CRUZEIRO: MAMÃE MORDE GENRO E O CONVENCE A ACEITAR A CDZINHA PIRANHA

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 2142 palavras
Data: 30/08/2025 13:57:49

Artur era um nadador treinado, no auge da força física do fim da adolescência. Mas agora ele se deixava afogar num mar de mulher chamado Gilda.

Quarentona voluptuosa, mas com as curvas todas saradas, Gilda era uma Deusa do Sexo que se surpreendera com a dureza excepcional daquela rola que fazia a alegria de sua filhinha CDzinha, Bruninha.

A pica de Artur era menor e mais fina do que o caralhão do pai dele, amante de Gilda. E o jovem não tinha o experiente rebolado de seu pai, Diego. Mas a gana e a força física, junto com a dureza de aço, compensaram tudo isso.

- Que coisa gostosa, Artur!

Deitada por baixo do rapaz, ainda com a rola tesa toda enfiada em seu ensopado bucetão, Gilda estava prestes a comentar que sua filha CDzinha tinha muita sorte de ter Artur como namorado, quando o jovem, ofegante e suado, a olhou ternamente nos olhos, beijou a sogra na boca e, com os lábios próximos da orelha dela, soltou a bomba:

- Tia! Eu sei que Bruninha tá dando pra outros machos, no navio!

A gostosona não perdeu a calma. O tom de voz de Artur não revelava raiva e nem mesmo um ciumezinho. Acariciando a cabeça do genro com uma mão, Gilda começou a passar a ponta das unhas nas costas largas do macho de seu filho viadinho e perguntou:

- Tu sabe disso... e...?

- Eu...

- Não responde... Deixa eu te mostrar uma coisa.

A índia acionou seu anel vaginal intermediário e a pica de Artur tomou uma forte mordida banguela.

- Uh!.. tia! O que foi isso?

Gilda fez cara de sonsa e mordeu outra vez a rola dentro de si.

- Isso o quê, Tutu?

- Aaahhh... como que...

O pau encharcado em suco de Gilda tomou uma terceira mordida e a responsável falou.

- Aaahhh... isso? (mais uma)... aprendi há tempos (outra)... sabe porque, Tutu?... (outra)... porque sou puta!... (outra)... putona cavalona... (outra)

O jovem tentou recomeçar a socar pica na sogra, mas agora ele era passageiro da nave Gilda. A fêmea segurou com uma força surpreendente as nádegas de Artur, mantendo o membro o mais enfiado possível nela, e continuou a mastigar o pênis adolescente com sua buceta mordedora.

- Nãããooo... (mordida)... quietinho... fica quietinho dentro da tia... (mordida)... a tia sabe pompoir... (mordida)... porque é puta... teu papai não te falou, não?

Gilda jogou um verde, esperando que Artur negasse e que Diego, como um cavalheiro, não houvesse comentado nada com o filho. Mas a gostosona ao mesmo tempo se decepcionou e se encantou com a resposta.

- Papai... úúúiii... falou sim... uuuhhh...

- Ééé?... (mordida)... e o que, que o gostosão do Diego... (mordida)... te disse?

- Que a tia... úúúhhh... que a buceta da tia morde!... áááiii...

- E o que mais, Tutu?... (mordida)... fala, senão vou te morder muito!

- Que a buceta da tia... aaahhh... é a mais molhada... gostosa... e mordedora que ele já...

Adorando os elogios, Gilda puxou o genro para um beijo cheio de luxúria e depois, acariciando o rosto do rapaz, perguntou:

- Tem mais?

- Tem. Papai disse que a tia... é uma força da natureza.

- Huuummm. Gostei. Pois é. E Bruninha também!... (mordida)... a filhinha viada da tia... (mordida)... tua namoradinha... também é puta... ou tu não acha que Bruninha nasceu pra levar rola?... hein?... (mordida)... responde, Tutu...

- Huuu... acho...

- Acha o que?... (mordida)...

- Que Bruninha nasceu pra levar rola.

- Antão, Tutu! Modéstia à parte, eu sou uma força da natureza, mesmo... (mordida)... teu pai, com aquele cacetão gostoso, tá certo!... aceita Bruninha como puta... pelo menos até a gente chegar em Barcelona... que tu vai ser muito feliz... (mordida)..

- Uuuhhh... Tia... eu aceito... a verdade é que... eu gostei... de saber que Bruninha pega outros... eu deveria ficar puto... mas gostei...

- Deveria nada! Tu tá acima de ciúmes!... tu sempre foi muito especial... diz... (mordida)... tu ficou excitado com Bruninha dando pra outros, aqui no navio?

- Eu... fiquei, sim!... uuuiii...

- Tu... quer ver?... quer participar?... (mordida)... fala a verdade!

- Quero!

- Tu é maravilhoso, Tutu! Continua dentro de mim e pega ali meu telefone! Na mesinha! Isso.

O jovem obedeceu e enquanto Gilda digitava a mensagem para Bruninha, o nadador recomeçou instintivamente a foder, embora bem devagar.

- Huuummm... menino levado e gostoso!... fodendo a tia, enquanto ela tá distraída... aaahhh... continua...

Momentos antes, e quatro andares acima, numa mesa do deque das piscinas, a linda CDzinha adolescente filha de Gilda, protestara contra a viada-madrinha, que a impedira de aceitar o convite para suruba dos dois agroboys.

- Mas Dinda! Eu bem gostaria!

Ambas, sentadas em poses sexies, vestiam as saídas translúcidas e os biquinis de arco-íris já famosos no navio, além de óculos escuros e chapelões de praia iguais. E, acomodados à frente delas, eztavam os dois grandalhões que haviam feito o convite, com o branquelo e gordinho Ronnie imitando a voz afetada de Bruninha.

- Ái, Dindinho! Deixa o viadinho brincar.

Leia bebeu calmamente um gole da água de coco que carregara até a mesa e respondeu com um risinho de desdém, apontando para Ronnie, mas falando para o belo moreno que o acompanhava.

- Teu nome é Leo, né? Acho que teu primo pensa que me incomoda, me tratando no masculino.

- Ele é um sem noção, Senhorita.

Leo pegou delicadamente a mãozinha da travesti e beijou as costas, em seguida falando sedutoramente.

- Mas meu interesse... é na Senhorita. Se sua sobrinha...

- Afilhada!

- Perdão. Afilhada! O fato de sua afilhada não poder brincar, não muda o interesse romântico que tenho pela Senhorita.

Leia viu no rapaz um conquistador barato, porém interessante, bonito, alto e provavelmente dotado de um caralhão. Se aquele convite tivesse rolado em um momento disponível, ela aceitaria com certeza. Mas, depois da noite anterior, a travesti só tinha cabeça para Mbaye.

- Então, Leo. Nessas coisas de amor, é muito importante a sinceridade, logo de cara. Eu ontem à noite tive o grande encontro de minha vida e me apaixonei.

Meio desconcertado, o rapaz ainda brincou, rindo amarelo:

- Bem, Leia. Eu não sou ciumento.

A viada riu e respondeu:

- Não. Tu é um cavalheiro que vai entender que meu coraçãozinho já está ocupado.

- Claro!

Bruninha achou linda a declaração da Dinda, e sua curiosidade quanto a quem havia leitado cama da viada-madrinha na noite anterior, só fez aumentar. Mas a admiração foi interrompida pelo grosseiro Ronnie, falando com a CDzinha.

- Aí! Se tu tá machucadinho no fiofó, a gente pode brincar de outro jeito.

Foi nesse instante que o celular da viadinha vibrou, chamando sua atenção para a primeira mensagem de Mamãe Gilda:

“- Artur tá vindo me comer. Te prepara. Assim que ele gozar comigo, vou te chamar, pra gente brincar juntinhas com o pau dele!”

A CDzinha afogueou o rostinho na mesma hora e teria ficado com seu piruzinho infantil durinho aparecendo no biquini, se o bilauzinho não estivesse contido pela gaiolinha de grelha achatada, que o mantinha rente ao púbis. Leia, claro, notou, e perguntou sabendo que só poderia ser putaria:

- Algum problema, meu Amor?

- Não, Dinda. É Mamãe. Ela quer que eu vá conversar com ela daqui a pouco.

A travesti logo imaginou que Gilda estava atracada com o amante Diego e queria dividir o caralhão do espanhol com a filhinha viada, assim como a própria Leia dividira aquela pirocona com Gilda, na véspera. Madrinha zelosa, Leia quis reter a CDzinha, preocupada com o cuzinho da afilhada.

- Espera um pouquinho que quero falar contigo antes.

- Tá.

- Bom, rapazes! Eu estou fora do mercado e Bruninha, aqui, precisa se recuperar. Vocês seguem até Barcelona com a gente?

Foi o educado Leo quem respondeu.

- A gente vai pra Maiorca.

- Ah, ótimo! Então, daqui a uns dois dias, será que vocês poderiam cuidar de Bruninha pra mim? Vocês dois juntinhos? Pode ser assim, meu amorzinho?

Uma emburrada CDzinha adolescente concordou.

- Ái, tá bom, Dinda!

- Não fica assim! Tô falando pro teu bem. E... meninos! Será que vocês dois poderiam nos dar licença? Temos umas coisinhas pra conversar!

Ronnie fez menção de ficar para insistir na proposta de suruba, mas seu primo atendeu ao pedido da travesti e rebocou o inconveniente branquelo para fora da mesa.

- Espia, minha filha! Que foi que eu falei contigo no café da manhã?

- Ái, Dinda! Eu ia só dar umas chupadinhas.

- Só umas chupadinhas... sei! Depois que tu visse as rolas duras desses dois, té parece! Tu tem que preservar o teu anelzinho, senão...

Leia ia falar do compromisso de Bruninha com o comandante Nicola e com Iuri, agendado para o dia seguinte em Maceió, quando o próprio oficial italiano do navio apareceu, caminhando até a travesti e saudando as duas viadas com um belo e másculo sorriso.

- Bons dias, senhoritas!

- Nicola, você tá virando bruxo. Foi só pensar em você, e tu brota!

Mantendo-se de pé, Nicola fingiu uma cara esquecimento e respondeu:

- Eu não te contei? Mil perdões! Eu SOU bruxo!

E comendo Bruninha com os olhos, o italiano completou:

- E amanhã, aguardo as oferendas da senhorita Bruninha e de seu amiguinho Iuri, para uma boa bruxaria. Ciao!

A trans retardou a saída do oficial.

- Nicola, aspeta! Almoce comigo no Shangai, por favor. Tenho uma coisa muito importante pra te falar.

Leia pedira num tom sério e foi também num tom sério que Nicola respondeu, se aproximando da travesti.

- Será um prazer... quase completo! Doze horas em ponto, por favor?

- Perfeito! Obrigada!

- Prego!

Almoço combinado, Leia quis ir cedo para sua cabine se produzir e Bruninha seguiu para a da sua mãe, para ver o que Gilda e Artur faziam. Porém, mal se despedira da viada-madrinha, a gostosa CDzinha recebeu outra mensagem de sua mãe.

- “Filha, tu já tá vindo?”

- “To. Me separei da Dindinha, agora. Tô esperando o elevador.”

- “Tu tá com a chave reserva da minha cabine, que te dei?”

- “Tá na minha carteira, mãezinha.”

- “Então entra direto, sem tocar a campainha, pra tu ver uma coisa!”

Bruninha tinha uma ideia clara do que veria ao entrar na cabine da mãe putona cavalona, mas não da cena que a esperava, dentro do elevador.

A viadinha estava de cabeça baixa, olhando dentro da grande bolsa de praia para pegar sua carteira, quando as portas gêmeas se abriram. E por isso ela demorou a perceber a cena.

Descendo do 14° andar do navio, onde havia a academia, estavam o rapaz louro que parecia o “Encantado” do Schreck, que Bruninha paquerava desde a primeira noite no navio, e a namorada dele. O par, suado e em roupas de ginástica, se beijava sensualmente de perfil para Bruninha, e a linda CDzinha pôde perceber dois detalhes que lhe disseram muitas coisas.

Primeiro, o rapaz estava com uma bela barraca armada no fino short de malhação, que só poderia ser erguida por uma pica de mais de 20cm!

Provocada pelo convite para uma suruba com os primos agroboys Léo e Ronnie; atiçada pelo breve encontro com o roludo comandante Nicola, para quem daria no dia seguinte, em Maceió; e excitada pela ideia de dividir a pica de seu namoradinho Artur com mamãe Gilda, Bruninha teria se ajoelhado e caído de boca na rolona tesa do “Ecantado”, ali mesmo, se não fosse a presença da namorada do rapaz. E era daquela coisinha insossa que vinha o segundo detalhe!

A garota, que nossa CDzinha já achava uma patricinha nojentinha, beijava o Encantado apaixonadamente, acariciando os cabelos dele, mas mantinha a própria cintura para trás, evitando encostar na jeba dura de seu namorado.

Bruninha entrou no elevador indignada! Para a CDzinha, era dever de fêmea ocultar a ereção de seu macho. Além do que, como assim aquela bruaca, que tinha buceta, evitava se esfregar gostosamente na pica do namorado??? Que desperdício!!!

Beijando a namorada de olhos abertos, o Encantado cuidou de agarrar a cabeça da namorada para manter o beijo, enquanto apreciava as belas pernas femininas e todo o resto do provocante ser andrógino que entrou no pequeno espaço vestindo biquini com as cores da bandeira LGBT e uma saída de praia translúcida, e se encostou de bundão na parede lateral do elevador, ficando de frente para ele.

Em gesto estudado, Bruninha tirou os óculos escuros e olhou com desejo para o Encantado, passando despudoradamente a língua em seus bem desenhados lábios. Foi só o que a viada conseguiu fazer, pois logo chegaram no nono andar e saíram os três.

A CDzinha rebolou desfilando à frente do par de namorados, fazendo o Encantado desejar aquele bundão redondo e firme, mas logo o trio se separou nos corredores do navio.

Uma cena muito mais excitante aguardava os olhos de Bruninha!

A CDzinha parou do lado fora da cabine de mamãe Gilda, mas não ouviu nenhum gemido. Então ela abriu a porta e uma lufada de ar, entrando pela varanda aberta para o mar, fez as cortinas se abrirem, jogando luz sobre os pés de Artur, estirados sobre o pedaço do fim da cama que era visível.

-Tutu? Mãezinha?

- Eeentra, Filhinha... vem cá!

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