CRUZEIRO: MAMÃE PUTA E CDZINHA PIRANHA, NA ROLA DO NAMORADO

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 2463 palavras
Data: 31/08/2025 06:20:15

Bruninha fechou a porta da cabine de sua mãe e, sem a corrente de ar, as cortinas da varanda se alinharam e voltaram a deixar o quarto em penumbra, apenas iluminado pela baça luz amarela de cabeceira.

- Mãe? Tutu?

E, com dois passos para dentro, a CDzinha viu a cena linda que Gilda e Artur protagonizavam.

- Tu demorou, filhinha... daí... espia...

A viadinha tinha plena consciência do quanto o corpão violão da mãe quarentona era gostoso. Mas mesmo tendo visto titio Gil comer a mamãe Gilda em várias ocasiões e posições, Bruninha nunca tinha achado a mãe tão tesuda, desejável e voluptuosa, quanto naquele instante.

- Tutu gozou gostoso comigo... num foi, Tutu?

- U-hum...

- E depois fiquei só mamando ele, esperando tu chegar...

Gilda estava montada ereta, engolindo com sua xana sumarenta e já esporrada, toda a pica de um inerte e deslumbrado Artur. Com os joelhos para a frente, envolvendo o tronco forte do nadador, e os pés para trás, as grossas coxas da quarentona pareciam ainda mais roliças e sedosas à luz fraca.

- Mas ele ficou tão duro... áááiii... que rola gostosa... rola de garoto... eu tive que montar, sabe, filhinha?

- Seiii...

Artur, com as mãos fortes nos grandes seios da sogra, mal olhou para sua viadinha linda. Extasiado pela buceta mordedora de Gilda, o rapaz mal teve alguma frieza para cumprimentar sua namorada CDzinha.

- Oi, Amorzinho.

- Oi, tesão! Tá gostando de comer minha mamãe, tá?

A própria Gilda, ainda mais erotizada pela presença do filhinho viado, foi quem respondeu.

- Aiiihhh... tá... elá tá gostando sim. Sinto na dureza da rola dele... aiiihhh... filhinha... tu é uma putinha de sorte de ter esse pau, pra tu... parece uma barra de ferro...

- Ái, Mãezinha! Deixa eu montar, vai?

- Péra um pouquinho, filhinha... ái... péra um pouquinho que mamãe já vai gozar. Aiiihhh... mas vem cá... deixa eu ver tuas unhas! Uhhhmmm... tão do tamanho certo... dá aqui teu dedinho do meio...

Bruninha achou que a mãe levaria seu dedinho para masturbar o grelão dela, mas não foi bem isso o que a quarentona fez. Gilda enfiou o dedo médio do filhinho viado na própria gruta, junto com a rola de Artur e lambuzou bastante a falange da CDzinha em seu caldo de mulher.

- Aiiihhh... que tesão... pronto... já chega. Agora, filhinha... enfia esse dedinho no fiofó da mamãe, enfia!

Gilda se inclinou sobre Artur para facilitar e o nadador prontamente começou a mamar um dos grandes seios da sogra. E a viadinha abriu com uma das mãos as grandes nádegas da mãe, para logo arrodear o anelzinho e depois penetrar com o dedo besuntado de buceta.

- Aiiihhh... isso... agora... aiiihhh... agora preste atenção nos... aiiihhh... nos meus movimentos... eu quero que tu me foda com teu dedinho... enquanto eu como a rola do teu namorado... com minha xana!

A índia gostosona começou a cavalgar a pica duríssima de Artur num ritmo que surpreendeu o rapaz. Gilda imaginava que era fodida pelos trabucos negros de Jean e de Gilliat, o marido e o cunhado da amiga travesti Leia. A linda trans oferecera várias vezes as picas negras dos dois, para Gilda reviver uma ménage com dois machos, mas a mãe de Bruninha sempre recusara.

- Aiiihhh... vocês dois... são ótimos... eu tô vindo... eu tô...

Agora, com o genro e a filha CDzinha, Gilda se arrependia das várias recusas a transar com os dois haitianos. E foi pensando em como seriam os dois torpedões negros que a linda potranca belenense gozou violentamente.

- ÁÁÁÁÁÁIIIIIIHHHHHH... áááiii... gozei... filhinha... gozei... Tutu... que tesão... gozei...

Artur outra vez se impressionou com a beleza do rosto da sogra durante o orgasmo.

- Tia Gilda... a Senhora fica linda, quando goza!

- Ái... obrigada, Tutu... Filhinha... Leia passou aquela pomadinha no teu fiofó, do jeito que falei?

- Passou, sim, Mamãe!

- Antão tira a roupa, vai!

Em um segundo a CDzinha estava nua, só usando a gaiolinha de silicone que garantia seu pauzinho mínimo achatado contra o púbis. Ainda montada na rola tesa de Artur, Gilda viu a gaiolinha e perguntou ao rapaz.

- Tutu! Tu prefere minha Bruninha com ou sem essa coisinha que prende o biluzinho dela?

- Prefiro sem, Tia.

- Sério? Eu também! Tira isso, vai, Filhinha!

Bruninha atendeu ao pedido materno e imediatamente seu piruzinho se inflou e ficou todo durinho, em seus poderosos três centímetros.

- Lindinho esse biluzinho, né, Tutu? Agora, sim. Vem cá, filhinha. Vou desmontar e tu vai cavalgar a tua pica preferida, bem aqui. Bem na frente da tua mamãe!

Gilda desmontou elegantemente de seu genro e a bela pica cônica, branca e de cabeça rosada, surgiu em toda a sua pujança, tesa como uma rocha e reluzindo de líquido vaginal. Na base do cacete, nos dois tufos de pentelhos avermelhados, havia espuma resultante do atrito que fizera um shake de suco de buceta temperado com o esperma de Artur.

- Ái, Mãezinha! Espia que coisa linda! Eu não resisto!

A bichinha sentou na cama ao lado da perna de Artur e ia se abaixar para cair de boca na rola do namorado, mas foi impedida pela forte mãozona de sua mamãe.

- Ái, Mãezinha! Que foi?

- Nada de tirar o mel. Lubrifiquei ele pra tu sentar gostoso. Anda! Senta que nem eu tava e agasalha a pica do Tutu.

Com uma cara de muito tesão e com uma malícia que raramente Bruninha tinha visto, Artur reforçou a ordem de Gilda, falando das duas fêmeas despudoradamente.

- Isso! Senta aqui, no meu pau! A putona cavalona da tua mamãe já gozou, rebolando gostoso na minha pica. Agora é a tua vez, Piranha!

Já montando em seu homem, Bruninha se surpreendeu com Artur falando naqueles termos, de sua mãe e dela mesma, na frente das duas. Com a mão para trás, segurando o pau do namorado para o encaixar em sua rosquinha, a CDzinha olhou para Gilda temendo ver uma reação negativa. Mas ela viu foi o lindo rosto da índia quarentona iluminado por um sorriso de puro desejo.

- É isso, mesmo, Filhinha! Artur acordou pra vida e descobriu que nós somos putas! E eu a-mei! Esse teu namorado... muito lindo!

Enquanto falava, Gilda se aprumou ajoelhada na cama, ao lado do filhinho viado e se aproximou para um beijo no boiolinha.

- ...esse teu namorado é muito gostoso... e muito... “especial”!

Ao mesmo tempo em que sentia o cuzinho de sua viadinha amada envolver sua pica, com tudo escorregando deliciosamente graças à pomada reparadora que a travesti Leia passara horas antes, Artur via aquelas duas fêmeas se beijando libidinosamente, com as línguas expostas, ambas sorrindo com cara de piranha e olhando para ele.

- Caralho... vocês são duas putas mesmo.. que tesão!

Tendo gozado há bastante tempo, Artur deu vazão à toda a virilidade e boa forma física, começando uma série de golpes de quadris pra cima, que fizeram o corpinho de Bruninha subir quicar na vara do rapaz.

- Úi!... aiiihhh... Tutu... caralho... que gostoso... aiiihhh...

- Toma, tua puta!

Impactada pelas expressões nas faces de seu genro comedor e de sua filhinha comidinha, Gilda adorou a cena e deixaria facilmente Artur metendo naquela velocidade que o levaria a mais um gozo. Mas ela tinha chamado o adolescente à sua cabine não apenas para passar rodo em mãe, pai e filho na mesma manhã, antes do almoço. Gilda queria acertar a relação dos dois jovens, até o fim daquela promissora viagem.

- Aiiihhh... Tutu... teu pau...

- Tu gosta de rola, né, Piranha?

- Aiiihhh... gosto! Gosto muito!

Foi nesse momento que a forte mão de Gilda, grande para uma mão de mulher, fez pressão no peito de Artur parando seus movimentos, enquanto com a outra mão a índia ordenhava um peitinho da bichinha.

- Para um pouquinho, Tutu querido! A gente precisa conversar.

- Hã! Conversar? Mas Tia!

Gilda se inclinou sobre o jovem e o beijou com uma sensualidade hipnotizante, depois explicando.

- Sim. Conversar. Bruninha vai continuar sentada no teu pau, e pode até dar umas reboladinhas gostosas, mas...

Gilda deu um beijinho rápido na filha enrabada e completou:

- Nada de fazer entre e sai, entenderam? Nenhum dos dois. Só umas reboladinhas pra manter esse tesão de pau do Tutu todo teso, dentro do teu cuzinho guloso, filhinha gostosa. Estamos combinados?

- Ái, tá bom, Mãezinha!

- Tutu?

- Tá bom, Tia.

Com uma mão ainda ordenhando a tetinha da filha e outra acariciando o peito forte do genro, Gilda sorriu lindamente, e comentou antes de entrar em assunto mais sério.

- Mas acho que o que a gente vai conversar... vai manter o fogo de vocês dois nas alturas.

Bruninha tinha certeza de que a mãe ia propor uma suruba deles três com a viada-madrinha Leia e se surpreendeu completamente.

- Negócio é o seguinte, filhinha. Tutu já sabe que tu é puta e que tu tem traído ele, aqui no navio.

Apesar de sentir o caralho duro do namorado todo enfiado em seu reto, a CDzinha olhou o macho esperando que ele brigasse com ela. Mas Bruninha viu no rosto de Artur um sorriso sacana e, antes que os lábios sempre entreabertos da viadinha adolescente perguntassem se era verdade, o namorado respondeu:

- É verdade. Eu vi que tu deu o rabo por dinheiro. E bem vi tu e Leia combinando alguma coisa com aqueles dois grandalhões pra quem tu ficou dando mole na boate, na primeira noite no navio.

Bruninha fez uma cara de constrangida até a alma e encolheu os ombros, apoiando as mãos no tórax do macho cavalgado. A expressão da viadinha, e a posição dos ombros aumentando os volumes dos peitinhos, atiçaram Artur.

- Tua puta!

- Mas...

Gilda ingressou a conversa.

- É isso mesmo, Tutu. Bruninha é puta. E eu também. E tu gosta, não gosta?

- Eu...

Novamente a sogra gostosona se abaixou premiando o rapaz com um beijo maravilhoso, para depois dizer.

- Tu não gostou de me comer? Tu não gostaria de comer Leia e qualquer outra fêmea ou viadinho daqui do navio? Já pensou? Eu, Leia e Bruninha atacando tua pica um dia inteirinho, fazendo tudo o que tu nem imagina?

- Porra, Tia! Ia ser...

- Maravilhoso!

- É!

- Antão, por que Bruninha não pode ter os mesmos prazeres que tu deseja? Ela pode, não pode? Tu não se excita com a ideia dela com aqueles dois grandalhões que tu falou?

- S-sim. Me excito. O problema é...

- O problema?

- O problema é que Bruninha mente e não me conta.

A viadinha já percebera a intenção da mãe e a disposição de Artur. Ele queria ser corneado e talvez até participar. Mais relaxada, e mantendo as mãos em apoio no tórax do rapaz, Bruninha começou um gostoso rebolado circular na piroca em que se empalava e Gilda arrematou.

- Você tem toda razão, Tutu. Não contando, Bruninha te exclui e te priva da oportunidade de chegar junto, se você quiser.

O macho deu uma pirocada contra o peso do corpicho da viada, que acusou o golpe.

- Úiii...

- Isso!

- Tu vai passar a dividir tudo com Artur, filhinha?

Com as sobrancelhas lindamente contraídas e a boca aberta na conhecida expressão de tesão, Bruninha fez que sim e respondeu:

- Aiiihhh... tudo... tudinho...

Mas a viada não foi sincera. Agora rebolando mais rapidamente no cacete do namorado, Bruninha pensou “vou dividir tudo... menos sobre a pica do papai dele... aiiihhh... como será que é o pauzão do meu sogro?”.

Satisfeita com a resposta da filha, Gilda virou a atenção para o genro e perguntou, olhando Artur de pertinho e pronta pra mais um beijo.

- E você? Promete que se tiver ciúmes vai correr pra tua sogrinha querida, aqui?

A pergunta foi complementada por mais um beijo sensual e Artur respondeu:

- Prometo, sogrinha querida gostosona!

- Sogrinha querida gostosona putona cavalona! Fala!

- Prometo, sogrinha querida gostosona putona cavalona! Prometo!

- Ái, tesão! Assim que se fala! Agora, bora selar esse nosso pacto com amor e com muita gala! Mas vocês dois vão gozar separados! De um jeitinho todo meu!

Os dois adolescentes continuavam engatados, cheios de desejo e obedientes. Gilda saiu da cama e sentou na poltrona próxima, dirigindo o ritual.

- Prestem atenção. Bruninha já aprendeu muita coisa, mas ainda não aprendeu a ter gozo de fêmea. Tu quer isso, não quer, filhinha?

A viadinha respondeu um “sim” dengoso, subindo e descendo com o cu fazendo círculos na rola do namorado.

- E você, Tutu, tu quer que elazinha aprenda, pra ser uma putinha cada vez mais feminina, não quer?

- Quero. Tia.

- Antão, Tutu... tu agora bate uma punhetinha no bilauzinho dela, até ela gozar dando gostoso pra tu. Ela tem que acostumar e associar a ideia, até que aprenda a gozar sem mexerem no piruzinho lindinho dela.

- Ái Mãe!

- Quietinha, viada! Eu sei o que eu to fazendo. E vou te mostrar como que tua madrinha viada goza, nessa posição... assim... as tuas mãos nessas tuas tetinhas pontudinhas... isso... tu cavalga a rola do teu homem sem se apoiar em nada... só nessas tuas coxas gostosas... nessa tua raba grande... ái, que bom que tu herdou meu DNA!

A CDzinha linda não sabia se olhava para a mãe orientadora sexual, para o dono da pica onde se empalava e dono de seu coração, ou para os próprios peitinhos e biluzinho, manipulados os primeiros por ela mesma e o último por um indicador e polegar de Artur.

- Tia! Espia! Bruninha tá linda, num tá!

- Aiiihhh, Tutu...

- Eu sou desconfiada pra falar, Tutu. Mas eu tenho muito orgulho de mãe... dessa viadinha linda! Um tesão, né? Espia essa boquinha! Sempre aberta... sempre pedindo uma rola na boca!

O pauzinho mínimo de Bruninha babava bastante e ela sentiu que se aproximava do gozo.

- Aiiihhh... Tutu... Mãezinha... tá vindo... tá vindo...

Só nesse momento Gilda se levantou e com suas fortes mãos modelou a postura do corpo da CDzinha, fazendo Bruninha ficar mais ereta sobre o pau do namorado e com a cabeça jogada para trás, olhando para o teto da cabine.

- Faz assim... assim... retinha... é assim que tua Dinda goza, montando numa rola! Vai Tutu! Tira leite dessa piranha!

Ser chamada de piranha pela própria mãe, dando para o namorado, foi uma das duas gotas que fizeram o pote de orgasmo de Bruninha transbordar. A outra foi a reação de Artur à ordem da sogra gostosona.

- UUUHHH... MÃE!

Com toda a força de seu corpo atlético, Artur disparou uma série de pirocadas para cima, num ritmo alucinante. E ao mesmo tempo o rapaz travou com uma mão o copo da bichinha, para que não fugisse da rola, e com a outra acelerou ao máximo a punheta de pinça na miniatura de caralho. Foi o fim da resistência da boiola.

-UÁÁÁIIIHHH... ÁÁÁIII... ÁÁÁIII... ÁÁÁIII...

Foram vários gritos agudos, que se fizeram ouvir num bom número de cabines próximas à de Gilda. Bruninha anunciava ao mundo sua realização como fêmea.

Embora ainda com o luxurioso auxílio da mamãe safada e do namorado corninho, aquele foi um orgasmo pleno de passiva.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Nadja Cigana a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários