Brincadeirinhas Gostosas Com a Minha Irmã - Capítulo 18: Finalmente Sem Camisinha, Finalmente Minha Mulher

Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 4519 palavras
Data: 30/08/2025 11:42:15

Manuela ainda suava, o cabelo desgrenhado colado nos ombros e na testa, alguns fios caindo pelo rosto — e mesmo assim parecia mais bonita do que qualquer mulher que eu já tinha visto na vida. Talvez porque não fosse só beleza: era comando.

Os seios balançavam de leve com a respiração ainda acelerada, brilhos de suor escorrendo pelo colo. A cintura marcada, o ventre úmido, as coxas fortes encaixadas no meu quadril como uma prisão quente. A pele dela estava corada, avermelhada pelo esforço e pelo orgasmo anterior, e cada detalhe parecia me lembrar que eu ainda não tinha gozado.

Ela não estava ali só excitada. Estava decidida. Tinha um olhar de quem sabia exatamente o efeito que causava, de quem não precisava pedir nada porque já era dela. Os olhos cravados em mim, escuros, diretos, quase cruéis.

E eu, deitado, só conseguia encarar.

O contraste das curvas com a força, o jeito como os músculos das coxas se contraíam quando ela se ajeitou no meu quadril. Uma visão que misturava tesão com submissão. Eu sabia que não mandava mais em nada.

Ali, naquele instante, eu não era Miguel o confiante, o engraçadinho, o que queria convencer. Eu era só o cara pronto pra ser dominado pelo corpo dela.

E era exatamente isso que eu queria.

O quadril dela começou a girar em círculos curtos, medidos, como se me usasse de cobaia. Testando meus limites. Testando minha capacidade de não implorar logo de cara.

As mãos dela se apoiaram no meu peito, firmes, unhas arranhando só o suficiente pra deixar marca. Não era carinho — era aviso. Eu sentia os riscos ardendo, e a pior parte era que aquilo me excitava ainda mais.

O cabelo caiu sobre os ombros, colando na pele úmida de suor. Ela jogou pra trás num movimento quase descuidado, revelando o rosto já vermelho, lábios entreabertos, mordendo o de baixo. Concentrada. Tesuda. Como se estivesse resolvendo uma equação impossível — e eu era a equação.

Eu olhava pra ela e só conseguia pensar: por cima, Manuela parecia quase violenta de tão bonita. Uma visão que dava tesão e humilhação ao mesmo tempo. O tipo de imagem que deixa o sujeito pensando se vale a pena viver mais nada depois.

Ela se inclinou, e o peso do corpo dela me esmagou ainda mais contra o colchão. O hálito quente bateu no meu rosto. O olhar me prendeu como faca na garganta.

— Tá sentindo isso, Miguel?… Eu sei que sim.

Não era pergunta. Era sentença.

E eu sentia. Deus, como eu sentia. Mesmo com aquela maldita camisinha.

Meu corpo respondeu antes da minha boca. O pau latejava dentro dela, cada centímetro dela apertando, sugando, dominando. Eu quis agarrar sua cintura, acelerar, tomar de volta o controle. Mas a cadência dela me manteve imóvel, feito refém amarrado.

Eu não aguentei ficar só olhando. Minhas mãos deslizaram pelas coxas dela, pele quente, firme, até alcançar o quadril. A curva perfeita onde eu podia me perder fácil. Apertei devagar, subindo até os seios.

Deus… os seios dela. Sempre tive essa maldita fraqueza.

Agarrei primeiro com toda a mão, pesado, esmagando contra a palma. Depois, mais cruel: pinçando os mamilos, puxando só o suficiente pra ver o arrepio percorrer o corpo dela.

Ela arqueou, como se a espinha tivesse vida própria. O cabelo caiu na cara, boca entreaberta, gemendo baixo.

Não resisti. Ergui o tronco, enfiei o rosto no peito dela. Passei a língua devagar, circulando, provocando. Depois suguei forte, faminto, até ouvir aquele gemido mais agudo que parecia um grito engolido. Música de viciados.

Fechei os olhos por um segundo, meio em devoção, meio em pura fome. Senti o gosto salgado da pele dela. Quando abri, tava sorrindo torto, quase cínico, enquanto ela se contorcia.

— Seus seios são perfeitos… — minha voz saiu rouca, quebrada. — Gosto de sentir você tremer assim.

— Continua… — ela gemeu, arqueando o corpo contra mim, mãos segurando minha cabeça como se tivesse medo de eu parar. — Não para, Miguel…

Eu não ia parar. Nem fodendo.

Ela mudou o ritmo. De repente. Como se tivesse decidido que eu era só mais um brinquedo na prateleira dela — e que agora estava na vez dela brincar como quisesse.

O quadril desceu mais rápido, bateu contra o meu corpo com força. A cada estocada eu sentia a cama ranger, a respiração dela pesar, e o meu corpo ceder como se eu fosse só cenário na cena que era toda dela.

Ela se inclinou para frente, o cabelo caiu sobre meu rosto. Cabelos quentes, grudados de suor, como se fossem uma cortina me separando do resto do mundo. Talvez fosse isso mesmo: no fundo, nada mais existia além daquilo.

A mão dela agarrou minha nuca, firme. Quase sufocando. Não parecia carinho, parecia posse. As unhas desceram pelo meu peito sem que ela percebesse — deixaram arranhões vermelhos, queimando. Eu não reclamei. Quem reclamaria?

Levantei os olhos e encontrei os dela. Pupilas dilatadas, fixas, um olhar que não pedia, mandava. Um olhar que me lembrava quem estava por cima. O suor escorria pelo pescoço dela, descia entre os seios e caía em mim como se ela quisesse marcar território. Gota por gota. Como se dissesse: meu.

E eu, o idiota aqui embaixo, fiquei paralisado. Não pelo tesão, que já me consumia, mas porque eu percebi que não era só sexo. Nunca tinha sido. Aquilo era um duelo. Um jogo que eu já tinha perdido antes de começar.

— Continua… — sussurrei, sem nem reconhecer minha própria voz.

Ela mordeu o lábio, arqueou o corpo, acelerou ainda mais. Eu quase ri. Quase. Porque ali não tinha espaço pra ironia. Só pra rendição.

Ela diminuiu o ritmo de repente, como se tivesse puxado o freio no meio de uma queda. Meu corpo implorava pra que ela continuasse, mas o dela… o dela queria outra coisa. Se inclinou sobre mim até quase colar a boca na minha. A respiração dela batia quente, irregular. O olhar, incômodo. Não era só tesão.

— Miguel… você me ama?

É, foi isso que ela perguntou. No meio de tudo. Comigo enterrado dentro dela, ela quis saber se eu amava. E eu respondi. Sem pausa, sem chance de recuar:

— Sim. Eu te amo.

As palavras saíram sem filtro, como cuspidas. Tão verdadeiras que até me assustaram. Ela piscou devagar, voltou a encarar, mais firme.

— E a gente vai ficar junto… aconteça o que acontecer?

Esse “aconteça o que acontecer” não era poesia barata. Era código. Peso. Senti cada sílaba como se tivesse engolido chumbo. Mas eu falei mesmo assim:

— Sim, aconteça o que acontecer.

Ela cerrou o maxilar. Fingiu força, mas a voz entregou:

— Jura?

Segurei o rosto dela com as duas mãos, quase esmagando, e encarei como quem desafia.

— Eu juro.

Foi quando ela me beijou. Não, “beijo” é pouco. Aquilo foi um ataque, uma colisão. Boca contra boca, dentes batendo, língua brigando. Não tinha carinho. Era pacto. Um pacto sujo, selado em saliva e desespero.

Eu puxei a nuca dela com força, e ela respondeu arranhando meu peito como se quisesse me marcar. Dor e tesão se misturaram, e eu só consegui pensar que estávamos fodidos. Literalmente.

Quando ela afastou a boca, um fio de saliva ficou pendurado entre nós. Os olhos dela queimavam. Não havia ternura ali. Só fome e ameaça.

E eu entendi. Ali, naquele segundo, não havia mais volta.

Ela se ergueu no meu colo como se fosse me abandonar ali, mas não era fuga. Era cálculo. O olhar desceu para o que pulsava entre nós — eu, vulnerável, duro, ridículo na minha urgência.

Com uma calma irritante, puxou a camisinha pela ponta. O estalo seco do látex ecoou no quarto. A sensação de ficar nu de repente — mais exposto do que se estivesse pelado desde o início. O ar pareceu mais pesado.

— Tem certeza? — escapei, antes que meu cérebro filtrasse.

Ela me encarou sem piscar, a mão ainda firme na base, como quem sabe exatamente o que está fazendo.

— Tenho. Você não?

Fui rápido em me arrepender da pergunta. Soou pequeno, covarde. Engoli seco.

— Tenho… — suspirei, como se confessasse um crime — é o que eu mais quero na vida.

Ela fechou a mão em volta, mais firme ainda, como quem puxa a rédea de um cavalo indomável. A glande, agora crua, roçou contra a entrada dela. Molhada, quente, insuportavelmente perto. Eu grunhi sem querer, aquele tipo de som que denuncia mais do que qualquer palavra.

O olhar dela me atravessou. Metade desafio, metade rendição. Ou talvez eu só projetasse o que queria ver. Nos lábios, saliva brilhando. No corpo, a promessa de desastre.

Ela esfregou devagar, quase cruel. O pau roçava nela e não entrava. Um jogo. Um castigo. Eu arqueei o quadril, desesperado e patético.

— Melhor assim, não? — perguntou, a voz baixa, como se estivesse gozando só de me torturar.

Eu me perguntava se aguentaria esse teatro ou se ia implorar antes da penetração de verdade. E confesso: implorar não parecia tão ruim.

Ela continuou esfregando, deslizando a ponta contra a buceta encharcada. Cada vez mais devagar. Cada vez mais fundo na minha cabeça. Era como estar no limite de um precipício e saber que ela decidiria quando me empurrar.

Ela não se mexeu de repente. Ficou ali, parada, controlando o ritmo. Só o suficiente para eu sentir cada milímetro dela me provocando sem me deixar entrar. Cada roçar era um aviso: “Não é hora ainda, mas vai acontecer.”

A mão dela segurando a base, firme, me lembrava que ela tinha todo o controle. O pau pulsava, ensaiando o movimento que ainda não viria. Eu arqueava, empurrava, tentava me aproximar, mas ela recuava a mínima fração. Um passo adiante, meio recuo. Minha respiração já estava curta, falhando.

— Quer mais, não quer? — sussurrou, voz baixa, morna, quase um sorriso no som.

— Eu… sim — consegui murmurar, a voz rouca, a mão tremendo contra o ombro dela.

Ela sorriu de um jeito que era mais sacrifício do que prazer. Arranhou o peito de leve, só para marcar território, e empurrou de novo a glande contra ela, roçando devagar. A pressão mínima era suficiente para eu enlouquecer.

Os olhos dela me prendiam, como se pudesse ler cada pensamento sujo que eu tentava esconder. Eu via nas microexpressões — o levantar de sobrancelhas, o lábio inferior mordido, a respiração que acelerava — e cada detalhe me deixava mais vulnerável, mais dependente da decisão dela.

— Vai, Miguel… vou deixar — provocou, a mão firme segurando o meu quadril. — Mas só se você for capaz de aguentar tudo que vem depois.

Eu engoli seco. Queria tanto, mas também temia o que estava por vir. A tensão era palpável, elétrica, quase dolorosa. Cada segundo que ela mantinha a glande roçando nela, sem penetrar, era uma tortura deliciosa, cruel.

— Eu… aguento — disse, tentando soar confiante, mas com o coração batendo na garganta.

Ela riu, quase imperceptível, e lentamente inclinou o corpo para frente, aproximando os seios dos meus ombros, a boca perto da minha orelha. Um sussurro quente:

— Então jura.

O ar mudou. Cada músculo meu tenso, cada nervo alerta. Eu sabia que a qualquer momento, se ela decidisse, tudo mudaria. Mas ela ainda não havia decidido.

Ela inclinou o corpo ainda mais, deixando os seios escorregarem sobre os meus ombros, quentes e pesados, mas sem ceder totalmente. Cada toque, cada roçar era um aviso de que eu não tinha controle. Meu pau pulsava, tentando antecipar o movimento que ainda não viria. Eu me arqueava, empurrava, mas ela recuava um milímetro, sempre um passo à frente do meu desejo.

— Olha pra mim — ordenou, os olhos azuis fixos nos meus, profundos, quase me despindo com o olhar. — Quero ouvir você jurar que tá pronto. De verdade.

— Pronto… — disse, mas ela balançou a cabeça, não satisfeita.

— Não, é sério — murmurou. — é sério, Miguel.

Eu engoli em seco, cada músculo do corpo tenso. O pau pulsava insuportável, escorregadio de desejo.

— Eu tô pronto — repeti, firme desta vez. — Pronto pra tudo que vier depois.

Ela sorriu, e era quase um sorriso de predadora, olhos faiscando. De repente, soltou a base dele, puxando para dentro da sua entrada. A pressão mínima desapareceu, substituída pelo calor úmido e apertado que me engoliu inteiro. Minha respiração travou, e cada centímetro que ela acomodava em volta de mim era uma mistura de dor deliciosa e prazer absoluto.

— Vai devagar… — murmurou, arranhando meu peito sem perceber, cabelo caindo sobre o meu rosto. — Tá sentindo?

O corpo dela se moldava ao meu, cada contração, cada tremor, cada microexpressão me mostrando prazer e entrega ao mesmo tempo. Os olhos semicerrados, lábios entreabertos, o suor escorrendo pelo pescoço dela. Eu me perdi nela, completamente.

— Miguel… — gemia, puxando meu tronco mais perto, segurando meu ombro firme. — Não para…

E ali, finalmente, depois de tanta provocação, tanta tensão, tudo mudou. Eu estava dentro, inteiro, e o mundo se resumiu ao corpo dela e ao meu, entrelaçados em movimento lento, profundo, insuportável de tão bom.

Eu senti cada centímetro dela envolvendo meu pau, quente, molhado, apertado de um jeito que me deixou tonto. Sem barreiras, sem desculpas, só nós dois ali, cru e completo. Cada batida do meu quadril era recebida pela resistência macia dela, e cada pulsar fazia o calor dela percorrer todo o meu corpo. Era sufocante, viciante, quase violento de tão intenso.

— Meu Deus… você está me engolindo por inteiro… — eu arfava, voz rouca, quase um gemido.

Ela se arqueou, empurrando meu quadril com força própria, segurando meu tronco contra o dela. O cabelo caindo sobre meu peito, pele contra pele, suor misturado.

— Agora é só você dentro de mim… sem nada entre nós… — gemia, alto, quase urrando, enquanto arranhava minhas costas sem perceber, presa no prazer que também me prendia.

Eu mal podia raciocinar. Cada batida, cada contração dela me deixava mais louco, mais faminto. Sentir o corpo dela aceitar cada parte de mim, quente e vulnerável, fazia meu cérebro travar e se render totalmente. Eu podia jurar que tudo o que tinha feito antes, toda provocação, toda espera, só tinha servido pra me levar até aquele momento — puro, sem intermediários, sem nada que nos separasse.

— Você é… perfeita… — consegui murmurar, voz trêmula, enquanto meus dedos se enterravam nas coxas dela. — Só minha… só minha…

Ela arqueou mais uma vez, mordendo o lábio inferior, pupilas dilatadas, suor escorrendo pelo pescoço. Cada microexpressão mostrava entrega e comando ao mesmo tempo, dominando e sendo dominada, enquanto meu mundo inteiro girava em torno do calor, do cheiro, do sabor dela me envolvendo.

— Miguel… — sussurrou, quase implorando — não para… não para…

E ali, no ápice daquela primeira penetração sem barreiras, o tempo e a lógica deixaram de existir. Só existíamos nós, nosso calor, nosso peso, nosso prazer em colisão.

Ela jogou a cabeça para trás, cabelo caindo solto pelos ombros, e gemeu mais alto do que eu jamais ouvi. Cada estalo do meu quadril dentro dela reverberava em todo o meu corpo, e eu senti os músculos dela apertando meu pau, apertando, puxando, me segurando preso em algo que era só nosso.

Apoiada nas minhas coxas, ela descia e subia com força, arqueando o corpo de um jeito que me deixava sem fôlego. Respiração descompassada, peito subindo e descendo rápido demais, suor escorrendo pela testa e pelo colo.

Olhos fechados, boca entreaberta, lábios tremendo, rosto contorcido de prazer. Cada microexpressão mostrava que ela estava lá, completamente entregue e ao mesmo tempo comandando cada segundo do meu movimento. Eu podia jurar que cada músculo do corpo dela gritava meu nome, enquanto eu arfava, perdido entre tesão, ciúmes e adoração.

— Você… — eu tentei gemer, voz rouca — é… perfeita assim…

Ela respondeu com um gemido agudo, arqueando ainda mais os quadris, agarrando minhas coxas como se eu fosse desaparecer se ela soltasse. Eu podia sentir cada contração, cada puxada, cada arrepio percorrendo minha espinha.

E ali, naquele instante, toda a tensão dos dias anteriores, toda a provocação, todo o desejo contido, explodiu em algo palpável, real, visceral. Eu estava dentro dela, e ao mesmo tempo sentindo cada pedacinho dela me reivindicando, me devorando com prazer, me deixando sem defesas.

Segurei firme a cintura dela, sentindo cada curva, cada músculo se contraindo sob minhas mãos. Comecei a guiar os movimentos, levantando o quadril dela, ajustando a penetração. Cada estocada era brutal, firme, um choque de calor e carne que nos fazia estremecer juntos.

Ela arqueava o corpo, arranhando meu peito sem perceber, gemidos cortando o ar pesado do quarto. Eu podia ver cada expressão: lábios entreabertos, olhos semicerrados, respiração que se misturava à minha, suor escorrendo pela pele quente. Quando nossos olhares se encontravam, a urgência era tão intensa que parecia que o mundo inteiro havia desaparecido, restando apenas nós dois, os corpos cravados e o prazer rasgando a paciência do tempo.

— Mais… — ela arfou, voz embargada, quase implorando.

— Tá bom… — consegui gemer entre dentes, sentindo meu pau ser engolido ainda mais fundo, sentindo a pressão e o calor dela me arrancarem qualquer controle racional que me restasse.

Cada estocada arrancava gemidos mais altos, risos roucos, ofegos. Sentia meu corpo reagir, os músculos tensos, coração batendo forte, enquanto guiava o ritmo sem dó, deixando que cada movimento nosso explodisse em prazer mútuo.

Era um caos ordenado de sensações, suor, carne e gemidos. O mundo exterior não existia. Existíamos só nós, colados, ofegantes, entregues à urgência, à brutalidade e à beleza crua do momento.

Aumentei o ritmo sem aviso, cada estocada mais intensa, mais rápida. A pele dela queimava contra a minha, o cheiro doce e úmido preenchendo minhas narinas. Ela arfava, gemia, as unhas cravando fundo no meu peito enquanto eu segurava firme a cintura, guiando cada movimento.

— Porra, Manu… você… fica muito linda assim — consegui gemer, voz rouca de tesão.

— Seu… safado… continua… não para — ela respondeu, voz quebrada, quase desesperada.

O calor do corpo dela, o aperto úmido envolvendo meu pau, cada contração da vagina me arrancava gemidos mais altos. O suor escorria pelos nossos corpos colados, misturando cheiro, sal e sexo. Cada batida fazia minha cabeça girar, mas ao mesmo tempo me deixava mais obcecado por sentir tudo dela, cada reação, cada microexpressão.

— Sente isso… meu corpo, seu… todo seu — ela gemia, arqueando as costas, cabeça jogada pra trás.

— Porra… você me deixa louco — eu consegui dizer entre dentes, cada palavra carregada de desejo.

Ela me respondeu com um gemido que cortou o quarto, os quadris pressionando com força, subindo e descendo como se quisesse me engolir de vez. Cada estocada nossa era mais cruel, mais urgente, mais viciante. Eu a segurava, guiava, enquanto ela distribuía arranhões pelo meu peito, mordia os lábios e arfava, olhos semicerrados de prazer, suor brilhando, respiração descompassada.

— Mais… mais forte… — ela implorava, voz arrastada, quase perdida.

— Isso… porra… você é minha, só minha — respondi, cada palavra um puxão de tesão, sentindo cada músculo dela se contrair ao meu comando.

O ritmo nos consumia, e eu percebi que estávamos à beira do limite. O prazer dela estava se acumulando, denso, pesado, pronto para explodir. Eu podia sentir a tensão subindo pelo corpo dela, o quadril tremendo, os gemidos ficando mais altos, mais desesperados, vulgares, e ainda assim deliciosamente sinceros.

— Miguel… eu… vou gozar… — ela arfava, mão nos meus ombros, unhas deixando marcas.

— Então goza… agora… — eu consegui sussurrar, apertando firme a cintura dela, batendo com força, sentindo o aperto úmido, quente, pulsante que me fazia perder o controle.

A cada estocada, a cada gemido, a preparação para o clímax dela se tornava palpável, eletrizante, quase violenta. Eu podia ver nos olhos dela, nas contrações do corpo, que o orgasmo avassalador estava prestes a explodir, e tudo que eu queria era estar lá, dentro, segurando, sentindo, participando desse momento só nosso.

O corpo dela estremeceu de repente, como se cada fibra tivesse sido acesa por uma faísca elétrica. As coxas se apertaram contra mim, quadris subindo e descendo em contrações rápidas e impossíveis de resistir. Os gemidos dela explodiam pelo quarto, cada um mais alto, mais desesperado, mais vulgar — e eu me perdia neles.

— Porra… goza, Manu… goza toda pra mim… fodendo essa tua buceta linda — consegui arfar, segurando firme a cintura, sentindo cada contração envolvendo meu pau, cada estremecimento dela me puxando mais fundo.

Ela arqueou as costas, jogou a cabeça para trás, cabelos espalhando sobre o meu peito, boca aberta em um grito de prazer que me atravessou inteiro. A pele quente, suada, o perfume dela misturado ao meu suor — era sufocante, viciante, brutal. Cada espasmo da vagina apertando meu pau me arrancava gemidos mais altos, vulgares, selvagens.

— Miguel… não… para… mais… — ela gritava, unhas cravando fundo nos meus ombros, peito subindo e descendo descompassado, olhos fechados, respiração entrecortada.

Eu só podia segurar, guiar, sentir. Cada estocada minha se misturava à explosão dela, e o corpo dela se contorcia, tremia, estalava contra o meu, como se quisesse engolir todo o ar, todo o espaço, todo o mundo. Os gemidos mais altos se misturavam a sussurros vulgares, elogios desesperados que saíam da boca dela e entravam direto no meu cérebro, queimando, seduzindo, viciando.

— Seu… seu doente… — ela arfava, mordendo os lábios, tremendo inteira, quadris estourando contra mim. — Porra… que pau é esse… meu Deus…

Eu gemia, arfava, o corpo vibrando junto com ela, cada contração dela me levando mais perto, mais fundo, mais selvagem. O quarto parecia girar, os sons, o cheiro, o calor, tudo se misturando em um turbilhão impossível de distinguir do desejo, da dor boa, do prazer absoluto.

— Tua… tua buceta… puta merda… — eu consegui arfar, sentindo cada último espasmo da explosão dela me atravessando.

O corpo dela ainda se mexia sobre o meu, coxas apertando meu quadril, unhas arranhando minhas costas, respiração quente batendo na minha pele. Cada movimento, cada gemido, me empurrava para o limite, e eu sabia que não ia segurar por muito tempo.

— Manu… — arfava, apertando firme a cintura dela, puxando-a contra mim. — Agora é minha vez…

Ela arqueou as costas, apoiou as mãos nas minhas coxas, olhando fundo nos meus olhos como se quisesse engolir minha alma junto com meu pau. A sensação de estar nela, quente, apertando, úmida, sem barreiras, me queimava inteiro. Cada estocada me deixava mais próximo, e o calor do corpo dela parecia sugar cada pedaço de autocontrole que eu tinha.

— Miguel… goza… — ela gemia, mordendo os lábios, coxas apertando como se quisesse me prender lá dentro.

E então aconteceu. O primeiro jato veio súbito, quente, pulsando dentro dela, me fazendo arfar alto. Depois veio outro, e outro, mais forte, mais profundo, enchendo aquela buceta perfeita com uma intensidade que eu jamais tinha sentido. A sensação de perder o controle, de se entregar completamente, de se tornar parte do corpo dela, foi avassaladora.

— Porra… Manu… — eu consegui gemer entre os impulsos, sentindo os músculos dela apertarem ao redor, como se a própria vagina fosse um prolongamento da minha ereção. — Meu Deus… que sensação…

Ela se contorceu, gemendo alto, corpo subindo e descendo com cada jato que eu explodia dentro dela, olhos semicerrados, lábios entreabertos, suor escorrendo pelo pescoço e costas. Cada arqueada, cada espasmo, me fazia arfar mais, explodir mais, perder completamente a noção do que era meu e o que era dela.

— Ah… porra… Miguel… — ela arfava, segurando firme meu tronco, quadris subindo e descendo sozinhos, seguindo meus impulsos como se fossem a própria batida do coração.

Eu continuei a estocar, perdido no prazer, sentindo cada vibração do meu corpo dentro dela. A intensidade, o calor, o cheiro, o som — tudo era um turbilhão de êxtase absoluto. Pela primeira vez na vida, eu sabia o que era gozar de verdade, sem barreiras, sem contenção, completamente entregue.

Quando finalmente parei, ofegante, suado, ainda dentro dela, só pude olhar para o rosto dela — exausto, vermelho, ainda gemendo baixinho — e sorrir torto. Ela abriu os olhos devagar, sorriso satisfeito, meio tímido depois de tudo.

— Uau… — ela murmurou, quase sem fôlego. — Foi tão bom pra você quanto pra mim?

— Foi… nunca… — consegui responder, ainda ofegante, acariciando os cabelos dela. — Nunca gozei assim.

Ela riu baixo, mordendo o lábio. Pupilas dilatadas. Boca molhada. Um olhar que, se fosse uma frase, diria: “fodeu, Miguel. Agora é você e eu.”

— Você sabe… — a voz dela saiu rouca, falhando no meio da frase — … que isso não foi só uma foda.

Eu ainda estava dentro dela quando percebi que não existia mais volta. A respiração dela batia quente no meu pescoço, e eu sentia os espasmos residuais apertando meu pau como se o corpo dela quisesse me sugar até o osso. Romântico, não? Dois degenerados colados, cobertos de suor e gozo, jurando para si mesmos que agora era para valer.

Eu ri. Não aquele riso bonito de comercial de creme dental. Riso nervoso, quase cínico. A gargalhada do idiota que sabe que assinou um contrato sem ler as letras miúdas.

— Sei. E não quero que seja só isso.

Silêncio. Pesado, mas confortável. Como se o quarto inteiro estivesse nos ouvindo e esperasse a próxima frase.

Ela deslizou os dedos pelo meu ombro, arranhando leve, e me puxou para perto. O beijo veio lento, preguiçoso, com gosto de promessa. Não era luxúria, era pacto. Eu senti, juro que senti, como se nossas bocas selassem alguma coisa maior do que a gente.

— Então é nós dois? — ela sussurrou contra minha boca.

— É. Nós dois.

E eu sabia o que vinha em seguida. O julgamento do mundo, as piadinhas, o rótulo de monstros. Mas naquela cama, entre lençóis encharcados e respirações irregulares, nada disso importava. A gente já tinha cruzado a linha. Já tinha queimado a ponte.

Eu a encarei e tive a estranha sensação de que nunca tinha visto Manuela de verdade até aquele segundo. Não como irmã, não como fantasma, não como obsessão. Mas como ela era agora: minha mulher.

E eu, claro, também dela. Um prisioneiro que tinha pedido as algemas de bom grado.

Do lado de fora, seríamos aberração. Mas ali dentro? Ali dentro éramos o casal mais honesto da face da Terra.

E eu, coração acelerado, respiração ainda descompassada, sabia que aquele momento era só o começo de uma segunda fase onde o prazer não teria limites.

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Por enquanto, este é o último capítulo da história entre Miguel e Manuela aqui no site.

Sim, eu sei… eles ainda têm muito a aprontar. E é por isso que já penso em uma segunda temporada, explorando brincadeiras ainda mais ousadas — anal, ménage, dupla penetração, e o que mais a imaginação ou vocês, nos comentários pedirem.

Enquanto essa temporada não chega, convido vocês a me acompanharem no Privacy. Lá vou publicar novas histórias de Miguel e Manuela, mas em um outro universo, com um dinâmica diferente.

Um detalhe importante: nesse universo que estou construindo no Privacy, os encontros de Miguel e Manuela serão o clímax absoluto. Eles só vão aparecer depois que Miguel se perder — e se encontrar — com cada uma dessas mulheres:

1. Alessandra — a Madrasta Manipuladora

2. Alice — a Filha Provocadora da Madrasta

3. Maria — a Avó Devassa

4. Márcia — a Tia Safada

5. Marcelinha — a Prima Virgem

6. Marta — a Mãe Traumatizada

Cada uma delas é uma armadilha. Cada relação, um labirinto.

Obrigado por terem acompanhado até aqui.

Mas não pare na superfície. Entre agora no Privacy e descubra por inteiro o universo que estou construindo.

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