Depois de, naquela mesma manhã, ter gozado primeiro com a mãe, e em seguida com o pai de Artur, a gostosona Gilda lançara por WhatsApp a isca para o jovem nadador filho do casal:
“- Tutu, querido! Você já terminou a excursão? Eu tô tão sozinha! Por que tu não dá um perdido em Bruninha e vem me visitar?”
Bruninha era a filha CDzinha de Gilda, que Artur namorava e com quem dividia a cama de casal na cabine do cruzeiro que seguia para Barcelona, com escalas por fazer em Maceió, Tenerife e Casablanca.
E Artur nem precisava “dar um perdido” em Bruninha, porque acabara de ver à distância sua viadinha entretida em conversa com a madrinha travesti Leia e com a dupla de primos grandalhões, que até então ele só conhecia de vista.
O nadador estava de rola dura, dentro da bermuda, imaginando uma suruba entre os dois rapagões, a linda viadona Leia, sua viadinha Bruninha e ele próprio, quando leu a mensagem de Gilda, sua voluptuosa sogra. E imediatamente respondeu e se pôs a caminho.
Ansioso, o rapaz voou para baixo pela escadaria mais próxima do navio, descendo num piscar de olhos os quatro andares que o separavam do 9° piso, onde estava a cabine de Gilda. Felizmente, a quarentona já se preparara.
Mais de uma hora antes, Gilda se despira para um delicioso 69 com a mãe de Artur, Magali, e não voltara a se vestir para dar a buceta num papai-e-mamãe para o pai dele, Diego. Mas receber o namorado adolescente de seu filhinho viado era diferente.
A tesuda índia não tomara banho, se deliciando com a ideia de que Artur meteria rola em sua encharcada buceta, onde a mãe derramara saliva e o pai injetara esperma.
Gilda apenas se perfumara, escovara os cabelos, retocara a maquiagem e vestira uma camisolinha de alcinhas e shortinho de dormir de seda sintética, com estampa de oncinha. O conjunto era bastante largo, com o decote no limite das aréolas dos seios e o short curto e aberto o bastante para ela ser fodida na passagem das pernas, sem tirar.
Só depois de pronta a deusa cheia de curvas mandara a mensagem para Artur, lendo em seguida a rápida resposta:
“- Tô indo, Tia Gilda!”
“Tia Gilda”! Longe de se indignar, aquilo atiçou o fetiche de diferença de idade da índia, que depois de adulta nunca havia pegado um machinho adolescente. Gilda decidiu que pediria a Artur para continuar chamando-a de “tia” e imediatamente escreveu outra mensagem, agora para a filhinha CDzinha.
“- Tutu tá vindo me comer. Te prepara. Assim que ele gozar comigo, vou te chamar, pra gente brincar juntinhas com o pau dele!”
Logo que Gilda enviou a mensagem para Bruninha, ouviu a campainha tocar. A gostosona então foi rebolando descalça até a porta e abriu saudando alegremente o genro:
- Tutu! Que bom que tu veio!
- Oi... ti... Gil... posso te chamar...
O adolescente balbuciou, não sabendo direito como tratar aquele mulherão três anos mais nova do que sua mãe, Magali.
- Continua me chamando de “Tia Gilda”. Gosto da ideia!
A quarentona fechou a porta e rebocou Artur para o sofá. Gilda sentou em pose sensual, à amazona, as pernocas grossas dobradas juntinhas, com os joelhos e a metade de cima do corpo voltados para o rapaz.
- Espia! Tu me chama de “Tia Gilda” e pra mim, tu continua sendo “Tutu”, tá bom?
- Tá.
O nadador se intimidara com aquele mulherão, mais pela opulência e disponibilidade de Gilda do que por ser a mãe de seu viadinho ou a “tia” que ele conhecia desde criança. Mas era evidente que ele queria a gostosona. Só não sabia como tomar a iniciativa. E ela, experiente, conduziu.
- Antão, Tutu! Eu queria falar sobre Você e meu filhinho... sabe, eu gosto muito de chamar ele de “Bruninha” nessa viagem, com ele montado de menina o tempo todo... tá sendo um sonho, num tá?
- Tá, sim. Um sonho.
Por um momento Artur duvidou das intenções da sogra. Será que ela só queria falar sobre o filho viadinho? Gilda continuou:
- Antão! Bruninha veio me fazer queixa de tu, ontem, sabia? Foi a primeira vez, desde que vocês estão juntos.
- Eu... não imaginava, Tia. E... Tia... eu meio que perdi a cabeça e machuquei ela.
- Eu vi. Relaxa. É do jogo. Mas tu ainda não entendeu. A queixa de Bruninha não foi de tu ter abusado do cuzinho dela.
- Não?
- Não, Tutu. Vou te explicar... deixa ver... tu sabe “A bela e a fera”?
A mão grande e pesada de Gilda, com longas e fortes unhas, começou a arranhar de leve a coxa do jovem, sobre a bermuda.
- E-eu... eu vi só o live action.
- É pior do que o desenho.
- É. Todo mundo fala isso.
- Mas espia. Tem um filme antigo, que é melhor do que essas coisas da Disney. Um filme francês de Jean Cocteau. Tu já ouviu falar de Jean Cocteau?
- Eu só sei que é por causa dele o nome do “Cocteau Twins”.
- Ééégua! Tu conhece “Cocteau Twins”! Que coisa rara na tua geração! Eu conheci porque uma amiga de ensino médio me apresentou a banda. Ah, como eu tenho saudades da Samira!
Gilda por segundos viajou na memória da língua de Samira em sua buceta, quando as duas eram muito mais novas do que Artur, agora.
- Égua! E eu não imaginava que a Senhora conhecesse “Cocteau Twins”! Desculpe. Chamei de “senhora”.
- Não, não! Me chama de “senhora” mesmo! Gostei!
- Tá. Mas, o que, que tem o filme.
- Cocteau dirigiu o filme de um jeito em que a “fera” se tornou apaixonante. Uma mistura certinha de força bruta e sensibilidade que roubou os corações da mulherada. Tu já ouviu falar de Greta Garbo e Marlene Dietrich? Foram duas grandes atrizes dos anos 30 e 40. As duas reclamaram do filme, depois que a “fera” se transforma em príncipe. Tipo “cadê o meu monstro?”
A sogra já arranhava a virilha do rapaz, por cima da grossa bermuda jeans, mas ainda não notava uma ereção de Artur.
- Entendi... mas... não entendo o que isso tem a ver com Bruninha.
- Tem a ver contigo. Não com ela.
- Comigo?
- É. Vê se entende. Ontem, quando tu machucou o cuzinho da minha filhinha viadinha, tu soltou a “fera” de dentro de tu...
Em lugar de apertar a pica de Artur, a mão da índia subiu arranhando pela barriga e apontou o indicador batendo no peito forte do rapaz, quando a fêmea falou “dentro”.
- Isso é bom... é normal... e Bruninha ficou toda apaixonadinha pela tua “fera”. Daí, Artur... daí ela se decepcionou quando tu chorou e pediu desculpas.
O rosto de Artur estava perto o bastante para o primeiro beijo entre os dois. Mas Gilda queria terminar de explicar.
- Mas Tia... eu machuquei...
- Shiii!!!
Gilda selou os lábios do moço com o indicador e continuou.
- Não foi contra a vontade dela, Tutu. É do jogo. Se foi com respeito e com tesão... se tu não passou por cima de um “não” de verdade, tá valendo... o machucado é do jogo!
A gostosona se aproximou e substituiu o dedo por seus próprios lábios finos, iniciando um beijo alucinante no jovem. E ao mesmo tempo sua mão deu uma patolada firme no púbis do rapaz, descobrindo que ali havia um pau endurecendo, mas restrito pela roupa.
Gilda adorou aquele beijo no namorado do filhinho gay. Era como voltar à adolescência e à primeira noite em que seduzira o irmão, Gil.
- Tu beija bem... Tutu... só tem que se soltar... deixa tirar tua blusa... assim... soltar a “fera”...
- Tia... tu é um tesão... eu... te chamo de tia, mesmo?
- Aaahhh, sim! “Tia Gilda” e “Senhora”. Sabe? Nós dois aqui, no meu sofá...
Gilda imediatamente pensou “sofá onde pela primeira vez peguei tua mãe e onde já dei gostoso pro teu pai”, de novo encharcando a bucetona. Mas continuouconversando intimidades e tu me chamando de “Senhora” e de “Tia Gilda”... me dá tesão. Fica uma coisa, assim, meio incestuosa, sabe?
Artur fico muito vermelho, mas ousou perguntar.
- E a Senhora... gosta de incesto?
A quarentona lia no rosto do jovem que ele era todo dela.
- Depende, sabe, Tutu...
A índia começou a descer sensualmente a mão pelo peito forte e liso do jovem, rumo à pica.
- Quando os dois querem... os dois têm idade... e não é abuso... daí o incesto pode ser muito bom. Por exemplo... o primeiro pau que eu peguei na vida foi o do meu irmão... tu conhece...
- Tio Gil.
- Foi. Nos éramos adolescentes... bem mais novos do que tu e Bruninha... sozinhos em casa... tinha essa besteira religiosa da virgindade, mas eu explodia de tesão. Então... eu queria muito dar o cuzinho, sabe, Tutu... pra continuar virgem, mas gozar e fazer gozar.
Os dois se atracaram de novo e a fêmea poderosa enlaçou o forte pescoço do jovem e o beijou com uma luxúria que ele não conhecia. Artur transbordava de tesão e Gilda, outra vez apalpando a pica do jovem escondida sob a bermuda, notou que a rola se desdobrara, vencendo os tecidos da roupa e agora armava uma imponente barraca.
- Ah... adolescência... como tua pica tá dura, Tutu... Tu é o macho da minha viadinha... e aqui e agora... quero que tu seja meu macho!
O rapaz viu aquele mulherão ficar de pé e numa fração de segundos tirar o shortinho do conjunto de dormir de oncinha, ficando apenas com a blusinha de alças.
- E eu quero você, Artur! Dentro de mim!
Gilda levantou Artur pelas mãos e se deitou de barriga pra cima no sofá, com as pernas arqueadas e abertas.
- Tira essa bermuda que eu quero você sério!
O adolescente se livrou das sandálias, bermuda e cueca, mostrando a piroca toda tesa. A sogra notou que sua filhinha CDzinha se beneficiava de um bom cacete, de uns 18 centímetros, bastante grossinho na base, com dois tufos não muito densos de pentelhos quase ruivos aparecendo dos lados, onde o talo encontrava um saco de médio para grande e de poucos pelos. Era uma pica cônica, afinando do meio para a glande de curvas perfeitas, muito boa para abrir cuzinhos.
- Aaartur! Tu tem uma coisa grande, para tua idade, sabia?
Gilda se segurou para não dizer que o pênis do genro tinha as mesmas cores do caralho do pai do menino, muito branco no talo e com tons de rosa na cabeça, no colar e na parte interna do prepúcio. Mas alguma referência ao pai dele era inevitável:
- Tu quer me comer, Artur? Como teu pai me come?
- Quero!
- Antão mete!
Artur se encaixou entre as grossas pernas da sogra e meteu. Uma fração de segundos antes, ele até pensou que precisaria procurar a gruta de Gilda com a cabeça da rola, como procurava o cuzinho de Bruninha. Mas não foi assim.
- Ooohhh... tá duro!
- Tia...
No primeiro contato o rapaz sentiu como se o pau fosse sugado e engolido pela vasta buceta da índia e Artur mergulhou num mundo fantástico de sensações, do mesmo jeito que a pica mergulhava nas carnes encharcadas de tesão.
- Isso! Agora soca!
O espaço era quente. Era largo. Era muito molhado. Era sensacional!!! Artur começou a bombar, vendo o rosto da mãe de sua viadinha se inchar passo a passo, à medida em que Gilda se entregava ao tesão.
- Isso!... aaahhh... mais forte! Mais forte! Isso! Aaahhh... seu monstro! Soca! Duro pra caralho!
A índia gostosona tinha esquecido o grau de dureza de uma pica de adolescente, coisa que ela conhecera muito bem com seu irmão. A rola de Artur não se comparava em calibre e tamanho à do pai dele, o espanhol Diego, mas compensava isso sendo uma verdadeira barra de aço.
- ÓÓÓhhh... Artur... que... que pica gostosa... tão dura!
Gilda sabia como controlar um macho com a xana. As contrações e micro rebolados que ela fazia foram provocando Artur e logo ele suava e figurava uma cara de mau.
- Agora. Agora sim!... Agora tu parece um macho, Artur... aaahhh... forte... isso... tu sabe que eu sou puta!... aaahhh... sou a puta do teu pai... a putona cavalona dele... me come... caralho!... que pau duro!!!... parece aço!...
O jovem começou a bufar fodendo e seus golpes de quadril eram cada vez mais fortes e rápidos.
- Iiisso! Caralho! Fode! Fode a putona cavalona do teu pai! Se solta! É... aaahhh...
- Porra... tô te fudendo!
- Tá!!! Tá me fodendo gostoso! Aaahhh... mais forte!... bota o monstro... pra fora... isso!!! Isso!!! É assim que tu tem... aaahhh... que tu tem que foder... a piranha da minha filha... Eu sou puta... putona cavalona... Leia é puta... e Bruninha... Bruninha é uma puta!... aaahhh... uma viada piranha... me fode... seja bruto!
- Porra!
- Isso! Porra!... aaahhh... muita porra... Bruninha precisa da tua força... da tua raiva... da tua porra... aaahhh, Artur... que pau duro!... me fode!
Ao mesmo tempo em que incentivava o comedor, Gilda observava minuciosamente o rapaz, cuidando de perceber o momento em que ele se aproximaria do gozo.
- Bruninha vai dar muito... aaahhh... ainda... pra tu... e pra muito macho... puta que nem eu... aaahhh... e tu... que caralho duro!... tu vai me comer muito... e comer Leia... somos três putas... pra tu... aaahhh... e pra teu pai...
- Tia... eu... caralho...
- Vem gozar comigo, Artur!
- Porra, Tia!
- Isso! Porra! Esporra tua titia Gilda... forte... mais forte!... huuu... lá no fundo, vai!
- Caralho!
- Esporra logo... aaahhh... porque... aaahhh... depois... vô chamar Bruninha... e... aaahhh, Artur... eu e ela... vamos mamar juntinhas... esse teu pau lindo!
- ÚÚÚRRRGGGHHH!!!... AAAHHH!
- MARAVILHOSO!!!
Gilda não gozou junto como machinho, mas se deliciou com a quantidade de esperma quente furiosamente disparado rumo a seu colo do útero.
- Que coisa gostosa, Artur!
O rapaz, ofegante e suado, olhou sua sogra e a beijou na boca. E com a pica ainda toda tesa e enfiada na bucetona da índia, Artur soltou:
- Tia! Eu sei que Bruninha tá dando pra outros machos, no navio!