O professor me mandou pra coordenação e eu acabei tirando leite do diretor

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 1411 palavras
Data: 30/08/2025 20:50:15
Última revisão: 31/08/2025 16:41:28

- Então, Thiago. Mais uma vez na minha sala?

- É. E, no entanto, é a primeira vez eu tô te vendo em semanas, diretor. Onde o senhor esteve, posso saber? – tentei inverter a situação.

- Isso não vem ao caso, amigão. O que importa aqui é a sua situação. Você tem noção que a sua vida acadêmica tá em jogo? Sua carreira corre risco, meu rapaz. – ele pigarreou, suspendeu as mangas da blusa social pra se arejar, depois apoiou os cotovelos na mesa de madeira do gabinete e me olhou, bem sério.

- Que carreira? Eu não sirvo pra estudar, diretor Humberto. Até parece que tô na escola por causa de profissão.

- Então tá na escola por quê?

- Porque meu pai obriga. Se dependesse da minha vontade, eu tava longe daqui. Não daria trabalho pra vocês e nem traria dor de cabeça pra mim, tá entendendo? – falei na boa, amigavelmente.

- Entendo. Mas se teu pai obriga, então você não tem escolha. A gente precisa chegar num acordo. – o cara afrouxou a gravata, fechou os olhos, pressionou as têmporas e soltou um suspiro de cansaço, visivelmente tenso com tudo que estava acontecendo.

- Quer um uísque, diretor?

- O que você disse?

- Uísque, quer? Pego pro senhor, se quiser. – eu ri.

- Não tenta nenhuma das suas gracinhas, Thiago. Isso aqui é escola, não tem bebida alcoólica.

- Ah, fala sério. Nem eu e nem o senhor acreditamos nisso, cê sabe. E aquela sua garrafinha que parece um cantil, cadê? Tá achando que eu não percebi? Um homem bonitão feito o senhor, poxa. Aliás, tem problema se eu te chamar só de Humberto? Acho que é mais apropriado pra ocasião. – deixei as formalidades de lado, levantei e fui pra trás da cadeira giratória dele, na intenção de dar uma boa massagem.

Minhas mãos tocaram seu trapézio tenso, ele reagiu com incredulidade e tratou de me repreender à altura, afinal de contas era o diretor do colégio e eu era um mero aluno, nós não tínhamos qualquer intimidade. Humberto segurou minha mão, me olhou com cara de puto e foi grosso na hora da bronca.

- Eu não sou seus amiguinhos, Thiago. Você entendeu errado.

- Sei que não é meu amigo, diretor, e nem quero que seja. A minha intenção é te relaxar. Você anda cansado demais ultimamente. O divórcio tem sido difícil, não tem? As olheiras não mentem, muito menos esses nós aqui nos ombros, tá sentindo? – bati as mãos espalmadas no ombro esquerdo, ele virou a cabeça de lado e, por um breve momento, se deixou levar pelo meu toque.

- Mmmm... Pior que tu foi direto no ponto, moleque. É aí mesmo.

- Eu sei. Dá pra sentir a tensão na sua carne, ela tá dura. Tem que relaxar, sabia? A vida não é só dor de cabeça e burocracia, não. Cadê o tempo pra se divertir? Você fica o dia todo trancado aqui, pô. Tem que espairecer, dar uma distraída de vez em quando. – desci as mãos, apertei os braços e ele não falou nada.

Até que meu nariz tocou seu pescoço e Humberto imediatamente retomou a postura decorosa e formal de sempre.

- É sério, Thiago. Preciso que você sente e fique quieto.

- Tudo bem. Já que você insiste... – rodei a cadeira giratória, sentei no colo dele e ajeitei a bunda bem em cima do volume do piruzão amontoado.

- Para de palhaçada, moleque. Já falei que não tô brincando.

- Nem eu. Tô rindo? – fiz cara séria, cheirei no cangote de novo e o safado demorou a resistir, cada vez mais seduzido pelo meu jeito foguento.

- Pelo amor de Deus, rapaz. Se alguém entrar por aquela porta agora, eles c-

- Relaxa, ninguém vai entrar. O foco é você relaxar e deixar a tensão de lado, entendeu? Nada de preocupação, só prazer. – pisquei o cuzinho na pica e ele fingiu que não sentiu, mas logo vieram as latejadas do caralho na minha bunda, como se ele respondesse ao meu chamado.

O diploma pendurado na parede da direção dizia “Humberto da Silva Barreto”, era o nome do macho quarentão, branco, loiro e bonitão que sentava na cadeira de diretor do Tadeu Ernesto. Um verdadeiro gostoso com rostinho de galã de novela, sorriso Colgate branquinho, covinhas no rosto, o corpo padrão e sempre elegante nas gravatas que usava. Humberto parecia uma versão russa do dentista PC, interpretado pelo ator Daniel Boaventura na série “Tapas & Beijos”.

- Você sabe que precisa relaxar, não sabe?

- Eu sei, garoto, ma-

- Então eu vou ajudar.

Abri a gaveta da mesa, encontrei a garrafinha de uísque, tomei um gole e dei pro macho beber, o que ele relutou no começo, mas acabou topando. Recém divorciado e ex-corno, o loiro não superou o chifre que tomou da mulher e terminou o casamento, mas a buceta era de ouro e agora ele vivia correndo atrás dela, arrependido do divórcio. Na prática, o diretor Humberto estava de saco cheio, carentão e precisava aliviar os ovos o quanto antes, por isso eu rebolei no colo dele e só parei quando senti a piroca pulsar no meu rego.

- Melhor parar, Thiago, ainda dá tempo. Mmmm...

- Parar? Lógico que não, eu vim aqui conversar a sós contigo.

- Mas a conversa é sobre você, não sobre mim. Sssss...

- É sobre você, sim. Sobre sua vida íntima. Tem quanto tempo que cê não dá uma gozada gostosa, hein? Tá precisando, senão o leite vira queijo.

Sabe aquele homem que senta, a calça aperta e automaticamente forma um morro de piroca entulhada por cima das bolas no meio das pernas? É desse tipo de macho maludo que tô falando aqui. Só que o bonitão era reservado, bancava o divorciado introvertido e eu tive que comer pelas beiradas até deixa-lo à vontade na minha presença.

- Aposto que sua piroca é grossa e cabeçuda. Acertei?

- Não vou falar da minha intimidade com um aluno, moleque. Toma vergonha na cara e sai logo de cima de mim, anda.

- Por que você não me dá uma chance de ajudar?

- Porque tu não tem o que eu quero. Tu é só um estudante, não dá o que eu gosto. – pelo menos ele mandou a real.

- Como assim, não dou?

- Você é homem, Thiago. Não tem o que eu quero no meio das pernas, não usa calcinha.

- Ah, não seja por isso. – abaixei a calça, mostrei a lingerie fio dental socada no cuzinho, puxei o elástico dela e botei na mão dele, pro safado usar como rédea e me fazer de égua.

- Caralho, garoto... Hmmm... Tua bunda tá em cima do meu pau.

- Cadê? – saí do colo, olhei pra calça dele e o tamanho da pica envergada não dava pra esconder.

A ereção foi tão drástica e turbulenta que tinha até mancha de babão transparecendo no pano, só pra você ter ideia do estrago que a minha sentada causou. Eu ajoelhei nas pernas dele e comecei a abrir o zíper da calça, ele me olhou e tentou resistir.

- Por favor, Thiago, não viaja. Quer que cortem minha cabeça na guilhotina?

- Facilita, tô tentando te ajudar. Cê vai gostar, cara.

- Mas eu sou hétero, gosto de mulher. Tu sabe muito bem que se minha secr... AAARFF! PORRA, GAROTO! SSSS! – ele gemeu alto quando eu cheirei e engoli o mastro todo de uma vez.

Tal qual imaginei, o quarentão tinha rola larga, robusta e cabeçuda, daquelas que te obrigam a arreganhar os beiços pra abocanhar tudo numa só golada. Só que, ao contrário do que deduzi, a pica não se limitava somente à espessura anormal. Também era comprida além do razoável, alongada de um jeito desproporcional aos olhos e muito acima da média nacional. Eu não tinha régua pra medir, mas chutaria algo na casa dos 24cm, pois fiz esforço pra engolir e, mesmo quando deu certo, ainda havia mais caralho pra pôr na boca.

- NA CABEÇA NÃO! CABEÇA É COVARDIA, PORRA! FFFF!

- Gmmm! Tá vendo como você precisa de mim? Tá se acabando na mamada, macho. Vai dizer que não?

- Tô falando sério, vamo parar enquanto há tempo. É a melhor coisa que a gente faz. Eu finjo que nada disso aconteceu e você pode... OOORSSS! PUTA QUE PARIU, THIAGO, AÍ É SACANAGEM! Hmmm! – ele se contorceu na cadeira conforme eu gargarejava na marreta.

- Tá gostando, tá?

- Quero que você obedeça, tá ouvindo? Não vou falar de novo.

- Também não vou repetir. Vem cá. – puxei a calcinha de lado, subi no colo dele de novo e...

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