Caralho, estou viciado no Fortnite e na boca do meu amigo.
Bom, me chamo Josué e tenho 22 anos sou negro, cabelo na maquina, magrelo, alto um e oitenta de altura, todo lisinho e namoro uma mina Eliza, mas esta foda. Trabalho como repositor de supermercado segunda a sábado e apesar de eu ja brocar a Eliza seus pais ficam embassando dela dormir aqui na casa dela então nem pensar. Apesar de gostosinha a mina é surtada, não pode me ver conversando com nenhuma outra mina que ja chega espanando e até ja começou com essas ideias de querer me proibir de ir nos lugares tipo jogar meu fut as terças e sábado depois do trampo, dar meus rolê com os parças quando os pais dela embaça dela estar junto, mas o que ela quer? Que eu fique em casa de castigo só porque ela também esta? Cara tenho 22 tô suave.
Em fim, por conta do trampo e dessas paradas com a Eliza eu estava meio pá, chateado, ta ligado? Foi quando eu comentando com um brother la do trampo sobre fifa que um novato entrou no assunto e começou a falar do Fortnite eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha jogado. Esse carinha, o Edvaldo me explicou o jogo e cara pirei quando cheguei em casa e joguei. Óbvio que apanhei pra cacete no início, mas foi muito loko vei!
No outro dia já cheguei caçando o muleke e trocando ideia sobre o jogo, ele me deu altas dicas e trocamos contato.
Era terça feira a noite eu estava no fut quando vejo Eliza chegar na quadra com suas duas amigas a tiracolo. Óbvio que me esforcei para marcar logo três golaços para me exibir para elas com beijinho na comemoração e tudo. Quando o jogo terminou fui até elas. Eliza não queria que eu a abraçace pois estava suadão, mas nem dei moral agarrei minha mina e dei mó beijão nela de inicio ela quiz me empurrar, mas logo relaxou sentindo a pegada do negão aqui o foda é que os pais dela ligaram chamando ela para ir para casa que ja estava tarde, que no outro dia ela tinha aula, piriri pororo. Enquanto eu tentava convencê la a me fazer ao menos um boquete, afinal tínhamos transado domingo eu já estava cheio de tesão e pau duro marcando no short que aliás as amiguinhas dela não tiravam o olho com carinha de safadas. Meu celular vibrou com uma notificação de mensagem e ela viu o remetente Val.
_ Que piranha é essa que você está de conversinha Josué?
_ Iiiii viaja não fia, esse aqui é um carinha lá do trampo.
_ Ta me tirando de otaria, Josué? Estou vendo o nome da piranha daqui.
_ Val é o apelido de Edvaldo. Aqui ó a mensagem, lê ai, ó.
Disse já irritado mostrando e entregando o celular para ela.
Na mensagem Edvaldo estava me chamando para entrar no time dele para jogar.
Eliza me entregou o celular e foi saindo dizendo que foi mal, mas para eu não vacilar que ela estava de olho.
_ Ei, vai mesmo me deixar na mão?
Disse eu apontando para o volume do meu short.
_ Meus pais estão no meu pé, se eu não ir agora eles não vão me deixar sair domingo.
_ Sacanagem, po, ta vacilando, se liga hem?
Já mandei logo o aviso. Boladão mandei mensagem para Edvaldo dizendo que eu não estava em casa, que estava na quadra ainda.
Eu já estava saindo quando recebo outra mensagem dele dizendo que se eu quisesse passar no ap dele, ele me passaria altas dicas.
O apartamento que ele morava era perto da minha casa, passei na frente do prédio e como eu estava boladão resolvi desestressar jogando um pouco e pensar que minutos atrás eu estava suavão com minha vitória no fut. Enfim.
Interfonei, Edvaldo liberou minha entrada e quando ele abriu a porta senti aquele ventinho gelado do ar condicionado e seu perfume um pouco adocicado, mas gostoso de se sentir foi quando lembrei que eu estava pingando de suor.
_ Po cara estou suadão, vei, além do jogo ainda vim de bike ta ligado?
_ Relaxa tá de boa, mas se quiser tomar um banho...
Disse Edvaldo, me olhando de cima a baixo.
_ Não, de boa.
Agradeci meio envergonhado.
_ Entra ae, ta de boa, estou sozinho, minha mãe é enfermeira só volta amanhã. Quer um refri, uma água, um… banho? A é o banho você já recusou kkkk
_ Aceito sim, um refri, valeu.
Sentei no sofá branco até fiquei com medo de sujar, logo Edvaldo vem e me entrega uma latinha de coca gelada.
_ Vamos?
_ Como assim? Pra onde?
Pergunto sem intender.
_ Meu quarto o pc está lá.
Responde Edvaldo comendo aqueles amendoins japonês salgadinhos.
Chegando no quarto Edvaldo tira a camiseta deixando a mostra seu peito lisinho, os mamilos pequenos e rosados.
_Se quiser tirar também... Pode ficar a vontade.
E começa a jogar. De pronto permaneci com minha regata. Val jogava muito, me deu altas dicas e disse para eu tomar seu lugar que ele iria me guiando para eu pegar mais fácil e rápido. Aos poucos eu ia pegando as manhas, o jogo tem muitas gírias em inglês e Val me explicando.
Relaxei, tirei a regata, comendo um amendoim, bebendo uma coquinha, apareceu uns personagens com umas skins sensuais não deu outra meu pau subiu, fiquei um pouco assim principalmente pelas manjadas de Edvaldo na minha rola. Qual era a de Edvaldo pensei eu, desde que eu o conheci já tinha sacado que ele tinha um jeitinho de "criado por vó" tá ligado, mas deixei quieto afinal o cara estava super de boa me recebendo no ap dele além de estar me dando altas dicas no game. Um certo momento eu pedi ajuda e ele não me ouviu ao olhar para ele percebo ele viajando no volume da minha rola sob meu short e quando ele volta a si fica todo corado sem jeito. Finjo que não percebi ele manjando a minha rola e enquanto pergunto novamente sobre como eu deveria fazer para derrotar o inimigo dou uma pegada no pau. Cara esse garoto chegou a engasgar, ofereci minha coca para ele. Edvaldo bebeu e ao me devolver acabou derramando um pouco no meu short.
Não sei se foi de propósito, mas de um jeito estabanado ele pedindo desculpa veio me ajudando a "limpar" passando a mão no meu pau rígido, que pulsou. Ele ficou ainda mais desconcertado e vermelho.
Eu disse que estava tudo bem e ele foi buscar um pano para limpar o chão e percebi que ele tinha ficado excitado.
Quando Edvaldo voltou, limpou o chão me pedindo um monte de desculpas e dizendo que se eu quisesse ele me emprestaria um short para eu ir embora. De primeira recusei, mas com sua insistência e sinceramente não sei de onde surgiu essa vontade de me exibir que aceitei e enquanto Edvaldo procurava um short para eu vestir em seu guarda roupa eu tirei o meu. Detalhe eu já estava sem minha regata e como eu estava sem cueca pois estava usando daqueles shorts que tem uma redinha dentro eu fiquei completamente nu usando apenas minhas chuteiras.
Quando Edvaldo se vira para me entregar o short e me vê daquele jeito ele paralisa.
Eu me fazendo de que nada estava acontecendo me aproximei do rapaz esticando a mão perguntando.
Será que serve?
_ Se... Se... Serve.
Disse Edvaldo gaguejando olhando para meu pau preto de 19 cm duro apontando como uma flecha em sua direção. Sua boca entreaberta chegava escorrer saliva que ele logo sugou ao perceber escorrer pelo canto da boca. Edvaldo deu dois passos em minha direção esticando a mão me entregando o short. Peguei a peça, mas não vesti de imediato. Segurei a peça em minha frente, virei de um lado, do outro enquanto isso Edvaldo olhando meu membro, aproveitei para provocar ainda mais. Fiz meu pau pulsar. Cara, o moleque chegou a lamber os beiços. Fui vestir o short e fingi me desequilibrar.
_ Cuidado, senta na cama é melhor.
Disse ele se aproximando de mim me apoiando.
_ Melhor né? Eu aqui vacilando.
Sentei na cama e Edvaldo sentou do meu lado. Parei um pouco, olhei para ele e ele encarando meu pau.
Eu com um sorriso malicioso nos lábios, pergunto.
_ Que foi? Curtiu? kkkk
Ele sem graça não respondeu, apenas desviou o olhar com o rosto corado.
_ Ele está assim porque minha mina não quis me dar, acredita? Estou desde de domingo sem. Acredita que ela nem quis me pagar um boquete? Vacilo né não?
Disse eu puxando meu pau e soltando, fazendo com que ele duro, batesse em minha barriga.
Caralho, véi, tu tá ligado no fogo que eu tava? Meu pau tava ali, pulsando, duro pra cacete, batendo na barriga enquanto eu olhava pro Edvaldo, que tava vermelho que nem pimentão, mas com aquele olhar de quem tá querendo entrar na onda. O moleque tava travado, mas dava pra ver que ele tava louco pra mandar um “e aí, rola ou não rola?”. Eu, sacana que sou, resolvi botar mais lenha na fogueira.
_ Fala sério, Val, tu já ficou na seca assim? Tipo, a mina te deixa na mão e tu fica aí, com o bicho gritando, sem ter o que fazer? Tô ligado que tu entende, véi.
Eu dei uma risada, peguei meu pau de leve, só pra provocar mais, e sacudi ele como quem não quer nada. Edvaldo engoliu seco, os olhos grudados no meu cacete, e eu juro que vi ele morder o canto da boca, tentando disfarçar. O cara tava no limite, mano, dava pra sentir a tensão no ar, tipo aquele momento antes de um gol na prorrogação.
_ Não, mano eu nunca… namorei.
_ Mano, relaxa, tá de boa. Tô só zuando. Ou… – fiz uma pausa, olhando ele nos olhos, com aquele sorriso de canto que eu sei que deixa qualquer um desconcertado – … tu tá afim de resolver meu problema? Kkkk, brincadeira, véi, se liga!
Eu tava jogando verde, óbvio, mas tava curioso pra ver até onde o Val ia. Ele riu, meio nervoso, passando a mão na nuca, tentando desconversar, mas o volume na bermuda dele não mentia. O cara tava ligado no 220, e eu, putz, tava achando graça da situação, mas também tava com um tesão do caralho, ainda mais depois do vacilo da Eliza.
_ Po, Josué, tu é zoeiro, hein? – disse ele, tentando mudar o clima, mas a voz tava tremendo um pouco. Ele se levantou, foi até a mesa pegar mais um punhado de amendoim, mas eu notei que ele tava andando meio estranho, tipo tentando esconder o que tava rolando no short dele.
_ Zoeiro? Eu? Imagina, mano! – retruquei, me jogando pra trás na cama, deitando com as mãos atrás da cabeça, deixando meu pau bem à mostra, apontando pro teto. – Tô de boa, só esperando tu me passar mais dicas do Fortnite, ou… sei lá, tu tem alguma outra ideia pra desestressar? Tô precisando, viu?
Edvaldo parou no meio do quarto, com a lata de refri na mão, e ficou me olhando. Mano, o olhar dele era tipo um mix de “quê que tá acontecendo?” com “porra, eu quero”. Ele deu um gole na coca, mas derramou um pouco no peito, o líquido escorrendo pelos mamilos rosados dele, e eu não resisti, soltei um:
_ Caralho, Val, tu tá querendo me provocar agora? Olha o estado que tu tá deixando o negão aqui!
Ele riu, meio sem jeito, mas dessa vez não desviou o olhar. Veio caminhando devagar até a cama, ainda segurando a lata, e sentou do meu lado de novo, dessa vez mais perto. O ar condicionado tava gelado pra caralho, mas o clima tava pegando fogo. Ele olhou pro meu pau, depois pra minha cara, e disse, com a voz meio rouca:
_ Mano… tu tá falando sério ou tá só zuando? Porque, tipo… – ele hesitou, coçando a nuca de novo – … tu tá me deixando meio… perdido, ta ligado?
Eu levantei uma sobrancelha, me aproximei dele, deixando meu ombro roçar no dele de leve, e falei baixo, com aquele tom que eu sei que deixa qualquer um louco:
_ Perdido? Então deixa o negão aqui te guiar, Val… _ Disse me levantando, ficando de frente a Edvaldo. Peguei sua mão e a conduzi vagarosamente ate meu pau duro e continuei… _ Tô ligado que tu tá na mesma vibe que eu. Quer mandar ver ou vai amarelar?
O moleque ficou quieto por uns segundos, mas os olhos dele tavam gritando. Ele largou a lata na mesinha do lado, mas continuou com a outra mão no meu pau, meio tímido no começo, como se tivesse testando o terreno. Mano, quando senti aqueles dedos gelados do refri no meu cacete, quase gozei, mas me segurei, soltei um gemido baixo e disse:
_ Porra, Val, tu é rápido no gatilho, hein? Tô gostando do teu estilo!
Ele riu, meio nervoso, mas já tava entrando no clima. A mão dele começou a se mover, devagar, masturbando meu mastro. Eu tava nas nuvens, véi, o tesão acumulado desde o domingo tava explodindo. Olhei pra ele e vi que ele tava mordendo o lábio, com aquele olhar de quem tá querendo mais. Então, fui pro tudo ou nada. Coloquei uma mão em sua nuca e fui conduzindo ela para baixo em direção ao meu pau.
_ Mano, se tu tá afim, não precisa ficar só na mãozinha. Tô ligado que tu tá querendo provar, vai. Tô de boa, pode mandar ver.
Edvaldo ficou vermelho, mas não parou. Ele se inclinou, meio hesitante, e, cara, quando senti a boca dele, quente e molhada, envolvendo meu pau, quase explodi ali mesmo. O moleque era inexperiente, dava pra perceber, mas o jeito desajeitado dele tava me deixando ainda mais louco. Eu segurei a cabeça dele, guiando de leve, e soltei:
_ Caralho, Val, tu é foda! Continua assim, tá mandando bem pra cacete!
Ele foi pegando o jeito, chupando com vontade, enquanto eu me segurava pra não gozar na hora. O quarto tava silencioso, só se ouvia o barulho do ar condicionado e os gemidos abafados que eu tava tentando segurar. Mas, véi, tava foda. O Edvaldo tava mandando ver, e eu tava pensando: “Porra, Eliza, tu vacilou feio, olha o que eu achei aqui!”
Aos poucos Edvaldo foi relaxando, tirava meu pau da boca e enquanto me masturbava cheirava e lambia minha virilha e meu saco.
_ Puta que pariu moleque! Assim tu me enlouquece porra!
Soltei olhando para baixo e vendo Edvaldo com seus cabelos castanhos claros enrolados com meu saco todo dentro de sua boca. O safado solta meu saco e ri com aquela boquinha babada rosada.
_ Foi mal eu devia ter banhado primeiro.
_ De boa gosto do seu cheiro.
Disse Edvaldo cheirando e lambendo minha virilha.
Nem acreditei, pois Eliza sempre implicava comigo por conta de suor, cheiro. As vezes eu tinha acabado de tomar banho, mas só do trajeto da minha casa para a dela de bike ela já dizia que eu estava fedendo e agora o novato do meu trabalho estava se deliciando com meu pau suado depois de uma partida de futebol que minha namorada mesmo a poucos minutos atrás nem queria me abraçar.
De repente, ele parou, levantou o rosto, todo vermelho, e perguntou, com a voz tremendo de tesão:
_ Vai gozar na minha boca?
Nem respondi, apenas forcei minha mão em sua nuca e Edvaldo entendeu o recado. O moleque parecia estar com fome de rola ou melhor de porra.
Joguei a cabeça para trás, fechei os olhos sentindo aquela boca quente sugar meu cacete enquanto sua mão me masturbava. Edvaldo acelerou, meu pau percebeu e começou a inchar o tesão subiu segurei firme a cabeça de Edvaldo contra minha pélvis com meu pau enfiado todo em sua boca com a cabeça encaixada em sua garganta e soltei todo meu gozo contido. Edvaldo começou a engasgar, mas eu queria mais até ele me tirar minhas mãos de sua cabeça e cair sentado no chão com sua boca melada de porra e baba com um sorriso e os olhos mel lagrimejados.
_ Foi mal Val, mas você foi… foi incrível cara, pedi a cabeça.
_ De boa, foi massa.
_ O celular de Edvaldo tocou quebrando um pouco o clima, pois era a mãe dele peguei meu short limpei meu pau e já fui me vestindo entendendo que minha hora ali tinha acabado, me despedi e fui pra casa e enquanto eu pedalava me lembrava da loucura que tinha acabado de acontecer.