que a Titia vai gozar... usando tua pica... ooohhh... essa tua pica... tão dura, filha!... aiiihhh...
Era uma deusa se realizando. Gilda rebolava e se masturbava com o pau do macho de seu filhinho, e por um momento imaginou que Artur também tinha idade para ser seu filho. Mas logo a índia tesuda descobria que não, em meio a uma sequência de pensamentos que a levaria a mais um orgasmo maravilhoso.
“Não. Tutu não podia ser meu filho. Ele é másculo demais pra isso. Meu filho é bichinha, viadinho, femeazinha... desejei que ele fosse assim desde que estava na minha barriga!”
E pensando nisso, Gilda voltou a olhar para a CDzinha, que ao seu lado se mantinha na mesma pose que a mãe, esperando a hora de levar rola.
- Filhinha... aiiihhh... tu virou uma putinha... muito gostosa... espia essas tetinhas... mamãe tem orgulho de tu... orgulho e tesão!
Mais orgulho ainda porque Bruninha, ainda adolescente, se assumia puta e piranha para um homem! Para vários homens! Coisa que Leia, a grande amiga travesti, havia feito naquela mesma idade, mas que ela, Gilda, desejara muito fazer, mas reprimira por décadas.
- Ái, Mãezinha! Tu tá lindona... dando de quatro pro meu Tutu!
Gilda havia levado muito tempo para dar vazão a seus instintos todos e ser sexualmente livre. Livre o bastante para gozar no pau excepcionalmente duro do namorado do filhinho viado, e bem na frente do filhinho viado! E, se a filha CD chegara mais rápido à liberdade sexual, fora por causa dela, da mamãe putona cavalona que lhe abrira caminhos! Gilda era a puta mestre! Bruninha a puta aprendiz!
- Ái, filhinha... mamãe quer gozar aqui... aiiihhh...
Não se passaram dez minutos de Gilda mostrando à filhinha viada como se rebola de quatro com o cu engatado numa rola, até que a matrona gozou muito gostosamente, mas com muito menos escândalo do que a CDzinha..
- Áááiii... gozei... ááááááiiiiii... uuuhhh...
Artur voltou a sentir mordidas banguelas da sogra em seu pau, mas agora eram do cuzinho e involuntárias. E assim que Gilda parou de gozar, o rapaz viu a mão da sogra pegar a trozoba branca e cônica, tirar do cuzinho e colocar de volta na bucetona.
- Aqui... soca um pouco na minha xana, querido... pra melar de novo teu pau... aaahhh... que gostoso... assim... assim... prooonto, Tutu! Muito obrigada!
Com mais agilidade do que seu corpão violão deixaria supor, a linda belenense desencaixou seu rabão da pica do genro para rapidamente ficar de pé ao lado do rapaz e o beijar na boca.
- Agora, sim, esse teu pau duraço tá de novo lubrificado pra meter no cuzinho do meu filhinho fresquinho.
- Poxa, Tia. Eu amo essa putinha, mas queria a Senhora dando pra mim.
- Seu bobinho! Eu vou te dar a coisa mais valiosa que eu tenho! Minha filhinha bicha!
Gilda beijou Artur mais uma vez, mas lhe deu um tapinha no rosto e se ajoelhou na cama de frente para ele e bem ao lado do lombo de Bruninha. E imediatamente a quarentona abriu o bundão da CDzinha com suas duas mãozonas.
- Aaahhh... Mãezinha... tu tá me arreganhando... huuummm...
- Quieta! Tu tem que ser é castigada! Vem, Tutu! Quero ver esse teu pau gostoso sumindo no cuzinho da minha filha!
Gilda olhava de muito perto quando o nadador começou a meter com certo cuidado. E assim que a gostosona percebeu que a pequena cabeça da piroca cônica encaixara na olhota da viadinha, a sogra deu um violento puxão no corpo do genro, fazendo o cacete entrar em só lance em Bruninha.
- Áiiihhh...
- Reclama não, Bichinha linda da mamãe!
- Ái, Mãezinha!
- Vai Artur! Castiga ela! Mete pica! Isso! Solta o monstro de dentro de tu! Solta o animal! A fera!
- Ahhh... aiiihhh... Mãezinha!... ele tá me comendo!
PLAFT!
- ÁÁÁIII!!!
A índia aplicou mais um sonoro tapão na nádega de Bruninha e justificou:
- Tu tem que ser castigada!
- ÁI! Tá me comendo forte! Áiii... tá.. me castig... aiiihhh... por que?
- Por um monte de razões! Artur! Mete forte! Isso! Eu vou contar os motivos, tá, Tutu? E tu que vai bater!
- Úúúhhh... bater, Tia?
- É! A cada pecado de Bruninha que eu falar, tu dá um tapa nesse bundão da minha viadinha!
- Pode deixar, Tia!
- Mas forte, hein? Bate forte!
- Tá, Tia!
Um prazer extremo, passivo e inédito, começou a surgir no âmago da viadinha. Não era uma corrente masoquista, mas o delírio da submissão, a felicidade de se tornar mero objeto nas mãos e na pica de seu homem. E de ser tornada objeto do prazer dele, por determinação de sua própria mãe!
- Ái... mãezinha! Eu vou apanhar?
Respondendo à filha comidinha, mas olhando e orientando o comedor dela, Gilda organizou o estapear da viadinha.
- Vai! Só na raba, viu, Tutu? Na raba, nas coxas... nunca na cara? Tendeu?
- Sim, sogrinha putona cavalona!
- Antão bate! Pelo primeiro pecado!
PLAFT!
- ÁÁÁIÊÊÊ... ái, Mãe!
- O primeiro pecado é tu ter dado esse cu pra outros homens, no navio! Sem deixar Tutu nem ver, nem participar, sua egoísta!
- Mas... mas mãe!
- Quieta! Tu se concentre em dar prazer pro teu homem!
- Aiiihhh... Aiiihhh...
- O segundo pecado pra tu apanhar, é que amanhã tu vai dar por dinheiro... junto com tua Madrinha!
- Mãe!
- BATE NELA, ARTUR!
PLAFT!
-ÁÁÁIIIÊÊÊ!!!
- Tu sabia disso, Tutu? Essa piranha viada... ou viada piranha... combinou de dar por dinheiro amanhã, em Maceió, junto com a Madrinha dela!
Artur transformou em fortes pirocadas a indignação com Bruninha e com Leia, por já terem acertado de se prostituírem no dia seguinte.
- Toma, tua puta!... grrr...
- Áiii... áiii... áiii...
- Isso, Tutu! Muito bom! Continua comendo minha filha. Com raiva! Isso!
- Grrr...
- Ái... ái... ái... ái...
Gilda saiu de perto da filha enrabada e ficou de pé ao lado de Artur, o abraçando de lado.
- Isso, Tutu! Muito bem! Agora... agora bate nela mais uma vez! Pelo terceiro motivo!
- Mas o que, que eu fi..
PLAFT!
- ÁÁÁIII!!!
- Porque tu gozou! Gozou sem teu macho mandar.
- Mas... áiii... áiii... Mãezinha! Eu... áiii... áiii... eu gozei... áiii... mãezinha que mandou... áiii... e foi com ele... mexendo... áiii... áiii... áiii... no meu trocinho... áiii...
- Isso não interessa! Teu dever é gozar só pelo cu, sem mexer no teu biluzinho! Só por ser comida... bem comida! Que nem teu homem tá te comendo agora!
- Ái, Mãezinha! Áiii... áiii...
- Que nem eu inda agora... inda agorinha... rebolando meu cuzinho no pau do teu homem.
Suando muito com o ritmo acelerado e com a força mantida nas socadas de pica, Artur socava rola no reto de Bruninha muito excitado. Excitado pelos tapões na raba de sua viadinha, pelas expressões faciais de Bruninha e pelas provocações da sogra. Artur anunciou que ia esporrar no reto da CDzinha.
- Porra, sogra!
- Oi?
- Vou gozar! Vou gozar nessa piranha da tua filha! Nessa puta! Nessa puta desclassificada! Nessa viada!
Apenas gemendo ouvindo aquilo, Bruninha quase pediu para o namorado esperar. A força das pirocadas mexia com todo o seu corpinho. As carnes de nádegas, coxas e barriguinha balançavam no ritmo das socadas de rola e até suas tetinhas pontudas dançavam a música da enrabada. Suas costas eram salpicadas por gotas de suor de seu comedor, e quando ela relaxava, seus braços cediam e ela caía com os cotovelos na cama,mas logo se erguia rápido, para manter os ombros sensualmente empinados.
- Aiiihhh... meu macho... veeemmm...
Mas o melhor era a rola a fudendo e fundindo os dois corpos. Não havia mais ardência nem mesmo incômodo. Seu cu, seu reto, suas entranhas, eram dele e ela era todinha dele! Ela precisava só de mais uns minutinhos daquela enrabada animalesca para finalmente gozar só pelo cu, juntinho com seu comedor.
- Me-eu... aiiihhh... meu homem... me fode!
Mas mamãe Gilda deu mais uma ordem e acabou com o sonho de Bruninha.
- Goza, Tutu! Enche o rabo do meu filhinho fresquinho, de porra!
- PIRANHA DA PORRA! ÚÚÚÚÚÚRRRRRRHHHHHH!!!!!! ÚÚÚRRRHHH!!! Úúúrrrhhh... úúúrrrhhh...